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	<title>abscessos &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>abscessos &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Alterações Periapicais</title>
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					<comments>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-periapicais/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2013 15:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[abscessos]]></category>
		<category><![CDATA[agudo]]></category>
		<category><![CDATA[alterações]]></category>
		<category><![CDATA[crônico]]></category>
		<category><![CDATA[endodontia]]></category>
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		<category><![CDATA[periapicais]]></category>
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					<description><![CDATA[O periápice do dente está sujeito a várias alterações inflamatórias e infecciosas que podem causar quadros álgicos, abscessos e outros processos. Nesse post iremos abordar as diferentes alterações periapicais. Antes disso, é importante entender que o processo inflamatório é uma reação do tecido vascularizado, frente a uma agressão, que é caracterizada pelo extravasamento de líquido e células do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O periápice do dente está sujeito a várias alterações inflamatórias e infecciosas que podem causar quadros álgicos, abscessos e outros processos. Nesse post iremos abordar as diferentes alterações periapicais.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes disso, é importante entender que o processo inflamatório é uma reação do tecido vascularizado, frente a uma agressão, que é caracterizada pelo extravasamento de líquido e células do sangue para o interstício.</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-5557 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/pericementite2-e1459797285426.png" alt="pericementite" width="1024" height="619" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/pericementite2-e1459797285426.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/pericementite2-e1459797285426-300x181.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/pericementite2-e1459797285426-768x464.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>As pericementites podem ter origens traumáticas ou bacterianas, veja as diferenças de comportamento clínico, radiográfico e tratamento a ser abordado:<br />
<b></b></p>
<p style="text-align: center;"><b>Pericementite Apical Aguda Traumática</b></p>
<p>Vitalidade Pulpar: Positiva</p>
<p>Dor:</p>
<ul>
<li>localizada</li>
<li>moderada</li>
<li>exacerbada ao toque vertical</li>
<li>exacerbada à palpação apical</li>
</ul>
<p>Ligeira extrusão dentária: sensação de dente crescido</p>
<p>Tratamento: <strong>ajuste oclusal </strong></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><b>Pericementite Apical Aguda Química</b></p>
<ul>
<li>Ausência de vitalidade pulpar</li>
<li>Dor localizada</li>
<li>Sensibilidade ao toque</li>
<li>Sensação de dente crescido</li>
<li>Ligeira extrusão dental</li>
<li>Raio-x:  discreto aumento do espaço periodontal</li>
</ul>
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<p align="center">
<p style="text-align: center;" align="center"><b>Pericementite Apical Aguda Bacteriana </b></p>
<ul>
<li>Ligeira extrusão dentária</li>
<li>Sensação de <em>dente crescido</em></li>
<li>Ausência de vitalidade pulpar</li>
</ul>
<p>Dor:</p>
<ul>
<li>Localizada</li>
<li>intensidade moderada (pulsátil)</li>
<li>exacerbada ao toque vertical e a palpação apical <b></b></li>
</ul>
<p>Características Radiográficas: Pequeno espessamento</p>
<p>Diagnóstico Diferencial:  <i>Abcesso Periapical Agudo </i></p>
<ul>
<li>Dor</li>
<li>Extrusão súbita</li>
<li>Mobilidade</li>
<li>Percussão</li>
</ul>
<p>Tratamento:<b> </b><strong>Necropulpectomia</strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Tratamento emergencial: </span></strong></p>
<ul>
<li>Anestesia <b></b></li>
<li>Isolamento absoluto <b></b></li>
<li>Abertura coronária</li>
<li>Esvaziamento do conteúdo séptico/ tóxico</li>
<li>MIC com tricresol formalina</li>
<li>Selamento coronário</li>
