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	<title>Técnica Operatória &amp; Materiais Dentários &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Técnica Operatória &amp; Materiais Dentários &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>EXCLUSIVO! eBook Grampos Para Isolamento Absoluto &#8211; Resumo Definitivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2020 19:47:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[E-books]]></category>
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					<description><![CDATA[O MELHOR EBOOK DE GRAMPOS QUE VOCÊ VERÁ. Quer saber TODOS os grampos para isolamento absoluto e para que serve cada um mas não sabe onde encontrar as informações necessárias? Nós fizemos isso para você! Veja o que você está prestes a descobrir: &#160; Montamos um RESUMO DEFINITIVO de Grampos Para Isolamento Absoluto para você [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">O MELHOR EBOOK DE GRAMPOS QUE VOCÊ VERÁ.</h3>
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<p style="text-align: center;">Você vai se surpreender com esse conteúdo, pode acreditar!</p>
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		<title>Remoção Químico-Mecânica da Cárie Dental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 18:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[cárie]]></category>
		<category><![CDATA[cariostático]]></category>
		<category><![CDATA[dentina]]></category>
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		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[vantagens]]></category>
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					<description><![CDATA[1. Em que consiste a técnica de remoção químico-mecânica da cárie dental? 2. Cite dois exemplos de materiais que cumprem esta finalidade. 3. Qual o princípio deste método? 4. Quais são limitações são apresentadas pelos métodos químicos-mecânicos de remoção da cárie? 5. Que tipo de dentina deve ser removida? Como recuperar as estruturas remanescentes? &#160; Questão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. </strong>Em que consiste a técnica de remoção químico-mecânica da cárie dental?<br />
<strong>2. </strong>Cite dois exemplos de materiais que cumprem esta finalidade.<br />
<strong>3. </strong>Qual o princípio deste método?<br />
<strong>4. </strong>Quais são limitações são apresentadas pelos métodos químicos-mecânicos de remoção da cárie?<br />
<strong>5. </strong>Que tipo de dentina deve ser removida? Como recuperar as estruturas remanescentes?<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4998" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" alt="Respostas" width="760" height="100" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas-300x39.png 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a><br />
&nbsp;<br />
<strong>Questão 1. </strong><br />
Consiste na remoção do tecido cariado utilizando instrumentos manuais em conjunto com um material de ação química, sendo indicado para lesões em dentina, cavitada e sem envolvimento pulpar. A anestesia pode ser, na maioria das vezes, dispensada.<br />
<strong>Questão 2. </strong><br />
CARISOLV™: hipoclorito de sódio (NaOCI) a 0,5%; Gel vermelho, ácido glutâmico, leucina, lisina cloreto de sódio, eritrosina, carboximetil-celulose (CMC), hidróxido de sódio e água.<br />
<strong>Questão 3.</strong><br />
PAPACARIE®: gel, composto por papaína, cloramina, azul de toluidina, sais e espessante. Seus principais componentes ativos, a papaína e a cloramina, possuem propriedades bacteriostáticas, bactericidas e anti-inflamatórias.<br />
<strong>Questão 4. </strong><br />
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<p>A principal vantagem deles seria que seu agente ativo agiria sobre o colágeno pré-degradado, amolecendo o tecido cariado e facilitando a sua remoção, sem afetar os tecidos sadios e sem gerar estímulos dolorosos.<br />
Devido à boa aceitação por parte dos pacientes, a sua principal indicação seria o auxílio a técnicas restauradoras atraumáticas já realizadas em saúde pública, facilitando a remoção do tecido cariado, com o objetivo de diminuir a sensibilidade e o desconforto para o paciente, principalmente em casos de lesão aguda profunda em dentina.<br />
<strong>Questão 5.</strong><br />
É uma técnica baseada na intervenção mínima com ação seletiva, removendo apenas tecido cariado necrosado (dentina infectada) preservando a estrutura dentária sadia (dentina afetada) e está de acordo com os mesmos princípios biológicos de remoção parcial de tecido cariado em que se respaldam outras técnicas de comprovada efetividade (Bressani, 2003).<br />
O tecido dentinário remanescente é passível de recuperação desde que a cavidade esteja selada de forma a impedir o acesso dos microrganismos a nutrientes, tornando-os inviáveis (Conceição, 2000). Em adição está de acordo com os princípios do preparo cavitário para restaurações adesivas, seguindo a filosofia atual da Odontologia Preventiva.<br />
&nbsp;</p>
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		<title>Resina Bisacrílica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2015 18:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
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					<description><![CDATA[A resina bisacrílica é um material bastante eficaz para a confecção de coroas provisórias por apresentar boa estabilidade de cor, praticidade técnica, precisão de proporção, pouco ou nenhum odor, baixa reação exotérmica, boa adaptação marginal, resistência e estética favorável. Os compostos bisacrílicos são fabricados a partir de monômeros dimetacrilatos, altamente reticulados que tendem a ser mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A resina bisacrílica é um material bastante eficaz para a confecção de coroas provisórias por apresentar boa estabilidade de cor, praticidade técnica, precisão de proporção, pouco ou nenhum odor, baixa reação exotérmica, boa adaptação marginal, resistência e estética favorável.</p>
<div class="page" title="Page 10">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<div class="page" title="Page 11">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Os compostos bisacrílicos são fabricados a partir de monômeros dimetacrilatos, altamente reticulados que tendem a ser mais frágeis que os PMMA, além de possuírem cargas que fornecem qualidades semelhantes às resinas compostas, mas que podem variar de tamanho ou geometria, alterando as propriedades de sua matriz polimérica.<br />
<strong>Indicação</strong></p>
<ul>
<li>Restaurações de provisório alto poder estético</li>
<li>Para restaurações provisórias de elementos múltiplos ou unitários: coroas, próteses fixas, facetas, inlays e onlays;</li>
<li>Provisórios sobre implantes</li>
<li>Restaurações provisórias de longa duração.</li>
</ul>
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<p><strong>Composição</strong><br />
As resinas bisacrílicas consistem de matriz orgânica e cargas inorgânicas: dimetacrilato, ácido silícico, iniciadores, diacrilato, estabilizadores, resinas sintéticas, pigmentos, corantes e pó de vidro de estrôncio.<br />
<strong>Reação de presa, geleificação ou polimerização</strong><br />
A polimerização das resinas bisacrílicas é dividida em três fases. A primeira é a transição de uma pasta de escoamento livre para uma consistência mais elástica, a segunda consiste em uma polimerização reticulada. A última fase permite que a resina alcance sua dureza final, para que a restauração provisória seja então ajustada e polida antes da cimentação.<br />
<strong>Propriedades (vantagens e desvantagens)</strong><br />
Vantagens:</p>
<ul>
<li>Prático</li>
<li>Estabilidade de cor</li>
<li>Características mecânicas</li>
<li>Presa inicial rápida</li>
<li>Libera menos calor (em relação à resina acrílica)</li>
</ul>
<p>Desvantagens:</p>
<ul>
<li>Uso de pistola misturadora</li>
<li>Uso de matriz</li>
<li>Não permite reembasamento</li>
<li>Custo alto</li>
</ul>
<p><strong>Técnica de manipulação</strong><br />
Para o seu uso, o catalisador e a pasta base são dispensadas em um tubo de cano duplo e misturadas através de pontas de auto mistura. Após esta etapa, são utilizadas de maneira similar às resinas acrílicas. O material é então colocado no dente, removido, ajustado e polido.<br />
Autor: Jiane Gilliet Beira. Acadêmica do curso de Odontologia, Universidade Positivo
