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	<title>Periodontia &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Periodontia &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Como Fazer Diagnóstico de Doença Periodontal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 14:04:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[anamnese]]></category>
		<category><![CDATA[doença periodontal]]></category>
		<category><![CDATA[periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[periodontics]]></category>
		<category><![CDATA[periodontite]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Pode parecer simples fazer um diagnóstico de doença periodontal, mas será que sabemos fazer de maneira precisa, a ponto de indicar um tratamento mais efetivo para o paciente? Para tirar essas dúvidas e melhorar o seu desempenho na periodontia, montamos esse post com um protocolo do que deve ser avaliado na hora de fazer um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pode parecer simples fazer um <strong>diagnóstico de doença periodontal</strong>, mas será que sabemos fazer de maneira precisa, a ponto de indicar um tratamento mais efetivo para o paciente?</p>
<p>Para tirar essas dúvidas e melhorar o seu desempenho na <strong>periodontia</strong>, montamos esse post com um protocolo do que deve ser avaliado na hora de fazer um diagnóstico de doença periodontal.</p>
<p>Anote, imprima ou salve esse conteúdo, vai ser importante para a sua vida acadêmica e clínica.</p>
<p><script>
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</script></p>
<hr />
<p><strong>Pontos importantes a serem observados na anamnese</strong></p>
<ul>
<li>Diabetes</li>
<li>Fumo</li>
<li>Estresse</li>
<li>Problemas hormonais</li>
<li>Doença periodontal prévia</li>
<li>Fator genético</li>
</ul>
<p><strong>Exame Clínico</strong></p>
<ul>
<li><strong>Observações clínicas: o que observar?</strong><br />
&#8211; Características normais e alteradas do periodonto;<br />
&#8211; Presença de freios e bridas;<br />
&#8211; Quantidade de gengiva inserida;<br />
&#8211; Presença de retração ou recessão gengival;<br />
&#8211; Presença de cálculo dental;</li>
<li><strong>Sondagem clínica (sempre com sonda periodontal):</strong><br />
&#8211; Sangramento à sondagem (índice de sangramento gengival* no final do post);<br />
&#8211; Profundidade de sondagem (medida que vai da margem gengival a porção mais apical soldável do sulco ou da bolsa);<br />
&#8211; Nível de inserção clínica (medida que vai da Junção Cemento-Esmalte &#8211; JCE &#8211; ao fundo do sulco gengival ou da bolsa periodontal);<br />
&#8211; Nível gengival (medida que vai da JCE até a margem gengival &#8211; importante avaliar a presença de recessão gengival ou falsa bolsa);<br />
&#8211; Lesões de furca (classificação das lesões logo abaixo).</li>
<li><strong>Presença dos fatores retentivos de placa: </strong><br />
&#8211; Restaurações e próteses mal adaptadas;<br />
&#8211; Cálculo dental;<br />
&#8211; Aparelho ortodôntico;<br />
&#8211; Cavidades cariosas;<br />
&#8211; Contenção dental;<br />
&#8211; Apinhamento dental;<br />
&#8211; Respirador bucal.</li>
<li><strong>Mobilidade dental:</strong><br />
&#8211; Grau 1: mobilidade dental no sentido horizontal de 1 a 2mm;<br />
&#8211; Grau 2: mobilidade dental no sentido horizontal &gt; 2mm;<br />
&#8211; Grau 3: mobilidade dental no sentido horizontal e vertical.</li>
<li><strong>Índices periodontais: </strong><br />
&#8211; Índice de Placa de O&#8217;Leary (número de faces coradas x100/número de dentes x4).</li>
</ul>
<p><strong>Exame Radiográfico</strong></p>
<ul>
<li>Levantamento periapical completo (quando houver necessidade).</li>
</ul>
<p><strong>Classificação das Lesões de Furca (Hamp<em> et al.</em> 1975)</strong></p>
<ul>
<li>Classe/Grau I: perda óssea no sentido horizontal &lt; que 3mm;</li>
<li>Classe/Grau II: perda óssea no sentido horizontal &gt;igual a 3mm mas não se estende de lado a lado;</li>
<li>Classe/Grau III: perda óssea no sentido horizontal que  se  estende de lado a lado.</li>
</ul>
<p><strong>Índice de Sangramento Gengival</strong></p>
<p>Escores: <em>0 ou 1</em><br />
Critérios:<em> Ausência de Sangramento ou Presença de Sangramento </em></p>
<hr />
<p>Durante a consulta para se fazer o diagnóstico, é importante avaliar o paciente como um todo: conversar, perguntar e ouvir. Só assim você conseguirá obter o máximo de informação relevante para o seu diagnóstico e tratamento.</p>
<p>Até mais!</p>
<p><em>Esse protocolo foi baseado no PROTOCOLO CLÍNICO DA UNIVERSIDADE POSITIVO, Curitiba/PR &#8211; Brasil. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caso Clínico: Correção de Sorriso Gengival Extenso</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/caso-clinico-correcao-de-sorriso-gengival-extenso/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/caso-clinico-correcao-de-sorriso-gengival-extenso/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 17:28:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casos Clínicos]]></category>
		<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
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					<description><![CDATA[Inauguramos uma nova categoria de posts aqui no Odonto Up. São os Odonto Up Cases, casos clínicos que serão mostrados com alta qualidade de imagem e sequência que vai acelerar e fomentar o seu conhecimento. Fizemos uma parceria com o Prof. Alexandre Teixeira, da Universidade Positivo, que foi quem executou os procedimentos. Prepare-se para ver [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Inauguramos uma nova categoria de posts aqui no Odonto Up. São os <em><strong>Odonto Up Cases</strong></em>, casos clínicos que serão mostrados com alta qualidade de imagem e sequência que vai acelerar e fomentar o seu conhecimento.</p>



<p>Fizemos uma parceria com o Prof. Alexandre Teixeira, da Universidade Positivo, que foi quem executou os procedimentos.</p>

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<p>Prepare-se para ver conteúdos incríveis!</p>


<hr class="wp-block-separator" />


<h3 class="wp-block-heading">CASO CLÍNICO</h3>



<p>Sorriso Gengival Extenso com excesso vertical de maxila, protrusão maxilar e compensação ortodôntica para palatina com crescimento ósseo excessivo vestibular, causando prega labial (maior queixa).</p>



<ul class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="758" height="1024" class="wp-image-8486" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0032-758x1024.jpg" alt="" data-id="8486" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8486" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0032-758x1024.jpg 758w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0032-222x300.jpg 222w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0032-768x1038.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0032-696x941.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0032-1068x1443.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0032-311x420.jpg 311w" sizes="(max-width: 758px) 100vw, 758px" /></figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img decoding="async" width="1024" height="852" class="wp-image-8488" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0140-1024x852.jpg" alt="" data-id="8488" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8488" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0140-1024x852.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0140-300x250.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0140-768x639.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0140-696x579.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0140-1068x888.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0140-505x420.jpg 505w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img decoding="async" width="1024" height="683" class="wp-image-8490" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0183-1024x683.jpg" alt="" data-id="8490" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8490" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0183-1024x683.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0183-300x200.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0183-768x512.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0183-696x464.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0183-1068x712.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0183-630x420.jpg 630w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</li>
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</li>
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</li>
<li class="blocks-gallery-item">
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</li>
