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	<title>Prótese &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Prótese &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>Guia Multifuncional em Implantodontia e Prótese</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 20:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[guia]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<category><![CDATA[implante imediato]]></category>
		<category><![CDATA[moldagem]]></category>
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					<description><![CDATA[A velocidade do tratamento e a diminuição das etapas é o que tem determinado o caminho para as reabilitações de arcos totais, principalmente em mandíbula. Para que se consiga um melhor posicionamento dos implantes e uma maior precisão da moldagem, bem como mais dados para os laboratórios, entra aqui o Guia Multifuncional. A designação do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><script data-ad-client="ca-pub-4191050030543415" async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></script></p>
<p>A velocidade do tratamento e a diminuição das etapas é o que tem determinado o caminho para as <strong>reabilitações</strong> de arcos totais, principalmente em mandíbula. Para que se consiga um melhor posicionamento dos implantes e uma maior precisão da moldagem, bem como mais dados para os laboratórios, entra aqui o <strong>Guia Multifuncional</strong>.</p>
<p>A designação do nome vem das suas funções propriamente ditas:</p>
<p>&#8211; Delimita as inclinações dos implantes durante a instalação;<br />
&#8211; Serve como estrutura para a moldagem de transferência;<br />
&#8211; Registro oclusal;<br />
&#8211; Referência de dimensão vertical.</p>
<p>Mas antes de falarmos mais sobre o guia multifuncional, é importante que a gente entenda como tem se desenvolvido a <strong>reabilitação oral</strong>, principalmente de <strong>arcos totais</strong>.</p>
<p><a href="https://www.odontoup.com.br/design-dos-implantes-uma-terminologia-geral/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #33cccc;">Implantes</span></strong></a> dentais são amplamente usados na reabilitação oral de pacientes e a sua efetividade longitudinal tem sido comprovada através de vários estudos. Porém, o desejo dos pacientes em diminuir o tempo para a reabilitação de regiões edêntulas com próteses totais implanto-suportadas, tem levado os cirurgiões e clínicos a reduzirem os intervalos padrões de cicatrização</p>
<p>Podemos separar em duas linhas de tratamento:</p>
<h3><span style="background-color: #ffffff; color: #333333;">Técnica Convencional</span></h3>
<p>Uma abordagem cirúrgica de dois estágios é usada para minimizar o risco de falha dos implantes, deixando-os submersos e sem carga em um intervalo de 3 a 6 meses.</p>
<p>1º estágio: cirurgia de instalação dos implantes;<br />
2º estágio: cirurgia de reabertura dos implantes + instalação de cicatrizadores e posteriormente mini-pilares.</p>
<p>Durante o período de cicatrização, <a href="https://www.odontoup.com.br/ppr-da-introducao-a-classificacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #33cccc;"><strong>próteses removíveis</strong> </span></a>são usadas para reabilitação temporária. No entanto, muitos pacientes acham esse processo desconfortável, já que a retenção e estabilidade são insuficientes</p>
<p>Essa modalidade/técnica envolve várias etapas clínicas, como <a href="https://www.odontoup.com.br/moldagem-anatomica-e-moldagem-funcional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #33cccc;">moldagem anatômica inicial,</span></strong></a> <a href="https://www.odontoup.com.br/relacao-intermaxilares-em-desdentados-completos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #33cccc;">registro oclusal da relação maxilomandibular</span></strong></a>, prova da barra metálica, prova dos dentes, entrega da prótese e possíveis ajustes oclusais.</p>
<h3><span style="color: #333333;">Técnica de Instalação Imediata </span></h3>
<p>Nessa técnica, a instalação dos implantes permanece inalterada, porém, o processo para a confecção da prótese muda consideravelmente para alcançar uma fabricação rápida.</p>
<p>Mesmo tempo cirúrgico: cirurgia de instalação dos implantes (com torque (N) mínimo indicado pelo fabricante) [<a href="https://www.odontoup.com.br/terminologia-em-implantodontia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #33cccc;">clique aqui</span></strong></a> e entenda mais sobre as terminologias dos implantes]<br />
&#8211; são instalados os mini-pilares imediatamente após a cirurgia;<br />
&#8211; logo em seguida, é feita a união dos transfers e a moldagem de transferência utilizando o <strong>guia multifuncional</strong>, que serviu para a cirurgia e também servirá para esse passo tão importante que é a moldagem de transferência.</p>
<p>A precisão das moldagens de transferência dos implantes é um pré-requisito para o sucesso a longo prazo das próteses sobre implante e implanto-suportadas. Os materiais de impressão e as técnicas de moldagem são dois fatores importantes nesse processo.</p>
<p>A introdução de tecnologias digitais para a área de reabilitação com implantes melhorou a previsibilidade dos procedimentos clínicos e laboratoriais. Os guias multifuncionais confeccionados através de CAD/CAM trazem maior precisão e fidelidade, promovendo também a diminuição de tempo clínico.</p>
<p>O Guia Multifuncional é peça-chave nessa modalidade, uma vez que reduz o tempo de fabricação da prótese implanto-suportada imediata, permitindo a rápida reabilitação em mandíbulas edêntulas, além de promover um arranjo pré-determinado da posição dos dentes para o laboratório.</p>
<h3><strong><span style="color: #808080;">Confecção do Guia Multifuncional</span></strong></h3>
<p>&#8211; Moldagem anatômica;<br />
&#8211; Registro de mordida;<br />
&#8211; Prova do rodete (parcial ou total, dependendo do caso;<br />
&#8211; Prova dos dentes e solicitar duplicação para guia cirúrgico (é importante sempre fazer uma montagem dos dentes para refinar o tratamento;<br />
&#8211; Ajuste do guia cirúrgico e prova;<br />
&#8211; Após utilização na cirurgia, unir os mini-pilares e colocar o guia novamente. Feito isso, inserir material de moldagem (silicone de condensação/ adição ou outro).</p>
<p><span style="color: #808080;"><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-9467 size-medium" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-300x158.png" alt="" width="300" height="158" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-300x158.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-768x404.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-696x366.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-798x420.png 798w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica.png 889w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />PLUS: fazer marcações com guta-percha com o guia em posição para simular o posicionamento com implantes e tirar uma radiografia panorâmica, pode ser um diferencial para localizar os implantes. A dificuldade de se fazer isso, é a necessidade de uma aparelho de raio-x panorâmico. </em></span></p>
<p>O Guia Multifuncional, quando abordado para uso cirúrgico e na moldagem de transferência com moldeira aberta, traz benefícios e vantagens muito importantes em reabilitações extensas em mandíbula, visto que proporciona a diminuição de tempo clínico e de tratamento, sendo essa, uma objeção atual dos pacientes que precisam de uma reabilitação de arco total, já que é feito um planejamento reverso.</p>
<p>Além disso, facilita posicionamento tridimensional do implante e fornece dados mais precisos para as referências utilizadas pelo laboratório, tornando a relação implante-prótese mais passiva.</p>
<h3><strong><span style="color: #808080;">Veja como ele é utilizado: </span></strong></h3>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9471" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Moldagem-anatômica-e1619554070437.jpg" alt="" width="800" height="1570" /></p>
<p>Entendeu como funciona?</p>
<p>Deixe um comentário no post caso tenha alguma dúvida ou queira fazer alguma observação sobre o conteúdo.</p>
<p>Até o próximo</p>
<h3><span style="color: #808080;">Referências</span></h3>
<ol>
<li>Ozkomur A, Manfroi F. Multifunctional Guide for Implant Placement, Impressions, and an Occlusal Index for Fixed Complete Dentures. J Prosthodont. 2018 Feb;27(2):197-200.</li>
<li>Junying L, Zhaozhao C, Bo D, HL Wang, H Yu. A digital workflow with computer-assisted implant planning for fabricating an impression splinting framework and custom tray for multiple implants. THE Journal of Prosthetic Dentistry 2020 Sep;124(3):262-269.</li>
<li>M Tabesh, M Alikhasi, H Siadat. A Comparison of implant impression precision: Different materials and techniques. J Clin Exp Dent. 2018;10(2):e151-7.</li>