<li>Ajuste oclusal</li>
<li>Medicação sistêmica: analgésico e antiinflamatório</li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5560" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Abscesso-CLUB-4-e1459799719813.png" alt="Abscesso dento alveolar cronico agudo" width="1024" height="686" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Abscesso-CLUB-4-e1459799719813.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Abscesso-CLUB-4-e1459799719813-300x201.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Abscesso-CLUB-4-e1459799719813-768x515.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>O abcesso periapical agudo pode ser causado por agentes físicos, químicos e microbianos, responsáveis por alterações inflamatórias irreversíveis do órgão pulpar, com posterior infecção do tecido periapical.</p>
<p style="text-align: center;" align="center"><b>Abscesso Dento Alveolar Agudo – Fase Inicial</b></p>
<p>Características Subjetivas;<br />
Evolução: rápida</p>
<ul>
<li>Origem: espontânea</li>
<li>Duração: prolongada</li>
<li>Frequência: contínua</li>
<li>Intensidade: insuportável</li>
<li>Localização: localizada</li>
</ul>
<p>Características Clínicas</p>
<ul>
<li>Teste vitalidade: negativo</li>
<li>Coroa: hígida, com cárie ou restauração</li>
<li>Percussão: sim (hipersensível)</li>
<li>Mobilidade: aumentada</li>
<li>Extrusão súbita: aumentada</li>
<li>Palpação: mucosa periapical alterada</li>
<li>Linfonodos regionais: mole, doloroso e móvel</li>
<li>Febre</li>
<li>SEM EDEMA EVIDENTE</li>
</ul>
<p>Características Radiográficas:<strong> </strong>Espessamento do ligamento periodontal<br />
<b></b></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Tratamento emergencial</b></span></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento absoluto</li>
<li>Abertura coronária</li>
<li>Irrigação intracanal</li>
<li>Esvaziamento do conteúdo séptico/ tóxico até CRD</li>
<li>Drenagem via canal</li>
<li>MIC com TCF ou PMCC</li>
<li>Selamento coronário</li>
<li>Medicação sistêmica com antiinflamatório e antibiótico</li>
</ul>
<p align="center">
<p style="text-align: center;" align="center"><b>Abscesso Dento Alveolar Agudo – Fase em Evolução </b></p>
<p>Características Clínicas:</p>
<ul>
<li>Ausência de vitalidade pulpar</li>
<li>Dor espontânea, pulsátil, contínua e difusa</li>
<li>Acentuada mobilidade dentária</li>
<li>Extrusão dentária</li>
<li>Sensível à palpação apical</li>
<li>Sensibilidade ao toque vertical</li>
<li>Edema difuso, consistente, sem ponto de flutuação</li>
<li>Aumento de volume da área</li>
<li>Cefaléia, Febre, Prostração</li>
<li>Ausência de sinais radiográficos ou espessamento apical</li>
</ul>
<p>Celulite Facial (Flegmão): Aumento de volume disseminado, avermelhado, fibroso, com palpação.<br />
<b></b></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Tratamento Emergencial</b></span></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento absoluto</li>
<li>Abertura coronária</li>
<li>Irrigação intra-canal</li>
<li>Esvaziamento do conteúdo séptico/ tóxico até CRD</li>
<li>Drenagem via canal</li>
<li>MIC com TCF ou PMCC</li>
<li>Selamento coronário</li>
<li>Medicação sistêmica com antiinflamatório e antibiótico</li>
<li>Bochecho com solução emoliente (água morna com sal)</li>
</ul>
<p align="center">
<p style="text-align: center;" align="center"><b>A</b><b>bscesso Dento Alveolar Agudo – Fase Evoluída</b></p>
<p><b> </b>Características Clínicas:</p>
<ul>
<li>Ausência de vitalidade pulpar</li>
<li>Dor espontânea, pulsátil, contínua, difusa e menos intensa</li>
<li>Mobilidade dentária</li>
<li>Extrusão dentária</li>
<li>Sensibilidade ao toque vertical</li>
<li>Ausência de sinais radiográficos</li>
<li>Edema localizado com ponto de flutuação extra ou intra-bucal</li>
<li>Cefaléia</li>
<li>Febre</li>
<li>Prostração</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Tratamento Emergencial: </b></span></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento absoluto</li>
<li>Abertura coronária</li>
<li>Irrigação abundante</li>
<li>Esvaziamento do conteúdo séptico/ tóxico até CRD</li>
<li>Drenagem via canal</li>
<li>MIC com TCF ou PMCC</li>
<li>Selamento coronário</li>