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</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" class="wp-image-8495" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_8535-683x1024.jpg" alt="" data-id="8495" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8495" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_8535-683x1024.jpg 683w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_8535-200x300.jpg 200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_8535-768x1152.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_8535-696x1044.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_8535-1068x1602.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_8535-280x420.jpg 280w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>
</li>
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<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Apicectomia: Relato de Caso</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/apicectomia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2015 00:28:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[apicectomia]]></category>
		<category><![CDATA[caso]]></category>
		<category><![CDATA[clínico]]></category>
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					<description><![CDATA[A Apicectomia trata-se de um ato de ressecção apical, indicada em casos de perfurações de raízes no terço apical, fratura de instrumentos endodônticos, raízes dilaceradas, presença de ramificações com canais não obturados ou o insucesso do tratamento endodôntico onde permanece a presença de microorganismos nas áreas radiculares apicais mesmo após o processo de desinfecção e obturação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Apicectomia trata-se de um ato de ressecção apical, indicada em casos de perfurações de raízes no terço apical, fratura de instrumentos endodônticos, raízes dilaceradas, presença de ramificações com canais não obturados ou o insucesso do tratamento endodôntico onde permanece a presença de microorganismos nas áreas radiculares apicais mesmo após o processo de desinfecção e obturação do mesmo<strong>. </strong>Utilizando as técnicas de sondagem periodontal, exame radiográfico, fistulografia, transiluminação, teste de mobilidade, de vitalidade pulpar e em alguns casos com auxilio de um tomógrafo, o diagnóstico de fratura radicular tornasse mais claro, direcionando qual melhor terapêutica a ser indicada, neste caso, a apicectomia surge como uma alternativa para evitar uma exodontia.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5192" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/COLLECTIONS.png" alt="COLLECTIONS" width="563" height="74" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/COLLECTIONS.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/COLLECTIONS-300x39.png 300w" sizes="auto, (max-width: 563px) 100vw, 563px" /><br />
Paciente do sexo feminino de 40 anos, caucasiana, não fumante, sem hábitos nocivos, foi encaminhada ao consultório apresentando desconforto à compressão digital com sinais de extravasamento de pus pelo colo cervical do elemento 12.<br />
<figure id="attachment_5155" aria-describedby="caption-attachment-5155" style="width: 345px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5155" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-1.jpg" alt="FIGURA 1" width="345" height="246" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-1.jpg 1464w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-1-300x214.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-1-768x548.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-1-1024x730.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 345px) 100vw, 345px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5155" class="wp-caption-text">Visualização inicial</figcaption></figure><br />
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</script></p>
<p>A sondagem periodontal evidenciou <span style="color: #003366;"><strong>perda óssea</strong></span> na face vestibular (10 mm), a radiografia periapical revela radiolucidez não delimitada sugestiva de granuloma, formada por tecido inflamatório envolvendo o ápice radicular desvitalizado.<br />
<figure id="attachment_5156" aria-describedby="caption-attachment-5156" style="width: 345px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-2-2.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5156" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-2-2.jpg" alt="FIGURA 2 (2)" width="345" height="217" /></a><figcaption id="caption-attachment-5156" class="wp-caption-text">Sondagem periodontal inicial</figcaption></figure><br />
<figure id="attachment_5159" aria-describedby="caption-attachment-5159" style="width: 346px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-3.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5159" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-3.jpg" alt="FIGURA 3" width="346" height="183" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-3.jpg 1932w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-3-300x158.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-3-768x405.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-3-1024x541.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 346px) 100vw, 346px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5159" class="wp-caption-text">Comparativo da profundidade de bolsa</figcaption></figure><br />
<figure id="attachment_5152" aria-describedby="caption-attachment-5152" style="width: 347px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-4.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5152" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-4.jpg" alt="FIGURA 4" width="347" height="477" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-4.jpg 2328w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-4-218x300.jpg 218w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-4-768x1057.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-4-744x1024.jpg 744w" sizes="auto, (max-width: 347px) 100vw, 347px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5152" class="wp-caption-text">Radiografia periapical inicial</figcaption></figure><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0001-80115053-e1445640332777.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5169" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0001-80115053-e1445640332777.png" alt="0001-80115053" width="510" height="381" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0001-80115053-e1445640332777.png 800w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0001-80115053-e1445640332777-300x224.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0001-80115053-e1445640332777-768x574.png 768w" sizes="auto, (max-width: 510px) 100vw, 510px" /></a><br />
Na assepsia extraoral, foi utilizado CLOREXORAL a 2% da empresa Biodinâmica<span style="font-size: 12px;">,</span> evitando com isso reações alérgicas a produtos com base de iodo e garantindo uma correta área asséptica. Já para intraoral, foi utilizado digluconato de clorexidina a 0,12% como bochecho por 60 segundos.<br />
O procedimento cirúrgico foi realizado com anestésico local injetável CLORIDRATO de ARTICAÍNA + EPINEFRINA/ 72MG+18 UG CARPULE de modo infiltrativo e localizado.<br />
A incisão foi realizada com lâmina cirúrgica de curto diâmetro em uma angulação de biselamento de 45 graus, expondo somente a área a ser trabalhada (técnica retalho semilunar), preservando uma parte da gengiva inserida, garantindo boa irrigação sanguínea na área cirúrgica e preservando as papilas interdentais.<br />
<figure id="attachment_5172" aria-describedby="caption-attachment-5172" style="width: 347px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-8.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5172" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-8.jpg" alt="FIGURA 8" width="347" height="282" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-8.jpg 1464w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-8-300x243.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-8-768x623.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-8-1024x831.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 347px) 100vw, 347px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5172" class="wp-caption-text">Acesso semi-lunar na região do dente 12, preservando as papilas.</figcaption></figure><br />
A fratura resultou na dilaceração do delta apical, neste caso envolvendo possíveis canais laterais e ramificações apicais. <em>(93% a 98% segundo KIM et al. – 2001- Microsurgery in endodontics. W.B. Saunders Company; 172p).</em><br />
Seguindo as recomendações de <em>NEDDERMAN et al</em><em>;</em> e <em>CARR G.B</em>, foram selecionadas brocas de alta rotação tanto para melhora do acesso ósseo quanto para remodelação apical com irrigação contínua de soro fisiológico.<br />
