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	<title>Odontologia Social e Preventiva e Cariologia &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Odontologia Social e Preventiva e Cariologia &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Cariologia: Entenda a Formação, Prevenção e Tratamento da Cárie Dental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 14:06:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[biofilme dental]]></category>
		<category><![CDATA[cárie dental]]></category>
		<category><![CDATA[Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[doença bucal]]></category>
		<category><![CDATA[função da saliva]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção de cárie]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento odontológico]]></category>
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					<description><![CDATA[A cárie dental é uma das doenças bucais mais comuns em todo o mundo, afetando pessoas de todas as idades. Compreender como ela se forma, os fatores que contribuem para seu desenvolvimento e as formas de prevenção e tratamento é essencial para acadêmicos de odontologia e profissionais da área. A cárie é uma doença multifatorial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">A cárie dental é uma das doenças bucais mais comuns em todo o mundo, afetando pessoas de todas as idades. Compreender como ela se forma, os fatores que contribuem para seu desenvolvimento e as formas de prevenção e tratamento é essencial para acadêmicos de odontologia e profissionais da área.</p>
<p data-pm-slice="1 1 []">A cárie é uma doença multifatorial que resulta da interação entre biofilme dental (placa bacteriana), dieta rica em açúcares fermentáveis, tempo de exposição e susceptibilidade do hospedeiro. Essa combinação leva à desmineralização do esmalte dentário e, se não tratada, pode evoluir para camadas mais profundas do dente.</p>
<p>O desenvolvimento dessa doença se dá através de uma gama de fatores químicos à macro-sociais.</p>
<h3 data-pm-slice="1 3 []"><strong>Fatores de Risco para o Desenvolvimento da Cárie</strong></h3>
<ul data-spread="false">
<li>Acúmulo de biofilme dental</li>
<li>Consumo frequente de carboidratos fermentáveis</li>
<li>Higiene bucal inadequada</li>
<li>Redução do fluxo salivar</li>
<li>Falta de flúor</li>
</ul>
<h3 data-pm-slice="1 1 []"><strong>Importância da Saliva na Saúde Bucal</strong></h3>
<p>A saliva desempenha papel essencial na remineralização dos dentes, no controle do pH bucal e na defesa contra microrganismos. A redução do fluxo salivar (hipossalivação) é um importante fator de risco para a progressão da cárie.</p>
<p>A saliva é o fluido bucal secretado pelas glândulas salivares, alcançando um volume de 0,5 – 1,5 litros por dia, representando uma mistura de fluidos derivados das glândulas salivares principais (parótida, sublingual e submandibular), das glândulas salivares acessórias e resíduos do Exudato gengival, muco da cavidade nasal e faringe e o fluido transudato da mucosa bucal. (Oliveira &amp; Alves, 1997).</p>
<p>Sua composição é basicamente de 99% de água e 1% de substâncias orgânicas (proteínas salivares) e inorgânicas (eletrólitos),  considerando apenas o líquido secretado pelas glândulas salivares – saliva glandular. Além de sua função na digestão inicial dos alimentos através da amilase, a saliva exerce importante ação como mantenedora das funções fisiológicas normais dos tecidos bucais.</p>
<p>Além dos inúmeros sistemas antimicrobianos, propriedades como<strong> tamponamento, emulsificação, lubrificação, diluição e ação coadjuvante na fonação e gustação</strong> lhe são atribuídas (Moss, 1996, Oliveira &amp; Alves, 1997, Maltz, 2000).</p>
<p>A capacidade tampão é uma grande aliada na manutenção da saúde bucal pois serve como uma espécie de mediador de equilíbrio do pH.</p>
<p>Na saliva o sistema tampão principal é o ácido carbônico – bicarbonato<strong> (HCO3 &#8211; / H2CO3)</strong> e o fosfato <strong>(HPO4 &#8211; / H2PO4)</strong>. O bicarbonato é o mais importante tampão salivar por diversas razões (Newbrum, 1988):</p>
<ul>
<li>Pode tamponar rapidamente pela perda de dióxido de carbono;</li>
<li>É mais eficiente na placa, pois seu pH é bem próximo do pH desta;</li>
<li>Quando o fluxo aumenta, a concentração de bicarbonato eleva-se enquanto o fosfato cai;</li>
<li>Após a remoção do bicarbonato pelo CO2 livre em um pH = 5,0 a capacidade tampão da saliva é reduzida</li>
</ul>
<p><strong>Funções gerais da saliva:</strong></p>
<p>Efeito de lavagem;<br />
Solubilização de substâncias que dão sabor aos alimentos;<br />
Formação do bolo alimentar;<br />
Diluição de detritos;<br />
Lubrificação de tecidos moles;<br />
Facilitação da mastigação, deglutição e fonação.</p>
<p><strong>Funções específicas dos componentes:</strong></p>
<p>Além da Participação na formação da película adquirida do esmalte, onde se houver a diminuição do fluxo salivar ocorre o aumento da perda mineral.</p>
<h3 data-pm-slice="1 3 []"><strong>Estratégias de Prevenção da Cárie</strong></h3>
<ul data-spread="false">
<li>Higiene oral adequada (escovação com creme dental fluoretado e uso de fio dental)</li>
<li>Redução do consumo de açúcares</li>
<li>Uso tópico de flúor</li>
<li>Aplicação de selantes oclusais</li>
<li>Educação em saúde bucal</li>
</ul>
<h3 data-pm-slice="1 3 []"><strong>Opções de Tratamento Disponíveis</strong></h3>
<ul data-spread="false">
<li>Remoção de tecido cariado e restauração com materiais restauradores</li>
<li>Técnicas minimamente invasivas, como a remoção químico-mecânica</li>
<li>Aplicação de vernizes fluoretados</li>
</ul>
<h3 data-pm-slice="1 1 []"><strong>Conclusão</strong></h3>
<p>Compreender a cariologia é fundamental para qualquer acadêmico de odontologia. Estar atento aos fatores de risco e às práticas preventivas pode fazer toda a diferença na saúde bucal dos pacientes.</p>
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<ol data-start="329" data-end="1353">
<li class="" data-start="329" data-end="517">
<p class="" data-start="332" data-end="517"><strong data-start="332" data-end="367">Fejerskov, O., &amp; Kidd, E. A. M.</strong> – <em data-start="370" data-end="421">Cárie Dentária: A Doença e Seu Tratamento Clínico</em>.<br data-start="422" data-end="425" />(Referência fundamental e científica para compreender a etiologia e progressão da cárie).</p>
</li>
<li class="" data-start="519" data-end="687">
<p class="" data-start="522" data-end="687"><strong data-start="522" data-end="541">Ten Cate, A. R.</strong> – <em data-start="544" data-end="598">Histologia Oral: Desenvolvimento, Estrutura e Função</em>.<br data-start="599" data-end="602" />(Utilizado para entender os aspectos histológicos envolvidos no processo carioso).</p>
</li>
<li class="" data-start="689" data-end="878">
<p class="" data-start="692" data-end="878"><strong data-start="692" data-end="728">Marques, H. H. F., &amp; Lima, K. C.</strong> – <em data-start="731" data-end="798">Cariologia Clínica: Bases Científicas para a Prática Odontológica</em>.<br data-start="799" data-end="802" />(Obra nacional que discute prevenção, diagnóstico e tratamento da cárie).</p>
</li>
<li class="" data-start="880" data-end="1044">
<p class="" data-start="883" data-end="1044"><strong data-start="883" data-end="913">Pitts, N. B. et al. (2017)</strong> – <em data-start="916" data-end="965">Caries consensus recommendations on terminology</em>.<br data-start="966" data-end="969" />(Artigo que ajuda a padronizar termos e definições na cariologia atual).</p>
</li>
<li class="" data-start="1046" data-end="1218">
<p class="" data-start="1049" data-end="1218"><strong data-start="1049" data-end="1119">Consensus Reports – FDI World Dental Federation &amp; ICDAS Foundation</strong><br data-start="1119" data-end="1122" />(Fontes internacionais que fornecem diretrizes atualizadas sobre detecção e manejo da cárie).</p>
