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	<title>Ortodontia &amp; Ortopedia Facial &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Ortodontia &amp; Ortopedia Facial &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>MARPE (Micro-Implant-Assisted Rapid Palatal Expander)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jan 2025 19:08:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[MARPE]]></category>
		<category><![CDATA[Micro-Implant-Assisted Rapid Palatal Expander]]></category>
		<category><![CDATA[orthodontics]]></category>
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					<description><![CDATA[O MARPE (Micro-Implant-Assisted Rapid Palatal Expander) é uma modificação simples de um dispositivo RPE (Rapid Palatal Expender) convencional. A principal diferença é a incorporação de mini-implantes no palato para garantir expansão do osso basal subjacente, minimizando efeitos dentoalveolares. Vários autores e pesquisas relatam que o MARPE é uma técnica de expansão viável, permitindo a proteção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>MARPE</strong> (<em>Micro-Implant-Assisted Rapid Palatal Expander</em>) é uma modificação simples de um dispositivo RPE (<em>Rapid Palatal Expender</em>) convencional. A principal diferença é a incorporação de mini-implantes no palato para garantir expansão do osso basal subjacente, minimizando efeitos dentoalveolares. Vários autores e pesquisas relatam que o MARPE é uma técnica de expansão viável, permitindo a proteção dos dentes e prevenção da inclinação bucal do segmento dentoalveolar posterior. As desvantagens desse dispositivo são as dificuldades em manter a área limpa, a invasão dos mini-implantes e o aumento do risco de infecção (Abedini <em>et al</em>., 2018).</p>
<p>Vários problemas podem estar associados à constrição da maxila, entre eles a estética, desarmonias oclusais, mastigação, função, dificuldades de fala e vias aéreas comprometidas (Garcez <em>et al.</em>, 2019; Garib <em>et al.</em>, 2007)<strong>.</strong> Essa deformidade de maxila pode ter etiologia genética, ambiental ou apresentar a combinação de ambas (Carlson <em>et al.</em>, 2016)<strong>. </strong>Sendo relacionadas à hábitos de sucção, discrepâncias esqueléticas, fendas palatinas e funções anormais (Malandris <em>et al</em>., 2004).<br />
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<p>Tradicionalmente, as constrições de maxila são tratadas com técnicas de expansão rápida de maxila (RPE) que dependem de uma combinação de ortopedia e expansão dentária para corrigir essa desarmonia dentária e esquelética (Garib <em>et al</em>., 2007).</p>
<p>Muitos tipos de dispositivos foram desenvolvidos com diferentes níveis de expansão, mas os princípios são essencialmente os mesmos. Exercem uma rápida força na dentição maxilar, fazendo com que a sutura palatina mediana seja interrompida e separada, levando a um aumento da atividade celular nessa área, induzindo assim, a remodelação óssea (Abedini <em>et al</em>., 2018; Starnbagh <em>et al</em>., 1966).</p>
<p>Os dispositivos de RPE exercem uma força para movimentar e expandir a maxila, principalmente na região da sutura palatina mediana, conhecida como uma sutura de ponta a ponta, com mudanças características em sua morfologia durante o crescimento (Angelieri <em>et al</em>., 2013). Em pacientes adultos, devido às suturas já se apresentarem rígidas e as estruturas peri-maxilares totalmente maduras, há uma resistência à força de expansão (Garcez <em>et al.</em>, 2019).  Essa abordagem pode apresentar riscos e comprometimento periodontal, incluindo a perda óssea e recessão gengival. Como a expansão palatina cirúrgica é um procedimento mais invasivo, tem maior morbidade, e também custos aumentados, entra aqui uma outra opção de tratamento, o MARPE (<em>Micro-Implant-Assisted Rapid Palatal Expander</em>) (Moon <em>et al</em>., 2015).</p>
<p>A ancoragem com mini-implantes bicorticais em movimentos ortodônticos (MARPE) são biomecanicamente mais favoráveis que a ancoragem monocortical. Bicorticais tem uma melhor estabilidade, diminuição da deformação e fratura do mini-implante, expansão mais paralela no plano coronal e aumento da expansão durante a expansão palatina óssea (Lee <em>et al</em>., 2017).<br />
<body><br />
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</body></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O artigo na íntegra será publicado em revistas e periódicos.</p>
<p><strong>Expans</strong><strong>ã</strong><strong>o R</strong><strong>á</strong><strong>pida N</strong><strong>ã</strong><strong>o-Cir</strong><strong>ú</strong><strong>rgica de Maxila com Marpe </strong><strong>–</strong><strong> Relato de Caso<br />
</strong><em>Rapid Non-Surgical Maxillary Expansion With MARPE </em><em>–</em><em> Case Report</em></p>
<p>Abedini S, Elkenawy I, Kim E, Moon W.  <span lang="EN-US">Three-dimensional soft tissue analysis of the face following micro-implant-supported maxillary skeletal expansion. Progress in Orthodontics 2018;19:46.</span></p>
<p><span lang="EN-US">Angelieri F, Cevidanes LHS, Franchi L, Gonçalves JR, Benavides E, McNamara JA. Midpalatal suture maturation: Classification method for individual assessment before rapid maxillary expansion. Am J Orthod Dentofacial Orthop 2013;144:759-69.</span></p>
<p><span lang="EN-US">Cantarella D, Mompell RD, Mallya SM , Moschik C , Pan HC, Miller J, Moon W. Changes in the midpalatal and pterygopalatine sutures induced by micro- </span><span lang="EN-US"> implant-supported skeletal expander, analyzed with a novel 3D method based on CBCT imaging. Progress in Orthodontics 2017;18:34.</span></p>
<p><span lang="EN-US">Carlson C, Sung J, McComb RW, Machado AW,  Won Moon. Microimplant-assisted rapid palatal expansion appliance to orthopedically correct transverse maxillary deficiency in an adult. Am J Orthod Dentofacial Orthop 2016;149:716-28.</span></p>
<p><span lang="EN-US">Garcez AS, Suzuki SS, Storto CJ, Cusmanich KG, Elkenawy I, Won Moon.  Effects of maxillary skeletal expansion on respiratory function and sport performance in a para-athlete &#8211; A case report. Physical Therapy in Sport 2019;36:70-77.</span></p>
<p><span lang="EN-US">Garib DG, Navarro RL, Francischone CE, Oltramari PVP. </span>Expansão rápida da maxila ancorada em implantes – uma nova proposta para expansão ortopédica na dentadura permanente. <span lang="EN-US">R Dental Press Ortodon Ortop 2007;</span><span lang="EN-US">12(3):75-81.</span></p>
<p><span lang="EN-US">Lee RJ, Moon W, Hong C. Effects of monocortical and bicortical mini-implant anchorage on bone-borne palatal expansion using finite element analysis. Am J Orthod Dentofacial Orthop 2017;151(5):887–897.</span></p>
<p><span lang="EN-US">MacGinnis M , Chu H , Youssef G , Wu KW , Machado AW, Won Moon. The effects of micro-implant assisted rapid palatal expansion (MARPE) on the nasomaxillary complex. A finite element method (FEM) analysis. Progress in Orthodontics 2014;15:52.</span></p>
<p><span lang="EN-US">Malandris M, Mahoney K. Aetiology, diagnosis and treatment of posterior cross-bites in the primary dentition. International Journal of Paediatric Dentistry 2004;14:155–166. </span></p>
<p><span lang="EN-US">Moon W, Wu KW, MacGinnis M , Sung J , Chu H , Youssef Gand, Machado AW. The efficacy of maxillary protraction protocols with the micro-implant-assisted rapid palatal expander (MARPE) and the novel N2 mini-implant—a finite element study. Progress in Orthodontics 2015;16:16.</span></p>
<p><span lang="EN-US">Savi DCG, Grigolato L, Zanata P, Berveglieri C, Giudice A, Isola G, Fabbro M, Moon W. A New Methodology for the Digital Planning of Micro-Implant-Supported Maxillary Skeletal Expansion. </span>Medical Devices: Evidence and Research 2020:13:93–106.</p>
<p>Silva PG. Expansão rápida da maxila com os aparelhos de Haas e Hyrax. [Monografia] Faculdade Redentor, Curso de Pós-Graduação em Ortodontia 2012.</p>
<p>Suzuki SS, Braga LFS, Fujii DN, Moon W, Suzuki H. Corticopuncture Facilitated Microimplant-Assisted Rapid Palatal Expansion. <span lang="EN-US">Case Reports in Dentistry 2018;12.</span></p>
<p><span lang="EN-US">Starnbagh H, Bayne D, Cleall J, Subtelny JD. Facioskeletal and dental changes resulting from rapid maxillary expansion. </span>National Institute of Dental Research 1966;36;152-164.</p>
<p>Yamauchi PY. Marpe &#8211; Microimplant Assisted Rapid Palatal Expansion: uma alternativa para expansão palatina em pacientes adultos. [Monografia]. Ribeirão Preto: USP 2018.</p>
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		<item>
		<title>Exames necessários para um bom diagnóstico em dentição mista para tratamento com alinhadores transparentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 14:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[alinhadores]]></category>