O ápice radicular fraturado foi removido, toda a loja cirúrgica foi curetada e a raiz dentária debridada, com irrigação constante, removendo áreas que podem formar degraus e com isso, servindo de reservatórios de tecido pulpar necrótico e de bactérias, levando ao insucesso do procedimento.<br />
<figure id="attachment_5174" aria-describedby="caption-attachment-5174" style="width: 346px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-12.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5174" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-12.jpg" alt="FIGURA 12" width="346" height="268" /></a><figcaption id="caption-attachment-5174" class="wp-caption-text">Depois da curetagem da lesão, sondagem por dentro da parede óssea vestibular</figcaption></figure><br />
<figure id="attachment_5173" aria-describedby="caption-attachment-5173" style="width: 346px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5173" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14.jpg" alt="FIGURA 14" width="346" height="344" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14.jpg 1728w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14-150x150.jpg 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14-300x298.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14-768x763.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-14-1024x1017.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 346px) 100vw, 346px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5173" class="wp-caption-text">Região do ápice radicular fraturado já removida.</figcaption></figure><br />
O remanescente radicular foi remodelado a uma angulação de 90 graus, garantindo o aumento da área disponível para reinserção do ligamento periodontal <em>(MAILLET et al. 1996)</em> evitando uma maior exposição de túbulos dentinários e preservando um maior remanescente radicular.<br />
O alvéolo foi devidamente preenchido com ALVEOLEX (Biodinâmica), este material foi selecionado por ser um produto <span style="color: #003366;"><strong>biocompatível</strong>,</span> possuir leve ação antimicrobiana, auxiliar e estimular a <span style="color: #003366;"><strong>regeneração tecidual</strong></span>, garantindo a paciente um pós-cirúrgico <span style="color: #003366;"><strong>mais confortável</strong></span> e uma correta <span style="color: #003366;"><strong>recuperação</strong></span> da loja cirúrgica.<br />
<figure id="attachment_5175" aria-describedby="caption-attachment-5175" style="width: 350px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-18.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5175" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-18.jpg" alt="FIGURA 18" width="350" height="278" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-18.jpg 2388w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-18-300x238.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-18-768x610.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-18-1024x813.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5175" class="wp-caption-text">Após remodelação radicular, preenchimento do alvéolo com ALVEOLEX.</figcaption></figure><br />
<figure id="attachment_5176" aria-describedby="caption-attachment-5176" style="width: 350px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-20.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5176" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-20.jpg" alt="FIGURA 20" width="350" height="366" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-20.jpg 2364w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-20-287x300.jpg 287w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-20-768x803.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-20-979x1024.jpg 979w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5176" class="wp-caption-text">Com o alveolo devidamente preenchido, foi feita a remoção do excesso de material.</figcaption></figure><br />
A sutura realizada com fio seda trançada 4-0 com pontos simples mantendo uma mínima distância entre eles para que a mesma possa higienizar a área cirúrgica com uma gaze e gel de clorexidina.<br />
<figure id="attachment_5177" aria-describedby="caption-attachment-5177" style="width: 349px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-22.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5177" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-22.jpg" alt="FIGURA 22" width="349" height="286" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-22.jpg 2208w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-22-300x246.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-22-768x630.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-22-1024x840.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5177" class="wp-caption-text">Área suturada, com sutura próxima às papilas.</figcaption></figure><br />
A mesma foi submetida a controles radiográficos periódicos.<br />
<figure id="attachment_5179" aria-describedby="caption-attachment-5179" style="width: 350px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-24-4.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5179" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-24-4.jpg" alt="FIGURA 24-4" width="350" height="336" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-24-4.jpg 2136w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-24-4-300x288.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-24-4-768x738.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-24-4-1024x984.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5179" class="wp-caption-text">Radiografia periapical final.</figcaption></figure><br />
<figure id="attachment_5180" aria-describedby="caption-attachment-5180" style="width: 350px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-25.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5180" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-25.jpg" alt="FIGURA 25" width="350" height="334" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-25.jpg 1632w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-25-300x287.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-25-768x734.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/FIGURA-25-1024x979.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a><figcaption id="caption-attachment-5180" class="wp-caption-text">Imagem com contraste mostrando a ausência da lesão</figcaption></figure><br />
<span style="color: #003366;"><strong>Comparação da radiografia periapical inicial e final</strong></span><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/1-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5181 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/1-2-e1445643697188.png" alt="1-2" width="501" height="305" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/1-2-e1445643697188.png 921w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/1-2-e1445643697188-300x182.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/1-2-e1445643697188-768x467.png 768w" sizes="auto, (max-width: 501px) 100vw, 501px" /></a><br />
<span style="color: #003366;"><strong>Conclusão</strong></span><br />
Ao final da cirurgia, constatou-se que o uso da <strong><span style="color: #003366;">técnica de apicectomia,</span> </strong>quando corretamente indicada, se mostra uma alternativa bastante eficaz para garantir uma maior sobrevida a elementos dentais que apresentam lesões ou que sofreram dilacerações em seus deltas apicais, evitando possíveis exodontias, preservando estruturas ósseas e com isso, mantendo um maior equilíbrio bucal.</p>
<hr />
<p>&nbsp;<br />
<strong><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/RODRIGO.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5183" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/RODRIGO.jpg" alt="RODRIGO" width="86" height="129" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/RODRIGO.jpg 3072w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/RODRIGO-200x300.jpg 200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/RODRIGO-768x1152.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/RODRIGO-683x1024.jpg 683w" sizes="auto, (max-width: 86px) 100vw, 86px" /></a><span style="color: #003366;">Autor: </span></strong>Rodrigo Cirilo Deutsch<br />
Especialista em Periodontia (UEL/Pr)<br />
Professor Assistente e Monitor Clínico do curso de Especialização em Implantodontia do Instituto Ingá (UNINGÁ) sede Londrina;<br />
Membro da Associação Brasileira de Analgesia e Sedação Consciente em Odontologia &#8211; ABASCO<br />
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</body></p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>Denise Piotto LEONARDI,et al.Revista Sul-Brasileira de Odontologia 7/02/2006.</li>