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Ciclo Restaurador Repetitivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2015 23:41:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
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					<description><![CDATA[As restaurções, tanto em amálgama como em resina composta, prolongam a vida do elemento dentário porém não os mantém isentos da possibilidade de recidiva da doença cárie. O controle da conseqüência da doença deve ser simultâneo ao tratamento da causa da mesma, pois apenas restaurar, sem descobrir a causa e alertar o paciente, fará com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As restaurções, tanto em amálgama como em resina composta, prolongam a vida do elemento dentário porém não os mantém isentos da possibilidade de recidiva da doença cárie. O controle da conseqüência da doença deve ser simultâneo ao tratamento da causa da mesma, pois apenas restaurar, sem descobrir a causa e alertar o paciente, fará com que a doença continue aparecendo e progredindo levando à troca da restauração.<br />
O ciclo restaurador repetitivo baseia-se exatamente nisso, quando as restaurações não são duráveis e não curam a cárie é sinal de que o diagnóstico feito pelo profissional foi impreciso e a restauração realizada de maneira agressiva. Foi uma decisão imediata e a manutenção não foi efetivada da melhor forma pelo profissional, o que levou a restauração ao fracasso. A partir disso a mesma deverá ser substituída, geralmente depois de um período de 5 a 10 anos se for em amálgama e de 1 a 5 anos se for em resina. Para a substituição, um preparo deve ser realizado, ele será, de maneira inevitável, maior que o primeiro, aumentando a cavidade e a complexidade da restauração. Os CD após realizarem esse procedimento, concluem que fizeram um bom trabalho, mas a cárie não foi tratada como doença e os pacientes geralmente não possuem o mínimo conhecimento preventivo, testes de diagnóstico disponíveis para o trabalho são inadequados. A insatisfação do paciente leva-o a trocar de dentista, o que dá continuidade ao ciclo restaurador repetitivo e o acelera. Quando os efeitos adversos de materiais restauradores, como infiltração marginal, manchamento da interface e deficiência da anatomia dental começam a aparecer, o material deve ser substituído, recomeçando assim o ciclo e tendo como resultado uma significante insatisfação do paciente e do CD.<br />
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<p>O experimento e pesquisas realizadas sobre o Ciclo Restaurador Repetitivo, foram descritas por Elderton no ano de 1999 e é muito comum entre os consultórios odontológicos de todo o mundo atualmente.<br />
<span data-reactid=".8f.$mid=11415212674717=2655c209456bcae5359.2:0.0.0.0.0.0.$end:0:$0:0">Autor: Tangreyse de Luca Moraes, 18 anos. A</span><span data-reactid=".8f.$mid=11415212674717=2655c209456bcae5359.2:0.0.0.0.0.0.$end:0:$2:0">cadêmica do curso de Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Restaurações Indiretas (Inlay/Onlay/Overlay)</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/restauracoes-indiretas-inlayonlayoverlay/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/restauracoes-indiretas-inlayonlayoverlay/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2015 03:46:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[indicações]]></category>
		<category><![CDATA[inlay]]></category>
		<category><![CDATA[onlay]]></category>
		<category><![CDATA[overlay]]></category>
		<category><![CDATA[Preparo]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[As restaurações indiretas são muito utilizadas na odontologia. Elas podem ser Inlay, Onlay ou Overlay, cada uma com suas características. Nesse post você vai aprender as vantagens dessas restaurações indiretas. Vantagens: Mais fácil de reproduzir os contatos interproximais; Minimiza a contração de polimerização a apenas uma fina camada do cimento resinoso usado para a fixação; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As <strong>restaurações indiretas</strong> são muito utilizadas na odontologia. Elas podem ser Inlay, Onlay ou Overlay, cada uma com suas características. Nesse post você vai aprender as vantagens dessas restaurações indiretas.</p>
<p><strong>Vantagens:</strong></p>
<ul>
<li>Mais fácil de reproduzir os contatos interproximais;</li>
<li>Minimiza a contração de polimerização a apenas uma fina camada do cimento resinoso usado para a fixação;</li>
<li>O material restaurador apresenta melhores propriedades em comparação com as resinas diretas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>

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<p><strong>Indicações: </strong></p>
<ul>
<li>Restaurações amplas em dentes posteriores;</li>
<li>Istmo oclusal maior que a metade da distância intercúspidea ou quando o preparo envolver uma ou mais cúspides;</li>
<li>Quando uma restauração estética seja necessária e uma coroa total não seja desejada.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Características do preparo: INLAY/ONLAY/OVERLAY</strong></p>
<p><br /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3954" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/inlay-imagem-.png" alt="inlay imagem" width="325" height="202" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/inlay-imagem-.png 325w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/inlay-imagem--300x186.png 300w" sizes="auto, (max-width: 325px) 100vw, 325px" /></p>
<p><strong>Caixa Proximal: </strong></p>
<ul>
<li>Parede vestibular e lingual expulsiva;</li>
<li>Parede axial plana e levemente expulsiva no sentido axioproximal com terminação em chanfrado;</li>
<li>Ângulos externos arredondados.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Caixa Oclusal :</strong></p>
<ul>
<li>Abertura Vestíbulolingual de 1,5 a 2mm;</li>
<li>Parede pulpar plana;</li>
<li>Profundidade oclusal 2 mm;</li>
<li>Parede vestibular e lingual levemente expulsiva;</li>
<li>Ângulos internos arredondados;</li>
<li>Ângulo cavossuperficial nítido e sem bisel.</li>
<li>Chanfro nas cúspides de contenção cêntrica para ONLAY/OVERLAY</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vantagens do Chanfro: </strong></p>
<ul>
<li>Linha de acabamento reproduzida com material restaurador;</li>
<li>Transição estética e configuração adesiva favoráveis;</li>
<li>Escoamento para o cimento resinoso;</li>
<li>Ângulos internos arredondados.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desvantagens do Chanfro:</strong></p>
<ul>
<li>Dificuldade de se obter acabamento das restaurações indiretas;</li>
<li>Maior risco de fratura marginal.<strong> </strong></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Brocas para preparo: </strong></p>
<ul>
<li>2135: Extensão do sulco central</li>
<li>3131: Preparo proximal</li>
<li>4138: Canaletas e caixas oclusais</li>
<li>3139F/4138F: Acabamento do preparo</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICA: </strong>As paredes e margens do preparo devem sofrer acabamento com brocas multilaminadas e instrumentos manuais com o intuito de proporcionar paredes e margens lisas e definidas que facilitam as etapas de moldagem, confecção e adaptação da restauração.</p>
<p><strong>Escolha de cor: </strong><br />Técnica da “estratificação natural”. Ela deve escolher a cor da dentina na região cervical do dente e do esmalte no terço oclusal utilizando a escala VITA.<strong> </strong></p>
<p><strong>Provisórios:</strong></p>
<ul>
<li>Resina fotoativada específica que apresenta uma consistência borrachóide após sua fotopolimerização como Systemp, Bioplic..;</li>
<li>Resina acrílica quimicamente ativada fixada com cimentos provisórios;</li>
<li>Resina composta fotopolimerizavel sem o uso de adesivo na cavidade.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Prova da peça (observar): </strong></p>
<ul>
<li>Ponto de contato interproximal;</li>
<li>Adaptação marginal;</li>
<li>Contorno;</li>
<li>Cor.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>DICA: </strong>Não prove a restauração indireta sob isolamento absoluto, pois um pequeno deslocamento proximal do dente que recebe o grampo pode interferir na exata relação da distância interproximal. Com isso o profissional pode erroneamente ajustar áreas proximais da restauração e comprometer o ponto de contato interproximal.</p>
<p><strong>Preparo da peça (Cerâmica): </strong></p>
<ul>