		<category><![CDATA[alinhadores transparentes]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sorriso saudável e bonito é um objetivo desejado por muitas pessoas, e não seria diferente para as nossas crianças e adolescentes. Durante essa fase de dentição mista, onde há uma combinação de dentes decíduos e permanentes em crescimento, é importante garantir que os dentes e todo conjunto bucal consiga empregar corretamente as suas funções [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="react-scroll-to-bottom--css-mcdow-79elbk _chat-scroller_1mb7g_32">
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<p>Um sorriso saudável e bonito é um objetivo desejado por muitas pessoas, e não seria diferente para as nossas crianças e adolescentes. Durante essa fase de <strong>dentição mista</strong>, onde há uma combinação de dentes decíduos e permanentes em crescimento, é importante garantir que os dentes e todo conjunto bucal consiga empregar corretamente as suas funções e é crucial identificar problemas ortodônticos precocemente e planejar um <strong>tratamento</strong> adequado.</p>
<p>Aqui que os <strong>alinhadores transparentes</strong> se tornam uma opção cada vez mais popular quando o assunto é tratamento com previsibilidade, conforto e qualidade.</p>
<p>Nesta série de posts, em parceria com o <em>Prof Dr. Derly Tescaro, Pós-doutor em Ortodontia, Speaker ClearCorrect LATAM em Dentição Mista</em>, exploraremos o papel dos alinhadores na dentição mista e como eles podem contribuir para o desenvolvimento de um sorriso saudável e harmonioso em crianças e adolescentes.</p>
<p>Para fazer um bom <strong>diagnóstico</strong> em dentição mista precisamos de exames clínicos e exames complementares. Nesse post, você vai aprender no que é preciso estar atento e o que vai precisar para um tratamento de sucesso com alinhadores transparentes nessa fase da dentição.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h3 class="_chat-field-placeholder_1mb7g_84">Exame Clínico</h3>
<p>Realize um exame clínico abrangente e detalhado, avaliando a oclusão, a posição dos dentes, a mordida e a função mastigatória. Observe a relação entre os dentes anteriores e posteriores, procurando por problemas como atresia de arcos, apinhamento, diastemas, sobremordida, overjet, entre outros.</p>
<p>Nessa fase inicial, estar atento ao que o paciente e o responsável fala é importante. Além, é claro, de também identificar hábitos parafuncionais ou outras características que fogem do padrão.</p>
<h3 class="_chat-field-placeholder_1mb7g_84">Exame Complementares</h3>
<p><strong>Radiografias</strong></p>
<ul>
<li>Utilize radiografias, como radiografias panorâmicas e periapicais para avaliar a condição dos dentes permanentes que estão erupcionando e a posição dos dentes de leite remanescentes.</li>
<li>Radiografias oclusais podem ser úteis para avaliar a erupção e a posição dos dentes posteriores.</li>
</ul>
<p><strong>Avaliação do Crescimento Facial</strong></p>
<ul>
<li>Considere o crescimento facial e a relação entre as bases ósseas maxilar e mandibular.</li>
<li>Avalie a simetria facial, o perfil e a relação entre o queixo e o lábio superior.</li>
</ul>
<p><strong>Análise Cefalométrica</strong></p>
<ul>
<li>Se necessário, realize análises cefalométricas para avaliar as proporções faciais, as relações esqueléticas e as características dentárias.</li>
</ul>
<p><strong>Escaneamento e Modelos de Estudo</strong></p>
<ul>
<li>Escaneamento intraoral (<em>STL</em>)</li>
<li>Tire modelos de estudo para avaliar a relação tridimensional dos dentes e a oclusão.</li>
<li>Observe a posição dos dentes permanentes em erupção em relação aos dentes de leite e a oclusão.</li>
</ul>
<p><strong>Avaliação da Função Muscular </strong></p>
<ul>
<li>Observe a função muscular, incluindo a atividade dos músculos faciais e mastigatórios.</li>
<li>Avalie se há sinais de hábitos prejudiciais, como sucção de dedo.</li>
</ul>
<p><strong>Anamnese e Histórico Clínico </strong></p>
<ul>
<li>Obtenha informações sobre histórico médico e odontológico da criança, incluindo hábitos, problemas de respiração e histórico familiar de condições ortodônticas.</li>
</ul>
</div>
<p><strong>Comunicação com os pais e responsáveis</strong></p>
<ul>
<li>Mantenha uma comunicação aberta com os pais ou responsáveis para entender suas preocupações e expectativas.</li>
<li>Explique claramente qualquer necessidade de tratamento e o plano proposto.</li>
</ul>
<p>Lembrando que cada paciente é único, e o diagnóstico deve ser personalizado com base nas características específicas de cada caso. A intervenção precoce durante a dentição mista pode, em alguns casos, evitar problemas ortodônticos mais sérios no futuro, por isso a importância de um diagnóstico detalhado e preciso. O trabalho colaborativo entre ortodontistas, odontopediatras e outros profissionais de saúde é fundamental para proporcionar o melhor cuidado ao paciente.</p>
<p>O próximo post dessa série será sobre &#8220;<strong>Diretrizes de tratamentos em dentição mista leve, moderado e severo&#8221;, </strong>te esperamos lá!</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Crescimento Ósseo</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/crescimento-osseo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2015 13:29:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ósseo]]></category>
		<category><![CDATA[osso]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[Crescimento: Algo que está mudando em magnitude Desenvolvimento: processo de maturação que envolve uma diferenciação progressiva aos níveis celular e tecidual, enfocando o mecanismo biológico real que leva ao crescimento. Osteogênese O osso tem origem a partir de uma cartilagem ou tecido conjuntivo Ossificação Intramembranosa: As células mesenquimais indiferenciadas do tecido conjuntivo membranoso se transformam em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Crescimento: Algo que está mudando em magnitude<br />
Desenvolvimento: processo de maturação que envolve uma diferenciação progressiva aos níveis celular e tecidual, enfocando o mecanismo biológico real que leva ao crescimento.</p>
<p><strong>Osteogênese</strong><br />
O osso tem origem a partir de uma cartilagem ou tecido conjuntivo<br />
Ossificação Intramembranosa:</p>
<ul>
<li>As células mesenquimais indiferenciadas do tecido conjuntivo membranoso se transformam em osteoblastos e elaboram a matriz osteóide.</li>
<li>Osso resulta a partir do: periósteo, endósteo, suturas e ligamento periodontal.</li>
<li>É o modo de crescimento predominante no crânio, mesmo em ossos como a mandíbula e o esfenóide.</li>
<li>Ocorre em áreas de tensão.</li>
</ul>
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<p>Ossificação endocondral:</p>
<ul>
<li>O tecido mesenquimal original se transforma em cartilagem.</li>
<li>Ocorre em regiões envolvidas em altos níveis relativos de compressão.</li>
<li>É encontrada em articulações móveis e em algumas partes da base do crânio.</li>
<li>A cartilagem cresce por aposição (ação da membrana condrogênica) e intersticialmente (divisão dos condrócitos e adição da matriz intercelular).</li>
<li>As cartilagens de crescimento aparecem onde o crescimento linear em direção da pressão é necessário, permitindo que o osso aumente em direção à área de força.</li>
</ul>
<p><strong>Ossificação </strong><br />
Os ossos longos possuem 3 pontos de ossificação. Um para a diáfise e dois para as epífises.<br />
Entre a epífise e a diáfise, a cartilagem permanece neste estado por muito tempo e é conhecida por disco epifiseal (cartilagem de crescimento ou metáfise).<br />
<img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5134" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Mecanismo-de-Crescimento-Ósseo-e1444048499988.png" alt="Mecanismo de Crescimento Ósseo" width="1006" height="698" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Mecanismo-de-Crescimento-Ósseo-e1444048499988.png 1006w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Mecanismo-de-Crescimento-Ósseo-e1444048499988-300x208.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Mecanismo-de-Crescimento-Ósseo-e1444048499988-768x533.png 768w" sizes="(max-width: 1006px) 100vw, 1006px" /><br />
<strong>Deslizamento cortical</strong><br />
É o movimento gradual da área óssea que está em crescimento. Surge em virtude da:<br />
Deposição: Ocorre na superfície da direção do crescimento<br />
Reabsorção: Ocorre na superfície oposta</p>
<p><strong>Princípio em V de Enlow</strong><br />
Muitos ossos faciais têm uma configuração em V. A deposição (+) ocorre na superfície interna, e a reabsorção (-) na externa. A medida que o V se movimenta, ele aumenta de tamanho.</p>
<p><strong>Áreas de crescimento </strong><br />
As superfícies ósseas estão cobertas por vários tecidos osteogênicos membranosos ou cartilagíneos. O programa genético para o crescimento ósseo não está contido dentro do tecido ósseo e sim nos tecidos que o revestem (músculos, tegumento, vasos, nervos, tecido conjuntivo, cêrebro, etc.) As atividades e taxas de crescimento variadas destas áreas são a base para o processo de crescimento diferencial que produz ossos com forma irregular.</p>