<li>Michelinakis and Nikolidakis. Using the surgical guide for impression-free digital bite registration in the edentulous maxilla—a technical note. International Journal of Implant Dentistry 2019; 5:19</li>
<li>Mathew T Kattadiyil, Charles JG, Jaime LL, Antoanela G. Digitally Planned and Fabricated Mandibular Fixed Complete Dentures. Part 2. Prosthodontic Phase. Int J Prosthodont 2015;28(2):119-23.</li>
<li>Jaime LL, Antoanela G,Charles JG, Mathew TK. Use of a Digitally Planned and Fabricated Mandibular Complete Denture for Easy Conversion to an Immediately Loaded Provisional Fixed Complete Denture. Part 1. Planning and Surgical Phase. Int J Prosthodont 2014;27(5):417-21.</li>
<li>Hassan B, Gimenez GB, Tahmaseb A, Greven M, Wismeijer D. A digital approach integrating facial scanning in a CAD-CAM workflow for complete-mouth implant-supported rehabilitation of patients with edentulism: A pilot clinical study. J Prosthet Dent. 2017 Apr;117(4):486-492.</li>
<li>Monaco C, Ragazzini N, Scheda L, Evangelisti E. A fully digital approach to replicate functional and aesthetic parameters in implant-supported full-arch rehabilitation. J Prosthodont Res. 2018 Jul;62(3):383-385.</li>
<li>Borges AF, Rego MRM, Correa AM, Torres MF, Telles DM, Santiago LC. Planning and treatment in oral rehabilitation with implant-supported prostheses using cephalometric analysis. RGO, Rev. Gaúch. Odontol 2014;62(2):179-184.</li>
<li>Chochlidakis K, Papaspyridakos P, Tsigarida A, Romeo D, Chen YW, Natto Z, Ercoli C. Digital Versus Conventional Full-Arch Implant Impressions: A Prospective Study on 16 Edentulous Maxillae J Prosthodont. 2020;29(4):281-286.</li>
<li>Vasak C, Kohal .RJ, Lettner S, Rohner D, Zechner W. Clinical and radiological evaluation of a template-guided (NobelGuideTM) treatment concept. Clin Oral Implants Res. 2014 Jan;25(1):116-23.</li>
<li>Koch GK, Gallucci GO, Lee SJ. Accuracy in the digital workflow: From data acquisition to the digitally milled cast. J Prosthet Dent. 2016 Jun; 115(6):749-54.</li>
<li>Behneke A, Burwinkel M, Knierim K, Behneke N. Accuracy assessment of cone beam computed tomography-derived laboratory-based surgical templates on partially edentulous patients. Clin Oral Implants Res. 2012 Feb;23(2):137-143.</li>
<li>Costa AJM, Teixeira Neto AD, Burgoa S, Gutierrez V, Cortes ARG. Fully Digital Workflow with Magnetically Connected Guides for Full-Arch Implant Rehabilitation Following Guided Alveolar Ridge Reduction. J Prosthodont. 2020 Mar;29(3):272-276.</li>
</ol>
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		<title>Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2020 18:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[APARELHO INTRAORAL]]></category>
		<category><![CDATA[APNEIA]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[HIPOPNEIA]]></category>
		<category><![CDATA[SAHOS]]></category>
		<category><![CDATA[SONO]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS) é definida como estreitamento anatômico das vias aéreas superiores que se estende desde a nasofaringe até a porção inferior da hipofaringe durante o sono.  Mas como funciona o sono? É um processo fisiológico importante para a homeostasia (regulador fisiológico), que regula todo o organismo, inclusive [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS) é definida como estreitamento anatômico das vias aéreas superiores que se estende desde a nasofaringe até a porção inferior da hipofaringe durante o <b>sono. </b></p>
<p><em>Mas como funciona o sono?</em></p>
<p>É um processo fisiológico importante para a <b>homeostasia</b> (regulador fisiológico), que regula todo o organismo, inclusive o sistema nervoso central, que tem papel fundamental no controle do corpo.</p>
<p>Veja nesses quadros esquemáticos como funciona:</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-9140" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-300x154.png" alt="" width="570" height="292" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-300x154.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-768x395.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-1024x527.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-696x358.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-816x420.png 816w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono.png 1253w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9143" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-300x148.png" alt="" width="596" height="294" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-300x148.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-768x378.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-1024x504.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-324x160.png 324w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-696x343.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-1068x526.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-853x420.png 853w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2.png 1277w" sizes="auto, (max-width: 596px) 100vw, 596px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9142" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-300x154.png" alt="" width="596" height="306" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-300x154.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-768x394.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-1024x525.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-696x357.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-1068x547.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-820x420.png 820w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios.png 1243w" sizes="auto, (max-width: 596px) 100vw, 596px" /></p>
<p>Alterações anatômicas como excessos de tecidos moles, macroglossia, micro e retrognatismo podem causar o fechamento parcial ou total das vias aéreas durante o sono, produzindo o ronco (vibração do palato mole ou outros tecidos faríngeos durante a passagem de ar) causando despertares frequentes durante o sono.</p>
<p>Agora relembre a anatomia da região</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9145" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-300x159.png" alt="" width="623" height="330" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-300x159.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-768x408.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-1024x544.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-696x369.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-1068x567.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-791x420.png 791w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior.png 1300w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /></p>
<p>Agora veja como as alterações anatômicas em caso de SAHOS se apresentam:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9146" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-300x161.jpg" alt="" width="625" height="336" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-300x161.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-696x373.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-1068x572.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-784x420.jpg 784w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema.jpg 1257w" sizes="auto, (max-width: 625px) 100vw, 625px" /></p>
<p>Esses fatores geralmente estão também associados ao aumento da circunferência cervical, sobrepeso e ingestão de bebidas alcoólicas em excesso.</p>
<p><strong>Você sabe as diferenças entre Ronco, Apneia e Hipopneia?</strong></p>
<p><strong>Ronco:</strong> vibração do palato mole ou outros tecidos faríngeos durante a passagem de ar;<br />
<strong>Apneia:</strong> parada respiratória provocada pelo colabamento das paredes faríngeas, bloqueando a passagem de ar. Bloqueio Total que pode provocar microdespertares e sensação de sufocamento;<br />
<strong>Hipopneia:</strong> bloqueio parcial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h2><strong>Diagnóstico </strong></h2>
<p>Para um diagnóstico eficaz e tratamento adequado da <strong>SAHOS</strong> é importante que o médico otorrinolaringologista avalie as estruturas anatômicas do paciente e seu histórico clínico levando em consideração os sintomas mais comuns relatados pelos pacientes que são as dores de cabeça matinais, sonolência diurna, ronco alto, fadiga, irritabilidade e alterações no desenvolvimento cognitivo.</p>
<p>Uma vez que há suspeita de que o paciente sofre da síndrome o exame realizado nesses casos é a<strong> polissonografia</strong> que é considerado padrão ouro para o diagnóstico da SAHOS. A polissonografia consiste no monitoramento de parâmetros fisiológicos durante o sono, analisando o tipo de apneia (<strong>central, obstrutiva ou mista</strong>) e o grau (<strong>leve, moderado ou severa</strong>), levando-se em conta a quantidade de eventos apneicos<br />
durante o sono.</p>