<li>Condicionamento com ácido fluorídrico (8 a 12%);</li>
<li>Silanizaçao.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Preparo da peça (Resina composta): </strong></p>
<ul>
<li>Condicionamento com ácido fluorídrico (8 a 12%);</li>
<li>Silanizaçao;</li>
<li>Sistema adesivo.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Preparo do dente: </strong></p>
<ul>
<li>Condicionamento com ácido fosfórico;</li>
<li>Sistema Adesivo.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cimentação: </strong></p>
<ul>
<li>Cimento DUAL, Autocondicionante ou resina composta micro-hibrida ou nanoparticulada (nesse caso um aparelho para aquecer o compósito e favorecer seu escoamento deve ser empregado).</li>
<li>Fotopolimerizar cada face por 60 segundos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resumo dos preparos em Inlays e Onlays</strong></p>
<ul>
<li>Preparos expulsivos, com angulação de 10° a 12°</li>
<li>Redução de área proximal livre: 0,5mm a 1,0mm</li>
<li>Redução oclusal: 1,5mm a 2 mm (para cúspides cêntricas)</li>
<li>Ângulos internos arredondados (permitindo melhor escoamento do cimento)</li>
<li>Parede pulpar não plana, promovendo depressão em área de sulco</li>
<li>Cavo superficial mais próximo de 90°</li>
<li>Chanfro profundo externo em onlays</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências:<br />Livro: Dentística: Saúde e Estética de Ewerton Nochi Conceição;<br />Aulas de Inlay e Onlay da Universidade Positivo.</p>
<p>Imagem em destaque: www.ordinacijaknego.hr</p>
<p>E se você quiser ficar sempre por dentro das novidades do Odonto Up, curta nossa página no <strong>facebook </strong>e siga a gente no Instagram <strong>@siteodontoup</strong></p>
<p><br />Autor:<br /><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-3946 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/11358710_919781841377628_834763916_n.jpg" alt="" width="83" height="98" /></p>
<p style="text-align: left;">Fernanda Camila Graboski, Cirurgiã-Dentista graduada<br />em Odontologia pela Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</p>

<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/restauracoes-indiretas-inlayonlayoverlay/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Resinas Compostas</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/resinas-compostas/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/resinas-compostas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2015 15:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=3851</guid>

					<description><![CDATA[Indicações Restaurações estéticas de todas as classes; Reparo de restaurações (resina, amalgama e cerâmica); Selante de fóssulas e fissuras; Núcleo de preenchimento; Restaurações indiretas (onlay, inlay); Facetas diretas e indiretas. Materiais restauradores Aumento de silicato; Resinas acrílicas; Resinas compostas; Já tem um kit acadêmico para arrasar nas aulas de dentística e técnica operatória? Na Amazon [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Indicações</strong></p>
<ul>
<li>Restaurações estéticas de todas as classes;</li>
<li>Reparo de restaurações (resina, amalgama e cerâmica);</li>
<li>Selante de fóssulas e fissuras;</li>
<li>Núcleo de preenchimento;</li>
<li>Restaurações indiretas (onlay, inlay);</li>
<li>Facetas diretas e indiretas.</li>
</ul>
<p><strong>Materiais restauradores</strong></p>
<ul>
<li>Aumento de silicato;</li>
<li>Resinas acrílicas;</li>
<li>Resinas compostas;</li>
</ul>
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<p><strong>Definição</strong><br />
Material composto de dois ou mais materiais diferentes com propriedades superiores ou intermediarias aquelas dos constituintes individuais.<br />
Exemplos:</p>
<ul>
<li>Dentina;</li>
<li>Esmalte;</li>
<li>Osso;</li>
<li>Fibra de vidro;</li>
<li>Silano (agente de união);</li>
<li>Matriz (orgânica);</li>
<li>Sistema (ativador/iniciador);</li>
<li>Diluentes;</li>
<li>Inibidores;</li>
</ul>
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<p><strong>Composição básica</strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3852" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/composiçao-resina-.png" alt="composiçao resina" width="360" height="59" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/composiçao-resina-.png 360w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/composiçao-resina--300x49.png 300w" sizes="auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px" /><br />
<strong>Bis-GMA</strong></p>
<ul>
<li>Monômero base;</li>
<li>Presente na composição da maioria das resinas compostas;</li>
<li>Alto peso molecular (menor alteração/contração);</li>
<li>Baixa contração volumétrica;</li>
<li>Polimerização mais rápida;</li>
<li>Alta viscosidade.</li>
</ul>
<p><strong>Monômeros diluentes</strong></p>
<ul>
<li>Baixo peso molecular;</li>
<li>Menor viscosidade – permite maior incorporação de carga;</li>
<li>Maior resistência – grande quantidade de ligações cruzadas.</li>
<li>Maior contração de polimerização;</li>
<li>Maior sorção de água;</li>
<li>Maior quantidade de monômero residual.</li>
</ul>
<p>EGDMA<br />
TEGDMA<br />
UEDMA<br />
<strong>Partículas de carga – reforço da matriz</strong></p>
<ul>
<li>Quartzo – 1 a 50 µm;</li>
<li>Vidros de metais pesados (ex.: Li e Ba) – 0,1 a 5 µm;</li>
<li>Sílica coloidal – 0,04 µm.</li>
</ul>
<p><strong>Agente de união (Silano)</strong></p>
<ul>
<li>Molécula bifuncional;</li>
<li>Une a carga à matriz.</li>
</ul>
<p><strong>Classificação da R.C</strong><br />
Pelo sistema de ativação:</p>
<ul>
<li>Quimicamente ativados;</li>
<li>Fisicamente ativados;</li>
<li>Calor;</li>
<li>Luz – lâmpada halógena, LED, laser, arco de plasma.</li>
</ul>
<p>Pelo tamanho da partícula:</p>
<ul>
<li>Macropartículas – tradicionais;</li>
<li>Micropartículas;</li>
<li>Partículas pequenas;</li>
<li>Hibridas;</li>
</ul>
<p><strong>Macropartículas</strong></p>
<ul>
<li>Primeira geração – década de 60;</li>
<li>Quartzo – partículas irregulares de alta dureza (8 a 50 µm);</li>
<li>60 a 65% em volume.</li>
</ul>
<p>Características:</p>
<ul>
<li>Impolíveis;</li>
<li>Desgaste em posteriores;</li>
<li>Baixo coeficiente de expansão térmico linear;</li>
<li>Menor contração de polímeros;</li>
<li>Alta resistência mecânica.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3855" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/macro.png" alt="macro" width="259" height="143" /><br />
<strong>Micropartículas</strong></p>
<ul>
<li>Segunda geração;</li>
<li>Sílica coloidal – partículas muito menores (0,04 µm);</li>
<li>30 a 40% em volume de sílica coloidal;</li>
<li>Contraindicação – áreas de solicitação mecânica.</li>
</ul>
<p>Característica:</p>
<ul>
<li>Melhor polimento de resina composta;</li>
<li>Alto coeficiente térmico linear;</li>
<li>Maior contração de polimerização;</li>
<li>Baixa resistência mecânica.</li>
</ul>
<p><strong>Partículas finas</strong></p>
<ul>
<li>Terceira geração;</li>
<li>Vidro de bário, estrôncio e lítio (1 a 5 µm);</li>
<li>60 a 65% em volume de carga.</li>
</ul>
<p>Características:</p>
<ul>
<li>Políveis;</li>
<li>Baixo coeficiente de expansão térmico linear;</li>
<li>Alta contração de polimerização;</li>
<li>Alta resistência mecânica.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3854" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/micromoléculas.png" alt="micromoléculas" width="201" height="76" /><br />
<strong>Híbridas</strong></p>
<ul>
<li>Quarta geração;</li>
<li>Vidro de bário, estrôncio e lítio (0,4 a 8 µm) + sílica coloidal (0,04 µm);</li>
<li>Ampla distribuição no tamanho de partículas (maior compactação);</li>
<li>Porcentagem de carga alta.</li>
</ul>
<p>Características:</p>
<ul>
<li>Políveis;</li>
<li>Baixo CETL;</li>
<li>Alta contração de polimerização;</li>
<li>Alta resistência mecânica;</li>
<li>Uso em posteriores.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3856" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/hibrida.png" alt="hibrida" width="204" height="76" /><br />
<strong>Microhíbridas</strong></p>
<ul>
<li>0,2 a 1,5 µm (média de 0,4 µm).</li>
</ul>
<p><strong>Nanopartículas</strong></p>
<ul>
<li>1 nanômetro – 1 x 10<sup>-3</sup> µm;</li>
<li>Presença de nanômeros – partículas isoladas 20 a 75 hm;</li>
<li>Nanoclusters – aglomerado de partículas 0,6 a 1,4 µm;</li>
<li>57,7% de carga.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3857" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/cluster.png" alt="cluster" width="107" height="78" /><br />