<p>A irregularidade é uma resposta às funções variadas impostas ao osso pelas inserções musculares, articulações suturais, inserção dos dentes e outros.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">(</span><span style="color: #ff0000;">!) </span>Algumas áreas têm papel especial no crescimento de ossos particulares e são chamados de sítios de crescimento</p>
<p><strong>Remodelação</strong><br />
É a atividade diferencial de crescimento necessária para dar forma ao osso, e envolve simultaneamente deposição e reabsorção em todas as superfícies internas e externas do osso todo. É controlada pelo crescimento e função dos tecidos moles.</p>
<p>&#8211; Promove alterações regionais na forma, dimensão e proporções.<br />
&#8211; Realiza ajustes regionais para manter a perfeita adaptação entre os ossos dentro de seu ambiente de crescimento.</p>
<p>É a alteração na forma, tamanho e posição óssea por deposição e reabsorção no periósteo e endósteo. O fator chave para a remodelação é a Recolocação óssea.<br />
É controlada pelas matrizes funcionais que estão relacionadas aos ossos e suas funções são:</p>
<ul>
<li>Criar progressivamente o tamanho de cada osso.</li>
<li>Recolocar seqüencialmente cada uma das regiões componentes do osso a fim de permitir seu aumento global.</li>
<li>Moldar progressivamente o osso para acomodar as suas várias funções.</li>
<li>Promover um ajuste progressivo de todos os ossos entre si e com suas matrizes funcionais.</li>
<li>Realizar ajustes estruturais contínuos a fim de se adaptar a alterações intrínsecas ou extrínsecas</li>
</ul>
<p><strong>Remodelamento </strong><br />
O remodelamento mantêm as características gerais de um osso durante o seu crescimento. Observa-se muitas áreas de deposição e de reabsorção. Isso é necessário para esculpir configurações complexas.</p>
<p><strong>Movimentos de Crescimento</strong><br />
Dois tipos de movimentos de crescimento são vistos durante o crescimento dos ossos craniofaciais:</p>
<p><strong>Deslizamento:</strong> é o movimento de crescimento de uma porção óssea que está aumentando, devido à ação de remodelação de seus tecidos osteogênicos.</p>
<p><strong>Deslocamento:</strong> é o movimento físico do osso inteiro, a medida que ele remodela.</p>
<ul>
<li>Primário: deslocamento do osso como um todo causado pelo crescimento das matrizes funcionais com ele relacionadas.</li>
<li>Secundário: deslocamento do osso em decorrência de alterações de crescimento que estão ocorrendo em outras áreas.</li>
</ul>
<p>Existem algumas hipóteses sobre o crescimento facial:</p>
<p><span style="color: #2ab8b8;"><strong>Teoria Genética (Brodie &#8211; 1941)</strong></span><br />
Afirma que os genes determinam tudo. As suturas e as cartilagens estavam sob controle genético e o cérebro determinava a dimensão da calota craniana. Havia um padrão de crescimento craniofacial que não poderia ser alterado.</p>
<p><span style="color: #2ab8b8;"><strong>Hipótese da Dominânicia Sutural (Sicher -1947)</strong></span><br />
Considerava a proliferação do tecido conjuntivo fator responsável pelo deslocamento das partes envolvidas em direções opostas. Na maxila, o crescimento das suturas produziria a separação dos ossos envolvidos causando o deslocamento da maxila como um todo para frente e para baixo.</p>
<p><strong><span style="color: #2ab8b8;">Hipótese do Septo Nasal (Scott &#8211; 1948)</span></strong><br />
Para Scott, todos os tecidos cartilaginosos (septo, côndilo, sincondroses) são centros primários de crescimento, pela habilidade destes tecidos sofrerem expansão intersticial. E de maneira secundária a esta força gerada pelo crescimento, há deposição ao nível da suturas.</p>
<p><strong><span style="color: #2ab8b8;">Hipótese da Matriz Funcional (Moss-1962)</span></strong><br />
Moss sentia que o osso e a cartilagem cresciam em resposta ao crescimento intrínsico de tecidos associados (matrizes funcionais). A codificação genética para o crescimento esquelético craniofacial está fora do esqueleto ósseo. Cada componente de uma matriz realiza uma função (respiração, mastigação, fonação), enquanto os tecidos esqueléticos suportam e protegem as matrizes associadas.<br />
Divide a cabeça óssea numa série de discretos componentes funcionais, cada um contendo uma matriz funcional e uma unidade esquelética associada. O tecido esquelético cresce apenas <strong>em resposta</strong> ao crescimento do tecido mole.</p>
<p><strong><span style="color: #2ab8b8;">Teoria do Servossistema </span></strong><br />
Os mecanismos de controle do crescimento condilar agem como um Servossistema (sistema de controle automático).</p>
<p>O modelo cibernético de PETROVIC, representando o controle do crescimento condilar, está baseado no seguinte princípio: “as adaptações estruturais regionais são destinadas ao estabelecimento e à manutenção de uma oclusão mais eficaz. Esses mecanismos regulatórios exprimem-se em termos de fluxos de informações e de retroalimentação (feedback). .</p>
<p>A arcada superior é a grandeza a seguir, ela é a &#8220;referência constantemente mutável&#8221;, ou seja, à medida que vai crescendo, vai mudando de posição, e a sua posição serve de referência para o crescimento dos outros elementos, os quais são a &#8220;porção escrava&#8221; (são os servos) do sistema. O crescimento da mandíbula segue o da maxila. Se algo interferir no crescimento da maxila, isto vai se refletir no crescimento da mandíbula.</p>
<p>O crescimento ântero-posterior da maxila é controlado pelo hormônio do crescimento, pela somatomedina, pelo crescimento da cartilagem do septo nasal, pelo crescimento da língua.</p>
<p>Crescimento de algumas regiões:</p>
<p><strong>Abóboda craniana</strong></p>
<ul>
<li>Utiliza o sistema de suturas.</li>
<li>Os ajustes por remodelação são pequenos.</li>
<li>Ocorre como resposta ao crescimento do cérebro.</li>
<li>É, em grande parte, completado na infância.</li>
</ul>
<p><strong>Crescimento da base do crânio</strong><br />
Ocorre devido a um complexo equilíbrio entre o crescimento sutural, aumento nas sincondroses, e grande quantidade de deslizamento cortical e remodelação.<br />
Isso promove:</p>
<ul>
<li>Crescimento diferencial entre a calota e a base</li>
<li>Expansão dos contornos nas várias fossas</li>
<li>Manutenção das passagens de vasos e nervos e da hipófise</li>
</ul>
<p>O crescimento na sincondrose esfeno-occiptal desloca a face média para frente, produzindo um aumento na região faringeana.</p>
<p>O ramo aumenta a medida que a mandíbula é deslocada anteriormente em conjunto com o deslocamento para frente da maxila.<br />
<body><br />
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</body></p>
<p><strong>Complexo nasomaxilar</strong><br />
O seu crescimento envolve:</p>
<ul>
<li>Suturas</li>
<li>Septo nasal</li>
<li>Periósteo e endósteo</li>
<li>Processo alveolar.</li>
</ul>
<p><strong>Crescimento mandibular</strong></p>
<ul>
<li>A direção principal do crescimento do ramo e do corpo é para cima e trás.</li>
<li>A mandíbula é deslocada como um todo para frente e para baixo.</li>
</ul>
<p>Conteúdo retirado da aula do Prof. Ricardo Morescam, Universidade Positivo</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Mordida Cruzada Posterior</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/mordida-cruzada-posterior/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/mordida-cruzada-posterior/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 14:57:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[aparelho]]></category>
		<category><![CDATA[cruzada]]></category>
		<category><![CDATA[hass]]></category>
		<category><![CDATA[hyrax]]></category>
		<category><![CDATA[mordida]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ortodontia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[Anomalias oclusais que se caracterizam pela inversão da oclusão dos dentes posteriores, no sentido vestíbulo- lingual. Geralmente observada na prática ortodôntica nas diferentes etapas de desenvolvimento da dentição com frequência de 8 a 16% da população. Esta constância uniforme de mordida cruzada posterior indica que, normalmente, este problema se desenvolve precocemente e, raramente, corrige-se espontaneamente. Etiologia Dentição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Anomalias oclusais que se caracterizam pela inversão da oclusão dos dentes posteriores, no sentido vestíbulo- lingual. Geralmente observada na prática ortodôntica nas diferentes etapas de desenvolvimento da dentição com frequência de 8 a 16% da população. Esta constância uniforme de mordida cruzada posterior indica que, normalmente, este problema se desenvolve precocemente e, raramente, corrige-se espontaneamente.<br />
<strong>Etiologia</strong><br />
Dentição decídua &#8211; irrupção dos caninos decíduos que mostram uma relação de topo a topo, e a mandíbula tenderá a sofrer desvios para a esquerda, direita ou anteriormente, cruzando a mordida (<strong>adaptação funcional</strong>). E não se auto-corrige.<br />
Respiração bucal e hábitos de sucção de dedo e/ou chupeta &#8211;</p>