<p>Além de avaliar alterações cardíacas, respiratórias e cerebrais através do índice de apneia e hipopneia (<strong>IAH</strong>) por hora de sono, a polissonografia avalia o grau de severidade do quadro da apneia e o tempo de saturação mínima de oxigenação arterial.</p>
<p><em>Vamos além? </em></p>
<div class="td_text_columns_two_cols">
<p><strong>Como Funciona a Polissonografia? </strong></p>
<p>O tempo de duração deste exame é de uma noite inteira de sono, onde são observados os movimentos oculares, eletrocardiograma, movimentos torácicos e abdominais, eletroencefalograma, fluxo oronasal, saturação da oxi-hemoglobina pela oximetria de pulso. Além disso, são obtidos registros da pressão esofágica, do ronco, temperatura e posição corporal.</p>
</div>
<hr />
<h2><strong>Tratamento</strong></h2>
<p>Todos os graus de casos de SAHOS podem ser tratados após efetivo diagnóstico, com o uso da máscara facial de pressão aérea positiva contínua <strong>(CPAP)</strong> utilizando-se um aparelho que gera e direciona um fluxo de ar contínuo para dentro da cavidade nasal. Porém, em grau leve ou moderado, o tratamento indicado pode ser o uso de <strong>aparelho intraoral de avanço mandibular</strong> confeccionado pelo cirurgião-dentista.</p>
<p>Esses aparelhos posicionam a mandíbula anteriormente durante o sono liberando a passagem de ar e são aceitos pelos pacientes em 85% dos casos devido a sua facilidade na utilização.</p>
<p>O tratamento SAHOS representa mais um campo de trabalho para o cirurgião-dentista, melhorando a qualidade de vida do paciente e prevenindo doenças como hipertensão, insuficiência e arritmias cardíacas, acidentes vasculares e diabetes decorrentes da queda da saturação da oxi-hemoglobina.</p>
<p>Quer saber como é feito o tratamento com Uso de Aparelho Intraoral de Avanço Mandibular Para Ronco e Apneia? Fique ligado que logo postaremos!</p>
<p>Autora: Ana Paula Stachuk</p>
<p>Referências</p>
<ol>
<li>Secundo I. Apneia obstrutiva do sono: como diagnosticar. Revista Brasileira Hipertensão. 2013; 20(1): 18-22.</li>
<li>Duarte RLM. Ronco: diagnóstico, consequências e tratamento. Pulmão RJ. 2010; 19(3-4): 63-67.</li>
<li>Zancanella E. Apneia obstrutiva do sono e ronco primário: diagnóstico. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. 2014; 80(1 supl. 1): S1-S16.</li>
<li>Dekon SFC. Tratamento com aparelho intraoral da síndrome obstrutiva do sono (SAHOS). Revista Odontológica de Araçatuba. 2018; 39(1): 33-38.</li>
<li>Souza FJFB. Influência do aparelho intraoral em pacientes com apneia obstrutiva do sono por meio de avaliação polissonográfica pré e pós instalação do dispositivo oral. Arq. Catarin Med. 2017; 46(4): 72-81.</li>
<li>Campostrini DDA. Síndrome da apneia obstrutiva do sono e doenças cardiovasculares. Revista Neurocience. 2014; 22(1): 102-112.</li>
<li>Zancanella E. Apneia obstrutiva do sono e ronco primário: diagnóstico. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. 2014; 80(1 supl. 1): S17-S28.</li>
<li>Pacheco FYR. Síndrome da apneia/hipopneia obstrutiva do sono: artigo e revisão bibliográfica. Revista UNILUS Ensino e Pesquisa. 2015; 12(29): 2318-2083.</li>
<li>Catão MHCV. Aparelhos orais de protrusão mandibular – IAH eficiência do sono, sono REM e oxigenação de usuários. CEFAC. 2014; 16(1): 2014-2021.</li>
<li>Vinha P. Ronco e apneia do sono: apresentação de novo dispositivo oral e protocolo de tratamento. Revista Gaúcha de Odontologia. 2010; 58(4): 515-520.</li>
<li>Bastos PL. Aparelhos intraorais e sua eficácia no tratamento de pacientes com ronco e com síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono (SAHOS): uma revisão de literatura. RFO. 2017; 22(1): 130-136.</li>
<li>Poluha RL. A odontologia na síndrome da apneia obstrutiva do sono: diagnóstico e tratamento. Revista Brasileira de Odontologia. 2015; 72(1-2): 87-90.</li>
<li>Junior CMC. Consenso brasileiro de ronco e apneia do sono – aspectos de interesse aos ortodontistas. Dental Press. 2011; 16(1): 34.</li>
<li>Balbani APS. Ronco e síndrome da apneia obstrutiva do sono. Revista Associação Médica Brasil. 1999; 43(3): 273-278.</li>
<li>Camacho M. Comprehensive review of surgeries for obstructive sleep apnea syndrome. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. 2013; 79(6): 780-788.</li>
<li>Mancini MC. Apneia do sono em obesos. Arq Bras Endocrinol Metab. 2000; 44(1): 81-90.</li>
<li>Togeiro SMGP. Métodos diagnósticos no distúrbio do sono. Revista Brasileira de Psiquiatria. 2005; 27(1): 8-15.</li>
<li>Trindade MO. Aparelho intraoral de controle lingual para o controle da SAHOS grave. Journal Health. 2016; 18(1): 52-58</li>
</ol>
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		<title>Lentes de Contato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2016 23:07:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
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					<description><![CDATA[A crescente valorização de um sorriso esteticamente agradável faz com que profissionais e pacientes busquem cada vez mais alternativas de tratamento para modificar a aparência dental. A utilização de peças com espessuras tão pequenas, somente foi possível após a incorporação de partículas de reforço ou partículas de carga (dissilicato de lítio) nas cerâmicas convencionais. Essas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crescente valorização de um sorriso esteticamente agradável faz com que profissionais e pacientes busquem cada vez mais alternativas de tratamento para modificar a aparência dental.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6077 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/lentes-de-contato-e1462489316213.png" alt="lentes de contato" width="1024" height="527" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/lentes-de-contato-e1462489316213.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/lentes-de-contato-e1462489316213-300x154.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/lentes-de-contato-e1462489316213-768x395.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
A utilização de peças com espessuras tão pequenas, somente foi possível após a incorporação de partículas de reforço ou partículas de carga (dissilicato de lítio) nas cerâmicas convencionais. Essas partículas podem aliar excelentes propriedades <strong>mecânicas</strong> e <strong>ópticas.</strong><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-4191050030543415" data-ad-slot="1182056593"></ins></p>
<p style="text-align: center;">Já tem um kit acadêmico para arrasar nas aulas de dentística e técnica operatória? Na Amazon Você Encontra: <a href="https://amzn.to/3zGthdr" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10712 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619.png" alt="" width="2289" height="961" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619.png 2289w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-300x126.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1024x430.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-768x322.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1536x645.png 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-2048x860.png 2048w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-696x292.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1068x448.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Captura-de-Tela-2024-07-07-as-14.05.41-e1720372174619-1000x420.png 1000w" sizes="auto, (max-width: 2289px) 100vw, 2289px" /></a></p>
<p>As <strong>lentes de contato dentais</strong> carregam esse nome por uma alusão à espessura delgada das lentes de contato oftalmológicas, por serem facetas ultrafinas de porcelana, que são aplicadas sobre a superfície do dente. Permitem também o fechamento de pequenos diastemas ou espaços entre os dentes que não agradam o paciente. Essas facetas podem alterar de forma impressionante o sorriso de uma pessoa e ajudam a melhorar sua autoconfiança.</p>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/LIGHTINGPHOTOGRAPHY-2-e1463356862801.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6123" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/LIGHTINGPHOTOGRAPHY-2-e1463356862801.png" alt="vantagens" width="727" height="72" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/LIGHTINGPHOTOGRAPHY-2-e1463356862801.png 727w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/LIGHTINGPHOTOGRAPHY-2-e1463356862801-300x30.png 300w" sizes="auto, (max-width: 727px) 100vw, 727px" /></a><br />
As lentes de contato por serem ultrafinas, necessitando de um mínimo ou nenhum desgaste do esmalte dentário, se sobressaindo se comparado a outros procedimentos estéticos, como uma faceta estética convencional.  Como resultado, o procedimento é frequentemente reversível, desde que a estrutura do dente natural não seja atingida.<br />
Além da espessura tão evidenciada, a <strong>translucidez</strong> das lentes de contato dentais proporciona uma estética muito natural para os dentes restaurados, com a vantagem de ser um procedimento indolor, não necessitando assim de anestesia.<br />