<strong>Classificação R.C -pela consistência</strong></p>
<ul>
<li>Regulares;</li>
<li>Compatíveis (alta viscosidade);</li>
<li>Fluídos (baixa viscosidade) flow.</li>
</ul>
<p><strong>Compactáveis</strong></p>
<ul>
<li>Alta viscosidade;</li>
<li>Indicados para dentes posteriores;</li>
<li>Alto conteúdo de carga;</li>
<li>Melhores propriedades mecânicas (resistência);</li>
<li>Maior rugosidade superficial (baixo polimento);</li>
<li>Difícil manipulação (adaptação na cavidade);</li>
<li>Difícil polimento.</li>
</ul>
<p><strong>Fluído</strong></p>
<ul>
<li>Baixa viscosidade;</li>
<li>Menor quantidade de carga;</li>
<li>Alteração da matriz resinosa – tipo e conteúdo;</li>
<li>Maior quantidade de monômeros diluentes;</li>
<li>Modificadores reológicos;</li>
<li>Redução do modulo elástico;</li>
<li>Alta concentração de polimerização.</li>
</ul>
<p>Indicações – classe V, selante de fóssulas e fissuras, selamento das margens de restaurações, classe III pequena base de restaurações de resina composta.<br />
<strong>Reação polimerização</strong></p>
<ul>
<li>Monômeros se polimerizam por uma reação de adição iniciada por radicais livres, que são gerados por ativação químicas ou física.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3858" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/reação-polimerização.png" alt="reação polimerização" width="278" height="112" /><br />
<strong>Ativação química</strong></p>
<ul>
<li>Sistema de 2 partes – iniciador e ativador;</li>
<li>Tempo de trabalho – curto de 3 a 5 minutos.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3859" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/ativação-química-.png" alt="ativação química" width="370" height="161" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/ativação-química-.png 370w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/ativação-química--300x131.png 300w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><br />
<strong>Ativação física</strong></p>
<ul>
<li>Luz visível;</li>
<li>Parte única contida em seringas – maior tempo de trabalho;</li>
<li>Controle do operador.</li>
</ul>
<p>Luz – ativador<br />
Conforoquinina – iniciador<br />
<strong>Contração de polimerização</strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="113"><strong>Compostos</strong></td>
<td width="163"><strong>Contração de polimerização</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="113">MMA (puro)</td>
<td width="163">21%</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">MMA+pó</td>
<td width="163">7%</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">Bis-GMA</td>
<td width="163">5%</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">Resina composta</td>
<td width="163">2 a 3%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3862" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/conversão-monomeros.png" alt="conversão monomeros" width="310" height="97" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/conversão-monomeros.png 310w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/conversão-monomeros-300x94.png 300w" sizes="auto, (max-width: 310px) 100vw, 310px" /><br />
<strong>O que ocorre&#8230;</strong></p>
<ul>
<li>Desenvolvimento de tensão nas interfaces dente/restauração;</li>
<li>Fenda;</li>
<li>Micro infiltração.</li>
</ul>
<p><strong>Sinais clínicos</strong></p>
<ul>
<li>Descoloração marginal;</li>
<li>Recidiva de cárie;</li>
<li>Dor e sensibilidade;</li>
<li>Fraturas e trincas.</li>
</ul>
<p><strong>Como contornar</strong></p>
<ul>
<li>União efetiva;</li>
<li>Incremental;</li>
<li>Forramento com materiais com baixo modelo de elasticidade;</li>
<li>Redenção ou modulação da intensidade luminosa.</li>
</ul>
<p><strong>União efetiva</strong><br />
Sistema de união:</p>
<ul>
<li>Condicionamento;</li>
<li>Penetração eficiente;</li>
<li>Ausência de falhas.</li>
</ul>
<p>“Se a resistência de união imposto pelo adesivo for suficiente para suportar as tensões de contração, não haverá formação de fendas”.<br />
<strong>Dinâmica da contração</strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3863" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/contração-livre.png" alt="contração livre" width="315" height="131" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/contração-livre.png 315w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/contração-livre-300x125.png 300w" sizes="auto, (max-width: 315px) 100vw, 315px" /><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3864" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/errado.png" alt="errado" width="365" height="241" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/errado.png 365w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/errado-300x198.png 300w" sizes="auto, (max-width: 365px) 100vw, 365px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3865" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/técnica-incremental.png" alt="técnica incremental" width="408" height="123" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/técnica-incremental.png 408w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/técnica-incremental-300x90.png 300w" sizes="auto, (max-width: 408px) 100vw, 408px" /><br />
<strong>Fator C</strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3866" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/fator-c.png" alt="fator c" width="525" height="123" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/fator-c.png 525w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/fator-c-300x70.png 300w" sizes="auto, (max-width: 525px) 100vw, 525px" /><br />
Quanto maior o fator C, maior a tensão de contração.<br />
<strong>Técnica de incrementos</strong></p>
<ul>
<li>Redução fator C de cada incremento;</li>
<li>Redução de volume do compósito aplicado;</li>
<li>Contração de um incremento pode ser compensada pelo incremento seguinte;</li>
<li>Redução da contração total da restauração.</li>
</ul>
<p><strong>Técnicas do fotoativação</strong><br />
<strong>Componentes quimicamente atuados</strong><br />
Desvantagem:</p>
<ul>
<li>Tempo de trabalho limitado;</li>
<li>Incorporação de poros;</li>
<li>Limitados no aspecto estético;</li>
<li>Incompatíveis com sistemas adesivos de frasco único.</li>
</ul>
<p><strong>Compósitos favoráveis</strong><br />
Ativador: luz<br />
Iniciador: canforoquinoma<br />
Co-iniciadores: amina</p>
<ul>
<li>Alteração da velocidade de polimerização;</li>
<li>Prolongamento do período visio-elástico;</li>
<li>Redução da intensidade luminosa;</li>
<li>Modulação de intensidade luminosa.</li>
<li>Soft start;</li>
<li>Pulse delay;</li>
<li>Luz pulsátil.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3867" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/fotoativação.png" alt="fotoativação" width="393" height="105" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/fotoativação.png 393w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/fotoativação-300x80.png 300w" sizes="auto, (max-width: 393px) 100vw, 393px" /><br />
<strong>Fotoativação adequada</strong></p>
<ul>
<li>Fatores (adequados) relacionados ao aparelho.</li>
<li>Densidade de potência da luz – &gt; intensidade de luz;</li>
<li>Tempo de exposição;</li>
<li>Comprimento de onda;</li>
<li>Fotoativador do compósito;</li>
</ul>
<p>Potência = é o n° fotores por segundo emitidos pela fonte de luz.<br />
Unidade de medida – mW(ideal 600mW/cm<sup>2</sup>);<br />
Leitura do radiômetro<br />
<strong>Densidade de potência</strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3868" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/densidade.png" alt="densidade" width="269" height="192" /></p>
<ul>
<li>Densidade/dose de energia;</li>
<li>É a intensidade x tempo;</li>
<li>Unidade de medida – J/cm<sup>2</sup>;</li>
<li>Energia que deve ser aplicada ao compósito para ocorrer a polimerização (16 a 24 J/cm<sup>2</sup>).</li>
</ul>
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<p>Densidade de energia depende de:<br />
1 – Potência do aparelho. (mW);<br />
2 – Área irradiada (cm<sup>2</sup>);<br />
3 – Tempo de irradiação (s).<br />
Portanto, quanto</p>
<ul>
<li>.. maior concentrado ao redor de 468nm;</li>
<li>.. menor for a área irradiada e maior for o tempo de irradiação, maior será o grau de conservasão!</li>
</ul>
<p><strong>Espectro de emissão</strong></p>
<ul>
<li>A amplitude das faixas de comprimento de ondas emitidas pela fonte de luz;</li>