<li>Drenagem extra ou intra-bucal</li>
<li>Medicação sistêmica com antiinflamatório e antibiótico</li>
</ul>
<p align="center">
<p style="text-align: center;" align="center"><b>Abscesso Dento Alveolar Crônico</b></p>
<p>Características Clínicas:</p>
<ul>
<li>Ausência de vitalidade pulpar</li>
<li>Assintomático</li>
<li>Escurecimento coronário</li>
<li>Fístula</li>
<li>Lesão periapical difusa</li>
</ul>
<p>Tratamento:<b> </b><strong>Necropulpectomia </strong></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><b>Abscesso Dento Alveolar Crônico Reagudizado (Fênix)</b></p>
<p>Características Clínicas:</p>
<ul>
<li>Origem: espontânea</li>
<li>Duração: prolongada</li>
<li>Frequência: contínua</li>
<li>Intensidade: insuportável</li>
<li>Localização: localizada</li>
<li>Teste vitalidade: negativo</li>
<li>Coroa: hígida, com cárie ou restauração</li>
<li>Percussão: sim (hipersensível)</li>
<li>Mobilidade: aumentada</li>
<li>Extrusão súbita: aumentada</li>
<li>Palpação: mucosa DENTO ALVEOLAR alterada</li>
<li>Linfonodos regionais: características de mole, doloroso e móvel</li>
<li>Febre</li>
</ul>
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</body></p>
<p>Características Radiográficas:<strong> </strong>Imagem radiolúcida sem limites precisos<br />
<b></b></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Tratamento Emergencial: </b></span></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento absoluto</li>
<li>Abertura coronária</li>
<li>Irrigação abundante</li>
<li>Esvaziamento do conteúdo séptico/ tóxico até CRD</li>
<li>Drenagem via canal</li>
<li>MIC com TCF ou PMCC</li>
<li>Drenagem extra ou intra-bucal</li>
<li>Medicação sistêmica com antiinflamatório e antibiótico</li>
</ul>
<p>Saiba mais sobre alterações patológicas pulpores <a href="http://odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares-parte-ii/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clicando aqui. </a><br />
Conteúdo retirado da aula da Profª Gisele Haragushiko Furuse.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Alterações Patológicas Pulpares &#8211; Parte II</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares-parte-ii/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/alteracoes-patologicas-pulpares-parte-ii/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2013 17:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[abscessos]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[pulpites]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Fatores de Agressão ao Tecido Pulpar Biológicos Físicos Químicos Idiopáticos   Microrganismos Mecânicos Elétricos Térmicos Cimentos Acrílicos Resinas Envelhecimentos Reabsorções Alterações Pulpares e Periapicais  Inflamação Pulpar Reversível Irreversível Tratamento Conservador Pouca ou nenhuma exposição pulpar Capeamento Curetagem Pulpotomia Expectante Alivio Oclusal Tratamento Radical: Biopulpectomia Sem tratamento &#62; Necrose Pulpar Tratamento: Necropulpectomia I sem lesão Tratamento: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fatores de Agressão ao Tecido Pulpar</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b>Biológicos</b></p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b>Físicos</b></p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b>Químicos</b></p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b>Idiopáticos</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="144">
<p align="center"><b> </b></p>
<p align="center">Microrganismos</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">Mecânicos</p>
<p align="center">Elétricos</p>
<p align="center">Térmicos</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">Cimentos</p>
<p align="center">Acrílicos</p>
<p align="center">Resinas</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">Envelhecimentos</p>
<p align="center">Reabsorções</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Alterações Pulpares e Periapicais </b></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" valign="top" width="576">
<p align="center"><strong>Inflamação Pulpar</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="234">