Uma outra vantagem é justamente o material, que é feito com uma porcelana especial, mais fina e mais resistente que as incorporadas em facetas comuns</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6125" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/LIGHTINGPHOTOGRAPHY-3-e1463357192540.png" alt="indicacoes" width="727" height="69" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/LIGHTINGPHOTOGRAPHY-3-e1463357192540.png 727w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/LIGHTINGPHOTOGRAPHY-3-e1463357192540-300x28.png 300w" sizes="auto, (max-width: 727px) 100vw, 727px" /><br />
Dentes manchados, descoloridos, fraturados, com sinais de envelhecimento, desalinhados ou com diastema são alguns dos casos indicados para o uso das lentes de contato. O objetivo é criar um sorriso bonito, bem cuidado e alinhado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6126 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/LIGHTINGPHOTOGRAPHY-4-e1463357271427.png" alt="contra indicacoes" width="727" height="70" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/LIGHTINGPHOTOGRAPHY-4-e1463357271427.png 727w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/LIGHTINGPHOTOGRAPHY-4-e1463357271427-300x29.png 300w" sizes="auto, (max-width: 727px) 100vw, 727px" /><br />
Entretanto, quando existem alterações severas da cor do elemento dental, é necessário um maior desgaste e, consequentemente, maior espessura do laminado cerâmico para mascarar a dentina escurecida. Bem como, dentes severamente mal posicionados ou dentes desalinhados podem se encaixar nas contra-indicações.<br />
Apesar do preparo conservador resultar em um laminado com borda fina, exibindo risco de fratura durante a cimentação, o conjunto, adesivo e laminado cerâmico torna-se resistente às forças mastigatórias após a cimentação.<br />
Cabe ressaltar que este tipo de restauração está indicado apenas para pacientes que não possuam hábitos parafuncionais mecanicamente nocivos aos dentes, como bruxismo ou hábito de apertamento dental exagerado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6129" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/LIGHTINGPHOTOGRAPHY-6-e1463357547905.png" alt="alternativas" width="727" height="70" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/LIGHTINGPHOTOGRAPHY-6-e1463357547905.png 727w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/05/LIGHTINGPHOTOGRAPHY-6-e1463357547905-300x29.png 300w" sizes="auto, (max-width: 727px) 100vw, 727px" /><br />
As lentes de contato dentais representam uma ótima <strong>alternativa</strong> para restabelecer a estética de dentes anteriores. Porém, um planejamento cuidadoso, englobando análise estética e funcional do paciente, deve ser executado previamente ao tratamento. O seu sucesso clinico depende de vários fatores, tais como:</p>
<ul>
<li>preservação de esmalte dentário;</li>
<li>etapa de cimentação criteriosa;</li>
<li>diagnóstico de parafunção prévio.</li>
</ul>
<p>Além, é claro, de  muitas vezes a necessidade de integração multidisciplinar para aperfeiçoar o tratamento estético de forma eficiente conforme o planejado.<br />
Todavia, fica evidente que a reabilitação com lentes de contato dentais é uma forma eficiente de restabelecimento da estética anterior, sendo uma alternativa de procedimento <strong>conservador,</strong> que alcança resultados extremamente satisfatórios para os pacientes e apresentam uma reversibilidade do tratamento.<br />
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<p>Referências<br />
FIGUEIREDO, F.R. Lentes de contato dental Uma alternativa estética para dentes anteriores. INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FUNORTE / SOEBRÁS, 2012.<br />
BARATIERI L.N, GUIMARÃES J. Laminados Cerâmicos. In: BARATIERI L.N. Soluções Clínicas: fundamentos e técnicas. 1 ed. Florianópolis: Ed. Ponto; 2008. p. 214-271.<br />
CARDOSO, P.C.; CARDOSO, L.C.; DECURCIO, L.A.;MONTEIRO, L.J.E. Restabelecimento Estético Funcional com Laminados Cerâmicos. Revista Odontologia Brasileira. Goiás, v. 52, n.20, p.88-93, 2011.</p>
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		<title>Confecção do Provisório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2016 01:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[confecção]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[prótese]]></category>
		<category><![CDATA[provisório]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tabela]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[A confecção de um dente provisório é fundamental no processo de uma prótese fixa, pois faz com que o paciente sinta-se bem enquanto espera a peça definitiva. Para chegarmos até a fase de preparo do provisório, temos que ter uma boa delimitação do termino cervical do preparo sendo que para preparos de coroa total metálica é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A confecção de um dente <strong>provisório</strong> é fundamental no processo de uma prótese fixa, pois faz com que o paciente sinta-se bem enquanto espera a peça definitiva.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6002" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/IMPORTÂNCIA-e1461892556825.png" alt="importancia provisorio" width="1024" height="552" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/IMPORTÂNCIA-e1461892556825.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/IMPORTÂNCIA-e1461892556825-300x162.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/IMPORTÂNCIA-e1461892556825-768x414.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Para chegarmos até a fase de preparo do provisório, temos que ter uma boa delimitação do termino cervical do preparo sendo que para preparos de coroa total metálica é <strong>chanferete</strong> e coroa metal-cerâmica é <strong>chanfrado,</strong> sabendo que temos que tomar os devidos cuidados com os princípios mecânicos, biológicos e estéticos. Na confecção do provisório, é importe nos atermos a:</p>
<ul>
<li>Realizar ajuste oclusal;</li>
<li>Observar todas as fases do preparo para verificar adaptação;</li>
<li>Tomar cuidado com o aquecimento da resina acrílica</li>
</ul>
<p><body><br />
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</body></p>
<p>Desenvolvemos uma tabela que vai mostrar o passo-a-passo e as etapas da confecção de um provisório pela técnica da Impressão Negativa com resina acrílica:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6009" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-protese-2.png" alt="tabela protese 2" width="643" height="792" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-protese-2.png 1080w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-protese-2-244x300.png 244w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-protese-2-768x945.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-protese-2-832x1024.png 832w" sizes="auto, (max-width: 643px) 100vw, 643px" /></p>
<p>Autor: Bruno Gusso. Acadêmico do curso de Odontologia da Universidade Positivo<br />
Membro acadêmico do Banco de dentes – FOUP<br />
Membro acadêmico da Liga sem Dor Curitiba Paraná<br />
Membro acadêmico do Programa de Iniciação Científica da Universidade Positivo</p>
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		<title>Diferenças dos Preparos para Coroa Total Metálica e Coroa Metalo-Cerâmica</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/diferencas-do-preparo-para-coroa-total-metalica-e-coroa-metalo-ceramica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2016 03:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[biológicos]]></category>
		<category><![CDATA[coroa]]></category>
		<category><![CDATA[diferenças]]></category>
		<category><![CDATA[estéticos]]></category>
		<category><![CDATA[mecênicos]]></category>
		<category><![CDATA[metalo-cerâmica]]></category>
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		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Preparo]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios]]></category>
		<category><![CDATA[prótese]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[silhueta]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[total metálica]]></category>