<li>Unidade de medida nm (comprimento de onda);</li>
<li>Emissão dentro do espectro de luz visível (400-500nm)</li>
</ul>
<p><strong>Lâmpada halógena (QTH)</strong><br />
<strong>QTH:</strong></p>
<ul>
<li>Filamento metálico incandescente;</li>
<li>Luz branca de amplo espectro (300-700nm);</li>
<li>Necessidade de filtro (410 – 500nm);</li>
<li>Eficiência clinica comprovada.</li>
</ul>
<p>Precisa de:</p>
<ul>
<li>Fibra ótica para condução da luz;</li>
<li>Sistema de refrigeração.</li>
</ul>
<p>Lâmpada com filamento de tugstênio:</p>
<ul>
<li>Bulbo;</li>
</ul>
<p>Filtros:</p>
<ul>
<li>Passagem da luz de espectro azul.</li>
</ul>
<p>Vantagem:</p>
<ul>
<li>Custo;</li>
<li>Amplo tempo de uso clinico;</li>
<li>Emissão de luz de amplo espectro;</li>
<li>Intensidade luminosa.</li>
</ul>
<p>Desvantagens:</p>
<ul>
<li>Emissão de calor;</li>
<li>Degradação do aparelho;</li>
<li>Aumento de temperatura na câmara pulpar;</li>
<li>Desperdício de energia.</li>
</ul>
<p><strong>Led &#8211; light emitting diode</strong></p>
<ul>
<li>Semi condutores – emissão de luz eletroluminescêcia;</li>
<li>Azul – nitrito de gálio;</li>
</ul>
<p>Luz especifica</p>
<ul>
<li>410 – 500 nm (coincide com o pico de absorção da conforoquimona);</li>
<li>Não necessita filtro;</li>
<li>Redução significativa do aquecimento;</li>
<li>Baixo consumo de energia.</li>
<li>Alta durabilidade &#8211; devido a da luz emitida por Leds serem específicos, esses não são capazes de ativar fotoiniciadores alternativos.</li>
</ul>
<p><strong>3° geração</strong></p>
<ul>
<li>Maio intensidade luminosa;</li>
<li>LEDs acessórios permitem emissão de luz em maior espectro de luz;</li>
<li>Vida útil longa (10.000hs);</li>
<li>Espectro de emissão preciso;</li>
<li>Não possui sistema de vent. (menor tamanho/ruído);</li>
<li>Não necessitam de sistema de filtros;</li>
<li>Menor consumo de energia;</li>
<li>Mais resistentes a vibração e choque;</li>
<li>Baixa emissão de calor;</li>
<li>Alto custo.</li>
</ul>
<p><strong>Tipos de modulação</strong></p>
<ul>
<li>Convencional (mesma intensidade);</li>
<li>Baixa intensidade x maior tempo;</li>
<li>Pulso;</li>
<li>Rampa (exponencial);</li>
<li>Step (degrau).</li>
</ul>
<p><strong>Moderação</strong><strong> x Fotoativação</strong><br />
Ponto gel</p>
<ul>
<li>A resina começa a perder a capacidade de escoamento e não consegue mais compensar a sua contração.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3869" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/fase-pré-gel.png" alt="fase pré-gel" width="243" height="67" /><br />
Conteúdo baseado na aula da Prof. Carla Castiglia, Universidade Positivo<br />
Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna</p>
<h3></h3>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/resinas-compostas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Objetivos de Uma Restauração</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/objetivos-de-uma-restauracao/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/objetivos-de-uma-restauracao/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2015 17:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
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					<description><![CDATA[Os principais objetivos que devemos atingir numa restauração são: Forma; Função; Estética. Além de Manter e proteger o remanescente dental, dar um reforço mecânico e promover uma manutenção da vitalidade (complexo-dentário pulpar). CDP – complexo dentino pulpar Aplicação de máquinas para evitar a injuria da polpa ocasionada pelos procedimentos operatórios e materiais restauradores. Causas Carie [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os principais objetivos que devemos atingir numa restauração são:</p>
<ul>
<li>Forma;</li>
<li>Função;</li>
<li>Estética.</li>
</ul>
<p>Além de Manter e proteger o remanescente dental, dar um reforço mecânico e promover uma manutenção da vitalidade (complexo-dentário pulpar).</p>
<p><strong>CDP – complexo dentino pulpar</strong><br />
Aplicação de máquinas para evitar a injuria da polpa ocasionada pelos procedimentos operatórios e materiais restauradores.</p>
<p><strong>Causas</strong><br />
Carie – corpo da cavidade</p>
<ul>
<li>Dentina infectada;</li>
<li>Dentina afetada (passível de remineralização);</li>
<li>Dentina reacional.</li>
</ul>
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<p><strong>Preparo cavitário</strong></p>
<ul>
<li>Pressão;</li>
<li>Calor</li>
</ul>
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<p><strong>Cuidados</strong></p>
<ul>
<li>Altas velocidades (evitar);</li>
<li>Refrigeração adequada;</li>
<li>Corte intermitente.</li>
</ul>
<p><strong>Componentes tóxicos dos materiais</strong></p>
<ul>
<li>Resina composta – monômeros (HEMA);</li>
<li>Condicionadores e fosfato de zinco – ácido fosfórico;</li>
<li>Eugenol</li>
</ul>
<p><strong>Inflamação</strong><br />
Principal função da polpa &gt; Formar dentina &gt; Odontoblastos<br />
<strong>1° grau de estimulo –</strong> degeneração das extremidades por prolongamentos e disposição de sais de cálcio (esclerose) – caries de progressão lenta.<br />
<strong>2° grau de estimulo –</strong> degeneração completa dos prolongamentos odontoblásticos e formação de dentina reparadora (barreira dentinária).<br />
<strong>3° grau de estimulo –</strong> morte dos odontoblastos, podendo ocorrer inibição da capacidade de reparação pulpar.</p>
<p><strong>Resposta CDP</strong></p>
<ul>
<li>Decisão sobre tipo de tratamento e colha do material de proteção e restaurador;</li>
<li>Profundidade da cavidade;</li>
<li>Dentina profunda maior permeabilidade, menor capacidade de proteção a polpa.</li>
</ul>
<p>Cavidade superficial – aquém ao nível ou ultrapassando ligeiramente a junção amilodentinária.<br />
Cavidade rasa &#8211; cuja parede fique localizada entre 0,5 ou 1mm perto da junção amelodentinária.</p>
<p><strong>Idade do paciente</strong></p>
<ul>
<li>Dentina sofre mudanças fisiopatológicas com passar do tempo, em qual, a dentina torna-se mais resistente as agressões.</li>
</ul>
<p><strong>Tipos de dentina</strong></p>
<ul>
<li>Primária – forma-se até que o ápice radicular esteja completo;</li>
<li>Secundária – é depositada depois de completar o ápice;</li>
<li>Terciária – reparadora – formada pela polpa (odontoblastos) quando existem irritações pulpares intensas.</li>
</ul>
<p><strong>Quando proteger</strong> – profundas e muito profundas.</p>
<ul>
<li>Sempre realizar isolamento absoluto;</li>
<li>Remover a cárie da oclusal para a cervical alternando com irrigações de clorexidina.</li>
</ul>
<p><strong>Material Protetor</strong><br />
<strong>Selamento</strong></p>
<ul>
<li>Liquido;</li>
<li>Espessura fina;</li>
<li>Vedamento da embocadura dos túbulos;</li>
<li>Não fornecem proteção termo-elétricos;</li>
<li>Utilizado em todas as cavidades, independentes da profundidade.</li>
</ul>
<p><strong>Forramento – profunda + muito profunda</strong></p>
<ul>
<li>Pó e liquido ou pastas;</li>
<li>Espessura maior;</li>
<li>Protegem a polpa das agressões externas e faz uma barreira de proteção;</li>
<li>Baixas propriedades mecânicas;</li>
<li>Características bactericidas / bacteriostáticas;</li>
<li>Cavi-profundas.</li>
</ul>
<p><strong>Base cavitária</strong></p>
<ul>
<li>Pó e liquido;</li>
<li>Película espessa;</li>
<li>Protegem material forramento, reconstituem parte da dentina perdida;</li>
<li>Protegem contra estímulos térmicos e elétricos;</li>
<li>Melhores propriedades mecânicas;</li>
<li>Cavidades muito profundas.</li>
</ul>
<p>&#8211; &lt; 0,5mm – forrador + base + selador<br />
&#8211; 0,5 – 1,5mm – base + selador<br />
&#8211; &gt; 1,5mm – selante</p>
<p><strong>Hidróxido de cálcio</strong></p>
<ul>
<li>Capeamento pulpar (direto e indireto);</li>
</ul>
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<p>Em cima da polpa (direto);<br />
Indireto (tem uma parte muito fina).</p>
<ul>
<li>Facilita a formação de dentina reparadora em locais onde houve reposição pulpar;</li>
<li>Necrose da região exposta – efeito cáustico devido ao pH alcalino;</li>
<li>Ação bacteriana – pH básico destrói as bactérias presentes a região.</li>
</ul>
<p>Duas pastas em quantidade pequena na placa devido</p>
<ul>
<li>Da pasta base e catalizadores;</li>
<li>Mistura a pasta com o aplicador de hidróxido até ter uma cor uniforme;</li>
</ul>
<p>Limpa com uma gaze, mergulha na pasta e depois pincela</p>
<ul>