</li>
<li class="" data-start="1220" data-end="1353">
<p class="" data-start="1223" data-end="1353"><strong data-start="1223" data-end="1293">ABOPREV – Associação Brasileira de Odontologia Preventiva e Social</strong><br data-start="1293" data-end="1296" />(Para dados e práticas atuais de prevenção no Brasil).</p>
</li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>A Importância da Humanização na Odontologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2015 06:39:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[DCN]]></category>
		<category><![CDATA[humanização]]></category>
		<category><![CDATA[importância]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[Humanizar caracteriza-se pelo ato de colocar a cabeça e o coração na tarefa a ser desenvolvida. Envolve sinceridade e lealdade ao outro e saber ouvir com ciência e paciência”, pois o relacionamento e o contato direto levam ao crescimento. Assim, neste momento de troca, há a humanização, por meio de reconhecimento e identificação do outro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Humanizar caracteriza-se pelo ato de colocar a cabeça e o coração na tarefa a ser desenvolvida. Envolve sinceridade e lealdade ao outro e saber ouvir com ciência e paciência”, pois o relacionamento e o contato direto levam ao crescimento. Assim, neste momento de troca, há a humanização, por meio de reconhecimento e identificação do outro como ser humano. A humanização vem sendo preconizada na legislação vigente como essencial no processo de formação do cirurgião-dentista e na prática diária profissional. Tornar essa teoria um processo habitual é fundamental para o novo perfil delineado para o cirurgião-dentista. Percebe-se, entretanto, que, da teoria da humanização à prática, há um hiato no qual o professor em sua singularidade tem papel relevante, pois essa metodologia de ensino envolve mudanças de atitudes, comportamentos, valores, cultura, conceitos, entre outros fatores.<br />
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<p>A prática odontológica tem raízes históricas, culturais e sociais na formação do cirurgião-dentista, pautada no modelo flexneriano ou medicina cientifica, constituindo-se em uma prática individual, curativa, tecnicista, especializada e biologicista. Destaca-se a elaboração das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para os cursos de graduação em odontologia, acompanhando o movimento executado por outros cursos da saúde, como marco propulsor do processo de transformação. Implementadas em 2002, as definições contidas nas DCN sinalizam uma mudança paradigmática na formação, buscando materializar um profissional crítico, capaz de trabalhar em equipe e de levar em conta a realidade social. Propõem um cirurgião-dentista com perfil generalista, com sólida formação técnico-científica, humanística e ética, orientada para a promoção de saúde, com ênfase na prevenção de doenças bucais prevalentes..<br />
<img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5403" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/12/0001-105045632-e1449469658261.png" alt="humanizacao" width="940" height="430" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/12/0001-105045632-e1449469658261.png 940w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/12/0001-105045632-e1449469658261-300x137.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/12/0001-105045632-e1449469658261-768x351.png 768w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /><br />
O cirurgião dentista não pode ignorar o estado emocional dos pacientes e aumentar o vínculo afetivo entre profissional e paciente é vital para o bom andamento do tratamento odontológico. Uma atitude empática do dentista, seu respeito às queixas e sentimentos do paciente e a explicação clara dos procedimentos que serão realizados podem minimizar e até suprimir a ansiedade do paciente. Dessa forma, confiança, segurança, tranquilidade e serenidade devem ser encorajadas pelo cirurgião dentista durante as consultas. O profissional deve reconhecer que as pessoas têm o direito de serem informadas e de participarem do processo de reflexão sobre as ações que serão realizadas em seu corpo.<br />
O atendimento odontológico no serviço público deveria ser mais valorizado, considerando que a maioria dos pacientes tem insegurança com essa situação. Os pacientes imaginam que um dentista ideal deve ser um profissional com habilidades técnicas, mas que além dessas, tenham também habilidades sociais em contato com os pacientes, que saibam acolher o paciente, e procurem saber os obstáculos que aquele paciente tem no dia a dia, e que pode diretamente afetar no tratamento odontológico. Por tanto, as políticas e praticas de assistência aos pacientes devem ser repensadas, para que o atendimento á esses pacientes seja edificado de forma humanizada.<br />
Colaboração: Naylin Daniele de Oliveira<br />
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</script><br />
</body></p>
<p>Referências:</p>
<ol>
<li>Oliveira ME, Zampieri, MFM, Bruggemann OM. A melodia da humanização: reflexos sobre o cuidado durante o processo do nascimento. Florianópolis. Ed. Cidade Futura, 2001, p. 121.</li>
</ol>
<ol start="2">
<li>Canalli CSE, Gonçalves SS. A humanização na Odontologia: uma reflexão sobre a prática educativa. Rev Bras Odontol. 2011; 68:44-8.</li>
</ol>
<ol start="3">
<li>Ramos FB. Como o paciente se sente ao ser atendido por um aluno de Odontologia? Revista CROMG, Belo Horizonte; 2001, 7(1):10-15.</li>
</ol>
<ol start="4">
<li>Resolução CNE/CES no 3, de 19 de fevereiro de 2002. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Odontologia. Brasília; 2002 Nov 3.</li>
</ol>
<ol start="5">
<li>Mota LQ, Farias DBLM, Santos TA. Humanização no atendimento odontológico: acolhimento da subjetividade dos pacientes atendidos por alunos de graduação em Odontologia. Arq. Odontol. Jul./Set. 2012; vol.48, no.3 Belo Horizonte.</li>
</ol>
<ol start="6">
<li>Ferreira CM, Gurgel FED, Valverde GB, Moura EH, De Deus G, Coutinho FT. Ansiedade odontológica: nível, prevalência e comportamento. RBPS. 2004; 17(2): 51-55.</li>
</ol>
<ol start="7">
<li>Usual AB, Araújo AA, Diniz FVM, Drumound MM. Necessidade Sentida e observada: suas influências na satisfação de pacientes e profissionais. Arquivos em Odontologia, 42(1):1-80, 2006.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Cariostático</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/cariostatico/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/cariostatico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 17:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[cariostático]]></category>
		<category><![CDATA[coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[selante]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[Os exercícios a seguir ressaltam a importância do uso de cariostáticos. &#160; 1. O que é uma substância cariostática? Cite um exemplo. 2. Quais os mecanismos de ação dos cariostáticos? 3. Descreva a sequencia técnica (passo a passo) para aplicação do cariostático. 4. O tratamento odontológico infantil dos portadores de cárie de acometimento precoce, principalmente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os exercícios a seguir ressaltam a importância do uso de cariostáticos.<br />
&nbsp;<br />
<strong>1. </strong>O que é uma substância cariostática? Cite um exemplo.<br />
<strong>2. </strong>Quais os mecanismos de ação dos cariostáticos?<br />
<strong>3. </strong>Descreva a sequencia técnica (passo a passo) para aplicação do cariostático.<br />
<strong>4. </strong>O tratamento odontológico infantil dos portadores de cárie de acometimento precoce, principalmente nos primeiros anos de vida pode representar um quadro extremamente difícil. Qual conduta deve ser feita pelo profissional habilitado?</p>