		<category><![CDATA[VIPS]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem vários tipos de materiais para se realizar uma coroa total, seja total metálica, cerâmica pura, metalo-cerâmica ou metalo-plástica. Vamos abordar nesse post os dois mais utilizados na prática clínica: a coroa total-metálica (CTM) e a coroa metalo-cerâmica (CMC), apontando as suas diferenças, indicações e peculiaridades. No entanto, ambas tem princípios que devem ser respeitados para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existem vários tipos de materiais para se realizar uma coroa total, seja total metálica, cerâmica pura, metalo-cerâmica ou metalo-plástica. Vamos abordar nesse post os dois mais utilizados na prática clínica: a <strong>coroa total-metálica</strong> (CTM) e a<strong> coroa metalo-cerâmica</strong> (CMC), apontando as suas diferenças, indicações e peculiaridades. No entanto, ambas tem princípios que devem ser respeitados para que haja sucesso no preparo.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente temos que relembrar alguns conceitos de periodontia para que possamos ter uma base melhor para a realização de uma coroa total. Na periodontia, existem dois conceitos anatômicos para a análise da coroa de um dente, um desses termos é designado de <strong>coroa clínica</strong>, que é a parte visível da coroa do dente, e a outra é a<strong> coroa anatômica, </strong>que vai da junção cemento esmalte (JEC) até a ponta da cúspide.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coroa total protética possui alguns princípios de preparo que devem ser respeitados para que haja sucesso no procedimento. Existem três princípios básicos para a realização de uma boa peça protética, são eles:</p>
<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
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<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5536" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1.png" alt="principios preparo coroa total" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Then-go-and-share-it-with-the-world.-1-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a anamnese, um fator importante a ser perguntado ao paciente é se ele possui algum tipo de alergia a algum tipo liga metálica. Atualmente, são usadas as ligas áureas, liga de NiCr (<em>Niquel Cromo</em>) e liga de CrCo (<em>cobalto cromo</em>).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Princípios para realização do preparo – Técnica da Silhueta (dentes posteriores)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O princípio da técnica da silhueta é basicamente realizar um <strong>preparo parcial</strong> do dente, confeccionando inicialmente uma caixa oclusal no sentido mesio-destal, logo após realizar sulcos de orientação nas faces livres vestibular e lingual/palatina, respeitando sempre a primeira inclinação de 2 a 5 graus e segunda inclinação de 5 a 10 graus.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a realização dos sulcos de orientação na face lingual dos molares inferiores, sempre respeitar a única inclinação do dente. O sulco de orientação deve seguir o longo eixo do dente, ou seja, o operador deve fazer o desgaste em um ângulo de 90 graus ao longo eixo do dente.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a realização dos sulcos de orientação, o operador deve unir os desgastes realizados nas faces livres com a caixa oclusal. Dependendo da indicação da coroa protética para cada caso, o desgaste será feito de diferentes formas, em seguida, será ilustrada uma tabela contendo valores referenciais para o desgaste de cada face dental.</p>
<p style="text-align: justify;">Os desgastes que serão realizados nas faces proximais serão feitos com uma broca 2200, seja para preparos de CTM ou CMC. Para realizar o desgaste das faces proximais, o operador deve proteger bem o dente adjacente com uma tira de aço para que não ocorra nenhum dano, o modo indicado para realizar o desgaste das faces proximais é entrar com a broca 2200 ao longo eixo do dente, realizando movimentos pendulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Durante a realização dos desgastes proximais, é imprescindível que o operador tenha máximo cuidado o quanto o preparo deve se estender subgengivalmente, pois nesta área existe uma região de extrema importância, chamada área de <em>COL</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo após a realização dos desgastes proximais, inicialmente realizado pela broca 2200, agora é utilizada a broca 2214 (para preparos em CTM) ou 3216 (para preparos em CMC), unindo todas as paredes do preparo. Nesse momento, o dentes já esta parcialmente preparado, agora o operador deve realizar todos os passo novamente na parte restante do dente. Após todos os desgastes feitos, o operador deve reduzir as cúspides de contenção cêntrica “VIPS” (Vestibulares dos dentes Inferiores e Palatina dos Superiores) e levar o preparo subgengival 0,5 mm, respeitando o espaço biológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: O espaço biológico é a área que compreende ao epitélio juncional + inserção conjuntiva = espaço biológico, caso esse espaço seja invadido por meios iatrogênicos do operador, o tecido gengival terá uma resposta inflamatória e como forma de defesa o tecido irá se deslocar mais apicalmente, além de ocorrer perda óssea significativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre observar se o termino do preparo ficou adequado, é de extrema importância que não haja defeitos, o mais comum de términos inadequados é o “cabo de guarda-chuva”, uma dica importante é sempre fazer a sondagem de todo o preparo e se necessário passar um grafite nas bordas do preparo, delimitando cada etapa e nunca deixar ângulos vivos no preparo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5735" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total.png" alt="tabela diferenca preparos coroa total" width="1200" height="883" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total.png 1200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-300x221.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-768x565.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/tabela-diferenca-preparos-coroa-total-1024x753.png 1024w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Princípios para realização do preparo – Técnica da silhueta (dentes anteriores)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para a realização de um preparo para CMC em dente anterior o primeiro passo a ser dado é realizar sulcos de orientação na vestibular e palatina/lingual com a broca 3216 ou 2215, fazer um sulco dividindo o dente ao meio no seu longo eixo e outro sulco paralelo ao primeiro em direção a proximal de sua escolha e sempre respeitando as duas inclinações: primeira inclinação médio-cervical e segunda inclinação médio-incisal. Realizar desgaste na incisal de aproximadamente 2mm. Na palatina também realizar sulcos de orientações, diferente da face vestibular a palatina só tem uma inclinação o operador deve realizar o sulco de orientação ao longo eixo do dente, ou seja, o operador deve fazer o desgaste em um ângulo de 90 graus ao longo eixo do dente, com máximo cuidado, pois a maior parte dos desgastes inadequados acontece nesse passo.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: Sempre preservar o cíngulo do dente.</p>
<p style="text-align: justify;">A próxima etapa é realizar <strong>desgaste nas proximais</strong> com a broca 2200, sempre protegendo o dente vizinho com tira de aço para não ocorrer eventuais danos, o modo indicado para realizar o desgaste das faces proximais é entrar com a broca 2200 ao longo eixo do dente realizando movimentos pendulares.</p>
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</body></p>
<p style="text-align: justify;">Logo após a realização dos desgastes proximais, inicialmente realizado pela broca 2200, agora é utilizada a broca 3216 para unir todas as faces. Nessa etapa o dente já esta parcialmente preparado, agora o operador deve realizar todos os passos já citados na parte restante do dente. Após realizar toda a sequencia deve fazer o desgaste da face lingual do dente com a broca 3118 (ponta de chama) e arredondar os ângulos vivos caso houver necessidade.</p>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5533 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg" alt="Foto Bruno Gusso" width="90" height="90" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso.jpg 960w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-150x150.jpg 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-300x300.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Foto-Bruno-Gusso-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 90px) 100vw, 90px" /></a><br />
Autor: Bruno Gusso. Acadêmico do curso de Odontologia da Universidade Positivo<br />
Membro acadêmico do Banco de dentes &#8211; FOUP<br />
<span style="font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;">Membro acadêmico da Liga sem Dor Curitiba Paraná<br />