<ul>
<li>pressionamento lingual atípico</li>
<li>força postural produzida na área dentofacial</li>
<li>perda precoce ou retenção prolongada dos decíduos</li>
<li>deficiência lateral da maxila determinada geneticamente</li>
<li>más-formações congênitas de lábio e palato</li>
</ul>
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<p><span style="color: #ff0000;">(!)</span> O tratamento devo ocorrer no momento em que for detectada essa má-oclusão. O tratamento interceptador permite o restabelecimento do equilíbrio funcional e possibilita um crescimento e desenvolvimento normal da criança.<br />
<img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5057" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/lassificação-de-Muller-de-Araújo.png" alt="lassificação de Muller de Araújo" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/lassificação-de-Muller-de-Araújo.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/lassificação-de-Muller-de-Araújo-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/lassificação-de-Muller-de-Araújo-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><strong>Relações laterais posteriores dos arcos </strong></p>
<ol>
<li>Normal</li>
<li>Mordida cruzada lingual unilateral</li>
<li>Mordida cruzada vestibular &#8211; Broad</li>
<li>Mordida cruzada lingual bilateral</li>
</ol>
<p><strong>Dentária Unilateral</strong><br />
Geralmente é de primeiro molar superior permanente, com ou sem desvio da linha mediana. O tratamento consiste em:</p>
<ul>
<li>Se o molar superior estiver inclinado para lingual e o molar inferior estiver para vestibular, então os dois devem ser movimentados ⇒ elásticos intermaxilares cruzados.</li>
<li>Se não houver inclinação recíproca ⇒ placa acrílica com uma mola.</li>
<li>A linha média dos incisivos está coincidindo ⇒ indica a ocorrência de uma contração dento-alveolar na região posterior.</li>
</ul>
<p>&#8211; aparelho removível com torno assimétrico.<br />
&#8211; quadrihélice com ativação no lado da contração.<br />
<strong>Dentoalveolar Mandibular </strong><br />
A contração unilateral da mandíbula é rara. A contração bilateral causada apenas por inclinação lingual dos dentes é bem tratada através do arco lingual tipo quadrihélice ou aparelhagem fixa.<br />
<strong>Funcionais ou Neuro-musculares </strong><br />
Quando por mecanismos funcionais, através de contatos prematuros, a mandíbula pode desviar lateralmente, ocorrendo a mordida cruzada por acomodação. O diagnóstico consiste em observar a linha média.<br />
Tratamento: desgaste dos caninos decíduos OU expansão bilateral com placa removível ou quadrihélice<br />
<strong>Má relação muscular </strong><br />
Tem-se uma atresia simétrica do arco dentário superior, o que leva a uma posição instável em relação cêntrica, forçando a mandíbula a deslocar-se em busca de uma intercuspidação estável.<br />
<strong>Muscular x Dentária </strong><br />
São bastante similares exceto que nas musculares, os ajustes musculares são mais significantes que a má posição dentária. Na dentária os dentes deverão ser movimentados, e na muscular ajustes oclusais devem ser obtidos, permitindo uma mudança no reflexo de posicionamento mandibular.<br />
<strong>Esqueléticas </strong><br />
As bilaterais são caracterizadas por uma atresia total da arcada superior, causando como consequência, uma discrepância ósseo-dentária. São mais raras e podem ser causadas por traumas ou fatores genéticos.<br />
<img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5076" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/lassificação-de-Muller-de-Araújo-3.png" alt="lassificação de Muller de Araújo-3" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/lassificação-de-Muller-de-Araújo-3.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/lassificação-de-Muller-de-Araújo-3-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/lassificação-de-Muller-de-Araújo-3-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Displasias ósseas ou esqueléticas: </strong><br />
As alterações no crescimento ósseo e/ou na sua morfologia podem produzir mordidas cruzadas de duas maneiras</p>
<ul>
<li>crescimento assimétrico da maxila ou mandíbula</li>
<li>deficiência de harmonia nas larguras básicas da maxila e da mandíbula</li>
</ul>
<p>Pode ser o resultado de:</p>
<ul>
<li>padrões de crescimento herdado</li>
<li>trauma que impede o crescimento normal</li>
<li>deslocamento mandibular funcional por um longo período</li>
</ul>
<p>O arco mandibular pode ocluir completamente dentro do arco maxilar. Classe II. Na hipertrofia mandibular e prognatismo. Classe III. O estudo cefalométrico frontal da face permite uma definição mais adequada do problema.<br />
Tratamento para mordida cruzada esquelética: disjuntor palatino.<br />
<strong>Expansão rápida da maxila </strong><br />
Indicações</p>
<ul>
<li>fenda palatina</li>
<li>estenose nasal</li>
<li>anomalias de Classe I, II e III com deficiência maxilar</li>
<li>mordidas cruzadas posteriores</li>
</ul>
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</body></p>
<p>Contra-indicações</p>
<ul>
<li>mordida cruzada de origem dentária</li>
<li>adultos acima de 25 anos, pois oferecem muita resistência na separação da sutura</li>
</ul>
<p><strong>Tipos de disjuntores</strong><br />
Haas: parafuso soldado em bandas mais resina acrílica nas paredes laterais do palato.<br />
Hyrax: parafuso soldado em bandas<br />
Mc Namara: Hyrax com recobrimento oclusal de acrílico</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Hábitos Viciosos Bucais</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/habitos-viciosos-bucais/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/habitos-viciosos-bucais/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 05:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[bucais]]></category>
		<category><![CDATA[bucal]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[onicofagia]]></category>
		<category><![CDATA[ortodontia]]></category>
		<category><![CDATA[pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[respiração]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[sucção]]></category>
		<category><![CDATA[viciosos]]></category>
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					<description><![CDATA[O hábito bucal é uma ação controlada ou exercida pela musculatura peri e intra-bucal, regida por arcos reflexos, podendo ser consciente ou inconsciente. Os hábitos bucais normais são aquelas funções bucais que contribuem para o estabelecimento de uma oclusão normal e favorecem a liberação do potencial de crescimento facial em toda a sua plenitude, sem desvios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p style="text-align: left;">O hábito bucal é uma ação controlada ou exercida pela musculatura peri e intra-bucal, regida por arcos reflexos, podendo ser consciente ou inconsciente. Os <span style="color: #000000;"><strong>hábitos bucais normais</strong></span> são aquelas funções bucais que contribuem para o estabelecimento de uma oclusão normal e favorecem a liberação do potencial de crescimento facial em toda a sua plenitude, sem desvios do padrão de normalidade. Já os <strong><span style="color: #1bb6e0;"><span style="color: #000000;">hábitos bucais viciosos</span></span></strong><span style="color: #000000;">,</span> são as funções bucais que constituem fatores etiológicos em potencial na deterioração da oclusão e na alteração do padrão normal de crescimento facial.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5045" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Teoria-de-Moss.png" alt="Teoria de Moss" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Teoria-de-Moss.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Teoria-de-Moss-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Teoria-de-Moss-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Teoria de crescimento de Moss </strong><br />
<em>(Matrizes funcionais)</em></p>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
O tecido esquelético cresce somente em resposta ao crescimentos dos tecidos moles.<br />
O crescimento da unidade esquelética depende, quase que exclusivamente, de sua matriz funcional.<br />
<strong>Funções Neuro-vegetais </strong></p>
<ul>
<li>Respiração: Respiração bucal</li>
<li>Sucção: Sucção anormal de chupeta, dedo, lábios</li>
<li>Deglutição: Deglutição atípica</li>
<li>Mastigação: Onicofagia, Bruxismo</li>
</ul>
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</script></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><strong>Hábitos viciosos bucais</strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">1. SUCÇÃO ANORMAL</span></strong><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Aleitamento materno &#8211;</strong></span> satisfação nutricional e emocional.<br />
Ao sugar o seio materno a criança estabelece o padrão correto de respiração e de postura lingual. Também promove o correto desenvolvimento das estruturas do aparelho estomatognático através do equilíbrio das forças musculares de contenção interna e externa”. Gabriela D. Carvalho<br />