<li>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de saúde. Coordenação Nacional de DST e AIDS:Controle de infecções. Manual de condutas no controle de infecções e a prática odontológica em tempos de AIDS., Brasília<strong>: </strong>Ministério da Saúde, 2000.</li>
<li>CAWSON, R. A.; CURSON, I.; The effectiveness of some antiseptics on the oral mucous membrane. British Dent. J., v. 106, p. 208-211, 1959.</li>
<li>DAVIES, G. E et al. Laboratory investigation of a new anti-bacterial agent of a hight potence. British J.pharmacol., v. 9, p. 192-196, 1954.</li>
<li>DENARDI, B. B. O uso da clorexidina na prática odontológica. Rev. da APCD, v. 48, n. 2, p.1279-85, mar./abr.1994.</li>
<li>COELHO, M.M.; LISBOA,S.M. Farmacoterapia – Tema de Interesse em Odontologia: Clorexidina: uso em Odontologia. LISBOA, S.M. Farmacoterapia – tema de interesse em Odontologia/ SHEILA Monterio Lisboa e MÁRCIO M. Coelho; coordenado GERALDO Ernesto Fischer. Belo Horizonte: Conselho Regional de Odontologia de Minas Gerais- CROMg gestão2003,2004 e 2005.</li>
<li>KIM S, Pércora G, Rubinsteins R, Dorscher-Kim J. Microsurgery in endodontics. W.B. Saunders Company; 2001. 172p.</li>
<li>NEDDERMAN T.A,Hartwell G.R, Portell F.R.A :Comparison of root surfaces following apical root resection wiht vários burs: scanning electron microscopic valuatin. Journal of Endodontics 1988;14:423-7.</li>
<li>CARR G.B:Surgical endodontics. In:Cohen S., Burns RC. Pathways of pul.6.ed.St. Louis: Mosby – Year Book; 1994.p.539-55.</li>
<li>Maillet W A, Torneck C D, Friedman S. Connective tissue response to root surfaces resected with Nd: YAG laser or burs. Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod 1996 Dec; 82(6):681-90.</li>
<li>KIM S, KRATCHMAN S. Modern endodontic surgery concepts and pratice : a review. J Endod 2006; 32(7):601-21.</li>
<li>ESTROPKO JJ, DOYON GE, GUTMANN JL. Root-end management: resection, cavity preparation, and material placement. Endod Topics 2005; 11:131-51.</li>
<li>FUSS Z, LUSTING J, TAMSE A. Prevalence of vertical root fracture in extracted Endodontically treated teeth. INT ENDOD J. 1999;32:283-6.</li>
<li>FURTADO F, GABRIELA, et al.Diagnostico de Fratura Radicular: Revisão de Literatura; Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde, 2010;12(2):61-68.</li>
<li>CARVALHO F G, MARIA,et al. Fratura Radicular Horizontal em Dois Incisivos Centrais Superiores Tratados com conteção; Relato de Caso; Revista de Endodontia Pesquisa e Ensino on line; Ano 2, número 4, Julho/Desembro,2006.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Gengivite</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/gengivite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 18:03:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>
		<category><![CDATA[Imunologia | Microbiologia & Genética]]></category>
		<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[gengiva]]></category>
		<category><![CDATA[gengivite]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[prostaglandinas]]></category>
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					<description><![CDATA[A gengiva quando não está no seu estado total de saúde, pode apresentar uma doença primária chamada de Gengivite, doença essa causada por microrganismos que fazem com que o tecido vivo tenha uma reação. Gengivite Resposta forte a uma agressão microbiana (Biofilme); Reação do tecido vivo vascularizado a uma agressão bucal; Gengiva saudável Consistência Firme; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gengiva quando não está no seu estado total de saúde, pode apresentar uma doença primária chamada de <strong>Gengivite</strong>, doença essa causada por microrganismos que fazem com que o tecido vivo tenha uma reação.</p>
<p><strong>Gengivite</strong></p>
<ul>
<li>Resposta forte a uma agressão microbiana (Biofilme);</li>
<li>Reação do tecido vivo vascularizado a uma agressão bucal;</li>
</ul>
<p><strong>Gengiva saudável</strong></p>
<ul>
<li>Consistência Firme;</li>
<li>Contorno festonado e aderente do dente;</li>
<li>Papila interdental firme – sem sangramento;</li>
<li>Coloração rósea (Casca de laranja).</li>
</ul>
<p><strong>Gengiva doente</strong></p>
<ul>
<li>Flácida;</li>
<li>Limites indefinidos;</li>
<li>Edema e sangramento.</li>
</ul>
<p>* Inflamação é uma reação do tecido vascularizado<br />
<strong>&gt;</strong> Químico, físico e biológico.<br />
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<p><strong>Aspectos microscópicos de uma gengiva inflamada</strong></p>
<p><strong>1- Alteração microcirculação (vasos)</strong></p>
<ul>
<li>Dilatação arteríolos = sangramento;</li>
<li>­ permeabilidade de vasos = calor;</li>
<li>Extravasamento de fluidos = edema;</li>
<li>Migração de células do sistema Imune.</li>
</ul>
<p><strong>2- Liberação de mediadores da inflamação</strong></p>
<ul>
<li>Histaminas (­ dilatação de vasos);</li>
<li>Cininas (­ permeabilidade vasos);</li>
<li>Prostaglandinas (dor e inflamação);</li>
<li>Migração de mais células de defesa.</li>
</ul>
<p><strong>3 – Sinais contínuos da inflamação</strong></p>
<ul>
<li>Calor;</li>
<li>Rubor;</li>
<li>Edema;</li>
<li>Dor;</li>
<li>Perda da função.</li>
</ul>
<p><strong>Inflamação aguda</strong><br />
&gt; Menor duração;<br />
&gt; Exsudação de PTN plasmático;<br />
&gt; Neutrófilos.</p>
<p>Resumo baseado na aula do Prof. João Armando Brancher<br />
Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Enxertos Gengivais Livres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2013 13:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Enxerto]]></category>
		<category><![CDATA[gengival]]></category>
		<category><![CDATA[livre]]></category>
		<category><![CDATA[periodontia]]></category>
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					<description><![CDATA[São usados para criar uma zona mais larga de gengiva inserida/queratinizada. A principal função do periodonto é inserir o dente no tecido ósseo dos maxilares e manter a integridade da superfície da mucosa mastigatória da cavidade oral. O periodonto é formado pelos seguintes tecidos: a gengiva, o ligamento periodontal, o cemento radicular e o osso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São usados para criar uma zona mais larga de gengiva inserida/queratinizada.</p>
<p>A principal função do <strong>periodonto</strong> é inserir o dente no tecido ósseo dos maxilares e manter a integridade da superfície da mucosa mastigatória da cavidade oral. O periodonto é formado pelos seguintes tecidos: a gengiva, o ligamento periodontal, o cemento radicular e o osso alveolar (Lindhe, 1997).</p>
<p>Segundo Gartrell e Mathews 1976, a recessão gengival é definida como a condição em que a margem gengival está localizada apicalmente à junção cemento-esmalte e a superfície radicular está exposta ao meio bucal. O processo de migração apical da margem gengival sobre a face radicular expõe o cemento à cavidade oral que perde a inserção de fibras gengivais sobre ele e é rapidamente eliminado da superfície radicular.</p>
<p>Essa exposição ao meio bucal, além do comprometimento estético, pode resultar em abrasões, cáries e hipersensibilidade da superfície radicular.</p>
<p>Sendo assim, a recessão do tecido marginal caracteriza uma perda de inserção do periodonto, pois todos os seus tecidos e não somente a gengiva se desloca na direção apical, podendo assim ter sua função comprometida.<br />
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<p>Existem vários fatores que podem desencadear o processo de recessão, entre eles, a escovação traumática, deiscências do osso alveolar, doença periodontal, mau posicionamento dental e fatores iatrogênicos.</p>
<p><strong>Etiologia</strong></p>
<p>De acordo com Lindhe 1997, a recessão tecidual marginal é uma característica comum em populações com altos padrões de higiene oral, bem como em populações com higiene oral precária. O trauma ao tecido provocado pela escovação vigorosa é considerado um fator causal dominante para o desenvolvimento das retrações, particularmente em indivíduos jovens.</p>
<p>Retrações resultantes de técnicas de escovação inadequadas são frequentemente encontradas em áreas com gengiva clinicamente sadia e onde a raiz exposta tem um defeito em forma de cunha, com a superfície limpa, lisa e polida.</p>
<p>Quando está associada a outros fatores etiológicos como, ausência de gengiva inserida ou uma fina camada da mesma, bem como a posição dos dentes, o problema torna-se ainda mais grave. Nesse caso os tecidos são submetidos a uma maior pressão, ficando ainda mais propensos à recessão (Ottoni e Magalhães, 2006). O tratamento ortodôntico também tem sido relatado como fatores que podem desencadear a recessão do tecido marginal.</p>
