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	<title>amálgama &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>amálgama &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Casos Clínicos &#8211; Amálgama e Resina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 15:32:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[amálgama]]></category>
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					<description><![CDATA[1. Paciente EER, 46 anos de idade, sexo masculino. Necessita substituição de uma restauração de amalgama deficiente (16 – MODV). Após exames clínicos e radiográfico constatou-se que: o dente apresentou resposta favorável ao teste de vitalidade pulpar, a cúspide Mésio-Vestibular seria perdida; o paciente precisaria controlar melhor o acumulo de placa bacteriana. Sabendo-se que seria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1.</strong> Paciente EER, 46 anos de idade, sexo masculino. Necessita substituição de uma restauração de amalgama deficiente (16 – MODV). Após exames clínicos e radiográfico constatou-se que: o dente apresentou resposta favorável ao teste de vitalidade pulpar, a cúspide Mésio-Vestibular seria perdida; o paciente precisaria controlar melhor o acumulo de placa bacteriana. Sabendo-se que seria indicada a substituição dessa restauração antiga por um amalgama (extenso) assinale a alternativa incorreta:</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>O acabamento das paredes de esmalte desta cavidade é uma forma de resistência para este amálgama extenso.</li>
<li>A técnica “amálgapin” pode ser utilizada como forma de retenção da cúspide fraturada.</li>
<li>A colocação de um pino intra-canal é correta para favorecer a retenção desta restauração.</li>
<li>Pode ser colocado um pino intra-dentinário para a retenção deste amálgama.</li>
<li>Pode ser feita uma canaleta curva para reter o material, entretanto ela deve ficar posicionada à 0,5 mm da junção amelo-dentinária em dentina.</li>
</ol>
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<p><strong>2.</strong> Paciente JMK, 80 anos de idade, apresenta dente 46 extensamente destruído, com vitalidade, porém com perda das cúspides MV e DV. De acordo com a anamnese e exame clinico, este paciente apresenta-se debilitado e não pode retornar várias vezes ao consultório para as consultas. De acordo com as informações, qual a indicação adequada restauradora:</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Onlay metálica em níquel cromo.</li>
<li>Onlay metálica em ouro.</li>
<li>Resina composta direta.</li>
<li>Resina composta direta.</li>
<li>Amálgama extenso.</li>
</ol>
<p><strong>3.</strong> A escolha da cor em odontologia deve ser feita seguindo alguns critérios importantes para o sucesso das restaurações estéticas. O paciente deve ser observado com cautela antes da escolha da cor e alguns procedimentos devem ser seguidos para a correta escolha. Qual das alternativas abaixo não representa um procedimento necessário para a correta escolha da cor:</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Idealmente deve-se realizar a profilaxia do dente com pedra pomes e agua antes de se escolher a cor, pois o biofilme pode alterar a cromatização do dente.</li>
<li>Os dentes devem estar hidratados para correta escolha da cor.</li>
<li>Preferencialmente deverá ser feita a escolha da cor sobre a luz natural.</li>
<li>A escolha da cor com a escala vita deve ser feita tomando-se somente o terço incisal ou oclusal dos dentes como referência.</li>
<li>O uso da polimerização de pequenos incrementos da resina composta na superfície do dente auxilia a escolha da cor pela escala vita.</li>
</ol>
<p><strong>4.</strong> Paciente do sexo feminino, com 35 anos de idade, relata que ao realizar a higiene interproximal entre os dentes 26 e 27, ocorre sangramento gengival e o fio dental se desfia. Ao exame clinico e sondagem da área, observa-se uma restauração de amálgama MO no dente 27, com contorno vestibular e lingual corretos, ausência de ponto de contato e excesso de material restaurador subgengivalmente. Estas deficiências em geral ocorrem devido à:</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Ausência de cunha interproximal durante a confecção da restauração.</li>