<p align="center"><strong>Reversível</strong></p>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="342">
<p align="center"><b>Irreversível</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="234"><b>Tratamento Conservador</b><b><br />
</b><b> Pouca ou nenhuma exposição pulpar</b><b style="line-height: 19px;"><br />
</b></p>
<ul>
<li><b>Capeamento </b></li>
<li><b>Curetagem </b></li>
<li><b>Pulpotomia </b></li>
<li><b>Expectante </b></li>
<li><b>Alivio Oclusal </b></li>
</ul>
</td>
<td valign="top" width="132">Tratamento Radical: <b>Biopulpectomia </b></td>
<td valign="top" width="210">Sem tratamento <i>&gt; </i><b>Necrose Pulpar</b><i></i></p>
<ul>
<li>Tratamento: <b>Necropulpectomia I</b> <i>sem lesão </i></li>
<li>Tratamento: <b>Necropulpectomia II</b> <i>com lesão</i></li>
</ul>
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</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Pulpites Agudas</b></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="192"><strong>Reversível</strong></td>
<td valign="top" width="192"><strong>Reversibilidade Duvidosa</strong></td>
<td valign="top" width="192"><strong>Irreversível</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192">Tratamento conservador:Pouca ou nenhuma exposição pulpar.Dor leve e provocada por estímulos como o frio e doce</p>
<ul>
<li>Capeamento</li>
<li>Curetagem</li>
<li>Pulpotomia</li>
<li>Expectante</li>
<li>Alivio oclusal</li>
</ul>
</td>
<td valign="top" width="192">Tratamento conservador ou radical.Dor moderada, suportável.<br />
Provocada<br />
<b>Paroxística<br />
</b>Aliviada com analgésicos</td>
<td valign="top" width="192">Tratamento radical: <b>Biopulpectomia</b>Dor intensa, insuportável, contínua.<br />
<b>Espontânea</b>Polpa com microacessos, <i>evoluindo para necrose</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Alterações Periapicais </strong></p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-2603 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/alterações-pulpares.png" alt="alterações pulpares" width="507" height="285" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/alterações-pulpares.png 938w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/alterações-pulpares-300x169.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/alterações-pulpares-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 507px) 100vw, 507px" /></p>
<p align="center"><b>Pericementites</b></p>
<p><b>Pericementite Apical Aguda Traumática (Oclusal)</b></p>
<ul>
<li>Tratamento: somente alívio oclusal</li>
</ul>
<p><b>Pericementite Apical Aguda Traumática (endodontia)</b></p>
<ul>
<li>Medicação intracanal, sobre obturação e sobre-instrumentação</li>
</ul>
<p><b>Pericementite Apical Aguda Química (Endodontia)</b></p>
<ul>
<li>Medicação intracanal, soluções irrigadoras</li>
</ul>
<p><b>Pericementite Apical Aguda Bacteriana </b></p>
<ul>
<li>Invasão bacteriana até o cemento apical</li>
</ul>
<p><b>Pericementite Apical Crônica </b></p>
<ul>
<li>Pericementite aguda não tratada</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Abscessos</b></p>
<p>Pericementite evolui para abscessos (depende da resistência do hospedeiro e do número de microrganismos)<br />
<b></b></p>
<p><b>Abscesso Dentoalveolar Agudo </b><br />
3 fases:</p>
<ol>
<li>Inicial</li>
<li>Em evolução</li>
<li>Evoluído</li>
</ol>
<p><b>Abscesso Dentoalveolar Crônico </b><br />
Formação de lesão periapical, assintomático<br />
<b></b></p>
<p><b>Abscesso Dentoalveolar Crônico Reagudizado ou Fênix </b><br />
Reagudização com lesão e sintomático</p>
<p align="center"><b>Diagnóstico</b></p>
<p><strong>Subjetivos:</strong> história médica e dental</p>
<p><strong>Objetivo:</strong></p>
<ul>
<li>Exame clinico</li>
<li>Testes de vitalidade pulpar (térmico, elétrico, cavidade)</li>
<li>Testes perirradiculares (palpação e percussão)</li>
<li>Sondagem periodontal</li>
<li>Exame radiográfico</li>
</ul>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="4" valign="top" width="576">
<p align="center"><b>Dor</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center">Insuportável</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Suportável</p>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="161">