<li>Aplica onde estiver perto da polpa (pequena espessura).</li>
</ul>
<p><strong>Cimento de oxido de zinco e eugenol (base)</strong><br />
&#8211; Garante zona de isolamento<br />
&#8211; Pó – oxido de zinco;<br />
&#8211; Liquido – euginol.<br />
&#8211; Tipo II (IRM) restaurações provisórias de longa duração que também é isolante térmico.</p>
<p><strong>Características</strong></p>
<ul>
<li>Tempo de presa;</li>
<li>Tempo de trabalho;</li>
<li>Consistência;</li>
<li>Boa compatibilidade, mas em estar em contato com a polpa.</li>
</ul>
<hr />
<p>Conteúdo baseado na aula do Prof Fernando Osternack, Universidade Positivo<br />
Contribuição: Leonardo M. Sant&#8217;Anna, Biotecnologia</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Restauração em Amálgama</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/restauracao-em-amalgama/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/restauracao-em-amalgama/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2015 04:36:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[amálgama]]></category>
		<category><![CDATA[Restauração]]></category>
		<category><![CDATA[sequência]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[O amálgama já não é mais um material tão utilizado, no entanto, em alguns lugares ainda realizam restaurações com essa liga metálica, principalmente em países em desenvolvimento. Suas propriedades físicas e químicas proporcionam um biocompatibilidade e resistência excelentes. Esse post vai mostrar para vocês as características mais importantes do amálgama, além de passos operatórios para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O amálgama já não é mais um material tão utilizado, no entanto, em alguns lugares ainda realizam restaurações com essa liga metálica, principalmente em países em desenvolvimento. Suas propriedades físicas e químicas proporcionam um biocompatibilidade e resistência excelentes. Esse post vai mostrar para vocês as características mais importantes do amálgama, além de passos operatórios para realizar uma restauração bem-sucedida.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-7441" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/amalgama1-e1533148973454.png" alt="amalgama1" width="1024" height="586" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/amalgama1-e1533148973454.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/amalgama1-e1533148973454-300x172.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/amalgama1-e1533148973454-768x440.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></strong></p>
<p><strong>Prata</strong></p>
<ul>
<li>Se associa ao estanho – fase γ (Ag<sub>3</sub>Sn);</li>
<li>Aumento da resistência mecânica;</li>
<li>Diminuição do escoamento;</li>
<li>Aumento da expansão de presa.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Estanho</strong></p>
<ul>
<li>Facilita a mistura com o mercúrio (amalgamação);</li>
<li>Auxilia na redução da expansão da prata.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Cobre</strong></p>
<ul>
<li>Substitui parcialmente a prata;</li>
<li>Aumento da resistência mecânica e dureza;</li>
<li>Diminuição do escoamento e da corrosão;</li>
</ul>
<p>Teor de cobre menor que 6% ligas de baixo teor de cobre. A liga se beneficia com o cobre a partir de 13%.<br />
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</script></p>
<p><strong>Zinco</strong></p>
<ul>
<li>Auxiliar no processo de fabricação (de oxidante da liga) – lixeiro;</li>
<li>Contaminação por água – expansão tardia (pode fraturar o dente).</li>
</ul>
<p>Zn + H<sub>2</sub>O &gt; ZnO + H<sub>2</sub></p>
<p><strong>Índio e paládio</strong></p>
<ul>
<li>Aumento da resistência mecânica;</li>
<li>Aumento da resistência a corrosão;</li>
</ul>
<p>Baixo teor de cobre (&lt; 6% de Cu) &gt; convencionais</p>
<p><strong>Limalha</strong></p>
<ul>
<li>Confecção do lingote;</li>
<li>Componentes são fundidos;</li>
<li>Resfriamento rápido – segregação;</li>
<li>Tratamento térmico homogeneizador;</li>
<li>Corte em aparos e moagem.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Partículas esféricas</strong></p>
<ul>
<li>Obtidos por otimização;</li>
<li>Formato esférico de vários tamanhos.</li>
</ul>
<p>Fase gama 2 é menos resistente<br />
O cobre (Cu) &gt; a liga Ag + Cu é responsável pela eliminação da fase gama 2. Porque ele reage com ela e vira &#8211; h &#8211; Cu<sub>6</sub>Sn<sub>5</sub>.</p>
<p><strong>Manipulação</strong></p>
<ul>
<li>Por cápsula que já vem dosadas.<br />
Bastante excesso para brunidura pré-escultura &gt; Esculpe &gt; Brunidura pós-escultura (movimentos livres) até deixar brilhante.</li>
</ul>
<ul>
<li>Trituração – obter massa plástica (brilho meio fosco, não muito quente e solta fácil da capsula);</li>
<li>Condensação – adaptação a cavidade, eliminar porosidade e excluso de mercúrio. Limalha = menor condensador / maior / esfera. Maior e depois menor (com pressão);</li>
<li>Brunidura pré-escultura – brunidor 29 com movimento lento e com força, fazer o mercúrio aflorar para ser removido;</li>
<li>Escultura – restabelecer a forma (Hollenback, cortante&#8230;) instrumentos bem afiados e apoiados na parede remanescente;</li>
<li>Brunidura pós-escultura – acabamento, lisura, brilho com condensador com movimentos livres e rápidos.</li>
</ul>
<p>Aplicar 2 camadas de verniz sempre no mesmo sentido com jato de ar de 15 segundos a 20 segundos (eliminar todo o solvente).</p>
<p>Serve para vedar os túbulos dentinários para evitar que a dentina seja contaminada pelos íons pratas etc&#8230;</p>
<p>Bom vedamento marginal que vedam a interface por causa dos produtos de corrosão.</p>
<p><strong>Toxidade do mercúrio</strong></p>
<p>Formas de absorção<br />
Ingestão &gt; pele &gt; inalação</p>
<p><strong>Princípios mecânicos e biológicos</strong></p>
<p><strong>Mecânicos</strong><br />
Por que alguns dentes restaurados ou não, apresentam fraturas?</p>
<ul>
<li>Restauração</li>
<li>Longo eixo</li>
<li>Cúspide</li>
</ul>
<p><strong>Efeito cunha</strong><br />
“Ação dos componentes horizontais de força sobre superfície inclinadas e apostas, podendo ou não separa-las”.</p>
<ul>
<li>Quando ocorre preparos;</li>
<li>Causa trauma, deslocamento e/ou fratura.</li>
</ul>
<p><strong>Princípios mecânicos aplicado às restaurações</strong><br />
Classe I –<br />
0,5mm além da junção amelo-dentinário<br />
Resistência ® porção oclusal ® maior proximidade carga.<br />
<strong><br />
Orientação da parede pulpar</strong><br />
Istmo – distância entre vestibular e oclusal.<br />
Seguir os prismas de esmalte no preparo da cavidade. Para evitar que os prismas fiquem sem suporte dentinário.<br />
<strong><br />
Cuidados – evitar:</strong></p>
<ul>
<li>Evitar remoção desnecessária de dentina;</li>
<li>Desenvolvimento excessivo de calor;</li>
<li>Pressão exagerada sobre a dentina;</li>
<li>Uso de substancias nocivas à polpa;</li>
<li>Restauração com materiais inadequados;</li>
<li>Tocar no dente vizinho;</li>
<li>Atingir tecidos moles.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Realizar:</strong></p>
<ul>
<li>Isolamento absoluto;</li>
<li>Proteção do CDP;</li>
<li>Acabamento das paredes circundantes;</li>
</ul>
<p><strong><br />
Objetivo</strong><br />
“Fazer com que o dente restaurado possa corresponder na sua forma, função e estética originais”.<br />
<strong><br />
Técnica restauradora</strong><br />
<strong>Porta matriz</strong></p>
<ul>
<li>Condensa em 3 passos       1,2,3 para melhor condensação</li>
</ul>
<p><strong><br />
Brunidura pré-escultural</strong></p>
<ul>
<li>Melhora adaptação da amálgama às margens cavitárias;</li>
</ul>
<p><strong><br />
Brunidor 29</strong></p>
<ul>
<li>Facilita a escultura;</li>
<li>Remove excesso com a ponta da sonda exploradora.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Escultura da caixa oclusal</strong></p>
<ul>
<li>Hollenback 3s ou 3 (lâmina maior);</li>
</ul>
<p><strong><br />
Brunidura pós-escultura</strong></p>
<ul>
<li>Sem polimento.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Tritura do material</strong></p>
<ul>
<li>5 minutos;</li>
<li>Leva o material com a porta-amálgama em pequenas porções.</li>
</ul>
<p><strong><br />
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<p>Condensação (Word ou Hollenback)</strong></p>
<ul>
<li>Compressão 132 (com força) do diâmetro menor para o maior;</li>
<li>Preencher a cavidade com excesso;</li>