</span><span style="font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;">Membro acadêmico do Programa de Iniciação Científica da Universidade Positivo</span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Ceras para Uso Odontológico</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/ceras-para-uso-odontologico/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/ceras-para-uso-odontologico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2015 01:53:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[cera]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[As ceras são polímeros orgânicos constituídos de hidrocarbonetos e seus derivados. O peso molecular médio de uma mistura de cera é cerca de 400 a 4000, o que é baixo, comparado com os polímeros acrílicos estruturais. As ceras dentárias são misturas de componentes, que incluem ceras sintéticas e naturais, resinas naturais, óleos, gorduras, gomas e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As <a href="http://superdental.com.br/catalogsearch/result/?q=cera" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ceras</a> são polímeros orgânicos constituídos de hidrocarbonetos e seus derivados. O peso molecular médio de uma mistura de cera é cerca de 400 a 4000, o que é baixo, comparado com os polímeros acrílicos estruturais. As ceras dentárias são misturas de componentes, que incluem ceras sintéticas e naturais, resinas naturais, óleos, gorduras, gomas e agentes corantes.<br />
<strong>Indicação</strong></p>
<ul>
<li>Padrões para incrustações, coroas, pônticos e partes de dentaduras parciais.</li>
<li>Padrões para dentaduras totais</li>
<li>Moldagens de áreas desdentadas</li>
<li>Procedimentos de preparos vários em trabalhos de prótese</li>
<li>Registro de mordida</li>
<li>Uso protetor para aparelho ortodôntico</li>
</ul>
<p><strong>Composição</strong><br />
As <a href="http://superdental.com.br/catalogsearch/result/?q=cera" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ceras odontológicas</a> são compostas por destintas ceras <u>naturais</u>, assim como outros produtos, tais como azeites, graxas, borrachas, resinas e corantes.<br />
<strong>Reação de presa, geleificação ou polimerização</strong></p>
<ul>
<li>Térmica (aquecendo com calor seco)</li>
<li>Mecânica (força aplicada com o instrumento sobre a cera)</li>
</ul>
<p><strong>Propriedades (vantagens e desvantagens)</strong><br />
Vantagens:</p>
<ul>
<li>Macias</li>
<li>Termoplasticidade</li>
<li>Cor</li>
<li>Baixo custo</li>
<li>Fácil manuseio</li>
<li>Escoamento(quando aquecidas)</li>
</ul>
<p>Desvantagens:</p>
<ul>
<li>Frágeis</li>
<li>Não pode ser esterilizado</li>
<li>Condutibilidade térmica</li>
<li>Alto coeficiente de expansão térmica</li>
</ul>
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<p><strong>Técnica de manipulação</strong><br />
Manipulação da cera é feita normalmente aquecendo-a em calor seco e a força que se aplica sobre ela.</p>
<ul>
<li>Lamparina com álcool 70/isqueiro</li>
<li>Espátula LeCron</li>
<li>Espátula n° 7, 24, 31, 36</li>
<li>Espátulas n° 1 de inserção</li>
</ul>
<p><strong>Tipos disponíveis para uso odontológico:</strong></p>
<ul>
<li>Tipo A – Dura e de baixo escoamento (raramente usada)</li>
<li>Tipo B – Dureza intermediária (recomendada para padrões construídos direto na boca).</li>
<li>Tipo C &#8211; Mole (recomendada para Técnicas indiretas)</li>
</ul>
<p><strong> Cuidados de manipulação e utilização:</strong></p>
<ul>
<li>Uso de óculos, gorro e <a href="http://superdental.com.br/descartaveis/luvas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">luvas</a>.</li>
<li>Cuidado com álcool e o fogo da lamparina</li>
<li>Cuidado com a temperatura das espátulas</li>
<li>Temperatura da cera na boca do paciente</li>
</ul>
<p>Autor: Jiane Gilliet Beira. Acadêmica do curso de Odontologia, Universidade Positivo</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Resina Bisacrílica</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/resina-bisacrilica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/resina-bisacrilica/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2015 18:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[bisacrílica]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[resina]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[A resina bisacrílica é um material bastante eficaz para a confecção de coroas provisórias por apresentar boa estabilidade de cor, praticidade técnica, precisão de proporção, pouco ou nenhum odor, baixa reação exotérmica, boa adaptação marginal, resistência e estética favorável. Os compostos bisacrílicos são fabricados a partir de monômeros dimetacrilatos, altamente reticulados que tendem a ser mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A resina bisacrílica é um material bastante eficaz para a confecção de coroas provisórias por apresentar boa estabilidade de cor, praticidade técnica, precisão de proporção, pouco ou nenhum odor, baixa reação exotérmica, boa adaptação marginal, resistência e estética favorável.</p>
<div class="page" title="Page 10">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<div class="page" title="Page 11">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Os compostos bisacrílicos são fabricados a partir de monômeros dimetacrilatos, altamente reticulados que tendem a ser mais frágeis que os PMMA, além de possuírem cargas que fornecem qualidades semelhantes às resinas compostas, mas que podem variar de tamanho ou geometria, alterando as propriedades de sua matriz polimérica.<br />
<strong>Indicação</strong></p>
<ul>
<li>Restaurações de provisório alto poder estético</li>
<li>Para restaurações provisórias de elementos múltiplos ou unitários: coroas, próteses fixas, facetas, inlays e onlays;</li>
<li>Provisórios sobre implantes</li>
<li>Restaurações provisórias de longa duração.</li>
</ul>
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<p><strong>Composição</strong><br />
As resinas bisacrílicas consistem de matriz orgânica e cargas inorgânicas: dimetacrilato, ácido silícico, iniciadores, diacrilato, estabilizadores, resinas sintéticas, pigmentos, corantes e pó de vidro de estrôncio.<br />
<strong>Reação de presa, geleificação ou polimerização</strong><br />
A polimerização das resinas bisacrílicas é dividida em três fases. A primeira é a transição de uma pasta de escoamento livre para uma consistência mais elástica, a segunda consiste em uma polimerização reticulada. A última fase permite que a resina alcance sua dureza final, para que a restauração provisória seja então ajustada e polida antes da cimentação.<br />
<strong>Propriedades (vantagens e desvantagens)</strong><br />
Vantagens:</p>
<ul>
<li>Prático</li>
<li>Estabilidade de cor</li>
<li>Características mecânicas</li>
<li>Presa inicial rápida</li>
<li>Libera menos calor (em relação à resina acrílica)</li>
</ul>
<p>Desvantagens:</p>
<ul>
<li>Uso de pistola misturadora</li>
<li>Uso de matriz</li>
<li>Não permite reembasamento</li>
<li>Custo alto</li>
</ul>
<p><strong>Técnica de manipulação</strong><br />
Para o seu uso, o catalisador e a pasta base são dispensadas em um tubo de cano duplo e misturadas através de pontas de auto mistura. Após esta etapa, são utilizadas de maneira similar às resinas acrílicas. O material é então colocado no dente, removido, ajustado e polido.<br />
Autor: Jiane Gilliet Beira. Acadêmica do curso de Odontologia, Universidade Positivo
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/resina-bisacrilica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Resina Acrílica</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/fases-de-mistura-da-resina-acrilica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/fases-de-mistura-da-resina-acrilica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2015 16:46:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[acrílica]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[fases]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[resina]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[A resina acrílica é um material utilizado para vários trabalhos na Odontologia: confecção da base de próteses parciais e totais, placas miorrelaxantes, moldeiras individuais, padrões de fundição, próteses provisórias imediatas, coroas provisórias, dentes artificiais, reparo de próteses totais, acrilização de aparelhos ortodônticos, dentre outros. A versatilidade da resina acrílica se deve, entre outros motivos, ao fato [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
A <a href="http://superdental.com.br/especialidades/dentista-e-estetica/resinas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">resina acrílica</a> é um material utilizado para vários trabalhos na Odontologia: confecção da base de próteses parciais e totais, placas miorrelaxantes, moldeiras individuais, padrões de fundição, próteses provisórias imediatas, coroas provisórias, dentes artificiais, reparo de próteses totais, acrilização de aparelhos ortodônticos, dentre outros.</p>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
A versatilidade da <a href="http://superdental.com.br/especialidades/dentista-e-estetica/resinas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">resina acrílica</a> se deve, entre outros motivos, ao fato de ser: insípida, inodora, não tóxica, não irritante aos tecidos bucais (mas algumas pessoas têm alergia ao monômero), insolúvel na saliva, fácil de manipular e de polir, possível de desinfecção; além de apresentar alta estabilidade dimensional, morfológica e de cor.