<hr />
<p>&nbsp;<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4998" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" alt="Respostas" width="760" height="100" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas-300x39.png 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a><br />
&nbsp;<br />
<strong>Questão 1. </strong><br />
Age tanto em cáries incipientes como avançadas de dentes decíduos ou de permanentes jovens; ação anti cariogênica (agindo sobre o S. mutans, impedindo sua aderência e posterior colonização, diminuindo a população de microrganismos, como também a produção de ácidos por eles);<br />
Um dos agentes de controle que tem se mostrado eficaz é o diamino fluoreto de prata, produto com propriedades preventivas e cariostáticas. Ele já foi bastante utilizado na prevenção de cárie em sulcos e fissuras.<br />
<strong>Questão 2. </strong><br />
Esta propriedade antimicrobiana se explica por meio de sua ação oligodinâmica, ou seja, mesmo em baixas concentrações é mantido um equilíbrio protoplasmático. Ele também possui uma ação antisséptica e adstringente, que pode ser utilizada em tratamentos de estomatites, gengivites e periodontites.<br />
Os produtos resultantes da aplicação do diamino fluoreto de prata são: fluoreto de cálcio, fosfato de prata e proteinato de prata, os quais são menos solúveis<br />
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<p><strong>Questão 3. </strong><br />
Segundo Guedes-Pinto e Issáo (1999), antes da aplicação do diamino fluoreto de prata, deve-se informar os responsáveis que na região em que o processo da cárie estiver presente, ocorrerá o escurecimento.Eles preconizam a técnica de aplicação citada abaixo:</p>
<ol>
<li>Profilaxia com pedra-pomes e água;</li>
<li>Remoção da dentina amolecida com curetas;</li>
<li>Lavagem e secagem;</li>
<li>Proteção dos tecidos moles com vaselina ou manteiga de cacau;</li>
<li>Isolamento relativo e secagem do campo operatório;</li>
<li>Aplicação com bolinha de algodão ou cotonete umedecido, por 3 minutos.</li>
</ol>
<p>Caso ocorra contato desta substância com tecido mole, por exemplo, a gengiva, formando uma área esbranquiçada, deve-se neutralizar a ação do diamino com solução salina a 3%. Para melhor eficácia no tratamento as reaplicações devem ser feitas trimestralmente, maximizando assim a ação cariostática da solução. Além disso, o controle do processo carioso deve ser realizado de seis em seis meses (Massao et al., 1998; Rocha et al., 1999).<br />
<strong>Questão 4. </strong><br />
Nesses casos, o profissional deve levar em consideração os materiais odontológicos que apresentem uma alta eficiência com simplicidade de aplicação. O diamino fluoreto de prata preenche esses requisitos, além de apresentar um baixo custo, razão pela qual é indicado como opção no controle da cárie em saúde pública.<br />
As desvantagens podem ser contornadas informando-se aos pais sobre o aspecto enegrecido dos dentes, como uma situação provisória, pois no futuro a adoção de um tratamento reabilitador pode restabelecer a estética. Deve-se ressaltar que o aspecto antiestético não tem grande significado, considerando que a criança tem sua sensibilidade diminuída e a doença controlada.<br />
Vantagens: pesquisadores comprovaram a sua biocompatibilidade, ausência de citotoxicidade, efeitos hemostáticose e antimicrobiano.<br />
<body><br />
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</body></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Controle da Ansiedade e Sedação em Pacientes com Necessidades Especiais em Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/controle-da-ansiedade-e-sedacao-em-pacientes-com-necessidades-especiais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 19:21:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[sedação]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O desenvolvimento de um quadro de ansiedade ou comportamento fóbico (sensação de medo) durante um tratamento odontológico não é raro em situações clínicas. Essa alteração de estado está ligada aos cinco medos universais do homem: medo da dor, medo do desconhecido, medo do desamparo ou e da dependência, medo da mudança, da mutilação do corpo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desenvolvimento de um quadro de ansiedade ou comportamento fóbico (sensação de medo) durante um tratamento odontológico não é raro em situações clínicas. Essa alteração de estado está ligada aos cinco medos universais do homem: medo da dor, medo do desconhecido, medo do desamparo ou e da dependência, medo da mudança, da mutilação do corpo e da morte. Todo esse sentimento difícil de administrar acaba afastando pessoas ansiosas do tratamento odontológico.<img decoding="async" class=" wp-image-4770 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/recite-n4bmij-e1439834682658.png" alt="recite-n4bmij" width="366" height="385" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/recite-n4bmij-e1439834682658.png 591w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/recite-n4bmij-e1439834682658-286x300.png 286w" sizes="(max-width: 366px) 100vw, 366px" />Com os pacientes que possuem necessidades especiais, o uso de medicamentos orais para a sedação e controle de ansiedade se tornou uma aliada na vida clínica. Os ansiolíticos (BDZ), que são fármacos com variados princípios ativos &#8211; passando do Diazepam ao Midazolam, tem seu mecanismo de ação dado como uma ligação específica de BDZ no SNC: córtex, sistema límbico, cerebelo e mesencéfalo. Proporciona o aumento mútuo da ligação entre GABA e BDZ aos receptores GABA<sub>A</sub>, aumentando a condutância da interação alostérica. Os efeitos colaterais desses fármacos variam de toxicidade aguda à dependência do medicamento, por isso, conhecer a curva dose-resposta desses hipnosedativos é fundamental. Com indicações corretas, baseadas no quadro geral e psicológico do paciente, lançar mão de um BDZ pode ser uma alternativa válida e consistente no controle da ansiedade. Exemplos:<br />
<strong>Anti-histamínico de ação sedativa: </strong>Diazepam<br />
<em>Diazepam (Valium<sup>®</sup>): </em>Concentração de 5mg a 10mg. Posologia de 5mg a 20mg/dia e não deve exceder de 2 a 3 meses (sob receita especial)</p>
<ul>
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</script></p>
<li>Forma de atuação: Dependendo da dose, o diazepam varia da sedação à hipnose, podendo chegar ao estupor, sem, no entanto, produzir efeitos anestésicos. Porém, com doses pré-anestésicas, é possível que ocorra amnésia anterógrada, podendo, com isso, criar a ilusão de anestesia prévia.</li>
<li>Tempo de ação: pode ter uma meia-vida de até 24h</li>
<li>Efeitos colaterais: cansaço, sonolência e relaxamento muscular; em geral, estão relacionados com a dose administrada.</li>
<li>Contra-indicações: deve ser administrado a pacientes com hipersensibilidade aos benzodiazepínicos, insuficiência respiratória grave, insuficiência hepática grave, síndrome da apneia do sono, Miastenia Gravis, ou dependentes de depressores do SNC inclusive o álcool, exceto, neste último caso, quando utilizado para o tratamento de sintomas agudos de abstinência.</li>
<li>Interações medicamentosas: Existe interação potencialmente relevante entre diazepam e os compostos que inibem certas enzimas hepáticas (particularmente citocromo P-450 3A). Estudos indicam que estes compostos influenciam a farmacocinética do diazepam e podem aumentar e prolongar a sedação. Esta reação ocorre com cimetidina, cetoconazol, fluvoxamina, fluoxetina e omeprazol. Existem relatos de que a eliminação metabólica de fenitoína é afetada pelo diazepam.Cisaprida pode levar ao aumento temporário de efeito sedativo dos benzodiazepínicos administrados via oral devido à absorção mais rápida.<br />