<li>Ausência de isolamento absoluto durante a confecção da restauração.</li>
<li>Utilização excessiva de tiras de lixa na face proximal.</li>
<li>Utilização de força excessiva na inserção do material restaurador.</li>
<li>Ausência de porta-matriz durante a confecção da restauração.</li>
</ol>
<p><strong>5.</strong> Paciente necessita de restauração posterior em resina composta em um dente 26. De acordo com as indicações e protocolo para execução de resina composta para dentes posteriores, assinale a alternativa incorreta:</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>A caixa proximal de um preparo Classe II para resina composta deve se assemelhar a um formado de gota d’água, pois os ângulos internos não definidos diminuem a resultante de força da contração de polimerização das resinas compostas.</li>
<li>Se for executado o bisel do ângulo cavo superficial de um preparo para resina composta em posterior, pode-se comprometer a resistência do material, principalmente se houver contato oclusal na interface dente/restauração durante a mastigação.</li>
<li>Em um preparo de Classe I oclusal para resina composta, as paredes V e L devem obrigatoriamente ser convergentes para a oclusal e as paredes M e D levemente divergentes para oclusal.</li>
<li>Em um preparo Classe I (O) para resina composta teremos um Fator C maior que em um preparo de Classe IV.</li>
<li>Em um preparo Classe II (MO), deve-se tomar o cuidado de arredondar o ângulo áxido-pulpar da cavidade, principalmente para que não seja gerada tensão de contração excessiva neste local.</li>
</ol>
<p><strong>6</strong>. Durante o preparo dentário para uma restauração em amálgama tipo Classe II (MO), assinale a alternativa que não condiz com uma característica adequada para formas de resistência e retenção do material:</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Paredes Vestibular e Lingual das caixas oclusal e mesial convergentes para a oclusal.</li>
<li>Parede Distal da caixa oclusal levemente divergente para oclusal.</li>
<li>Ângulo áxio-pulpar arredondado.</li>
<li>Curva reversa de Hollemback na parede lingual da caixa proximal.</li>
<li>Ângulos diedros de 2° grupo arredondados.<br />
<hr />
</li>
</ol>
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</body></p>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4998" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" alt="Respostas" width="760" height="100" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas-300x39.png 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a><br />
<strong>Questão 1.</strong><br />
Letra A.<br />
<strong>Questão 2.</strong><br />
Letra E.<br />
<strong>Questão 3.</strong><br />
Letra D.<br />
<strong>Questão 4.</strong><br />
Letra A.<br />
<strong>Questão 5.</strong><br />
Letra C.<br />
<strong>Questão 6.</strong><br />
Letra D.<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Restauração em Amálgama</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/restauracao-em-amalgama/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2015 04:36:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[amálgama]]></category>
		<category><![CDATA[Restauração]]></category>
		<category><![CDATA[sequência]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[O amálgama já não é mais um material tão utilizado, no entanto, em alguns lugares ainda realizam restaurações com essa liga metálica, principalmente em países em desenvolvimento. Suas propriedades físicas e químicas proporcionam um biocompatibilidade e resistência excelentes. Esse post vai mostrar para vocês as características mais importantes do amálgama, além de passos operatórios para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O amálgama já não é mais um material tão utilizado, no entanto, em alguns lugares ainda realizam restaurações com essa liga metálica, principalmente em países em desenvolvimento. Suas propriedades físicas e químicas proporcionam um biocompatibilidade e resistência excelentes. Esse post vai mostrar para vocês as características mais importantes do amálgama, além de passos operatórios para realizar uma restauração bem-sucedida.</p>