<p>As deiscências do osso alveolar podem estar associadas com proeminências, mau posicionamento ou rotação dos dentes. Deiscência óssea é a ausência de cobertura óssea no terço coronário das superfícies radiculares. De acordo com Lindhe (1997), a presença de uma deiscência do osso alveolar é considerada um pré-requisito para o desenvolvimento da retração do tecido marginal;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Classificação de Miller</strong></p>
<p>Miller, em 1985 descreveu uma classificação dos defeitos de retração, levando em consideração o recobrimento radicular esperado que seja possível obter sendo:</p>
<p><strong>Classe I: </strong>Retração do tecido gengival que não se estende até a junção muco gengival. Não há perda óssea nem de tecido mole interdentais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2694" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/10/classe-1.png" alt="classe 1" width="272" height="172" /></p>
<p><strong>Classe II:</strong> Retração do tecido marginal que se estende até ou além da junção muco gengival. Não há perda óssea nem de tecido mole interdentais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2695" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Classe-II.png" alt="Classe II" width="271" height="185" /></p>
<p><strong>Classe III: </strong>Retração de tecido mole que se estende até ou além da junção muco gengival. A perda óssea ou de tecido mole interdentais é apical em relação à junção cemento esmalte, porém coronária à extensão apical da retração do tecido marginal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2696" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Classe-III.png" alt="Classe III" width="273" height="208" /></p>
<p><strong>Classe IV:</strong> Retração do tecido marginal que se estende além da junção muco gengival. A perda óssea interdental estende-se até um nível apical em relação à extensão da retração do tecido marginal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2697" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Classe-IV.png" alt="Classe IV" width="271" height="180" /></p>
<p>Enquanto o completo recobrimento radicular pode ser alcançado nos defeitos Classe I e II, apenas o recobrimento parcial pode ser esperado nos defeitos Classe III. Os defeitos Classe IV não são passíveis de recobrimento.</p>
<p><strong>Recobrimento</strong><br />
Raspagem e alisamento radicular, orientações de higiene oral e identificação dos possíveis fatores etiológicos da recessão, são pré-requisitos importantes a serem avaliados antes da fase cirúrgica.</p>
<p>As principais indicações para os procedimentos muco gengivais de proteção radicular são necessidades estéticas/ cosméticas, hipersensibilidade da raiz, tratamento de lesões cariosas rasas na raiz e abrasões cervicais. A alteração da topografia do tecido marginal, a fim de facilitar o controle de placa, também se constitui numa indicação comum para os procedimentos de proteção radicular (Lindhe, 1997).</p>
<p><strong>Palato (área doadora):</strong></p>
<p>A mucosa palatina constitui a principal fonte dadora de tecido conjuntivo e epitélio, pelo fato de ser revestida por uma camada de queratina. A área de remoção do enxerto localiza-se entre a última rugosidade palatina e a área do canal palatino posterior (do primeiro pré-molar ao segundo molar). Sob o tecido epitelial encontra-se um tecido conjuntivo bastante fibroso e denso, sendo considerado um tecido doador de melhor qualidade. Mais profundamente encontra-se tecido adiposo (ao nível dos pré-molares e dos caninos). Antes de ser removido o enxerto, alguns elementos anatómicos devem ser rigorosamente avaliados:</p>
<p><strong>1º. Elementos:</strong></p>
<ul>
<li>localização e trajetos das artérias palatinas;</li>
<li>localização e trajetos dos nervos palatinos.</li>
</ul>
<p><strong>2º. Espessura e qualidade do tecido doador.</strong><br />
É possível verificar a espessura disponível com uma medição, sob anestesia, por meio da sonda periodontal.</p>
<p><em>Este tipo de <strong>enxerto</strong>, normalmente é descrito com algumas desvantagens, como:</em></p>
<ul>
<li>No sítio doador, a cicatrização ocorre por segunda intenção, podendo proporcionar um pós-operatório doloroso;</li>
<li>Após a cicatrização dos tecidos, o aspecto da mucosa apresenta características clínicas semelhantes às da mucosa do palato (área dadora) e não igual ao das áreas adjacentes ao enxerto.</li>
</ul>
<p><em>O retalho reposicionado coronariamente apresenta como:</em></p>
<p><strong>Indicações</strong></p>
<ul>
<li>Melhora das condições estéticas;</li>
<li>Recomposição da gengiva inserida;</li>
<li>Redução da sensibilidade radicular</li>
<li>Retrações isoladas ou múltiplas rasas.</li>
</ul>
<p><strong>Contra indicações</strong></p>
<ul>
<li>Vestíbulo raso;</li>
<li>Pouca gengiva inserida;</li>
<li>Retrações muito largas, com proeminência radicular.</li>
</ul>
<p>Referência:<br />
CARRANZA. Periodontia Clínica Ed. Saunders Elsevier.Tradução da 11ª edição.<br />
LINDHE. Jan Tratado de Periodontia Clínica e Implantologia Oral. Ed. Guanabara Koogan 5ª Edição 2010</p>
<p>http://ns.abopr.org.br/imagens/biblioteca/1267126122.pdf<br />
http://www.manuelneves.com/artigos/2011/CA05.pdf<br />
Autor:  Indi O` Hara Patricia Socoloski, Acadêmica do 2º ano Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</p>
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		<item>
		<title>Frenectomia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/frenectomia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2013 05:04:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[bridas]]></category>
		<category><![CDATA[freio]]></category>
		<category><![CDATA[frenectomia]]></category>
		<category><![CDATA[labial]]></category>
		<category><![CDATA[lingual]]></category>
		<category><![CDATA[periodontia]]></category>
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					<description><![CDATA[Mucosa alveolar em forma de lâmina de faca, inseridas de um lado à superfície interna do lábio e do outro à gengiva da linha mediana dos maxilares entre os incisivos centrais. Como qualquer estrutura anatômica, o frênulo labial está sujeito a certas variações em sua forma, tamanho e posição. Sua função seria delimitar movimentos labiais, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mucosa alveolar em forma de lâmina de faca, inseridas de um lado à superfície interna do lábio e do outro à gengiva da linha mediana dos maxilares entre os incisivos centrais. Como qualquer estrutura anatômica, o frênulo labial está sujeito a certas variações em sua forma, tamanho e posição. Sua função seria delimitar movimentos labiais, promovendo estabilização na linha média do lábio, impedindo a excessiva exposição da mucosa gengival.</p>
<p align="right">Monti, 1942</p>
<p align="right">
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: left;" align="center"><b>Indicações:</b></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><b>&nbsp;</b></p>
</td>
<td valign="top" width="288">
<p style="text-align: left;" align="center"><b>Localização:</b></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><b>&nbsp;</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<ul>
<li>Ortodôntica</li>
<li>Protética</li>
<li>Periodontais</li>
<li>Fonéticas</li>
<li>Estética desfavorável</li>
</ul>
</td>
<td valign="top" width="288">
<ul>
<li>Labial</li>
<li>Bridas</li>
<li>Lingual</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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<p><strong>Tipos de freios Labiais</strong></p>
<p><strong>Tipo 1:</strong> Alargado, porém apresenta seus bordos direito e esquerdo paralelos;</p>
<ul>
<li><i>Anomalia:</i> diastema entre os ICS, que se caracteriza por seus dentes apresentarem paralelismo em seus longos eixos.</li>
</ul>
<p><strong>Tipo 2:</strong> Freio em forma de triângulo, cuja base coincide com o sulco gengival;</p>
<ul>
<li><i>Anomalia:</i> origina um diastema, cuja característica reside que os eixos dos ICS são convergentes, estando suas coroas mais próximas que seus ápices.</li>
</ul>
<p><strong>Tipo 3:</strong> Freio em forma triangular de base inferior;<br />
<i>Anomalia:</i> origina um diastema onde os seus longos eixos são convergentes em sentido apical, sendo que, suas coroas estão amplamente separadas e seus ápices se aproximam.<br />
<b></b></p>
<p style="text-align: left;"><b>Classificação de Placek, 1974:</b><br />
I.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inserção mucosa: limite muco-gengival<br />
II.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inserção gengival: gengiva inserida<br />
III.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inserção papilar: recessão gengivão<br />
IV.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Interdentária: diastema<br />