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong>Indicação</strong></p>
<ul>
<li>Confecção da base de próteses parciais e totais</li>
<li>Placas miorrelaxantes</li>
<li>Moldeiras individuais</li>
<li>Padrões de fundição</li>
<li>Próteses provisórias imediatas</li>
<li>Coroas provisórias</li>
<li>Dentes artificiais</li>
<li>Reparo de próteses totais</li>
<li>Acrilização de aparelhos ortodônticos</li>
</ul>
<p><strong>Composição</strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: left;" width="218"><strong>Polímero (Pó)</strong></td>
<td style="text-align: left;" width="218"><strong>Monômero (Líquido)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;" width="218">Polimetacrilato de metila</td>
<td style="text-align: left;" width="218">Metacrilato de metila</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;" width="218">Peróxido de benzoíla</td>
<td style="text-align: left;" width="218">Hidroquinona (0,006 %)</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;" width="218">Pigmentos</td>
<td style="text-align: left;" width="218">Dimetacrilato de glicol</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;" width="218">Copolímeros</td>
<td style="text-align: left;" width="218">Dimetil-para-toluedin</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong></p>
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<p>Fases da mistura</strong><br />
<strong>1ºFase Arenosa:</strong> Durante a fase arenosa as pérolas de polímero são completamente envolvidas pelo monômero que preenche os espaços vazios e o conjunto adquire uma cor translúcida. O nome atribuído a esta fase é consequência do aspecto semelhante a uma massa de areia molhada, que apresenta baixo escoamento e ganha brilho superficial por afloramento do excesso de líquido quando pressionada.<br />
<strong>2ºFase Fibrosa:</strong> Na fase pegajosa o líquido dissolve as longas cadeias de polímero, tornando a mistura viscosa e aderente, fazendo com que na tentativa de manipulação apareçam inúmeros fios finos e pegajosos entre as porções resultantes.<br />
<strong>3ºFase Plástica:</strong> Durante a fase plástica a massa resultante perde a pegajosidade a partir de certo ponto de saturação da solução de polímero no monômero, começa a escoar de modo homogêneo, torna‐se manipulável e sem aderência, sendo esta conhecida como fase de trabalho.<br />
<strong>4ºFase Borrachoide: </strong>Na fase Borrachoide ocorre o aumento da concentração de cadeias de polímero no monômero e a evaporação do monômero residual, tornando o líquido escasso, fazendo com que o escoamento da massa torne‐se precário e apareçam características de recuperação elástica.<br />
<strong>5ºFase Rígida: </strong>Fase final, já polimerizou.<br />
<strong>Propriedades (vantagens e desvantagens)</strong><br />
Vantagens:</p>
<ul>
<li>Resistência à tração</li>
<li>Fácil manuseio</li>
<li>Baixo custo para dentista</li>
<li>Tempo de trabalho suficiente</li>
<li>Estética</li>
<li>Reembasamento</li>
<li>Boa tolerância pelos tecidos de suporte</li>
</ul>
<p>Desvantagens:</p>
<ul>
<li>Baixa flexibilidade</li>
<li>Pouca resistência à deflexão e ao impacto</li>
<li>Baixa resistência transversal</li>
<li>Temperatura na polimerização</li>
</ul>
<p><strong>Referência</strong><br />
Avaliação do reembasamento na moldagem com resina acrílica gelada / Evaluated of cold acrylic resin impression Rev. Fac. Odontol.(Bauru; 8(1/2):23-9, jan.-jun. 2000. ilus, tab).</p>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Universidade de São Paulo &#8211; Faculdade de Odontologia/ Materiais Dentários Indiretos. Marina Roscoe e Josete Meira
</div>
</div>
</div>
<p>Autor: Jiane Gilliet Beira. Acadêmica do curso de Odontologia, Universidade Positivo</p>
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		<title>Sistema e.Max</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sistema-e-max/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2015 10:45:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[cimentação]]></category>
		<category><![CDATA[coroa]]></category>
		<category><![CDATA[dentitística]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[e.Max]]></category>
		<category><![CDATA[estética]]></category>
		<category><![CDATA[metal free]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[vantagens]]></category>
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					<description><![CDATA[Coroas metal-free Existem no mercado já há algum tempo, mas não permitem uma adesão química adequada (ex. zircônia). As coroas compostas por cerâmica vítrea à base de Dissilicato de Lítio (e-max) vieram para mudar isso, pois permitem adesão química entre o substrato dentário e a peça protética através do sistema adesivo, permitindo três tipos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Coroas metal-free</strong><br />
Existem no mercado já há algum tempo, mas não permitem uma adesão química adequada (ex. zircônia). As coroas compostas por cerâmica vítrea à base de Dissilicato de Lítio (e-max) vieram para mudar isso, pois permitem adesão química entre o substrato dentário e a peça protética através do sistema adesivo, permitindo três <strong>tipos de cimentação</strong>:</p>
<p>&#8211; cimentação adesiva<br />
&#8211; cimentação auto-adesiva<br />
&#8211; cimentação convencional</p>
<p>Este sistema protético é também conhecido como <strong>cerâmica injetada</strong>. Para sua confecção laboratorial, são necessários:</p>
<p>&#8211; forno especial<br />
&#8211; pastilhas de cores<br />
&#8211; anel<br />
&#8211; enceramento livre de carbono</p>
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<p>O protético faz o enceramento do elemento dental, faz a inclusão deste padrão de cera em um anel e com o material dentro do forno especial, ocorre a evaporação da cera e a inclusão das pastilhas de cores de cerâmica dentro deste anel. Parte-se para a desinclusão do dente e otimização da estética com pinturas e refinamentos.</p>
<p>O <em>e-max</em> pode ser utilizado para a confecção de várias peças protéticas, sendo mais comumente utilizado para a confecção de facetas e coroas.</p>
<p>Entre <strong>as vantagens</strong> do sistema estão:</p>
<p>&#8211; excelentes propriedades ópticas<br />
&#8211; durabilidade<br />
&#8211; longevidade<br />
&#8211; previsibilidade do resultado<br />
&#8211; semelhança com dentes naturais<br />
&#8211; biocompatibilidade</p>
<p>Na confecção de facetas, o e-max se sobressai principalmente por possuir <strong>cimentos resinosos e adesivos</strong> que, além de possibilitar a adesão química, possuem <strong>ampla variedade de cores</strong>, não interferindo no momento da cimentação como ocorre com as demais coroas metal-free, principalmente quando trata-se de faceta translúcida.</p>