Tem sido descrito que a administração concomitante de cimetidina (mas não ranitidina) retarda o clearance do diazepam. Por outro lado, não existem interferências com os antidiabéticos, anticoagulantes e diuréticos comumente utilizados.</li>
</ul>
<p>Em crianças: Diazepam &#8211; Pré-medicação (crianças: 0,1 &#8211; 0,2mg/kg), uma hora antes da indução anestésica.</p>
<hr />
<p><strong>Benzodiazepínico: </strong>Midazolam<br />
<em>Midazolam (Dormonid<sup>®</sup>): </em>7,5mg e 15mg. Posologia de curta duração ou antecedendo procedimentos cirúrgicos ou diagnósticos (sob receita especial)</p>
<ul>
<li>Possui propriedades anticonvulsivante, ansiolítica, miorrelaxante, ação pré-anestésica.</li>
<li>Tempo de ação: meia-vida de aproximadamente 6,5 horas.</li>
<li>Efeitos colaterais: Sonolência diurna, embotamento emocional (diminuição na habilidade de expressar-se emocionalmente), redução da atenção, confusão mental, fadiga, dor de cabeça, tontura, fraqueza muscular, falta de coordenação dos movimentos ou visão dupla.</li>
<li>Contra-indicações: não deve ser utilizado por crianças ou por qualquer pessoa comalergia conhecida a benzodiazepínicos ou a qualquer dos componentes da fórmula do produto.<br />
Não se deve administrar <strong>em </strong>pacientes com miastenia gravis, doença grave no fígado,insuficiência respiratória grave ou apneia do sono (suspensão da respiração durante o sono).</li>
<li>Interações medicamentosas: interação relevante entre midazolam e compostos que inibem certas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P-450 III A). Dados evidenciaram que esta enzima influencia a farmacocinética do midazolam e pode acarretar um prolongamento e/ou aumento da sedação. Até o momento conhecemos a interação com a cimetidina, ranitidina, eritromicina, diltiazem, verapamil, cetoconazol e itraconazol. Pacientes que estejam recebendo estas medicações quando possível deve-se evitar esta associação ou a dose deve ser reduzida de 50 a 75 % da dose usual e o paciente deve ser mantido sob vigilância.</li>
</ul>
<p>Em crianças: não está indicado o uso em crianças.<br />
<strong>Drogas e equipamentos o dentista deve ter em seu consultório para sedar um paciente:</strong></p>
<ul>
<li>Diazepam</li>
<li>Midazolam</li>
<li>Lorazepam</li>
<li>Clonazepam,</li>
</ul>
<p>Os cirurgiões-dentistas devem ter cilindros de oxigênio, ambu e monitor cardíaco.<br />
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</body></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sistema Único de Saúde (SUS)</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sistema-unico-de-saude-sus/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/sistema-unico-de-saude-sus/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 01:41:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo. Ele abrange desde o simples atendimento ambulatorial até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral, universal e gratuito para toda a população do país. Amparado por um conceito ampliado de saúde, o SUS foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo. Ele abrange desde o simples atendimento ambulatorial até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral, universal e gratuito para toda a população do país. Amparado por um conceito ampliado de saúde, o SUS foi criado, em 1988 pela Constituição Federal Brasileira, para ser o sistema de saúde dos mais de 180 milhões de brasileiros.</span></p>
<p style="text-align: left;">Segundo a Cartilha &#8220;Entendendo o SUS&#8221;, existem 10 informações que são importantes:</p>
<div class="page" title="Page 5">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #1e85c9;"><strong>1.</strong> </span>Todos os estados e municípios devem ter conselhos de saúde compostos por representantes dos usuários do SUS, dos prestadores de serviços, dos gestores e dos profissionais de saúde. Os conselhos são fiscais da aplicação dos recursos públicos em saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #1e85c9;"><strong>2.</strong></span> A União é o principal financiador da saúde pública no país. Historicamente, metade dos gastos é feita pelo governo federal, a outra metade fica por conta dos estados e municípios. A União formula políticas nacionais, mas a implementação é feita por seus parceiros (estados, municípios, ONGs e iniciativa privada)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">3.</span> </strong>O município é o principal responsável pela saúde pública de sua população. A partir do Pacto pela Saúde, assinado em 2006, o gestor municipal passa a assumir imediata ou paulatinamente a plenitude da gestão das ações e serviços de saúde oferecidos em seu território.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">4.</span> </strong>Quando o município não possui todos os serviços de saúde, ele pactua (negocia e acerta) com as demais cidades de sua região a forma de atendimento integral à saúde de sua população. Esse pacto também deve passar pela negociação com o gestor estadual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">5.</span> </strong>O governo estadual implementa políticas nacionais e estaduais, além de organizar o atendimento à saúde em seu território.</p>
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<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">6.</span></strong> A porta de entrada do sistema de saúde deve ser preferencialmente a atenção básica (postos de saúde, centros de saúde, unidades de Saúde da Família, etc.). A partir desse primeiro atendimento, o cidadão será encaminhado para os outros serviços de maior complexidade da saúde pública (hospitais e clínicas especializadas).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">7.</span> </strong>O sistema público de saúde funciona de forma referenciada. Isso ocorre quando o gestor local do SUS, não dispondo do serviço de que o usuário necessita, encaminha-o para outra localidade que oferece o serviço. Esse encaminhamento e a referência de atenção à saúde são pactuados entre os municípios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">8.</span> </strong>Não há hierarquia entre União, estados e municípios, mas há competências para cada um desses três gestores do SUS. No âmbito municipal, as políticas são aprovadas pelo CMS – Conselho Municipal de Saúde; no âmbito estadual, são negociadas e pactuadas pela CIB – Comissão Intergestores Bipartite (composta por representantes das secretarias municipais de saúde e secretaria estadual de saúde) e deliberadas pelo CES – Conselho Estadual de Saúde (composto por vários segmentos da sociedade: gestores, usuários, profissionais, entidades de classe, etc.); e, por fim, no âmbito federal, as políticas do SUS são negociadas e pactuadas na CIT – Comissão Intergestores Tripartite (composta por representantes do Ministério da Saúde, das secretarias municipais de saúde e das secretarias estaduais de saúde).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">9.</span> </strong>Os medicamentos básicos são adquiridos pelas secretarias estaduais e municipais de saúde, dependendo do pacto feito na região. A insulina humana e os chamados medicamentos estratégicos &#8211; incluídos em programas específicos, como Saúde da Mulher, Tabagismo e Alimentação e Nutrição &#8211; são obtidos pelo Ministério da Saúde. Já os medicamentos excepcionais (aqueles considerados de alto custo ou para tratamento continuado, como para pós-transplantados, síndromes – como Doença de Gaucher – e insuficiência renal crônica) são comprados pelas secretarias de saúde e o ressarcimento a elas é feito mediante comprovação de entrega ao paciente. Em média, o governo federal repassa 80% do valor dos medicamentos excepcionais, dependendo dos preços conseguidos pelas secretarias de saúde nos processos licitatórios. Os medicamentos para DST/Aids são comprados pelo ministério e distribuídos para as secretarias de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1e85c9;">10.</span></strong> Com o Pacto pela Saúde (2006), os estados e municípios poderão receber os recursos federais por meio de cinco blocos de financiamento: 1 – Atenção Básica; 2 – Atenção de Média e Alta Complexidade; 3 – Vigilância em Saúde; 4 – Assistência Farmacêutica; e 5 – Gestão do SUS. Antes do pacto, havia mais de 100 formas de repasses de recursos financeiros, o que trazia algumas dificuldades para sua aplicação.</p>