<p><strong><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-7441" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/amalgama1-e1533148973454.png" alt="amalgama1" width="1024" height="586" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/amalgama1-e1533148973454.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/amalgama1-e1533148973454-300x172.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/amalgama1-e1533148973454-768x440.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></strong></p>
<p><strong>Prata</strong></p>
<ul>
<li>Se associa ao estanho – fase γ (Ag<sub>3</sub>Sn);</li>
<li>Aumento da resistência mecânica;</li>
<li>Diminuição do escoamento;</li>
<li>Aumento da expansão de presa.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Estanho</strong></p>
<ul>
<li>Facilita a mistura com o mercúrio (amalgamação);</li>
<li>Auxilia na redução da expansão da prata.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Cobre</strong></p>
<ul>
<li>Substitui parcialmente a prata;</li>
<li>Aumento da resistência mecânica e dureza;</li>
<li>Diminuição do escoamento e da corrosão;</li>
</ul>
<p>Teor de cobre menor que 6% ligas de baixo teor de cobre. A liga se beneficia com o cobre a partir de 13%.<br />
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<p><strong>Zinco</strong></p>
<ul>
<li>Auxiliar no processo de fabricação (de oxidante da liga) – lixeiro;</li>
<li>Contaminação por água – expansão tardia (pode fraturar o dente).</li>
</ul>
<p>Zn + H<sub>2</sub>O &gt; ZnO + H<sub>2</sub></p>
<p><strong>Índio e paládio</strong></p>
<ul>
<li>Aumento da resistência mecânica;</li>
<li>Aumento da resistência a corrosão;</li>
</ul>
<p>Baixo teor de cobre (&lt; 6% de Cu) &gt; convencionais</p>
<p><strong>Limalha</strong></p>
<ul>
<li>Confecção do lingote;</li>
<li>Componentes são fundidos;</li>
<li>Resfriamento rápido – segregação;</li>
<li>Tratamento térmico homogeneizador;</li>
<li>Corte em aparos e moagem.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Partículas esféricas</strong></p>
<ul>
<li>Obtidos por otimização;</li>
<li>Formato esférico de vários tamanhos.</li>
</ul>
<p>Fase gama 2 é menos resistente<br />
O cobre (Cu) &gt; a liga Ag + Cu é responsável pela eliminação da fase gama 2. Porque ele reage com ela e vira &#8211; h &#8211; Cu<sub>6</sub>Sn<sub>5</sub>.</p>
<p><strong>Manipulação</strong></p>
<ul>
<li>Por cápsula que já vem dosadas.<br />
Bastante excesso para brunidura pré-escultura &gt; Esculpe &gt; Brunidura pós-escultura (movimentos livres) até deixar brilhante.</li>
</ul>
<ul>
<li>Trituração – obter massa plástica (brilho meio fosco, não muito quente e solta fácil da capsula);</li>
<li>Condensação – adaptação a cavidade, eliminar porosidade e excluso de mercúrio. Limalha = menor condensador / maior / esfera. Maior e depois menor (com pressão);</li>
<li>Brunidura pré-escultura – brunidor 29 com movimento lento e com força, fazer o mercúrio aflorar para ser removido;</li>
<li>Escultura – restabelecer a forma (Hollenback, cortante&#8230;) instrumentos bem afiados e apoiados na parede remanescente;</li>
<li>Brunidura pós-escultura – acabamento, lisura, brilho com condensador com movimentos livres e rápidos.</li>
</ul>
<p>Aplicar 2 camadas de verniz sempre no mesmo sentido com jato de ar de 15 segundos a 20 segundos (eliminar todo o solvente).</p>
<p>Serve para vedar os túbulos dentinários para evitar que a dentina seja contaminada pelos íons pratas etc&#8230;</p>
<p>Bom vedamento marginal que vedam a interface por causa dos produtos de corrosão.</p>
<p><strong>Toxidade do mercúrio</strong></p>
<p>Formas de absorção<br />
Ingestão &gt; pele &gt; inalação</p>
<p><strong>Princípios mecânicos e biológicos</strong></p>
<p><strong>Mecânicos</strong><br />
Por que alguns dentes restaurados ou não, apresentam fraturas?</p>
<ul>
<li>Restauração</li>
<li>Longo eixo</li>
<li>Cúspide</li>
</ul>
<p><strong>Efeito cunha</strong><br />
“Ação dos componentes horizontais de força sobre superfície inclinadas e apostas, podendo ou não separa-las”.</p>
<ul>
<li>Quando ocorre preparos;</li>
<li>Causa trauma, deslocamento e/ou fratura.</li>
</ul>
<p><strong>Princípios mecânicos aplicado às restaurações</strong><br />
Classe I –<br />
0,5mm além da junção amelo-dentinário<br />
Resistência ® porção oclusal ® maior proximidade carga.<br />
<strong><br />
Orientação da parede pulpar</strong><br />
Istmo – distância entre vestibular e oclusal.<br />