&#8211; Requisitos para o bico da mamadeira</p>
<ul>
<li>bico anatômico</li>
<li>tamanho do furo adequado</li>
</ul>
<p>Alterações dento-esqueléticas faciais decorrentes do hábito de sucção:</p>
<div class="page" title="Page 2">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Mordida aberta anterior</li>
<li>Mordida cruzada posterior </li>
<li>Vestíbulo-versão dos incisivos superiores </li>
<li>Verticalização dos incisivos inferiores </li>
<li>Diastemas entre os incisivos</li>
<li>Retrusão mandibular</li>
<li>Aumento do trespasse horizontal</li>
</ul>
<p>&nbsp;<br />
<strong><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5047" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Brand-Guidelines-3-e1443066584681.png" alt="Brand Guidelines-3" width="1920" height="734" /><br />
Equação Ortodôntica de Dockrel: </strong>As causas atuam em períodos sobre os tecidos, produzindo resultados.<br />
Então, se a Sucção anormal for <strong>SIGNIFICANTE:</strong> Abordagem psicológica → diagnosticar e resolver o problema →  abordagem ortodôntica →  fonoaudiologia. Caso a Sucção anormal seja <strong>INSIGNIFICANTE:</strong> Abordagem ortodôntica →  aparelhos lembretes ou impedidores.</p>
<div class="page" title="Page 3">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Auto-correção do hábito de sucção</p>
<div class="page" title="Page 3">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>época de interrupção do hábito</li>
<li>gravidade da má-oclusão</li>
<li>resistência alveolar</li>
<li>padrão dento-facial</li>
<li>competência da musculatura</li>
</ul>
<p>O <strong>tratamento ortodôntico</strong> fica na dependência da etiologia do problema.</p>
<hr />
<p><span style="color: #ff0000;"><strong> 2. DEGLUTIÇÃO ATÍPICA</strong></span>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>Deglutição <strong>infantil</strong> normal e Deglutição <strong>madura</strong> normal<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5048" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Brand-Guidelines-6.png" alt="Brand Guidelines-6" width="1920" height="1080" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Brand-Guidelines-6.png 1920w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Brand-Guidelines-6-300x169.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Brand-Guidelines-6-768x432.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Brand-Guidelines-6-1024x576.png 1024w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><br />
Etiologia da deglutição atípica</p>
<ul>
<li>espaços abertos durante a dentição mista</li>
<li>macroglossia</li>
<li>anquiloglossia</li>
<li>perdas precoces e diastemas</li>
<li>freio lingual anormal</li>
<li>mamadeira</li>
<li>hábito anormal de sucção</li>
<li>respiração bucal</li>
<li>dieta pastosa prolongada</li>
<li>amigdalite ou faringite dolorosa</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento:</strong> métodos mecânicos e métodos reeducativos.</p>
<hr />
<p><strong><span style="color: #ff0000;">3. RESPIRAÇÃO BUCAL</span></strong></p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Disfunção do aparelho respiratório caracterizado pela troca do trajeto aéreo da via nasal para a oral, originando um desequilíbrio neuro-muscular na região oro-naso-faríngea.<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Ação-Modeladora-2.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5074" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Ação-Modeladora-2.png" alt="Ação Modeladora-2" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Ação-Modeladora-2.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Ação-Modeladora-2-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Ação-Modeladora-2-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><br />
<strong>Etiologias da respiração bucal </strong></p>
<div class="page" title="Page 5">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Hipertrofia de amígdalas e adenóides</li>
<li>Cornetos nasais hipertróficos</li>
<li>Infecções respiratórias de repetição (crônicas)</li>
<li>Desvios de septo</li>
</ul>
<p><strong>Face adenoideana &#8211; Síndrome da Face Longa </strong></p>
<div class="page" title="Page 5">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Fator Hereditário + Fatores Ambientais</p>
<ul>
<li>Respiração pela boca</li>
<li>Língua abaixada</li>
<li>Falta de vedamento labial</li>
<li>Crescimento contínuo dos alvéolos</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong>Diagnóstico da respiração bucal </strong></p>
<div class="page" title="Page 5">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ol>
<body><br />
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</body></p>
<li>Anamnese Direcionada</li>
<li>Exame Clínico<br />
<strong>extra- bucal: </strong>Face alongada &#8211; Aumento da altura facial anterior &#8211; Narinas estreitas &#8211; Postura de cabeça &#8211; Olheiras &#8211; Incompetência labial &#8211; Lábio superior curto;<br />
<strong>intra- bucal:</strong> Palato profundo &#8211; Mordida cruzada posterior &#8211; Mordida cruzada anterior &#8211; Vestíbulo versão dos incisivos &#8211; Sangramento gengival;</li>
<li>Exame Radiográfico</li>
</ol>
<p>Anamnese direcionada</p>
<div class="page" title="Page 5">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Roncos</li>
<li>Baba noturna</li>
<li>Alergias e resfriados crônicos</li>
<li>Postura de boca aberta</li>
</ul>
<div class="page" title="Page 6">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<strong>Características dento-faciais do respirador bucal</strong></p>
<ul>
<li>Incompetência labial</li>
<li>Hipotonia muscular</li>
<li>Lábio superior curto</li>
<li>Lábio inferior volumoso e evertido</li>
<li>Narinas estreitas</li>
<li>Vestíbulo-versão dos incisivos superiores</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento multidisciplinar</strong>
</div>
</div>
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Otorrinolaringologia</li>
<li>Ortodontia </li>
<li>Fonoadiologia</li>
</ul>
<hr />
<p><strong><span style="color: #ff0000;">4. ONICOFAGIA </span></strong>
</div>
</div>
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<strong>Consequências do Hábito de Onicofagia</strong></p>
<div class="page" title="Page 6">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ul>
<li>Desequilíbrio da oclusão</li>
<li>Protrusão mandibular</li>
<li>Mordida cruzada</li>
<li>Assimetria facial</li>
<li>Alterações na A.T.M</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Perdas Precoces de Dentes Decíduos</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/perdas-precoces-de-dentes-deciduos/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/perdas-precoces-de-dentes-deciduos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2015 02:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[decíduo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[indicação]]></category>
		<category><![CDATA[mantenedores]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[perda]]></category>
		<category><![CDATA[precoce]]></category>
		<category><![CDATA[recuperadores]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[A causa da perda dental pode ser devido a processos curiosos, trauma, hábitos deletérios, apinhamentos ou iatrogenias. No entanto, uma perda precoce só é definida quando o sucessor permanente está à quem da formação do Estágio 8 na Classificação de Nolla. O método desenvolvido em 1960 é apresentado da seguinte maneira: Perda MUITO precoce → retarda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A causa da perda dental pode ser devido a processos curiosos, trauma, hábitos deletérios, apinhamentos ou iatrogenias. No entanto, uma perda precoce só é definida quando o sucessor permanente está à quem da formação do Estágio 8 na Classificação de Nolla. O método desenvolvido em 1960 é apresentado da seguinte maneira:</span><br />
<span style="color: #000000;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4228" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/CLASSIFICAÇÃO-DE-NOLLA-2.png" alt="CLASSIFICAÇÃO DE  NOLLA-2" width="424" height="636" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/CLASSIFICAÇÃO-DE-NOLLA-2.png 800w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/CLASSIFICAÇÃO-DE-NOLLA-2-200x300.png 200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/CLASSIFICAÇÃO-DE-NOLLA-2-768x1152.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/CLASSIFICAÇÃO-DE-NOLLA-2-683x1024.png 683w" sizes="auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px" /></span><br />
<span style="color: #000000;">Perda <strong>MUITO</strong> precoce → retarda a erupção do sucessor (lâmina de osso se forma na região).</span><br />