<p>Este sistema possui um índice de refração da luz semelhante ao esmalte dental, sem interferência significativa de translucidez, proporcionando um alto padrão estético.<br />
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</script></p>
<p><strong>Cimentação:</strong></p>
<p>&#8211; Na cimentação convencional, após a prova clinica da peça, ajustes de oclusão e polimento, deve-se realizar jateamento de Óxido de Alumínio para criação de microporosidades;<br />
&#8211; Limpa-se a peça completamente com água,<br />
&#8211; Secá-la com jato de ar;</p>
<p><strong>Condicionamento da peça protética:</strong><br />
Submeter ao condicionamento ácido, com ácido fluorídrico a 5% e silanizar a superfície da peça com adesivo;</p>
<p><strong>Condicionamernto do preparo:</strong><br />
Deve-se limpar o remanescente dental e condicioná-lo com ácido fosfórico a 37%;<br />
Após a completa limpeza do preparo, aplicar o sistema adesivo sobre o remanescente dental, escolhendo a cor adequada do cimento; remover excessos e fotopolimerizar.</p>
<p>Autor: Ana Carolina da Silva, 26 anos. Acadêmica do 5º ano (2015) do  curso<br />
de Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</p>
<p style="text-align: left;">
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		<title>Silicona de Adição e Condensação</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/silicona-de-adicao-e-condensacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2015 02:43:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[adição]]></category>
		<category><![CDATA[condensação]]></category>
		<category><![CDATA[silicona]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[Ambos são materiais de moldagem utilizados para criar uma impressão negativa dos dentes e das arcadas dentárias. Material de moldagem elástico e não aquoso. Silicona de adição:Materiais que apresentam ótima elasticidade e distorção praticamente inexistente. Também se caracterizam pela excelente estabilidade dimensional, oferecendo moldes muito fiéis. Permitindo o vazamento de mais de um modelo por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Ambos são materiais de moldagem utilizados para criar uma impressão negativa dos dentes e das arcadas dentárias.</li>
<li>Material de moldagem elástico e não aquoso.</li>
</ul>
<p><strong>Silicona de adição:</strong><br>Materiais que apresentam ótima elasticidade e distorção praticamente inexistente. Também se caracterizam pela excelente estabilidade dimensional, oferecendo moldes muito fiéis. Permitindo o vazamento de mais de um modelo por moldagem.<br>A manipulação deve ser feita sem o uso de luvas e com as mãos limpas! Pois as luvas de látex contem enxofre o que inibe a reação de polimerização do material.</p>
<p><strong>Tipos:</strong></p>
<ul>
<li>Pesado: massa/pasta ou pasta</li>
<li>Regular: pasta/pasta</li>
<li>Leve: pasta/pasta</li>
</ul>
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<p><strong>Indicações</strong>:</p>
<ul>
<li>Moldagens unitárias;</li>
<li>Moldagens de quadrantes;</li>
<li>Moldagens totais.</li>
<li>Próteses parciais removíveis, totais; Pontes fixas</li>
<li>Coroas; Inlays; Onlays; Overlays;</li>
</ul>
<p><strong>Vantagens:</strong></p>
<ul>
<li>Vazamento após 30 minutos em até 07 dias;</li>
<li>Permite duplo vazamento;</li>
<li>Exige proporcionamento exato das medidas entre as pastas para evitar bolhas negativas no modelo de gesso;</li>
<li>Alta resistência a deformação;</li>
<li>Excelente reprodução de detalhes;</li>
<li>Moderada resistência a rasgamento;</li>
<li>Tempos de trabalho e de presa adequados;</li>
</ul>
<p><strong>Desvantagens</strong>:</p>
<ul>
<li>Não permite utilizar luvas de látex na manipulação!!</li>
<li>Maios dificuldade de remoção do molde da boca (menor flexibilidade);</li>
<li>Alto custo;</li>
<li>Enxofre da luva inibe a polimerização;</li>
</ul>
<p><strong>Silicona de condensação </strong></p>
<ul>
<li>Menor fidelidade de cópia quando comparada à silicona de adição.</li>
</ul>
<p><strong>Tipos: </strong></p>
<ul>
<li>Pesado: massa/pasta ou liquido</li>
<li>Regular: pasta/pasta ou liquido<strong>&nbsp;</strong></li>
</ul>
<p><strong>Indicações:</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
<ul>
<li>Moldagens unitárias;</li>
<li>Moldagens de quadrantes;</li>
<li>Moldagens totais.</li>
<li>Próteses parciais removíveis e totais;</li>
<li>Coroas; Inlays; Onlays; Overlays;</li>
</ul>
<p><strong>Vantagens</strong>:</p>
<ul>
<li>Silicona de condensação pode ser manipulado com ou sem o uso de luvas!</li>
<li>Alta resistência a deformação;</li>
<li>Boa reprodução de detalhes;</li>
<li>Tempo de trabalho e de presa adequados.</li>
</ul>
<p><strong>Desvantagens:</strong></p>
<ul>
<li>Aguardar 15 minutos para vazamento. Evitando distorções devido a formação do subproduto álcool etílico.</li>
<li>Permite uma única vazagem;</li>
<li>Vazamento imediato;</li>
<li>Estabilidade dimensional.</li>
</ul>
<p><strong>Técnicas de moldagem</strong></p>
<p><strong>Técnica de dois tempos ou impressão dupla: </strong><strong>&nbsp;</strong></p>
<ul>
<li>Afastamento gengival com 2 fios- mais fino e mais grosso</li>
<li>Moldagem com o material pesado (Dosagem e manipulação da massa densa (pasta densa) e da pasta catalisadora)</li>
<li>Alivio do molde – remover áreas retentivas</li>
<li>Remover o fio retrator mais grosso</li>
<li>Moldagem com o material leve (Dosagem e manipulação da pasta de baixa viscosidade e pasta catalisadora)</li>
</ul>
<p><strong>Técnica de um só tempo ou moldagem simultânea </strong></p>
<ul>
<li>Moldagem feita com os dois materiais ao mesmo tempo.</li>
</ul>
<p><strong>Desinfecção das siliconas</strong>:</p>
<ul>
<li>Imersão &#8211; solução de glutaraldeído a 2,0% por 10 min.</li>
<li>Imersão &#8211; em ácido peracético 0,2% por 10 min</li>
</ul>
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</body>

<p>Referências:<br>http://www.ident.com.br/DMG/artigo/26543-diferenca-entre-silicone-de-condensacao-e-silicones-de-adicao<br>http://www.ceompf.com.br/arq/201201181352291516579084.pdfhttp://www.odontoblogia.com.br/materiais-moldagem-silicona-adicao/<br>http://www.dgo.cbmerj.rj.gov.br/documentos/PEC-ASB%20-%20Materiais%20%20de%20Moldagem%20-%20Aula%202.pdf<br>Imagem em destaque: ident.com.br</p>
<h3>Autor:</h3>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/11358710_919781841377628_834763916_n.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-3946" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/11358710_919781841377628_834763916_n.jpg" alt="" width="153" height="181"></a></p>
<p style="text-align: right;">Fernanda Camila Graboski,&nbsp;Cirurgiã-Dentista graduada em Odontologia pela Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</p>


<p></p>
]]></content:encoded>
					
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