Seguir os prismas de esmalte no preparo da cavidade. Para evitar que os prismas fiquem sem suporte dentinário.<br />
<strong><br />
Cuidados – evitar:</strong></p>
<ul>
<li>Evitar remoção desnecessária de dentina;</li>
<li>Desenvolvimento excessivo de calor;</li>
<li>Pressão exagerada sobre a dentina;</li>
<li>Uso de substancias nocivas à polpa;</li>
<li>Restauração com materiais inadequados;</li>
<li>Tocar no dente vizinho;</li>
<li>Atingir tecidos moles.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Realizar:</strong></p>
<ul>
<li>Isolamento absoluto;</li>
<li>Proteção do CDP;</li>
<li>Acabamento das paredes circundantes;</li>
</ul>
<p><strong><br />
Objetivo</strong><br />
“Fazer com que o dente restaurado possa corresponder na sua forma, função e estética originais”.<br />
<strong><br />
Técnica restauradora</strong><br />
<strong>Porta matriz</strong></p>
<ul>
<li>Condensa em 3 passos       1,2,3 para melhor condensação</li>
</ul>
<p><strong><br />
Brunidura pré-escultural</strong></p>
<ul>
<li>Melhora adaptação da amálgama às margens cavitárias;</li>
</ul>
<p><strong><br />
Brunidor 29</strong></p>
<ul>
<li>Facilita a escultura;</li>
<li>Remove excesso com a ponta da sonda exploradora.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Escultura da caixa oclusal</strong></p>
<ul>
<li>Hollenback 3s ou 3 (lâmina maior);</li>
</ul>
<p><strong><br />
Brunidura pós-escultura</strong></p>
<ul>
<li>Sem polimento.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Tritura do material</strong></p>
<ul>
<li>5 minutos;</li>
<li>Leva o material com a porta-amálgama em pequenas porções.</li>
</ul>
<p><strong><br />
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<p>Condensação (Word ou Hollenback)</strong></p>
<ul>
<li>Compressão 132 (com força) do diâmetro menor para o maior;</li>
<li>Preencher a cavidade com excesso;</li>
<li>Brunidura pré-escultura   B.n°29 – aflora o mercúrio e diminui a porosidade e corrosão.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Escultura</strong></p>
<ul>
<li>Sonda / Hollenback 3 s (10 minutos).</li>
</ul>
<p><strong><br />
Brunidura pós escultura</strong></p>
<ul>
<li>Polimento (24/48 horas após).</li>
</ul>
<p><strong><br />
Matrizes e cunhas</strong><br />
Dispositivo que substitui uma ou mais paredes ausentes em uma cavidade, promovendo a reconstrução correta do contorno por meio de uma restauração.<br />
<strong><br />
Finalidade</strong></p>
<ul>
<li>Condensação do material</li>
<li>Restaurar o contorno proximal – proteção dos tecidos de suporte.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Características indispensáveis</strong></p>
<ul>
<li>Fácil adaptação e fixação ao dente;</li>
<li>Curto tempo de aplicação;</li>
<li>Proporcionar contorno correto;</li>
<li>Promover afastamento gengival;</li>
<li>Estabilidade;</li>
<li>Estender-se abaixo da parede gengival;</li>
<li>Estender-se 1,5mm acima da crista marginal.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Matrizes para amálgama</strong><br />
<strong>Indicações</strong></p>
<ul>
<li>Classe I comp.;</li>
<li>Classe II comp.;</li>
<li>Classe II complexa.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Matriz em aço &gt; características</strong></p>
<ul>
<li>Resistência a tração;</li>
<li>Espessura adequada para condensação;</li>
<li>Flexibilidade;</li>
<li>Lisura de superfície alta.</li>
</ul>
<p>5mm – pré-molares<br />
7mm – molares</p>
<p>Nenhuma matriz por si só é suficiente para uma adaptação perfeita. E indispensável a associação com cunhas preparadas, as quais possibilitam o ajuste abaixo da parede gengival.<br />
<strong><br />
Cunhas</strong><br />
“Artefatos de madeira, plástico ou borracha, utilizados como meio de auxiliar no emprego da matriz”.<br />
<strong><br />
Funções</strong></p>
<ul>
<li>Adaptar matriz no dente;</li>
<li>Impedir excessos gengivais;</li>
<li>Favorecer a reconstituição da área de contato;</li>
<li>Compensar a espessura da matriz.</li>
</ul>
<p>De lingual para vestibular<br />
“Entre”<br />
Ex. de 1° para 2° molar superior ® de V para L.<br />
Inflamação crônica – redução óssea, cárie devido ao excesso de material que passa através da matriz quando não colocada/fixado adequadamente.<br />
<strong><br />
Matriz para amálgama</strong><br />