<strong>I</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Indicações do tratamento a ser realizado no freio labial:</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Conservadora:</strong> não se intervém cirurgicamente em um freio com pequeno volume</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Cirúrgica:</strong></p>
<ul>
<li>Freio labial superior com profunda extensão para lingual.</li>
<li>Freio capaz de produzir repuxamento, do lábio superior provocando sequela estética.</li>
<li>Freios que provocam outras interferências funcionais, inclusive na fonação.</li>
<li>Quando o freio interfere na estabilidade e na retenção de aparelhos protéticos totais</li>
<li>Isquemia da papila livre e intermediária</li>
</ul>
<p><b>Finalidades ortodônticas:</b> acreditam que o momento para realizar a frenectomia é após o irrompimento dos incisivos laterais permanentes, onde através das forças naturais tivessem tido tempo para tentar o fechamento do espaço existente.<br />
<b></b></p>
<p><b>Finalidades protéticas:</b> problemas na adaptação de próteses totais<br />
<b></b></p>
<p><b>Finalidades periodontais:</b> dificuldade na escovação dental correta, facilitando o acumulo de restos alimentares na área cervical dos dentes. Além da tensão direta, exercida sobre a gengiva marginal, durante a movimentação do lábio e da língua deslocando a mucosa gengival do periodonto de sustentação.</p>
<p>Conteúdo baseado na aula do Profº Felipe Rychuv</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento Cirúrgico X Tratamento Não-Cirúrgico da Doença Periodontal</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/tratamento-nao-cirurgico-x-tratamento-cirurgico/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/tratamento-nao-cirurgico-x-tratamento-cirurgico/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2013 03:49:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[cirúrgico]]></category>
		<category><![CDATA[não cirurgico]]></category>
		<category><![CDATA[retalho]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[windman]]></category>
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					<description><![CDATA[Não Cirúrgico: Raspagem e alisamento radicular supra e subgengival associado ou não a odontoplastia. Cirúrgico: Cirurgias a retalho para debridamento dos defeitos ósseos periodontais e área de furca, associados ou não a procedimentos ressectivos (osteotomia, osteoplastia, odontoplastia) e regenerativos. CATTABRIGA et al., 2000 Tratamento não cirúrgico da doença periodontal Objetivo: Prevenir, deter e controlar ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Não Cirúrgico:</strong> Raspagem e alisamento radicular supra e subgengival associado ou não a odontoplastia.<br />
<strong>Cirúrgico:</strong> Cirurgias a retalho para debridamento dos defeitos ósseos periodontais e área de furca, associados ou não a procedimentos ressectivos (osteotomia, osteoplastia, odontoplastia) e regenerativos.</p>
<p align="right">CATTABRIGA et al., 2000</p>
<p align="center"><b>Tratamento não cirúrgico da doença periodontal</b></p>
<p><strong>Objetivo:</strong> Prevenir, deter e controlar ou eliminar a doença periodontal.<br />
<b></b></p>
<p><b>Terapia Periodontal Básica:</b></p>
<ul>
<li><b><span style="text-decoration: underline;">Orientação de higiene oral (H.O) </span></b></li>
</ul>
<p>Qual a principal de técnica de escovação indicada para auxiliar no tratamento da doença periodontal? <i>Técnica de Bass Modificada Intrasulcular </i></p>
<ul>
<li><b><span style="text-decoration: underline;">Motivação do paciente </span></b></li>
</ul>
<p>Motivar o paciente a ter uma escovação e higiene adequados, explicando os riscos que a doença pode causar</p>
<ul>
<li><b><span style="text-decoration: underline;">Raspagem supra e subgengival </span></b></li>
</ul>
<p>A raspagem é o procedimento que tem como finalidade remover placa e cálculos da superfície dentária.</p>
<ul>
<li><b><span style="text-decoration: underline;">Alisamento Radicular e Polimento dental </span></b></li>
</ul>
<p>O alisamento radicular consiste em remover o cemento amolecido afim de tornar a superfície dura e lisa.</p>
<ul>
<li><b><span style="text-decoration: underline;">Uso de antimicrobianos </span></b></li>
</ul>
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</script></p>
<p>Controle dos microrganismos</p>
<ul>
<li><b><span style="text-decoration: underline;">Remoção dos fatores retentivos de placa </span></b></li>
</ul>
<p>Restaurações mal adaptadas e com excessos, próteses, piercing entre outros.</p>
<ul>
<li><b><span style="text-decoration: underline;">Remoção de raízes residuais</span></b></li>
</ul>
<p>Remoção das raízes que não são mais passíveis de tratamento, cuja indicação é a remoção.<br />
<b></b></p>
<p><b>Limitações no Tratamento Não Cirúrgico:</b></p>
<ul>
<li>Habilidade do operador</li>
<li>Instrumento</li>
<li>Complexidade anatômica dos sítios doentes</li>
<li>Áreas interproximais</li>
<li>Dentes multirradiculares</li>
<li>Lesões de furca</li>
<li>Bolsas Profundas</li>
</ul>
<p><b>Principais respostas esperadas: </b></p>
<ul>
<li>Ausência de sangramento à sondagem</li>
<li>Redução da profundidade de sondagem</li>
<li>Ganho de inserção clínica</li>
<li>Redução da mobilidade dental</li>
<li>Bom controle de placa do paciente</li>
<li>Aspectos de normalidade tecidual</li>
</ul>
<p><em>Resultado positivo:</em> Terapia de manutenção e suporte do tratamento<br />
<em>Resultado negativo:</em> Avaliar porque deu negativo e reintervenção (a profundidade de o sangramento à sondagem são os parâmetros clínicos usados para indicar a necessidade de reintervenção).</p>
<ul>
<li>Higiene oral deficiente</li>
<li>Terapia Periodontal Básica insuficiente</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Tratamento Cirúrgico</b></p>
<ul>
<li>Áreas previamente tratadas com persistentes sinais clínicos de inflamação &#8211; Redução de profundidade de bolsa</li>
<li>Presença de bolsas profundas (≥ 7 mm)</li>
<li>Acesso inadequado para raspagem e alisamento radicular – LESÕES DE FURCA</li>
<li>Dificuldade de acesso para controle de placa</li>
<li>Correção de defeitos estéticos gengivais</li>
</ul>
<p><b>Objetivos:</b></p>
<ul>
<li>Acesso para raspagem</li>
<li>Facilitar a higiene</li>
<li>Estética</li>
<li>Eliminação de bolsa</li>
<li>Restaurar o periodonto</li>
<li>Melhorar o prognóstico</li>
</ul>
<p><b>Vantagens:</b></p>
<ul>
<li>Melhor visualização das superfícies radiculares;</li>
<li>Raspagem e alisamento mais efetivos;</li>
<li>Melhor regeneração dos tecidos perdidos;</li>
<li>Permite melhor acesso para higiene bucal.</li>
</ul>
<p><b>Como realizar o tratamento cirúrgico da doença periodontal?</b><br />
Através do procedimento ressectivo de  raspagem em campo aberto → retalho de <b>Widman modificado</b></p>
<ol>
<li>Incisão inicial é feita 0,5 a 1 mm da margem gengival e paralela ao longo eixo longitudinal do dente.</li>
<li>Afastamento cuidadoso do retalho. Incisão intrasulcular até a crista do osso alveolar para separar o colar tecidual da superfície radicular.</li>
<li>A terceira incisão é feita perpendicularmente à superfície radicular e o mais próximo possível da crista óssea, separando, o colar de tecido do osso alveolar.</li>
<li>Após a curetagem adequada dos defeitos ósseos angulares, os retalhos são cuidadosamente ajustados para proteger o osso alveolar e suturados.</li>
</ol>
<p><b>Vantagens de Widman Modificado: </b></p>
<ul>
<li>Acesso (osso, bolsas e raiz)</li>
<li>Adaptação íntima dos tecidos moles à superfície radicular;</li>
<li>Os tecidos periodontais são expostos a um mínimo de trauma</li>
<li>Menor exposição das superfícies radiculares</li>
</ul>
<p><b>Desvantagem:</b></p>
<ul>
<li>Maior comprometimento estético</li>
</ul>
<p>Conteúdo baseado na aula da Profª Tatiana Deliberador</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Fase Cirúrgica do Tratamento Periodontal</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/fase-cirurgica-do-tratamento-periodontal-cirurgias-ressectivas/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/fase-cirurgica-do-tratamento-periodontal-cirurgias-ressectivas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2013 02:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[cirúrgico]]></category>
		<category><![CDATA[periodontal]]></category>
		<category><![CDATA[ressectiva]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;A meta fundamental do bom cirurgião deve ser uma técnica atraumática, o cuidadoso controle da hemorragia, a delicadeza e cuidados no manejo dos tecidos e um absoluto respeito para com a assepsia cirúrgica&#8221; (Theodore Lesney). Indicações Dificuldade de acesso para raspagem Dificuldade de acesso para higiene Redução de profundidade de bolsa Correção de hiperplasias ou hipertrofias Facilitar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A meta fundamental do bom cirurgião deve ser uma técnica atraumática,<br />