<li>Brunidura pré-escultura   B.n°29 – aflora o mercúrio e diminui a porosidade e corrosão.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Escultura</strong></p>
<ul>
<li>Sonda / Hollenback 3 s (10 minutos).</li>
</ul>
<p><strong><br />
Brunidura pós escultura</strong></p>
<ul>
<li>Polimento (24/48 horas após).</li>
</ul>
<p><strong><br />
Matrizes e cunhas</strong><br />
Dispositivo que substitui uma ou mais paredes ausentes em uma cavidade, promovendo a reconstrução correta do contorno por meio de uma restauração.<br />
<strong><br />
Finalidade</strong></p>
<ul>
<li>Condensação do material</li>
<li>Restaurar o contorno proximal – proteção dos tecidos de suporte.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Características indispensáveis</strong></p>
<ul>
<li>Fácil adaptação e fixação ao dente;</li>
<li>Curto tempo de aplicação;</li>
<li>Proporcionar contorno correto;</li>
<li>Promover afastamento gengival;</li>
<li>Estabilidade;</li>
<li>Estender-se abaixo da parede gengival;</li>
<li>Estender-se 1,5mm acima da crista marginal.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Matrizes para amálgama</strong><br />
<strong>Indicações</strong></p>
<ul>
<li>Classe I comp.;</li>
<li>Classe II comp.;</li>
<li>Classe II complexa.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Matriz em aço &gt; características</strong></p>
<ul>
<li>Resistência a tração;</li>
<li>Espessura adequada para condensação;</li>
<li>Flexibilidade;</li>
<li>Lisura de superfície alta.</li>
</ul>
<p>5mm – pré-molares<br />
7mm – molares</p>
<p>Nenhuma matriz por si só é suficiente para uma adaptação perfeita. E indispensável a associação com cunhas preparadas, as quais possibilitam o ajuste abaixo da parede gengival.<br />
<strong><br />
Cunhas</strong><br />
“Artefatos de madeira, plástico ou borracha, utilizados como meio de auxiliar no emprego da matriz”.<br />
<strong><br />
Funções</strong></p>
<ul>
<li>Adaptar matriz no dente;</li>
<li>Impedir excessos gengivais;</li>
<li>Favorecer a reconstituição da área de contato;</li>
<li>Compensar a espessura da matriz.</li>
</ul>
<p>De lingual para vestibular<br />
“Entre”<br />
Ex. de 1° para 2° molar superior ® de V para L.<br />
Inflamação crônica – redução óssea, cárie devido ao excesso de material que passa através da matriz quando não colocada/fixado adequadamente.<br />
<strong><br />
Matriz para amálgama</strong><br />
<strong><br />
Tipos</strong></p>
<ul>
<li>Universal– todos os grupos de dentes;</li>
<li>Individual – um dente especifico.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Indicação</strong></p>
<ul>
<li>Se tiver grampo – individual;</li>
<li>Se não contem grampo – universal</li>
</ul>
<p>Individual &#8211; Se uma cavidade Classe II possuir uma das caixas proximais bastante ampla no sentido VL ou quando houver perda de cúspide.<br />
<strong><br />
Porta matriz (universal)</strong><br />
O lado aberto deve estar voltado para cervical, separá-lo da matriz antes que seja removido do dente.<br />
<strong><br />
Matriz individual – desvantagens</strong></p>
<ul>
<li>Difícil confecção;</li>
<li>Tempo do preparo prolongado.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Matriz individual &#8211; vantagem</strong></p>
<ul>
<li>Melhor resultado.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Individuais</strong><br />
<strong><br />
Matriz de Barton</strong></p>
<ul>
<li>Técnica de confecção.</li>
</ul>
<p>Cuidado na remoção da matriz<br />
<strong><br />
Universal</strong></p>
<ul>
<li>Solta o porta-matriz;</li>
<li>Corta com uma tesoura e puxa por vestibular.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Preparo e restauração MO em amálgama – elemento 1.5</strong><br />
Acesso com broca nº1;<br />
Profundidade – ponta ativa da broca 330;<br />
Na proximal – 225 (movimentos pendulares de V para lingual).<br />
Caixa proximal &#8211; perfuração do esmalte proximal abaixo do ponto de contato (24s) broca<br />
Curva reversa de Hollenback<br />
<strong><br />
Acabamento e polimento de restaurações de amálgama</strong><br />
Acabamento – procedimento que remove os excessos do material restaurador.<br />
Polimento – tratamento da superfície do acabamento.</p>
<ul>
<li>Remoção de resinas;</li>
<li>Redefinir anatomia da restauração;</li>
<li>Remoção de saliências do esmalte;</li>
<li>Minimizar corrosão;</li>
<li>Melhorar higienização.</li>
</ul>
<p><strong><br />
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<p>Vantagens do acabamento</strong></p>
<ul>
<li>Ajustar margens da restauração</li>
</ul>
<p><strong><br />
Instrumental clínico</strong></p>
<ul>
<li>Material para isolamento;</li>
<li>Fresas multilaminadas;</li>
</ul>
<p>Conjunto de pontos de borracha.</p>
<p>Conteúdo resumido da aula do Prof. Fernando Osternack<br />
Contribuição: Leonardo M. Sant&#8217;Anna, Biotecnologia<br />
imagem utilizada: http://dentalesparreguera.com/extraccion-de-amalgamas/amalgama/</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>CIV &#8211; Cimento de Ionômero de Vidro</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/cimentos-de-ionomero-de-vidro/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/cimentos-de-ionomero-de-vidro/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 03:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[cimento]]></category>
		<category><![CDATA[cimento de ionômero de vidro]]></category>
		<category><![CDATA[CIV]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[indicação]]></category>
		<category><![CDATA[ionômero]]></category>
		<category><![CDATA[tipos]]></category>
		<category><![CDATA[vidro]]></category>
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					<description><![CDATA[Esse post vai te mostrar tudo que você precisa saber a respeito do cimento de ionômero de vidro, indicações, formas de utilização, classificação e muito mais. Utilização de materiais que confiram Proteção de Complexo Dentino-pulpar  Estimulo tênue; Microinfiltração; Ação terapêutica. Indicação do material depende Profundidade da cavidade; Características pulpares; Material restaurador definitivo. Já tem um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse post vai te mostrar tudo que você precisa saber a respeito do <strong>cimento de ionômero de vidro</strong>, indicações, formas de utilização, classificação e muito mais.</p>
<p><strong>Utilização de materiais que confiram Proteção de Complexo Dentino-pulpar </strong></p>
<ul>
<li>Estimulo tênue;</li>
<li>Microinfiltração;</li>
<li>Ação terapêutica.</li>
</ul>
<p><strong>Indicação do material depende</strong></p>
<ul>
<li>Profundidade da cavidade;</li>
<li>Características pulpares;</li>
<li>Material restaurador definitivo.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;">Já tem um kit acadêmico para arrasar nas aulas de dentística e técnica operatória? Na Amazon Você Encontra: <a href="https://amzn.to/3zGthdr" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10712 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619.png" alt="" width="2289" height="961" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619.png 2289w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-300x126.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1024x430.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-768x322.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1536x645.png 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-2048x860.png 2048w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-696x292.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1068x448.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1000x420.png 1000w" sizes="auto, (max-width: 2289px) 100vw, 2289px" /></a></p>
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<p>Comercial</p>
<ul>
<li>Pó e liquido;</li>
<li>Cápsulas</li>
</ul>
<p><strong>Classificação – indicação</strong></p>
<p>Tipo I – cimentação (fluído);<br />
Tipo II – restauração (propriedades mecânicas melhores);<br />
Tipo III – base (intermediário).</p>
<p><strong>Composição</strong></p>
<ul>
<li>Partícula de vidro (pó) SiO<sub>2</sub>;</li>
<li>Ácido poliacrílico (líquido) Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub> CaF<sub>2</sub>.</li>
</ul>
<p><strong>Reação da presa</strong></p>
<p>Partícula do pó e atacada pelo ácido e libera íons.</p>
<ul>
<li>Cadeias de ácidos poliacrílicos se ligam através dos íons C<sup>+2</sup> – aumento do comprimento das cadeias</li>
<li>Cadeias do ácido poliacrílico se ligam através dos íons Al<sup>+3</sup> ramificações das cadeias;</li>