<strong><br />
Tipos</strong></p>
<ul>
<li>Universal– todos os grupos de dentes;</li>
<li>Individual – um dente especifico.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Indicação</strong></p>
<ul>
<li>Se tiver grampo – individual;</li>
<li>Se não contem grampo – universal</li>
</ul>
<p>Individual &#8211; Se uma cavidade Classe II possuir uma das caixas proximais bastante ampla no sentido VL ou quando houver perda de cúspide.<br />
<strong><br />
Porta matriz (universal)</strong><br />
O lado aberto deve estar voltado para cervical, separá-lo da matriz antes que seja removido do dente.<br />
<strong><br />
Matriz individual – desvantagens</strong></p>
<ul>
<li>Difícil confecção;</li>
<li>Tempo do preparo prolongado.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Matriz individual &#8211; vantagem</strong></p>
<ul>
<li>Melhor resultado.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Individuais</strong><br />
<strong><br />
Matriz de Barton</strong></p>
<ul>
<li>Técnica de confecção.</li>
</ul>
<p>Cuidado na remoção da matriz<br />
<strong><br />
Universal</strong></p>
<ul>
<li>Solta o porta-matriz;</li>
<li>Corta com uma tesoura e puxa por vestibular.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Preparo e restauração MO em amálgama – elemento 1.5</strong><br />
Acesso com broca nº1;<br />
Profundidade – ponta ativa da broca 330;<br />
Na proximal – 225 (movimentos pendulares de V para lingual).<br />
Caixa proximal &#8211; perfuração do esmalte proximal abaixo do ponto de contato (24s) broca<br />
Curva reversa de Hollenback<br />
<strong><br />
Acabamento e polimento de restaurações de amálgama</strong><br />
Acabamento – procedimento que remove os excessos do material restaurador.<br />
Polimento – tratamento da superfície do acabamento.</p>
<ul>
<li>Remoção de resinas;</li>
<li>Redefinir anatomia da restauração;</li>
<li>Remoção de saliências do esmalte;</li>
<li>Minimizar corrosão;</li>
<li>Melhorar higienização.</li>
</ul>
<p><strong><br />
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</body></p>
<p>Vantagens do acabamento</strong></p>
<ul>
<li>Ajustar margens da restauração</li>
</ul>
<p><strong><br />
Instrumental clínico</strong></p>
<ul>
<li>Material para isolamento;</li>
<li>Fresas multilaminadas;</li>
</ul>
<p>Conjunto de pontos de borracha.</p>
<p>Conteúdo resumido da aula do Prof. Fernando Osternack<br />
Contribuição: Leonardo M. Sant&#8217;Anna, Biotecnologia<br />
imagem utilizada: http://dentalesparreguera.com/extraccion-de-amalgamas/amalgama/</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Tudo O Que Você Precisa Saber Sobre Classificação do Amálgama</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/classificacao-do-amalgama/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/classificacao-do-amalgama/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 04:33:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[amálgama]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[cristalização]]></category>
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					<description><![CDATA[Quanto ao conteúdo de cobre Convencionais ou com baixo teor de cobre &#8211; máximo teor de cobre: 6% Alto teor de cobre – máximo de cobre: 30% Quanto as formas das partículas Limalha: grande, com arestas irregulares; Esferoidal: redondas (fácil adaptação); Dispersa: mistura de limalha e esferoidal. Reação de Cristalização Sempre no produto final tem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quanto ao conteúdo de cobre</strong></p>
<ul>
<li>Convencionais ou com baixo teor de cobre &#8211; máximo teor de cobre: 6%</li>
<li>Alto teor de cobre – máximo de cobre: 30%</li>
</ul>
<p><strong>Quanto as formas das partículas</strong></p>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Limalha</span>: grande, com arestas irregulares;</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Esferoidal</span>: redondas (fácil adaptação);</li>
<li><span style="color: #ff0000;">Dispersa</span>: mistura de limalha e esferoidal.</li>
</ul>
<p><body><br />
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</body></p>
<p><strong>Reação de Cristalização</strong><br />