<span style="color: #000000;"> Perda<strong> PERTO</strong> da época normal de esfoliação (estágio 8) → acelera a erupção do sucessor, que já está com 2/3 de sua raíz formada e não encontra mais nenhuma barreira.</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Consequências das Perdas</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Problemas de ordens psicológicas</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Distúrbios fonéticos</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Extrusão de antagonista</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Movimentos indesejáveis</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Condensação da fibromucosa</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Má-formação óssea</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Desenvolvimentos de hábitos deletérios</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">Esses problemas são mais graves na mandíbula.</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Perdas de Espaços Localizados</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Incisivos Centrais → não há perda de espaço</span><br />
<span style="color: #000000;"> Incisivos Laterais → distância inter-caninos</span><br />
<span style="color: #000000;"> Caninos → desvio da linha média</span></p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li><span style="color: #000000;">colapso lingual (causa: Incisivos Laterais muito grandes)</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Perda unilateral &#8211; a remoção imediata do canino de lado oposto deve ser considerada</span></li>
</ul>
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<p><span style="color: #000000;">Primeiros Molares Decíduos → não é tão grave quanto a perde dos Segundos Molares Decíduos</span><br />
<span style="color: #000000;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4234" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-2-e1434850508940.png" alt="Presentation-2" width="621" height="391" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-2-e1434850508940.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-2-e1434850508940-300x189.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-2-e1434850508940-768x484.png 768w" sizes="auto, (max-width: 621px) 100vw, 621px" /></span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Indicações dos Mantenedores de Espaço</strong></span></p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;"> Perda prematura de 1 ou mais dentes decíduos</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O dente sucessor está presente e se desenvolvendo normalmente (panorâmica &#8211; Nolla)</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Quando não houve perda de espaço no arco dentário</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Quando há tendência de extrusão do dente antagonista</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A relação dos molares e caninos não foi afetada pela perda</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Situação favorável de erupção de todos os dentes subsequentes após análise da dentição</span></li>
</ol>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Diagnóstico e Plano de Tratamento </strong></span></p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li><span style="color: #000000;">Exame Clínico</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Exame Radiográfico (periapicais e panorâmicas)</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Exame de Modelos (discrepância de modelos)</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Requisitos </strong></span></p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li><span style="color: #000000;">Deverão manter o diâmetro mesio distal do dente perdido</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Funcionais &#8211; impedir a extrusão dos antagonistas</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Resistentes</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Fácil limpeza e higiene</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Construção de tal maneira que não interfira no processo de crescimento, mastigação, fala e deglutição</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Não interferir na oclusão</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;<br />
<span style="color: #000000;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4236" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-4-e1434852461477.png" alt="Presentation-4" width="525" height="345" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-4-e1434852461477.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-4-e1434852461477-300x197.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Presentation-4-e1434852461477-768x505.png 768w" sizes="auto, (max-width: 525px) 100vw, 525px" /></span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Essas perdas promovem: </strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Inclinação mesial da coroa</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Rotação da coroa</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Translação</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;">Primeiro Molar Superior → inclinação/ rotação</span><br />
<span style="color: #000000;"> Primeiro Molar Inferior → rotação/ translação/ Lingualização</span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Indicações de Recuperadores de Espaço </strong></span></p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li><span style="color: #000000;">Discrepância negativa</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Perda de 1 ou mais dentes e algum espaço do arco que foi perdido devido mesialização do 1M</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Perda de espaço por cáries proximais</span></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Aparelhos Ortodônticos Removíveis</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/aparelhos-ortodonticos-removiveis/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/aparelhos-ortodonticos-removiveis/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2015 04:23:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[aparelho]]></category>
		<category><![CDATA[desvantagens]]></category>
		<category><![CDATA[grampo]]></category>
		<category><![CDATA[Hawley]]></category>
		<category><![CDATA[ortodontia]]></category>
		<category><![CDATA[ortodôntico]]></category>
		<category><![CDATA[removível]]></category>
		<category><![CDATA[vantagens]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimento ortodôntico: força sobre os elementos dentários, que só é possível graças ao ligamento periodontal que responde ao estímulo aplicado. Originalmente, C. A. Hawley introduziu o aparelho palatal removível, no início do século XX (1902), com o objetivo de utilizá-lo passivamente como contenção dos dentes movimentados ortodonticamente. ainda hoje a placa de contenção de Hawley [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Movimento ortodôntico:</strong> força sobre os elementos dentários, que só é possível graças ao ligamento periodontal que responde ao estímulo aplicado.<br />
Originalmente, C. A. Hawley introduziu o aparelho palatal removível, no início do século XX (1902), com o objetivo de utilizá-lo passivamente como contenção dos dentes movimentados ortodonticamente. ainda hoje a placa de contenção de Hawley tem este uso. Após algumas modificações o Hawley se transformou no aparelho removível ativo.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6066 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/IMPORTANTE-1-e1462378326711.png" alt="aparelho ortodontico removivel" width="1024" height="478" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/IMPORTANTE-1-e1462378326711.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/IMPORTANTE-1-e1462378326711-300x140.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/IMPORTANTE-1-e1462378326711-768x359.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Os aparelhos removíveis são divididos em 3 partes </strong></p>
<ol>
<li>Parte Retentiva</li>
<li>Parte Ativa</li>
<li>Parte de Suporte</li>
</ol>
<p><strong>1 &#8211; Parte Retentiva</strong><br />
Função de manter ou reter o aparelho na boca. A medida que os aparelhos ortodônticos removíveis são ativados, liberam forças que além de movimentar os dentes, tem o defeito de estabilizar o aparelho, soltando-o dos dentes de retenção.<br />
&#8211;  A retenção deve sobrepor as forças ativas do aparelho quando em ação.</p>
<ul>
<li>eficiência para o aparelho</li>
<li>facilita a adaptação para o paciente</li>
<li>evita hábitos indesejáveis</li>
<li>minimiza as dificuldades de fala e deglutição</li>
<li>possibilita a adaptação de outros dispositivos</li>
</ul>
<p>Os principais elementos de retenção são: grampos, arco vestibular e base acrílica.<br />
<strong>1.1: Grampos: </strong></p>
<ul>
<li>adaptados aos dentes de ancoragem</li>
<li>feios de fio de aço inoxidável 0,7mm de diâmetro (fácil adequação, barato e estável)</li>
</ul>
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<p>Tipos de grampos<br />
&#8211; Circunferencial em C (primeiros e segundos molares decíduo)<br />
&#8211; Interproximal<br />