<div class="page" title="Page 7">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<div class="page" title="Page 11">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<strong><span style="color: #1e85c9;">Em setembro de 2000, foi editada a Emenda Constitucional n° 29.</span></strong></p>
<ul>
<li>O texto assegura a co-participação da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios no financiamento das ações e serviços de saúde pública.</li>
<li>A nova legislação estabeleceu limites mínimos de aplicação em saúde para cada unidade federativa.</li>
<li>Mas ela precisa ser regulamentada por projeto de lei complementar que já está em debate no Congresso Nacional. O novo texto definirá quais tipos de gastos são da área de saúde e quais não podem ser considerados gastos em saúde.</li>
</ul>
<p><strong><span style="color: #1e85c9;">Conselhos de Saúde</span></strong></p>
<div class="page" title="Page 13">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Os conselhos são instâncias colegiadas (membros têm poderes iguais) e têm uma função deliberativa. Eles são fóruns que garantem a participação da população na fiscalização e formulação de estratégias da aplicação pública dos recursos de saúde. Os conselhos são formados por representantes dos usuários do SUS, dos prestadores de serviços, dos gestores e dos profissionais de saúde.<br />
<strong><span style="color: #1e85c9;">Descentralização</span></strong></p>
<div class="page" title="Page 14">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Significa que a gestão do sistema de saúde passa para os municípios, com a conseqüente transferência de recursos financeiros pela União, além da cooperação técnica.</p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<span style="color: #1e85c9;"><strong>Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde</strong></span><br />
Assegura ao cidadão o direito básico ao ingresso digno nos sistemas de saúde, sejam eles públicos ou privados.</p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<ol>
<li>Todo cidadão tem direito ao acesso ordenado e organizado aos sistemas de saúde.</li>
<li>Todo cidadão tem direito a tratamento adequado e efetivo para seu problema.</li>
<li>Todo cidadão tem direito ao atendimento humanizado, acolhedor e livre de qualquer discriminação.</li>
<li>Todo cidadão tem direito a atendimento que respeite a sua pessoa, seus valores e seus direitos.</li>
<li>Todo cidadão também tem responsabilidades para que seu trata- mento aconteça da forma adequada.</li>
<li>Todo cidadão tem direito ao comprometimento dos gestores da saúde para que os princípios anteriores sejam cumpridos.</li>
</ol>
<p><span style="color: #1e85c9;"><strong>Princípios Doutrinários </strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #1e85c9;"><strong>Universalização</strong>:</span> a saúde é um direito de cidadania de todas as pessoas e cabe ao Estado assegurar este direito, sendo que o acesso às ações e serviços deve ser garantido a todas as pessoas, independentemente de sexo, raça, ocupação, ou outras características sociais ou pessoais.</li>
<li><span style="color: #1e85c9;"><strong>Eqüidade</strong>:</span> o objetivo desse princípio é diminuir desigualdades. Apesar de todas as pessoas possuírem direito aos serviços, as pessoas não são iguais e, por isso, têm necessidades distintas. Em outras palavras, eqüidade significa tratar desigualmente os desiguais, investindo mais onde a carência é maior.</li>
<li><span style="color: #1e85c9;"><strong>Integralidade</strong>:</span> este princípio considera as pessoas como um todo, atendendo a todas as suas necessidades. Para isso, é importante a integração de ações, incluindo a promoção da saúde, a prevenção de doenças, o tratamento e a reabilitação. Juntamente, o principio de integralidade pressupõe a articulação da saúde com outras políticas públicas, para assegurar uma atuação intersetorial entre as diferentes áreas que tenham repercussão na saúde e qualidade de vida dos indivíduos.</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
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<p><strong><span style="color: #1e85c9;"> Princípios Organizativos </span></strong></p>
<ul>
<li><span style="color: #1e85c9;"><strong>Regionalização e Hierarquização</strong>:</span> os serviços devem ser organizados em níveis crescentes de complexidade, circunscritos a uma determinada área geográfica, planejados a partir de critérios epidemiológicos, e com definição e conhecimento da população a ser atendida. A regionalização é um processo de articulação entre os serviços que já existem, visando o comando unificado dos mesmos. Já a hierarquização deve proceder à divisão de níveis de atenção e garantir formas de acesso a serviços que façam parte da complexidade requerida pelo caso, nos limites dos recursos disponíveis numa dada região.</li>
<li><span style="color: #1e85c9;"><strong>Descentralização e Comando Único</strong>:</span> descentralizar é redistribuir poder e responsabilidade entre os três níveis de governo. Com relação à saúde, descentralização objetiva prestar serviços com maior qualidade e garantir o controle e a fiscalização por parte dos cidadãos. No SUS, a responsabilidade pela saúde deve ser descentralizada até o município, ou seja, devem ser fornecidas ao município condições gerenciais, técnicas, administrativas e financeiras para exercer esta função. Para que valha o princípio da descentralização, existe a concepção constitucional do mando único, onde cada esfera de governo é autônoma e soberana nas suas decisões e atividades, respeitando os princípios gerais e a participação da sociedade.</li>
<li><span style="color: #1e85c9;"><strong>Participação Popular</strong>:</span> a sociedade deve participar no dia-a-dia do sistema. Para isto, devem ser criados os Conselhos e as Conferências de Saúde, que visam formular estratégias, controlar e avaliar a execução da política de saúde.</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<p>Fonte: portalsaude.saude.gov.br | infoescola.com
</p></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Ciclo Restaurador Repetitivo</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/ciclo-restaurador-repetitivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2015 23:41:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dentística & Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Operatória & Materiais Dentários]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[repetitivo]]></category>
		<category><![CDATA[restaurador]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[As restaurções, tanto em amálgama como em resina composta, prolongam a vida do elemento dentário porém não os mantém isentos da possibilidade de recidiva da doença cárie. O controle da conseqüência da doença deve ser simultâneo ao tratamento da causa da mesma, pois apenas restaurar, sem descobrir a causa e alertar o paciente, fará com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As restaurções, tanto em amálgama como em resina composta, prolongam a vida do elemento dentário porém não os mantém isentos da possibilidade de recidiva da doença cárie. O controle da conseqüência da doença deve ser simultâneo ao tratamento da causa da mesma, pois apenas restaurar, sem descobrir a causa e alertar o paciente, fará com que a doença continue aparecendo e progredindo levando à troca da restauração.<br />