Sempre no produto final tem um agente que não reage com o Mercúrio. A fase de γ2 é a fase mais fraca, onde ocorre a ligação do Estanho com o Mercúrio. Com a adição de Cobre (Cu), possuímos na fase final γ1 e Ԑ (Eta)</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Características de um amálgama recém-triturado</span>:</p>
<ul>
<li>Coeso</li>
<li>Plástico</li>
<li>Brilhante</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Preparo Classe I e II de Amálgama</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/preparo-classe-i-e-ii-de-amalgama/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/preparo-classe-i-e-ii-de-amalgama/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 07:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[amálgama]]></category>
		<category><![CDATA[classe I e II]]></category>
		<category><![CDATA[Preparo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=1403</guid>

					<description><![CDATA[As restaurações com amálgama já não são tão utilizadas na pratica clínica, mas existem algumas universidades que ainda ensinam essas técnicas, afinal, em alguns lugares com atendimento público (postos de saúde, centros de atendimento) faz-se o uso desse material. E é para vocês que estamos aqui! Preparamos um post de Classe I e Classe II, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As restaurações com amálgama já não são tão utilizadas na pratica clínica, mas existem algumas universidades que ainda ensinam essas técnicas, afinal, em alguns lugares com atendimento público (postos de saúde, centros de atendimento) faz-se o uso desse material.</p>
<p>E é para vocês que estamos aqui!</p>
<p>Preparamos um post de Classe I e Classe II, já que as restaurações com esse material são utilizadas em região posterior. Vamos lá?</p>
<p><span style="color: #0b71b5;"><strong>Protocolo de Preparo</strong></span><br />
O protocolo para a confecção de um preparo que vai receber uma restauração de amálgama, têm algumas peculiaridades e características específicas para receber esse tipo de material, que o diferem de preparos que recebem resinas compostas. Diferente das resinas, o <strong>amálgama</strong> tem adesão mecânica, ou seja, fica <strong>retido</strong> através das angulações convergentes para oclusal das paredes do órgão dental.</p>
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<ul>
<li>Paredes vestibular e lingual convergentes para oclusal, proporcionando auto-retentividade. As paredes mesial e distal devem ser levemente divergentes, pela orientação dos prismas de esmalte.</li>
<li>Paredes vestibular e lingual da caixa proximal convergente para oclusal e divergente para proximal, também seguindo a orientação dos prismas. Para a retenção da cavidade no sentido proximal, deve-se realizar sulcos nos ângulos axio-vestibular e axio-lingual.</li>
<li>Todos os ângulos internos arredondados, evitando concentração de forças e facilitando a condensação do material.</li>
<li>Parede pulpar plana, mas seguindo a característica morfológica, para não expor os cornos pulpares</li>
<li>Realizar curva reversa de hollemback na vestibular</li>
<li>Istmo inter-cuspídeo o menor possível, diminuindo a tendência de separação das cúspides. Esta tendência é denominada de efeito cunha, produzida pela decomposição de forças vertical aplicadas sobre uma plano inclinado (vertente triturante). Este efeito é potencializado em dentes com estruturas perdidas e em pré-molares.</li>
<li>Realizar núcleos de preenchimento adesivos em cavidades profundas, evitando a síndrome do dente trincado. Esta síndrome corrresponde a presença de trincas sob a resturação do amálgama, justamente pela recorrência do efeito de cunha. Estas trincas, promvem estímulos álgicos quando a restauração é submetida a pressão (alivia quando a pressão cessa). Com o tempo, pode levar a uma inflamação irreversível e, posteriormente, à uma necrose pulpar.</li>
<li>A profundidade mínima é de 2mm, uma vez que o amalgma é friável frente a forças de tração e compressão.</li>
<li>Irregularidades devem ser removidas com cortantes manuais</li>
<li>Ângulo cavossuperficial nítido.</li>
<li>Parede axial de mesmo comprimento que a caixa oclusal, promovendo estabilidade e equilíbrio de forças (evita o efeito alavanca).</li>
</ul>
<p>Pronto, agora é só revisar e praticar! Bom trabalho!</p>
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