o cuidadoso controle da hemorragia, a delicadeza e cuidados no manejo<br />
dos tecidos e um absoluto respeito para com a assepsia cirúrgica&#8221; (Theodore Lesney).</p>
<p style="text-align: left;" align="right"><b>Indicações</b></p>
<ul>
<li>Dificuldade de acesso para raspagem</li>
<li>Dificuldade de acesso para higiene</li>
<li>Redução de profundidade de bolsa</li>
<li>Correção de hiperplasias ou hipertrofias</li>
<li>Facilitar a terapia restauradora</li>
</ul>
<p><b>Contra-Indicações</b></p>
<ul>
<li>Pacientes com idade avançada, onde o tratamento básico pode manter os dentes por um longo período de tempo</li>
<li>Casos em que a execução dos procedimentos básicos removem e controlam a lesão</li>
<li>Presença de doenças sistêmicas</li>
<li>A motivação do paciente é claramente inadequada</li>
<li>Na presença de infecção aguda</li>
<li>Consequências do pós operatório desagradáveis</li>
<li>Prognóstico desfavorável</li>
</ul>
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</script></p>
<p><b>Objetivos</b></p>
<ul>
<li>Criar acesso para RAP</li>
<li>Estabelecer morfologia gengival que facilite a higiene do paciente</li>
<li> Promover a regeneração da inserção epitelial perdida pela doença</li>
<li>(eliminar bolsas periodontais</li>
<li>Tratamento de furcas</li>
<li>Tratamentos estéticos</li>
<li>Eliminar inflamação</li>
</ul>
<p><b>Reavaliação</b></p>
<ul>
<li>Bolsas remanescentes &lt; 7 mm: realizar nova raspagem</li>
<li>Bolsas remanescentes ≥ 7 mm: realizar nova raspagem e/ou Cirurgia Periodontal</li>
</ul>
<p><b>Procedimentos Cirúrgicos</b></p>
<ul>
<li>Cirurgias ressectivas</li>
<li>Cirurgias mucogengivais</li>
<li>Cirurgias regenerativas</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-2638 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/cirurgia-ressectiva.png" alt="cirurgia ressectiva" width="527" height="264" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/cirurgia-ressectiva.png 744w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/cirurgia-ressectiva-300x150.png 300w" sizes="auto, (max-width: 527px) 100vw, 527px" /></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><b>PROCEDIMENTOS RESSECTIVOS</b></p>
<p>Ressecção: Remoção de uma parte de estruturas  como osso, gengiva ou raiz dental (Glossário Sobrape, 2005).<br />
<b></b></p>
<p><b>Cirurgias Ressectivas</b></p>
<ul>
<li>Gengivectomia</li>
<li>Retalhos</li>
<li>Ressecção radicular</li>
</ul>
<p><b>Objetivos das Cirurgias Ressectivas</b></p>
<ul>
<li>Eliminação ou redução de bolsa periodontal</li>
<li>Melhora do contorno gengival em relação ao osso alveolar</li>
<li>Manutenção da saúde periodontal</li>
</ul>
<p><b>Requisitos Para Procedimentos Ressectivos</b></p>
<ol>
<li>Acesso e visibilidade à raiz radicular</li>
<li>Acesso ao osso alveolar</li>
<li>Manutenção de gengiva inserida</li>
<li>Cicatrização rápida</li>
<li>Evitar ou minimizar a perda da crista óssea alveolar</li>
<li>Manter ou prover inserção clínica a longo prazo</li>
<li>Reduzir bolsa periodontal a longo prazo</li>
<li>Versatilidade de adaptação caso a estética seja comprometida</li>
</ol>
<p align="center">
<p align="center"><b>Gengivectomia</b></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2639 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/gengivectomia.png" alt="gengivectomia" width="442" height="278" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/gengivectomia.png 442w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/gengivectomia-300x189.png 300w" sizes="auto, (max-width: 442px) 100vw, 442px" /></p>
<p><b>Indicações</b></p>
<ul>
<li>Eliminar bolsas supra-ósseas</li>
<li>Melhorar a arquitetura gengival</li>
<li>Tratamento de hiperplasia gengival</li>
</ul>
<p><b>Contra-indicações</b></p>
<ul>
<li>Necessidade de acesso ao osso</li>
<li>Tratamento de defeitos ósseos verticais</li>
<li>Pouca quantidade de gengiva inserida</li>
<li>Bolsa periodontal além da linha mucogengiva</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Retalhos Periodontais</b></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="262">
<p align="center">Retalho Posicionado Apical</p>
<p align="center">Retalho Reposto ou Reposicionado</p>
</td>
<td valign="top" width="38">
<p align="center">→</p>
<p align="center">→</p>
</td>
<td valign="top" width="276">
<p align="center">Total ou Mucoperiosteal</p>
<p align="center">Parcial ou Dividido</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Objetivos</b></p>
<ul>
<li>Ganhar acesso ao osso e superfície da raiz</li>
<li>Reduzir profundidade clínica de sondagem</li>
<li>Preservar faixa adequada de gengiva inserida</li>
<li>Propiciar reparação por primeira intenção</li>
</ul>
<p>Propiciar arquitetura gengival favorável</p>
<p><figure id="attachment_2640" aria-describedby="caption-attachment-2640" style="width: 367px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-2640 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/retalho-total.png" alt="Retalho total ou mucoperiosteal " width="367" height="242" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/retalho-total.png 408w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/retalho-total-300x198.png 300w" sizes="auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px" /><figcaption id="caption-attachment-2640" class="wp-caption-text">Retalho total ou mucoperiosteal</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_2644" aria-describedby="caption-attachment-2644" style="width: 277px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-2644 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/retalho-parcial.png" alt="retalho parcial" width="277" height="274" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/retalho-parcial.png 346w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/09/retalho-parcial-300x297.png 300w" sizes="auto, (max-width: 277px) 100vw, 277px" /><figcaption id="caption-attachment-2644" class="wp-caption-text">retalho parcial</figcaption></figure></p>
<p align="center">
<p align="center"><b>Ressecção Radicular</b></p>
<p>É a remoção cirúrgica de parte ou toda raiz antes ou após tratamento endodôntico (AAP,1989).</p>
<ul>
<li><b>Amputação Radicular:</b> remoção de uma raiz em um dente multirradiculado</li>
<li><b>Hemissecção:</b> Separação cirúrgica de uma raiz, juntamente com a coroa, em um dente multirradiculado.</li>
<li><b>Separação Radicular:</b> Separação de um molar inferior com a retenção dos dois fragmentos</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Medicina Periodontal</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/medicina-periodontal/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/medicina-periodontal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2013 01:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[estomatite]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[periodontal]]></category>
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					<description><![CDATA[Mecanismo de Disseminação da Inflamação Toxinas Microbianas: Induzem Endotoxinas (LPS) de bactérias G-  e exotoxinas de bactérias G- e G+. Translocação das Bactérias Reação Imune do Hospedeiro Doença periodontal → Infecção Sistêmicas Endocardite Bacteriana Capnocytiphaga Lactobacillus S. aureus Microrganismos HACEK Haemophilus spp; A.a; Cardiobacterium hominis; Eikenella; Kingella Diabetes e Doença Periodontal ↓Insulina ↑ Glicose sanguínea [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mecanismo de Disseminação da Inflamação</strong></p>
<ul>
<li>Toxinas Microbianas: Induzem Endotoxinas (LPS) de bactérias G-  e exotoxinas de bactérias G- e G+.</li>
<li>Translocação das Bactérias</li>
<li>Reação Imune do Hospedeiro</li>
</ul>
<p>Doença periodontal → Infecção Sistêmicas</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Endocardite Bacteriana</strong></p>
<p style="text-align: left;"><em>Capnocytiphaga Lactobacillus S. aureus</em></p>
<p><strong><em>Microrganismos HACEK</em></strong></p>
<ul>
<li>Haemophilus spp;</li>
<li>A.a;</li>
<li>Cardiobacterium hominis;</li>
<li>Eikenella;</li>
<li>Kingella</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><b>Diabetes e Doença Periodontal</b></p>
<p>↓Insulina ↑ Glicose sanguínea – Excreção de açúcar ↓ Fluxo salivar<br />
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</script></p>
<p><strong>TIPO 1:</strong></p>
<ul>
<li>Destruição autoimune</li>
<li>Deficiência de insulina</li>
<li>Predisposição à infecções</li>
</ul>
<p><strong>TIPO 2:</strong></p>
<ul>
<li>Resistência à insulina</li>
<li>Idade adulta</li>
</ul>
<p><i>Na Diabetes tipo 2, </i>a periodontite severa foi associada com piora significativa do controle glicêmico com o tempo.<i></i><br />
<i>Nos diabéticos com periodontite</i>, a terapia periodontal pode ter efeitos benéficos no controle glicêmico.</p>