O ciclo restaurador repetitivo baseia-se exatamente nisso, quando as restaurações não são duráveis e não curam a cárie é sinal de que o diagnóstico feito pelo profissional foi impreciso e a restauração realizada de maneira agressiva. Foi uma decisão imediata e a manutenção não foi efetivada da melhor forma pelo profissional, o que levou a restauração ao fracasso. A partir disso a mesma deverá ser substituída, geralmente depois de um período de 5 a 10 anos se for em amálgama e de 1 a 5 anos se for em resina. Para a substituição, um preparo deve ser realizado, ele será, de maneira inevitável, maior que o primeiro, aumentando a cavidade e a complexidade da restauração. Os CD após realizarem esse procedimento, concluem que fizeram um bom trabalho, mas a cárie não foi tratada como doença e os pacientes geralmente não possuem o mínimo conhecimento preventivo, testes de diagnóstico disponíveis para o trabalho são inadequados. A insatisfação do paciente leva-o a trocar de dentista, o que dá continuidade ao ciclo restaurador repetitivo e o acelera. Quando os efeitos adversos de materiais restauradores, como infiltração marginal, manchamento da interface e deficiência da anatomia dental começam a aparecer, o material deve ser substituído, recomeçando assim o ciclo e tendo como resultado uma significante insatisfação do paciente e do CD.<br />
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<p>O experimento e pesquisas realizadas sobre o Ciclo Restaurador Repetitivo, foram descritas por Elderton no ano de 1999 e é muito comum entre os consultórios odontológicos de todo o mundo atualmente.<br />
<span data-reactid=".8f.$mid=11415212674717=2655c209456bcae5359.2:0.0.0.0.0.0.$end:0:$0:0">Autor: Tangreyse de Luca Moraes, 18 anos. A</span><span data-reactid=".8f.$mid=11415212674717=2655c209456bcae5359.2:0.0.0.0.0.0.$end:0:$2:0">cadêmica do curso de Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>A Psicologia Aplicada à Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/a-psicologia-aplicada-a-odontologia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/a-psicologia-aplicada-a-odontologia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2014 18:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[dentistry]]></category>
		<category><![CDATA[fear]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[PNE]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psychology]]></category>
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					<description><![CDATA[A psicologia aplicada à odontologia constitui um corpo de conhecimentos teóricos e técnicos derivados da psicologia clínica da saúde e utilizado para a avaliação, controle e modificação de comportamentos de indivíduos (clientes e familiares) inseridos em contextos de tratamento odontológico (Moraes; Pessoti, 1985). Os diferentes procedimentos de intervenção psicológica podem ser aplicados a todas as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 2">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A <strong>psicologia aplicada à odontologia</strong> constitui um corpo de conhecimentos teóricos e técnicos derivados da psicologia clínica da saúde e utilizado para a avaliação, controle e modificação de comportamentos de indivíduos (clientes e familiares) inseridos em contextos de tratamento odontológico (Moraes; Pessoti, 1985). Os diferentes procedimentos de intervenção psicológica podem ser aplicados a todas as áreas da odontologia, da clínica geral às especialidades, incluindo a ortodontia, a periodontia e a endodontia. Refletem uma filosofia da atenção integral à saúde do homem, em sua unidade biopsicossocial, considerando seu ambiente físico e seu meio sociocultural (Jacob, 1995; Singh, Moraes; Ambrosano, 2000).</p>
<div class="page" title="Page 2">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">O objetivo principal da psicologia aplicada à odontologia é interferir nas variáveis psicossociais que medeiam os processos de diagnóstico, tratamento e reabilitação em odontologia, visando a promover e manter o estado geral de saúde do indivíduo, bem como a prevenir e facilitar o enfrentamento eficiente de situações de tratamento dos transtornos bucais de usuários de sistemas de saúde.<br />
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<p>Denominam-se variáveis psicossociais todos aqueles elementos psicológicos que os indivíduos tem ou adquirem por meio de imitação ou experiência, tais como:</p></div>
<div></div>
<div class="column">
<ul>
<li>sentimentos</li>
<li>crenças</li>
<li>ideias</li>
<li>pensamentos</li>
</ul>
<p>Essas variáveis ocorrem principalmente em situações estressantes. Quando<strong> mais</strong> vulnerável o indivíduo se sentir em uma determinada situação, <strong>maior</strong> a intensidade com que as variáveis psicossociais tendem a se manifestar,</p>
</div>
<div class="column"></div>
<div class="column">As crianças que foram expostas à algumas situações estrelantes podem apresentar alguns comportamentos como;</div>
<div class="column"></div>
<div class="column"></div>
<div class="column">
<ol>
<li>fuga (que incluem deixar a situação o mais rápido possível, sair correndo ou ir embora);</li>
<li>comportamentos em que evitam submeter-se à condição ou a uma situação específica da condição (designados como comportamentos de esquiva, como se recusar a sentar na cadeira ou abrir a boca para um exame clínico);</li>
<li>imobilização motora (que incluem permanecer inerte, agarrado ao colo de um familiar, paralisado frente à situação percebida;</li>
<li>enfrentamento da situação (que incluem passar pela situação enfrentando, por meio de estratégias comportamentais e/ou cognitivas, os elementos identificados como aversivos).</li>
</ol>
<p>No caso específico de medo de dentista, podemos levantar a hipótese de que pode se tratar de um temor aprendido a partir das primeiras experiências infantis com tratamentos odontológicos mal conduzidos ou cujas situações vivenciadas produziram excessivos desconfortos físicos e/ou psicológicos.</p>
</div>
<div class="column"></div>
<div class="column"><strong>Procedimentos de manejo comportamental</strong></div>
<div class="column">
<div class="page" title="Page 4">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A modelação, procedimento no qual a criança assiste um vídeo (ou slides, ou mesmo cenas ao vivo) de uma outra criança que foi submetida a um procedimento odontológico semelhante àquele que será executado nela. A observação de um outro indivíduo exposto a uma situação ameaçadora e que tenha apresentado repertório de comportamentos adequado pode encorajar o cliente a submeter-se à mesma situação. Neste caso, desloca-se a atenção da criança para os comportamentos colaborativos e não para o procedimento odontológico a ser executado.</p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Procedimentos de relaxamento muscular, efetuados imediatamente antes da execução de um procedimento odontológico, podem ser úteis em produzir uma diminuição gradativa da tensão muscular da criança, bem como maior autocontrole respiratório, reduzindo a agitação motora da mesma durante o período de tratamento. O relaxamento muscular pode ser conjugado com procedimentos de visualização cognitiva, nos quais a criança é convidada a criar estímulos mentais (imagens) que se contraponham a estímulos produtores de ansiedade e medo.</p>
<div class="page" title="Page 4">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">Um procedimento muito útil para determinados clientes que preferem ter controle total sob a situação a que serão submetidos, é a combinação de estratégias de apresentação, nomeação, descrição e demonstração (a estratégia de manejo identificada como conte, mostre e faça). Neste caso, o odontopediatra apresenta os principais instrumentos que serão utilizados no tratamento, nomeia-os, descreve-os e demonstra sua utilização à criança. Observa-se que a demonstração pode ser efetuada verbalmente ou, ainda, em modelos de gesso ou vídeo. A apresentação dos instrumentos tem o objetivo de reduzir a ansiedade da criança diante de uma situação desconhecida, evitando a geração de temores e crenças disfuncionais. A cada passo do tratamento, a criança pode receber explicações detalhadas sobre sua execução, desde que apresentadas de</p>