<li>Reação ácido-base;</li>
<li>Acelerada pelo calor;</li>
<li>Sensível ao ganho e perda de água;</li>
<li>Longo tempo de presa – proteger as ramificações nas primeiras horas.</li>
</ul>
<p><strong>União estrutura dental</strong></p>
<p>União química com a estrutura dental.</p>
<p>1° Aplicação do líquido (ácido poliacrílico) na cavidade.</p>
<ul>
<li>Limpeza e condicionamento da estrutura dental.</li>
</ul>
<p>2° Homogeneização do pó (mexer).<br />
3° Proporcionalidade do pó e do liquido.</p>
<p><strong>Espatulação (aglutinação)</strong></p>
<p>Massa final homogênea e brilhante.</p>
<p>Uso da seringa <em>Centrix</em>*</p>
<ul>
<li>Acabamento inicial;</li>
<li>Protege a superfície pelo período inicial para evitar que ele perca ou ganhe água;</li>
</ul>
<ol>
<li>Esmalte incolor;</li>
<li>Adesivo;</li>
<li>Verniz.</li>
</ol>
<ul>
<li>Bom vedamento marginal (com) em dentina e em esmalte<br />
&#8211; Adesão química à estrutura dental.</li>
<li>Liberação de flúor<br />
&#8211; Ação anticariogênica</li>
<li>Compatibilidade com o periodonto;</li>
<li>Boas vantagens.</li>
</ul>
<p><strong>Desvantagem</strong></p>
<ul>
<li>Solubilidade alta;</li>
<li>Estética não satisfatória;</li>
<li>Difícil inserção na cavidade (sem <em>Centrix</em>);</li>
<li>Não compatível com a polpa.</li>
</ul>
<p><strong>Indicações</strong></p>
<ul>
<li>Tratamento expectante;</li>
<li>Adequação de meio;</li>
<li>Cimentação definitivo;</li>
<li>Restauração de dentes decíduos;</li>
</ul>
<p><strong>CIV modificado por metais</strong></p>
<ul>
<li>Propriedade mecânicas elevadas;</li>
<li>Menor liberação de flúor.</li>
</ul>
<p><strong>CIV modificado por resina</strong></p>
<ul>
<li>Sensibilidade à umidade e baixa resistência imediata;</li>
<li>Adição de monômeros e iniciadores fotossensíveis.</li>
</ul>
<p>Conteúdo baseado na aula da Prof Carla Castiglia, Universidade Positivo</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Propriedades Gerais dos Materiais Restauradores Diretos</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/propriedades-gerais-dos-materiais-restauradores-diretos/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/propriedades-gerais-dos-materiais-restauradores-diretos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2015 18:10:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[elástico]]></category>
		<category><![CDATA[limite]]></category>
		<category><![CDATA[plástico]]></category>
		<category><![CDATA[resina]]></category>
		<category><![CDATA[tensão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=3594</guid>

					<description><![CDATA[Objetos da restauração Recuperar a forma; Reestabelecer a função; Restaurar a estética. Manter e proteger o remanescente dental Reforço mecânico; Manutenção da vitalidade (complexo dentino-pulpar). Material restauração direta Amálgama; Resina composta; Cimentos – oxido de zinco e eugenol; ionômero de vidro. Restauração indireta Ligas metálicas; Ouro; Resina composta indiretas (de lab); Sistemas cerâmicos. Quando usar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Objetos da restauração</strong></p>
<ul>
<li>Recuperar a forma;</li>
<li>Reestabelecer a função;</li>
<li>Restaurar a estética.</li>
</ul>
<p><strong>Manter e proteger o remanescente dental</strong></p>
<ul>
<li>Reforço mecânico;</li>
<li>Manutenção da vitalidade (complexo dentino-pulpar).</li>
</ul>
<p><strong>Material restauração direta</strong></p>
<ul>
<li>Amálgama;</li>
<li>Resina composta;</li>
<li>Cimentos – oxido de zinco e eugenol; ionômero de vidro.</li>
</ul>
<p><strong>Restauração indireta</strong></p>
<ul>
<li>Ligas metálicas;</li>
<li>Ouro;</li>
<li>Resina composta indiretas (de lab);</li>
<li>Sistemas cerâmicos.</li>
</ul>
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<p><strong>Quando usar restaurações indiretas</strong></p>
<ul>
<li>Substituir 1 ou mais dentes ausentes;</li>
<li>Próteses totais, parciais fixas e removíveis;</li>
<li>Implantes e próteses sobre implantes.</li>
</ul>
<p><strong>Classificação dos materiais</strong></p>
<ul>
<li>Metais – ferro, aço, amalgamo e ligas;</li>
<li>Polímeros – plástico, madeira, resinas, adesivos e elastômeros.</li>
<li>Cerâmicas – vidros, louças, refratários e porcelanas;</li>
<li>Compósitos – resinas compostas.</li>
</ul>
<p><strong>Propriedades físicas</strong></p>
<p>1 &#8211; Condutividade</p>
<ul>
<li>Térmica e elétrica – capacidade de um material de conduzir calor e impulsos elétricos.</li>
</ul>
<p>2 – Difusidade</p>
<ul>
<li>Velocidade – com que o um corpo conduz, com uma temperatura não uniforme alcança o equilíbrio.</li>
</ul>
<p><strong>Coeficiente de expansão térmica</strong></p>
<ul>
<li>Expansão e contração térmica &#8211; variação nas dimensões de um material em função de alteração de temperatura;</li>
<li>Mudança corpo e volume &#8211; em relação as medidas originais para uma mudança de 1 °C.</li>
</ul>
<p><strong>Propriedades mecânicas</strong></p>
<ul>
<li>Força &#8211; grandeza fixa externa ao objeto, que tende a tirar um corpo de seu estado de inercia (N, KgF).</li>
<li>Tensão – resposta interna ao objeto, quantidade de força aplicada nele (reação).</li>
</ul>
<p><strong>Tipos de tensão</strong></p>
<p>1 – Tensão normal ou axial</p>
<ul>
<li>Tensão de tração;</li>
<li>Tensão de compressão.</li>
</ul>
<p>2 – Tensão de cisalhamento</p>
<p><strong>Tensão de cisalhamento</strong><br />
Tesoura por exemplo – tensão lateral<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3595" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/tensao-1-.png" alt="tensao 1" width="144" height="55" /></p>
<p><strong>Alongamento X Deformação</strong><br />
Alongamento – variação do comprimento do material (múltiplos submúltiplos do metro);<br />
Deformação – variação do comprimento por unidade de comprimento do material (adimensional ou porcentagem).<br />
Elástico = volta</p>
<p><strong>Limite proporcionalidade</strong><br />
LP – tensão máxima, dentro do regime elástico.</p>
<ul>
<li>Fim da porção máxima da curva.</li>
</ul>
<p>LE – limite elástico – tensão maior que o material suporta sem deformar plasticamente.</p>
<p><strong>Limite</strong></p>
<ul>
<li>Modulo de elasticidade – Quando mais rígido, maior o modulo.</li>
<li>Rigidez de material dentro do regime elástico &#8211; Quanto mais inclinado, mais rigidez ela possui.</li>
</ul>
<p><strong>Fragilidade x Ductilidade</strong><br />
Incapacidade de suportar.</p>
<p><strong>Resiliência x Tenacidade</strong></p>
<ul>
<li>Resiliência – capacidade material/quantidade de energia absorvida pelo material durante a deformação elástica.</li>
<li>Tenacidade – quantidade de energia absorvido pelo material até fraturar.</li>
</ul>
<p><strong>Resistência a fadiga</strong></p>
<ul>
<li>Cavidade bucal – tensões cíclicas (movimentos mastigatórios);</li>
<li>Fadiga – fratura progressiva sob cargas repetidas. Acontece quando o material é submetido a tensões cíclicas abaixo do LCE;</li>
<li>Magnitude da carga;</li>
<li>Número de ciclos (repetições).</li>
</ul>
<p><strong>Dureza –</strong> resistência de um material a penetração ou risco.</p>
<ul>
<li>Indicativo da facilidade de dobramento dos materiais.</li>
</ul>
<p><strong>Ambiente bucal</strong><br />
<strong>&#8211; </strong>Agressivo<br />
Presença de:</p>
<ul>
<li>Umidade;</li>
<li>Alterações de temperatura;</li>
<li>Alteração de pH.</li>
<li>Solubilidade – capacidade de uma substancia se dissolve em outra;</li>
<li>Sorção de Água – capacidade de um material absorver agua do meio;</li>
<li>Corrosão – transformação de um metal ou liga metálica pela interação química ou eletroquímica com meio condutor, principalmente na presença de agua e oxigênio.</li>
</ul>
<p><strong>Propriedades biológicas</strong><br />
Biocompatibilidade – resposta biológica do hospedeiro a determinado material utilizado para alguma aplicação especifica.</p>
<ul>
<li>Os materiais não devem ser prejudiciais a polpa ou tecidos moles;</li>
<li>Não devem conter substancia toxicas que possam cair no sistema circulatório e ser absorvidos causando reações sistêmicos;</li>
<li>Devem ser livres de reações hipersensíveis;</li>
<li>Não devem apresentar potencial carcinogênico.</li>
</ul>
<p>Conteúdo baseado na aula da prof Carla Castiglia, Universidade Positivo<br />
Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna, Biotecnologia</p>
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