&#8211; Adams (mais indicado em primeiros molares permanentes ou semi-erupitados)<br />
<strong>Dica:</strong> pode-se fazer um<em> stop</em> ou uma pérola de resina na lingual/palatina do dente posterior para melhorar a retenção do grampo.<br />
Áreas retentivas dos dentes:<br />
&#8211; abaixo do equador dentário<br />
&#8211; interproximais<br />
<strong>1.2: Arco vestibular ou Arco de Hawley</strong></p>
<ul>
<li>usado para aumentar a retentividade</li>
<li>estabiliza os dentes na região anterior</li>
<li>pode ser um movimento ativo (movimento de vestibular para lingual)</li>
<li>pode controlar a estabilização</li>
<li>quando mais justa-posto nas laterais, mais retentividade.</li>
</ul>
<p><strong>1.3: Base de suporte </strong></p>
<ul>
<li>Resina acrílica</li>
</ul>
<p><strong>2 &#8211; Parte Ativa </strong><br />
É a parte que gera força para a movimentação dos dentes, composta por molas, parafusos e elásticos.<br />
&#8211; Molas: tendência de retornarem à posição normal quando colocadas sob pressão (mola digital: tem que incidir perpendicularmente sobre o dente). Essas molas podem possuir um guia, que serve para manter a mola em posição .<br />
&#8211; Parafuso expansor: serve para expandir o arco dentário através dos movimentos dentários (1 volta no parafuso a cada 4 dias é o mais indicado, sendo que cada volta corresponde de 0,20 a 0,25mm)<br />
<strong>3 &#8211; Parte de Suporte</strong><br />
É feita com resina acrílica e tem a função, além de unir as várias partes do aparelho, de dar corpo ao aparelho, suporta a parte ativa e os grampos de retenção quando ativados. Quando confeccionada cobrindo as coroas dos dentes (face lingual) aumenta a função retentiva. A porção de acrílico tem que estar adaptada ao máximo as estruturas ósseas e dentárias para a transmissão das forças de reação.<br />
<strong>Levante oclusal:</strong> realizado para destravar a mordida.<br />
<strong>Vantagens dos aparelhos ortodônticos removíveis: </strong></p>
<ul>
<li>baixo custo</li>
<li>confecção simples</li>
<li>produzem forças intermitentes (auxilia no tempo de regeneração das células do ligamento periodontal)</li>
<li>podem ser utilizados durante as dentições decídua, mista e permanente</li>
<li>fácil higiene</li>
</ul>
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</body></p>
<p><strong>Desvantagens dos aparelhos ortodônticos removíveis: </strong></p>
<ul>
<li>colaboração do paciente</li>
<li>tempo de tratamento prolongado</li>
<li>quebras mais frequentes</li>
<li>movimentos limitados</li>
<li>alteram a fonação</li>
<li>podem ser de difícil retenção em determinados casos</li>
</ul>
<p>Conteúdo retirado da aula do Prof. Ricardo Moresca, Universidade Positivo.<br />
Imagem em destaque: gergensortho.com</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Biogênese da Dentição Humana</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/biogenese-da-denticao-humana/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/biogenese-da-denticao-humana/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 04:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[decíduo]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[dentes retidos]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[molar]]></category>
		<category><![CDATA[nance]]></category>
		<category><![CDATA[permanente]]></category>
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					<description><![CDATA[Dentição DecíduaInicia-se aproximadamente aos 6 meses de vida, com erupção do ICId (Incisivo Central Inferior decido). Completa aproximadamente aos 24-30 meses com erupção dos últimos dentes decíduos (segundos molares descidos). Seu término é dado até os 5,5 &#8211; 6 anos com erupção do primeiro dente permanente, sendo o 1MI (primeiro molar inferior) permanente. A cronologia de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dentição Decídua</strong><br />Inicia-se aproximadamente aos 6 meses de vida, com erupção do ICId (Incisivo Central Inferior decido). Completa aproximadamente aos 24-30 meses com erupção dos últimos dentes decíduos (segundos molares descidos). Seu término é dado até os 5,5 &#8211; 6 anos com erupção do primeiro dente permanente, sendo o 1MI (primeiro molar inferior) permanente. A cronologia de erupção é muito variável, sendo a sequência mais importante.</p>
<p><strong>Dentadura Mista</strong><br />Até o último dente decido esfoliar, sendo esse, o segundo molar inferior decíduo (2MId)</p>
<p><strong>Dentição Permanente</strong><br />Aos 12 anos &#8211; segundos molares permanentes<br />Aos 18 anos &#8211; terceiros molares. Obs.: clinicamente, podemos não considerar os terceiros molares.</p>
<p><strong>Sequência de erupção &#8211; Dentes Decíduos</strong></p>
<ol>
<li>Incisivos Centrais Inferiores</li>
<li>Incisivos Centrais Superiores</li>
<li>Incisivos Laterais Superiores</li>
<li>Incisivos Laterais Inferiores</li>
<li>Primeiro Molar Inferiores</li>
<li>Primeiro Molar Superiores</li>
<li>Caninos Inferiores</li>
<li>Caninos Superiores</li>
<li>Segundos Molares Inferiores</li>
<li>Segundo Molares Superiores</li>
</ol>
<p>Obs.: geralmente, os dentes mandibulares (inferiores) nascem um pouco antes que os maxilares (superiores).</p>
<p><strong>Característica Morfológicas da Dentadura Decídua</strong><br /><strong>1 &#8211; Arcos semi-circulares;</strong><br />2 &#8211; <strong>Diastemas generalizados</strong> (normalidade): a presença de diademas indica que os dentes que serão sucessores terão espaço para se acomodar adequadamente, já que eles são maiores que os antecessores.<br />3 &#8211; <strong>Implantação vertical dos dentes decíduos nos processos alveolares:</strong> os dentes decíduos não têm inclinação nos processos alveolares, ou seja, têm uma implantação vertical;<br />4 &#8211; <strong>Ausência de curvas compensatórias (Curva de Spee e Wilson):</strong> decorrente da compensação vertical dos processos alveolares;<br />5 &#8211; <strong>Espaços primatas:</strong> mesiais de caninos superiores e distal de caninos inferiores &gt; providencia espaço dimensional de caninos decíduos e permanentes;<br />6<strong> &#8211; Sobremordida:</strong> de 0 a 3 mm (normal); &gt; 3 mm (profunda); &lt; 0 mm (aberta);<br />7<strong> &#8211; Sobressaliência de 0 a 3 mm;</strong><br />8<strong> &#8211; Relação dos caninos em classe I;</strong><br />9 &#8211; <strong>Plano terminal do 2Md =</strong> reto ou degrau mesial. É aceitável no máximo um pequeno degrau mesial.<br />&#8211; Sem degrau = mordida topo a topo;<br />&#8211; Degrau mesial = Classe I;<br />&#8211; Degrau distal = Classe II;<br />&#8211; Grande degrau distal: Classe III.<br /><span style="color: #999999;">(Linden, 1986)</span></p>
<ul>
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</script>


<li>Primeiro período transicional</li>
<li>Período intertransicional</li>
<li>Segundo período transicional</li>
</ul>
<p><strong>Primeiro Período Transicional</strong><br />Nesse período ocorre 2 eventos importantes:</p>
<ol>
<li>Erupção dos primeiros molares permanentes;<br />&#8211; Com a erupção do primeiro molar permanente, surge a necessidade de controle clínico do perímetro do arco. Caso extraia um dente decíduo, há a necessidade de um mantenedor de espaço</li>
<li>Troca dos incisivos decíduos pelos permanentes</li>
</ol>
<p><strong>Período Intertransicional</strong><br />É um período estável entre os dois períodos de trocas dentárias. Não há trocas dentárias e há na boca um total de 24 dentes, sendo eles 12 decíduos e 12 permanentes simultaneamente.<br /><em>Fase do Patinho Feio (Broad dent) </em></p>
<ul>
<li>8 &#8211; 12 anos</li>
<li>divergências das coroas dos incisivos superiores</li>
<li>canino no ápice do lateral</li>
</ul>
<p><strong>Segundo Período Transicional</strong><br />Neste período, ocorre a troca dos caninos e molares descidos pelos caninos permanentes e pré-molares. Há também o ajuste da relação molar &#8211; Classe I, bem como, a erupção dos segundos molares permanentes<br />&#8211;<em> Espaço Livre de Nance </em></p>
<ul>
<li>+ 1,8 mm na maxila</li>
<li>+ 3,4 mm na mandíbula</li>
</ul>
<p>Isso porque:<br />&#8211; O canino decíduo é MENOR que o Canino permanente;<br />&#8211; O primeiro molar decido é IGUAL ao Primeiro Pré-molar;<br />&#8211; O segundo molar decíduo é muito MAIOR que o Segundo Pré-molar.<br />Esse espaço que sobra no Segundo Período Transicional é definido como o <span style="text-decoration: underline;"><em>Espaço Livre de Nance</em></span>.</p>
<p>Veja esse video incrível que mostra o desenvolvimento radicular: </p>


<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="3D modeling : Root tooth development" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/5Mi4AX50LO0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Conteúdo retirado da aula do Prof. Ricardo Moresca, Universidade Positivo</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Análise de Modelos</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/analise-de-modelos/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/analise-de-modelos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 00:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[discrepância]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[modelo]]></category>