<p align="center">Espontânea</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Não espontânea</p>
</td>
<td valign="top" width="210">
<p align="center">Contínua</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Intermitente</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top" width="291">
<p align="center">Alivia</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Não alivia</p>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="286">
<p align="center">Localizada</p>
<p align="center">X</p>
<p align="center">Difusa</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4" valign="top" width="576">
<p align="center"><b>Informações subjetivas do paciente + Exame Clínico + Testes Diagnósticos + Raio-X</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="206"></td>
<td width="85"></td>
<td width="76"></td>
<td width="210"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Testes térmicos:</strong> indica a ausência ou a presença de vitalidade pulpar, além do grau da inflamação</p>
<ul>
<li>Bolinha compatível com o dente</li>
<li>Secar o dente</li>
<li>Encostar sem tocar na gengiva</li>
<li>Mais próximo da polpa coronária</li>
<li>Sempre por vestibular</li>
</ul>
<p><strong>Teste de Percussão:</strong></p>
<ul>
<li>Horizontal</li>
<li>Vertical</li>
</ul>
<p><strong>Teste de Palpação:</strong></p>
<ul>
<li>Intrabucal: examinar todos os tecidos moles em cor, continuidade e volume</li>
</ul>
<p><strong>Outros testes:</strong></p>
<ul>
<li>Cavidade: explorador endodôntico e brocas</li>
<li>Teste elétrico</li>
<li>Teste de anestesia seletiva</li>
<li>Extrusão súbita</li>
<li>Deslocamento dental</li>
</ul>
<p><strong>Exame radiográfico</strong></p>
<ul>
<li>Presença de cáries (profundidade?)</li>
<li>Presença de restaurações/ próteses</li>
<li>Características da lâmina dura</li>
<li>Fraturas dentárias</li>
<li>Áreas radiolúcidas periapicais (Circunscritas ou difusas)</li>
<li>Áreas radiopacas</li>
<li>Presença de tratamentos endodônticos,</li>
<li>Instrumentos endodônticos.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento de emergência para aliviar a DOR</strong><br />
Diagnóstico <b>&gt; </b>Rapidez + tempo disponível + habilidade <b>&gt; </b>Abertura + MIC + drenagem (intra ou extra) troca de medicação <b>&gt;</b> Medicação sistêmica</p>
<p align="center"><b>Dores de Origem Pulpar</b></p>
<p><strong>Pulpites &#8211; </strong></p>
<p><strong>Fatores etiológicos:</strong></p>
<ul>
<li>Biológicos- cárie dental, bolsa periodontal</li>
<li>Físicos- mecânicos, térmicos, elétricos, traumas</li>
<li>Químicos- materiais restauradores</li>
</ul>
<p><strong>Classificação:</strong><br />
<em>Agudas:</em></p>
<ul>
<li>Reversível</li>
<li>Reversibilidade duvidosa</li>
<li>Irreversível</li>
</ul>
<p><em>Crônicas:</em></p>
<ul>
<li>Ulcerada</li>
<li>Hiperplásica</li>
</ul>
<p><strong>Característica Clinica:</strong></p>
<ul>
<li>Dor provocada por frio (passa rápido após remoção estímulo)</li>
<li>Dor suportável</li>
<li>Dor provocada por ingestão de açúcar</li>
<li>Dor localizada</li>
<li>Com vitalidade +cárie/restauração recente</li>
<li>Periodontopatia</li>
<li>Trauma oclusal</li>
</ul>
<p><b>Características Radiográficas:</b></p>
<ul>
<li>Normais</li>
</ul>
<p><b>Diagnóstico Diferencial:</b><br />
<i>Pulpite aguda de reversibilidade duvidosa </i></p>
<ul>
<li>Teste térmico</li>
</ul>
<p><b>Tratamento (sem exposição pulpar):</b></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento absoluto</li>
<li>Remoção do fator etiológico</li>
<li>Proteção pulpar</li>
<li>Restauração</li>
</ul>
<p><b>Tratamento (com exposição pulpar):</b></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento</li>
<li>Remoção do fator etiológico (exposição pulpar)</li>
<li>Sangramento abundante e brilhante</li>
<li>Polpa resistente ao corte com cureta</li>
<li>Tratamento conservador (curetagem pulpar ou pulpotomia)</li>
<li>Restauração</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Pulpite de Reversibilidade Duvidosa</b></p>
<p><strong>Características Clínicas:</strong></p>
<ul>
<li>Dor pelo frio (diminui lentamente)</li>
<li>Dor localizada e suportável</li>
<li>Vitalidade +</li>