<div class="page" title="Page 5">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">A distração é um dos procedimentos mais referidos na literatura como potencialmente eficiente, se forem apresentados à criança estímulos suficientemente atrativos e incompatíveis com a tensão psicológica gerada pela situação de consultório e do tratamento odontológico. Uma criança que tenha medo de dentista, provocado por determinado ruído de instrumento odontológico, por exemplo, pode permanecer ouvindo música, com fones de ouvido, durante todo o tempo de duração da consulta. Uma outra criança pode, durante o tratamento, assistir programas de televisão em um monitor de vídeo fixado sobre o teto do consultório. A distração possui o objetivo geral de desviar a atenção da criança de estímulos aversivos aos quais ela é vulnerável para elementos agradáveis e mais reforçadores.</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>Conteúdo retirado do artigo: PSICOLOGIA APLICADA À ODONTOPEDIATRIA: UMA INTRODUÇÃO, Áderson Luiz Costa Junior<br />
Fonte da imagem: http://www.lisdeoliveira.com.br/a-mente-humana-e-preguicosa-diz-psicologo/</p>
</div>
<div class="column"></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Diretrizes da Política  Nacional de Saúde Bucal</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/diretrizes-da-politica-nacional-de-saude-bucal/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/diretrizes-da-politica-nacional-de-saude-bucal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2014 03:46:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[diretrizes]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[Diretriz: linha reguladora de um traçado de um caminho ou estrada. Politica: ciência dos fenômenos referentes ao estado. Diretrizes das PNSB São as diretrizes do ministério da saúde para organizacão da atenção à saúde bucal no âmbito do SUS. &#62;&#62; Por quê a saúde bucal necessita de Diretrizes? Diretrizes promovem caminhos pautando-se: melhorias e universalidade do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Diretriz:</strong> linha reguladora de um traçado de um caminho ou estrada.<br />
<strong>Politica:</strong> ciência dos fenômenos referentes ao estado.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Diretrizes das PNSB</strong></p>
<p>São as diretrizes do ministério da saúde para organizacão da atenção à saúde bucal no âmbito do SUS.</p>
<p>&gt;&gt; <strong>Por quê a saúde bucal necessita de Diretrizes?</strong><br />
<em>Diretrizes promovem caminhos pautando-se:</em></p>
<ul>
<li>melhorias e universalidade do acesso</li>
<li>humanização do cuidado odontológico</li>
<li>resolutividade clínica</li>
<li>promoção de saúde</li>
<li>qualificação de RH</li>
</ul>
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</script></p>
<p>&#8211; Incorporar a saúde da família com uma importante estratégia na reorganização da atenção básica.<br />
Obs: Em breve, dentro dessa categoria voltada à políticas de saúde, haverá bastante conteúdo para o auxílio nos estudos dos alunos.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Resumo de Cariologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/resumo-geral-odontologia-social-e-preventiva-e-cariologia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/resumo-geral-odontologia-social-e-preventiva-e-cariologia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2012 14:50:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[ART]]></category>
		<category><![CDATA[atividade]]></category>
		<category><![CDATA[Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[flúor]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[radiografia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[selante]]></category>
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					<description><![CDATA[Resumo sobre cariologia que montamos para você traz explicações de conceitos, classificações e até técnicas de prevenção. Processo Des-Re: se dá quando o pH do esmalte está abaixo de 5,5 – quando o esmalte mais perde íons cálcio e fosfato do que ganha, ou seja, mais desmineralização. Com a presença do flúor, esse limite de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Resumo sobre <strong>cariologia</strong> que montamos para você traz explicações de conceitos, classificações e até técnicas de prevenção.</p>
<p><strong>Processo Des-Re:</strong> se dá quando o pH do esmalte está abaixo de 5,5 – quando o esmalte mais perde íons cálcio e fosfato do que ganha, ou seja, mais desmineralização. Com a presença do flúor, esse limite de pH crítico do esmalte aumenta para 4,5.</p>
<p>*Já na dentina, a progressão da cárie é mais rápida, já que seu pH crítico é 6,5.</p>
<p><strong>Classificação segundo atividade de doença</strong></p>
<p><strong>Aguda/ativa</strong></p>
<ul>
<li>Opacas (sem brilho)</li>
<li>Ásperas</li>
<li>Localizadas em sítios de retenção&nbsp; crônica de biofilmes</li>
</ul>
<p>-margem cervical; fóssulas e fissuras; bordas de próteses; bordas de brackets.</p>
<p><strong>Crônica/inativa </strong></p>
<ul>
<li>Brilhantes</li>
<li>Lisas</li>
<li>Brancas ou escuras</li>
</ul>
<p><strong>Técnica de Prevenção &#8211; Selante</strong></p>
<p><strong>Requisitos básicos de um selante: </strong></p>
<ul>
<li>Adesão ao esmalte</li>
<li>Aplicação clínica simples</li>
<li>Fluidez</li>
<li>Polimerização rápida</li>
<li>Não ser prejudicial aos tecidos bucais</li>
<li>Solubilidade</li>
</ul>
<p><strong>Critérios para aplicação:</strong><br />
Indicações tendo como base&#8230;</p>
<ul>
<li>Idade e higiene do paciente</li>
<li>Histórico de doença carie no individuo</li>
<li>Hábitos alimentares</li>
<li>Cooperação e confiança no retorno do paciente</li>
<li>Tipo de morfologia do dente</li>
<li>Julgamento clínico de cada dentista</li>
</ul>
<p><strong>Técnica de aplicação do selante </strong></p>
<ol>
<li>Profilaxia com soro fisiológico ou água oxigenada</li>
<li>Isolamento relativo, quando possível – absoluto</li>
<li>Condicionamento ácido 30seg (ácido poliacrílico 11%: ionomérico | ácido fosfórico 37%: resinoso)</li>
<li>Remoção do ácido com água e secagem para controle de umidade (opaca)</li>
<li>Aplicação do selante</li>
<li>Ajuste oclusal</li>
<li>Aplicação do verniz fluoretado</li>
<li>Avaliação periódica – risco do paciente</li>
</ol>
<p><strong>A eficácia dos selantes oclusais depende:</strong></p>
<ul>
<li>Retenção dependente do controle da umidade no momento da aplicação</li>
<li>Espera-se 100% da prevenção de cáries em cicatrículas e fissuras com a aplicação e manutenção dos selantes.</li>
</ul>
<p><strong>Lesão de cárie incipiente e selamento oclusal:</strong></p>
<ol>
<li>Bloqueio da fonte de nutrientes da bactéria</li>
<li>Capacidade de reparar da dentina</li>
<li>Ataque ácido reduz 75% o número de microrganismos</li>
</ol>
<div></div>
<div><strong>ART</strong><br />
Se da pela remoção do tecido cariado com o uso de instrumentos manuais e restauração de cavidades com material restaurador adesivo.</div>
<div></div>
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<div><strong>Vantagens: </strong></p>
<ul>
<li>Dispensa o uso de equipamentos odontológicos</li>
<li>Simples e de baixo custo operacional</li>
<li>Não necessita de anestesia (se estiver em clínica e houver a necessidade é indicado)</li>
<li>Maior conservação de estrutura dentária</li>
<li>Uso de material restaurador adesivo com liberação de flúor</li>
</ul>