		<category><![CDATA[ortodontia]]></category>
		<category><![CDATA[presente]]></category>
		<category><![CDATA[requerido]]></category>
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					<description><![CDATA[Discrepância de Modelo  Discrepância entre o volume dentário e o comprimento do arco para acomodar os dentes. Permite precisão do espaço para o correto desenvolvimento dos dentes e, se necessário, indicar as extrações dentárias convenientes. Espaço Livre de Nance Inferior: 1,7mm (em cada lado); Superior: 0,9mm (em cada lado). Dentadura permanente  A discrepância do arco dentário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Discrepância de Modelo </strong><br />
Discrepância entre o volume dentário e o comprimento do arco para acomodar os dentes. Permite precisão do espaço para o correto desenvolvimento dos dentes e, se necessário, indicar as extrações dentárias convenientes.<br />
<strong>Espaço Livre de Nance</strong><br />
Inferior: 1,7mm (em cada lado);<br />
Superior: 0,9mm (em cada lado).<br />
<strong>Dentadura permanente </strong><br />
A discrepância do arco dentário é a diferença  entre os valores do espaço presente e do espaço requerido: <strong>DM = EP- ER</strong><br />
Diferença entre o perímetro do arco dentário (<strong>E</strong>spaço <strong>P</strong>resente) e a soma dos diâmetros meio-distais dos dentes (<strong>E</strong>spaço <strong>R</strong>equerido) de um mesmo arco.<br />
<strong>EP:</strong> é o valor do tamanho do osso basal em milímetros, compreendido entre mesial do 1º molar permanente de um lado à mesial de 1º molar permanente do lado oposto.<br />
<strong>ER: </strong>corresponde a somatória do maior diâmetro mésio-distal dos dentes permanentes localizados de mesial do 1º molar permanente de um lado à mesial de 1º molar permanente do lado oposto.<br />
<strong>Quantidade de Espaço</strong><br />
<strong>Espaço negativo:</strong> quando o espaço requerido for maior que o espaço presente. Ou seja, falta espaço para um correto alinhamento dental.<br />
<strong>Espaço positivo:</strong> quando o espaço querido for menor que o espaço presente. Ou seja, sobra espaço para os dentes.<br />
<strong>Nulo:</strong> quando o espaço presente for igual ao requerido. Ou seja, tem o correto espaço para o alinhamento dental.<br />
<strong>Finalidade da análise da dentição mista<br />
</strong>Avaliar a quantidade de espaço disponível no arco para acomodação dos dentes permanentes sucessores.<br />
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</script></p>
<p>Por que os incisivos inferiores servem como base para descobrir o tamanho dos caninos de pré-molares?</p>
<ul>
<li>Cronologia de erupção</li>
<li>Posição no arco dentário</li>
<li>Utilizado para a predição de dentes superiores e inferiores</li>
</ul>
<p>E por que não os superiores?</p>
<ul>
<li>Incisivos superiores tem pequena correlação com tamanho dos caninos e pré-molares</li>
<li>Tem uma variabilidade de tamanho maior do que a encontrada nos inferiores</li>
</ul>
<p>Temos uma tabela  (<em>Tabela de Moyers</em>) para os dentes superiores e outra para os dentes inferiores, mas nas duas, usamos a somatória dos incisivos inferiores com referência:<br />
<figure id="attachment_3820" aria-describedby="caption-attachment-3820" style="width: 509px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/tabela-moyers-.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3820" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/tabela-moyers-.png" alt="http://www.ufrgs.br/napead/repositorio/objetos/edital18/diagnostico-ortodontico/modelos.html" width="509" height="491" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/tabela-moyers-.png 509w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/04/tabela-moyers--300x289.png 300w" sizes="auto, (max-width: 509px) 100vw, 509px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3820" class="wp-caption-text">http://www.ufrgs.br/napead/repositorio/objetos/edital18/diagnostico-ortodontico/modelos.html</figcaption></figure><br />
Conteúdo baseado na aula do Prof. Alexandre Moro, Universidade Positivo</p>
<h3></h3>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>As 6 Chaves da Oclusão Perfeita de Andrews</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/as-6-chaves-da-oclusao-perfeita-de-andrews/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/as-6-chaves-da-oclusao-perfeita-de-andrews/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2015 03:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortodontia & Ortopedia Facial]]></category>
		<category><![CDATA[andrews]]></category>
		<category><![CDATA[chaves]]></category>
		<category><![CDATA[molar]]></category>
		<category><![CDATA[oclusão]]></category>
		<category><![CDATA[ortodontia]]></category>
		<category><![CDATA[relação]]></category>
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					<description><![CDATA[Em sua pesquisa, utilizando uma amostragem de 120 casos (modelos) de oclusão perfeita, com muita propriedade, propõe seis características obtidas do conhecimento atual da oclusão na dentadura natural. As 6 chaves da oclusão perfeita não são novidades conceituais, mas sim a reunião de leis, princípios, conceitos e regras da mais alta importância para a Ortodontia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua pesquisa, utilizando uma amostragem de 120 casos (modelos) de oclusão perfeita, com muita propriedade, propõe seis características obtidas do conhecimento atual da oclusão na dentadura natural. As <strong>6 chaves da oclusão perfeita</strong> não são novidades conceituais, mas sim a reunião de leis, princípios, conceitos e regras da mais alta importância para a Ortodontia Contemporânea.</p>
<p><strong>Chave 1 &#8211; </strong><em>Relações Interarcos.</em><br />
Dentre as 6 chaves, a primeira se reveste de suma importância pelas características encontradas de forma significativa na coleção de 120 modelos com oclusão perfeita. O autor dividiu esta chave em 7 itens:</p>
<ol>
<li>As cúspides mesiovestibulares dos primeiros molares superiores permanentes (16 e 26) ocluam nos sulcos mesiovestibulares dos primeiros molares inferiores (36 e 46);</li>
<li>As pontes (cristas) marginais distais dos dentes 16 e 26 devem ocluir com as cristais marginais mesiais dos 37 e 47;</li>
<li>As cúspides mesiopalatinas dos 16 e 26 devem ocluir nas fossas centrais dos 36 e 46;</li>
<li>As cúspides vestibulares dos pré-molares superiores devem manter uma relação cúspide-ameia com os dentes 34, 35, 36, 44, 45 e 46;</li>
<li>As cúspides palatinas dos pré-molares superiores devem ocluir com as fossas distais dos dentes 34, 35, 44 e 45;</li>
<li>Os caninos superiores devem fazer uma chave perfeita com uma relação cúspide-ameia com os dentes 33, 34, 43 e 44;</li>
<li>Os incisivos superiores devem fazer uma sobremordida e uma sobressalência com os inferiores, de modo a promoverem uma protrusiva que desoclua os dentes posteriores. As relações interincisivos devem mostrar coincidência de suas linhas médias.</li>
</ol>
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<p><strong>Chave 2 &#8211;</strong> <em>Angulação das Coroas</em>.<br />
Para Andrews, a angulação das coroas clínicas de todos os dentes se apresentam inclinadas mesialmente. Quando a angulação se apresentar invertida, a notação é negativa.</p>
<p><strong>Chave 3 &#8211; </strong><em>Inclinação das Coroas.</em><br />
Por intermédio de uma tangente às faces vestibulares, acompanhando o longo eixo das coroas em relação ao plano oclusal de Andrews, verifica-se a seguinte disposição:</p>
<ul>
<li>Os incisivos centrais e laterais superiores têm inclinação positiva;</li>
<li>Os incisivos inferiores, pré-molares e molares superiores e inferiores mostram inclinações negativas, que aumentam progressivamente em direção posterior.</li>
</ul>
<p><strong>Chave 4</strong> &#8211; <em>Ausência de Rotações.</em><br />
Arcos dentários com ausência de rotações apresentam um perímetro normalizado, sem espaços interdentários.</p>
<p><strong>C</strong><strong>have 5 &#8211;</strong> <em>Pontos de Contatos Justos.</em><br />
Na ausência de discrepância no diâmetro mesiodistal de coroa, as relações interproximais devem ser as mais justas possíveis.</p>
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<p><strong>Chave 6</strong> &#8211; <em>Curva de Spee.</em><br />
Uma curva de Spee perfeita se constitui numa chave essencial para uma oclusão perfeita. Uma profundidade de até no máximo 2,5 mm da curva de Spee pode ser aceita como normal; entretanto, Andrews preconiza o seu nivelamento, deixando-a plana ou encurvada muito levemente.</p>
<p>Conteúdo baseado e retirado do livro do João Baptista &#8211; Ortodontia<br />
Fonte da imagem em destaque; orthofree.com</p>
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