<li>Cárie/restauração recente</li>
</ul>
<p><strong>Características Radiográficas:</strong></p>
<ul>
<li>Normais</li>
</ul>
<p><strong>Diagnóstico Diferencial:</strong><br />
Pulpite Aguda Irreversível</p>
<ul>
<li>Teste térmico</li>
<li>Características clinicas: dor passa lentamente após o estímulo; DOR PAROXÍSTICA (repentina – fisgada)</li>
</ul>
<p><strong>Prognóstico:</strong></p>
<ul>
<li>Duvidoso</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento:</strong></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento</li>
<li>Tratamento conservador (curetagem pulpar ou pulpotomia)</li>
<li>Restauração provisória</li>
<li>Acompanhamento 30 a 60 dias</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Pulpite Aguda Irreversível</b></p>
<p><strong>Características Clínicas:</strong></p>
<ul>
<li>Dor espontânea, ininterrupta &#8211; dor contínua (longa duração), de alta intensidade (severa), pulsátil. na pulpite irreversível a dor começa intermitente e depois passa a ser ininterrupta</li>
<li>Dor diminuída por frio e aumenta com calor</li>
<li>Dor exacerbada ao decúbito</li>
<li>Diminuição da dor após uso de anti-inflamatório</li>
<li>Coroa com cárie ou restauração profunda</li>
<li>Com vitalidade pulpar</li>
<li>Resposta positiva aos testes de vitalidade (segundos-horas)</li>
<li>Dor difusa/ dificuldade de localização – não é aliviada com analgésicos comuns</li>
<li>ALÍVIO COM FRIO: pus no tecido pulpar com formação de gases (decomposição).</li>
<li><b>Com FRIO:</b> gases condensados &#8211; diminui pressão &#8211; ALÍVIO da dor</li>
<li><b>Com CALOR</b>: expansão dos gases &#8211; aumento da pressão – DOR</li>
</ul>
<p><strong>Características Radiográficas:</strong></p>
<ul>
<li>Normais</li>
</ul>
<p><strong>Diagnóstico Diferencial</strong><br />
<em>Abcesso Periapical Agudo</em></p>
<ul>
<li>Teste térmico</li>
<li>Percussão hipersensível</li>
<li>Localização da dor</li>
<li>Escurecimento dental</li>
<li>Pacientes com garrafa de água</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento:</strong></p>
<ul>
<li>Biopulpectomia</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento Emergencial:</strong></p>
<ul>
<li>Anestesia</li>
<li>Isolamento</li>
<li>Abertura endodôntica</li>
<li>Curetagem polpa coronária</li>
<li>Irrigação</li>
<li>Hemostasia</li>
<li>Curativo com associação Corticóide-antibiótico</li>
<li><b>Sempre fazer a abertura coronária</b></li>
</ul>
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</body></p>
<p align="center">
<p align="center"><b>Pulpite Crônica Ulcerada</b></p>
<p><strong>Etiologia:</strong> exposição pulpar + infecção por bactérias baixa virulência e longa duração<b></b></p>
<ul>
<li>Exposição pulpar prolongada (meses)</li>
<li>Superfície exposta da polpa : ulcerada</li>
<li>Positiva ao teste de sensibilidade</li>
<li>Dor exacerbada durante a mastigação</li>
<li>Sangramento ao toque</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Pulpite Crônica Hiperplásica</b></p>
<p><b>Etiologia: </b>Exposição pulpar de longa duração +Infecção bacteriana de baixa virulência</p>
<ul>
<li>Positiva ao teste de sensibilidade</li>
<li>Pólipo pulpar</li>
<li>Sangramento ao toque</li>
<li>Dor durante a mastigação</li>
<li>Polpa resistente ao corte</li>
</ul>
<p><b>Condições para Pulpite Crônica Hiperplástica ou Pólipo Pulpar:</b></p>
<ul>
<li>Polpa jovem;</li>
<li>Cavidade ampla;</li>
<li>Resistência orgânica alta;</li>
<li>Baixa virulência;</li>
<li>Ápice incompleto.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento:</strong> (depende do grau de formação radicular)</p>
<ul>
<li>Conservador (curetagem pulpar ou pulpotomia)</li>
<li>Radical (pulpectomia)</li>
</ul>
<p>Saiba mais lendo o post sobre Alterações Pulpares Parte I, <a href="http://odontoup.com.br/alteracoes-periapicais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clicando aqui</a></p>
<p><strong>Referência</strong><br />
LEONARDO, M. R. Endodontia Tratamento de Canais<br />
Radiculares: Princípios Técnicos e Biológicos. v.1. São Paulo:<br />
Artes Médicas, 2005. cap. 2, p. 21-48.<br />
Conteúdo baseado na aula da Profº Flavia Sens Fagundes Tomazinho</p>
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