<p><strong>Sequência da técnica: </strong></p>
<ol>
<li>Isolamento do campo operatório com rolos de algodão</li>
<li>Limpeza da superfície do dente</li>
<li>Ampliação do acesso à lesão se necessário</li>
<li>Remoção do tecido cariado (com colher de dentina)</li>
<li>Limpeza da cavidade ou superfície oclusal (ácido poliacrilico)</li>
<li>Lavagem com&nbsp; bolinhas de algodão umedecidas e secagem</li>
<li>Proteção pulpar se necessário</li>
<li>Manipulação do CIV</li>
<li>Inserção do material na cavidade</li>
<li>Pressão digital</li>
<li>Ajustes e remoção de excessos</li>
<li>Verificação da oclusão</li>
<li>Proteção com verniz fluoretado</li>
</ol>
<p><strong>Revelação de Placa &gt; IHO-S</strong></p>
<ul>
<li>Pastilha reveladora de placa – mastigar e bochechar a solução por 1 min.</li>
<li>Visualizar áreas&nbsp; pigmentadas .</li>
</ul>
<p><strong>Ciclo restaurador repetitivo</strong></p>
<div>O ciclo restaurador repetitivo é caracterizado por uma sequência de eventos que seguem após um diagnóstico impreciso, ou indicação errada ou até mesmo uma cultura tradicional restauradora, que levam a uma perda de estrutura dentária, deixando o dente mais frágil. Para que haja uma intervenção mínima, é exigido do profissional um esforço maior no diagnóstico e mais capacidade cientifica do que métodos invasivos.</div>
<div></div>
<div><strong>Pressupostos necessários para o manejo da cárie</strong></p>
<ol>
<li>Identificação dos fatores de risco</li>
<li>Implementação de estratégias preventivas</li>
<li>Remineralização de lesões não cavitadas</li>
<li>Intervenção cirúrgica mínima em lesões cavitadas</li>
<li>Reparo de restaurações não defeituosas</li>
</ol>
<p align="right">Mickenautsch, 2006</p>
<p><strong>Promoção da Saúde</strong></p>
<p><strong>Definição de promoção à saúde: </strong>Processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria da sua capacidade de vida e saúde.<br />
&#8211; Redução dos fatores de risco e promoção de fatores de saúde.<br />
&#8211; Redução de desigualdades sociais e de saúde;<br />
&#8211; Ações coletivas, multidimensionadas, mediadas pelo setor de saúde (tornar as escolhas saudáveis, as mais fáceis).</p>
<p><strong>Ações de promoção da saúde:</strong></p>
<ul>
<li>Construir políticas públicas saudáveis</li>
<li>Criar ambientes favoráveis à saúde</li>
<li>Fortalecer ações comunitárias</li>
<li>Desenvolver ações comunitárias</li>
<li>Desenvolver habilidades pessoais</li>
<li>Reorientar serviços de saúde.</li>
</ul>
<p><strong>Flúor</strong><br />
O elemento mais eletronegativo da tabela tem uma ação preventiva e terapêutica quando se fala de cárie, porém, o mito de que ele deixa os dentes mais fortes é uma inverdade, porque quando o flúor é ingerido, grande parte não fica na superfície dental.<br />
Nos dentes, quando o pH diminui, o aleto é quebrado (lise) e o fluoreto será disponibilizado em sua forma iônica [F-] para efetuar a remineralização. No esmalte o flúor forma a fluorapatita, composto mais “resistente” às condições ácidas do que a hidroxiapatita (condição normal do esmalte), dessa forma, o flúor aumenta o limite de pH crítico do esmalte.</p>
<p><strong>Radiografias</strong></p>
<p><strong>Bite-wing:</strong><br />
Indicações – lesões cariosas proximais e incipientes; falta ou excesso de material restaurador; reabsorções ósseas</p>
<p><strong>Periapical:</strong><br />
Indicações &#8211; Lesões cariosas,&nbsp; excesso ou falta de material restaurador, relação entre dentição decídua e permanente, mineralizações e nódulos pulpares, reabsorções radiculares internas e externas, anomalias dentárias, lesões periapicais e outras patologias ósseas.</p>
<p><strong>Panorâmica:</strong><br />
Indicações &#8211; Estudo dos padrões de erupção dentária, formação e desenvolvimento das raízes, Visualização dos seios maxilares, exames da articulação têmporo-mandibular (ATM), estudo de grandes áreas patológicas e suas relações com estruturas vizinhas, verificação de fraturas, estudo das glândulas salivares e verificação de assimetrias no complexo dento-facial.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Selantes</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/selantes/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/selantes/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 16:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[contra-indicações]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Eficácia]]></category>
		<category><![CDATA[indicações]]></category>
		<category><![CDATA[Selantes]]></category>
		<category><![CDATA[técninca]]></category>
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					<description><![CDATA[Qual o objetivo dos selantes? Por que ele é tão importante? Esse post vai te explicar qual a importância, os critérios a serem avaliados, indicações, contra-indicações e muito mais! Qual o objetivo? Selar fóssulas e fissuras, a fim de prevenir o desenvolvimento de carie, levando em consideração o risco do paciente à doença. Critérios para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Qual o objetivo dos <strong>selantes</strong>? Por que ele é tão importante?</p>
<p>Esse post vai te explicar qual a importância, os critérios a serem avaliados, indicações, contra-indicações e muito mais!</p>
<p><strong>Qual o objetivo?</strong></p>
<p>Selar fóssulas e fissuras, a fim de prevenir o desenvolvimento de carie, levando em consideração o<span style="color: #000000;"> risco</span> do paciente à doença.</p>
<p><strong>Critérios para Aplicação</strong><br />
Os selantes só devem ser aplicados após cuidadoso julgamento clínico do paciente e obviamente dependendo da organização do sistema odontológico de saúde.<br />
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<p><strong>Requisitos para um selante</strong></p>
<ul>
<li>Adesão ao esmalte</li>
<li>Aplicação clinica simples</li>
<li>Polimerização rápida</li>
<li>Não ser prejudicial aos tecidos bucais</li>
<li>Solubilidade baixa</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-887" title="selantes1" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/selantes12-300x189.jpg" alt="" width="252" height="159" /></p>
<p><strong>Critérios para indicação</strong></p>
<ul>
<li>Estágio de erupção dentária – 1° e 2° molares</li>
<li>Idade e higiene  do paciente</li>
<li>Histórico de carie do individuo</li>
<li>Hábitos alimentares</li>
<li>Cooperação e confiança no retorno do paciente</li>
<li>Tipo e morfologia do dente</li>
<li>Julgamento clinico de cada paciente</li>
</ul>
<p><strong>Critérios par<span style="color: #000000;">a NÃO a</span>plicação de selantes</strong></p>
<ul>
<li>Pacientes livres de carie</li>
<li>Fissuras rasas e amplas em pacientes sem sinais de atividade de carie</li>
<li>Dente com lesões de caries proximais</li>
<li>Fóssulas e fissuras cariadas</li>
</ul>
<p>Quando houver a necessidade da aplicação tópica de flúor, o profissional deverá  optar por fazer <strong>depois</strong> da aplicação do selante</p>
<p><span style="color: #ff0000;">*</span>Exceto em alguns casos específicos, o profissional deverá sempre fazer uso de isolamento absoluto</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Eficácias dos selantes oclusais </strong></span></p>
<ul>
<li> Retenção depende do controle da umidade no momento da aplicação</li>
<li> Espera-se 100% de prevenção de carie em cicatrículas e fissuras com a aplicação e manutenção dos selantes</li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><span style="color: #33cccc;"><strong>VOCÊ SABIA?</strong> </span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>O risco de um dente não selado desenvolver cárie é <strong>nove vezes</strong> maior do que um selado (</em></span><span style="color: #000000;"><em>Simonsen, 1987). </em></span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
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