<p align="center"><b>Estomatite Ulcerosa Recorrente</b></p>
<p>Helicobacter Pylori → Biofilme dental → Gengivite e Periodontites</p>
<p align="center"><b>Doença Periodontal e a Gravidez</b></p>
<p>Infecção Bacteriana → Bactérias e produtos do âmnio → Resposta Inflamatória com produção de Citocinas do âmnio → Produção de prostaglandina amniótica aumentada → t<i>rabalho de parto pré-termo.</i></p>
<p><em>Conteúdo baseado na aula da Profº Carmen Storrer </em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/medicina-periodontal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Etiologia das Doenças Periodontais</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/etiologia-das-doencas-periodontais/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/etiologia-das-doencas-periodontais/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2013 04:09:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[etiologia]]></category>
		<category><![CDATA[gengivite]]></category>
		<category><![CDATA[Loe]]></category>
		<category><![CDATA[Periodontais]]></category>
		<category><![CDATA[periodontite]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=2533</guid>

					<description><![CDATA[A placa dental como um depósito microbiano de ocorrência natural representa um biofilme verdadeiro, que consiste em bactérias em uma matriz composta principalmente de polímeros extra-celulares de origem bacteriana e produtos do exsudato do sulco gengival e/ou saliva. Fases da Formação do Biofilme Dental: Formação da película adquirida Colonização das superfícies dentárias por bactérias Colonização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A placa dental como um depósito microbiano de ocorrência natural representa um biofilme verdadeiro, que consiste em bactérias em uma matriz composta principalmente de polímeros extra-celulares de origem bacteriana e produtos do exsudato do sulco gengival e/ou saliva.</p>
<p><strong>Fases da Formação do Biofilme Dental:</strong></p>
<ul>
<li>Formação da película adquirida</li>
<li>Colonização das superfícies dentárias por bactérias</li>
<li>Colonização secundária e maturação da placa</li>
</ul>
<p>1. <strong>Formação da Película Adquirida </strong></p>
<ul>
<li>Película de glicoproteínas salivares</li>
<li>Forças eletrostráticas, Van der Waals e hidrofóbicas</li>
<li>Função de barreira protetora</li>
<li>Substrato para microrganismos</li>
</ul>
<p>2. <b>Colonização das superfícies dentárias por bactérias</b></p>
<ul>
<li>Inicialmente mo. Facultativos gram-positivos</li>
<li>União através de moléculas da superfície bacteriana adesinas*/ (receptores do biofilme dental)</li>
<li>Transição do meio aeróbio para um meio privado de oxigênio</li>
<li>Sucessão de microorganismos anaeróbios</li>
</ul>
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</script></p>
<p style="text-align: left;"><em>*Adesinas são estruturas da superfície bacteriana que interagem com receptores específicos nas células eucarióticas. A bactéria pode expressar uma ou mais adesinas, sendo esta expressão regulada por fatores do ambiente e do hospedeiro.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>(Finlay &amp; Falkow, 1989).</em></p>
<p style="text-align: left;">3. <b>Colonização secundária e maturação da placa</b></p>
<ul>
<li>Microrganismos se aderem a bactérias que já estão na massa da placa (CO-AGREGAÇÃO*)</li>
<li>Bactérias gram-negativas</li>
</ul>
<p>*O mecanismo de Co-agregação pode ser definido como interações específicas entre moléculas de proteínas e carboidratos localizadas nas superfícies das células bacterianas. <em>(É nesta fase que ocorre o aparecimento dos espiroquetas.)</em></p>
<p><em>Fase Inicial de Desenvolvimento:</em> adesão microbiana<br />
<em>Fase de Acumulação:</em> agregação e co-agregação de microrganismos</p>
<p><strong>Interação Reversível </strong></p>
<ul>
<li>Interações hidrofóbicas</li>
<li>Atração eletrostática</li>
<li>Vibração molecular</li>
</ul>
<p><strong>Interação Irreversível </strong></p>
<ul>
<li>Contato com o biofilme</li>
</ul>
<p><strong>Bactérias relacionadas às doenças gengivais e periodontais: </strong></p>
<table border="1" width="631" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center"><b>Gengivite</b></p>
</td>
<td valign="top" width="217">
<p align="center"><b>Periodontite Crônica</b></p>
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center"><b>Periodontite Agressiva</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center"><i>Streptococcus sanguis</i></p>
</td>
<td valign="top" width="217">
<p align="center"><i>Porphyromonas gingivalis</i></p>
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center"><i>A.</i><i>actinomycetemcomitans</i></p>
<p align="center">
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center"><i>Streptococcus milleri</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="217">
<p align="center"><i>Prevotella intermédia</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center"><i>Porphyromonas gingivalis</i></p>
<p align="center">
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center"><i>Actinomyces Israelli</i></p>
</td>
<td valign="top" width="217">
<p align="center"><i>A. actinomycetemcomitans</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center"><i>Bacteroides Forsythus</i></p>
<p align="center">
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center"><i>Actinomyces naeslundii</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="217">
<p align="center"><i>Bacteroides Forsythus</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center"><i>Prevotella intermedia</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="217">
<p align="center"><i>Peptostreptococcus micros</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center"><i>Capnocytophaga spp</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="217">
<p align="center"><i>Wollinella recta</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center"><i>Fusobacteium nucleatum</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="217">
<p align="center"><i>Eubacterium spp</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center"><i>Treponema spp.</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="217">
<p align="center"><i>Espiroquetas</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
<td valign="top" width="217">
<p align="center"><i>Fusobacterium spp</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
<td valign="top" width="217">
<p align="center"><i>Campilobacter rectus</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
<td valign="top" width="217">
<p align="center"><i>Candida spp</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="206">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
<td valign="top" width="217">
<p align="center"><i>Treponema spp</i></p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="center">&#8212;</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Placa não-específica:  </strong>A doença periodontal resulta da elaboração de produtos nocivos por toda flora bacteriana</p>
<p><strong>Placa específica:</strong>  A doença periodontal resulta apenas da placa patogênica  e sua patogenicidade depende da presença ou aumento de mo. específicos</p>
<p><strong>Gengivite Experimental em Humanos (Loe et al., 1965)</strong></p>
<ul>
<li>Estudantes de odontologia/protéticos (12 indivíduos)</li>
<li>Após 21 dias todos os indivíduos apresentavam gengivite</li>
<li>Obtenção de amostra de placa durante todo período de formação do biofilme dental</li>
<li>Coloração de Gram</li>
</ul>
<p><strong>Classificação das bactérias</strong><b></b></p>
<p><strong>1. FASE INICIAL &#8211; gengiva saudável</strong></p>
<ul>
<li>90% de cocos e bastonetes gram positivos</li>
<li>10% de cocos e bastonetes gram negativos</li>
</ul>
<p><strong>2. FASE I –  desenvolvimento do biofilme dental (2 dias)</strong></p>
<ul>
<li>aumento no número de todos os tipos de bactérias</li>
<li>aumento na proporção de cocos e bastonetes gram-negativos</li>
</ul>
<p><strong>3. FASE II &#8211; (3 a 4 dias)</strong></p>
<ul>
<li>proliferação de fusobactérias e microrganismos Filamentosos</li>
</ul>
<p><strong>4. FASE III &#8211; (5 a 9 dias)</strong></p>
<ul>
<li>aparecimento de espirilos e espiroquetas</li>
<li>após 7 dias – cocos e bastonetes menos de 50% da flora</li>
<li>após 3 semanas – pouca alteração na distribuição bacteriana</li>
</ul>
<p><strong>Fatores de virulência bacteriana</strong><br />
&#8211; Aderência bacteriana no meio periodontal<br />
&#8211; Invasão dos tecidos do hospedeiro</p>
<ul>
<li>através de ulcerações no epitélio</li>
<li>diretamente</li>
</ul>
<p>&#8211; Evasão bacteriana dos mecanismos de defesa do hospedeiro<br />
Conteúdo retirado da aula da Profª Carmen Storrer</p>
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