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	<title>Oclusão | DTM &amp; Dor Orofacial &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Oclusão | DTM &amp; Dor Orofacial &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2020 18:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[APARELHO INTRAORAL]]></category>
		<category><![CDATA[APNEIA]]></category>
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					<description><![CDATA[A Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS) é definida como estreitamento anatômico das vias aéreas superiores que se estende desde a nasofaringe até a porção inferior da hipofaringe durante o sono.  Mas como funciona o sono? É um processo fisiológico importante para a homeostasia (regulador fisiológico), que regula todo o organismo, inclusive [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS) é definida como estreitamento anatômico das vias aéreas superiores que se estende desde a nasofaringe até a porção inferior da hipofaringe durante o <b>sono. </b></p>
<p><em>Mas como funciona o sono?</em></p>
<p>É um processo fisiológico importante para a <b>homeostasia</b> (regulador fisiológico), que regula todo o organismo, inclusive o sistema nervoso central, que tem papel fundamental no controle do corpo.</p>
<p>Veja nesses quadros esquemáticos como funciona:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-9140" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-300x154.png" alt="" width="570" height="292" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-300x154.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-768x395.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-1024x527.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-696x358.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono-816x420.png 816w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/ciclo-sono.png 1253w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-9143" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-300x148.png" alt="" width="596" height="294" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-300x148.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-768x378.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-1024x504.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-324x160.png 324w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-696x343.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-1068x526.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2-853x420.png 853w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-2.png 1277w" sizes="(max-width: 596px) 100vw, 596px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-9142" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-300x154.png" alt="" width="596" height="306" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-300x154.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-768x394.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-1024x525.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-696x357.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-1068x547.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios-820x420.png 820w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/sono-estagios.png 1243w" sizes="(max-width: 596px) 100vw, 596px" /></p>
<p>Alterações anatômicas como excessos de tecidos moles, macroglossia, micro e retrognatismo podem causar o fechamento parcial ou total das vias aéreas durante o sono, produzindo o ronco (vibração do palato mole ou outros tecidos faríngeos durante a passagem de ar) causando despertares frequentes durante o sono.</p>
<p>Agora relembre a anatomia da região</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9145" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-300x159.png" alt="" width="623" height="330" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-300x159.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-768x408.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-1024x544.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-696x369.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-1068x567.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior-791x420.png 791w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/anatomia-sistema-respiratorio-superior.png 1300w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /></p>
<p>Agora veja como as alterações anatômicas em caso de SAHOS se apresentam:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9146" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-300x161.jpg" alt="" width="625" height="336" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-300x161.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-696x373.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-1068x572.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema-784x420.jpg 784w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/alteraçoes-anatomia-sistema.jpg 1257w" sizes="auto, (max-width: 625px) 100vw, 625px" /></p>
<p>Esses fatores geralmente estão também associados ao aumento da circunferência cervical, sobrepeso e ingestão de bebidas alcoólicas em excesso.</p>
<p><strong>Você sabe as diferenças entre Ronco, Apneia e Hipopneia?</strong></p>
<p><strong>Ronco:</strong> vibração do palato mole ou outros tecidos faríngeos durante a passagem de ar;<br />
<strong>Apneia:</strong> parada respiratória provocada pelo colabamento das paredes faríngeas, bloqueando a passagem de ar. Bloqueio Total que pode provocar microdespertares e sensação de sufocamento;<br />
<strong>Hipopneia:</strong> bloqueio parcial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h2><strong>Diagnóstico </strong></h2>
<p>Para um diagnóstico eficaz e tratamento adequado da <strong>SAHOS</strong> é importante que o médico otorrinolaringologista avalie as estruturas anatômicas do paciente e seu histórico clínico levando em consideração os sintomas mais comuns relatados pelos pacientes que são as dores de cabeça matinais, sonolência diurna, ronco alto, fadiga, irritabilidade e alterações no desenvolvimento cognitivo.</p>
<p>Uma vez que há suspeita de que o paciente sofre da síndrome o exame realizado nesses casos é a<strong> polissonografia</strong> que é considerado padrão ouro para o diagnóstico da SAHOS. A polissonografia consiste no monitoramento de parâmetros fisiológicos durante o sono, analisando o tipo de apneia (<strong>central, obstrutiva ou mista</strong>) e o grau (<strong>leve, moderado ou severa</strong>), levando-se em conta a quantidade de eventos apneicos<br />
durante o sono.</p>
<p>Além de avaliar alterações cardíacas, respiratórias e cerebrais através do índice de apneia e hipopneia (<strong>IAH</strong>) por hora de sono, a polissonografia avalia o grau de severidade do quadro da apneia e o tempo de saturação mínima de oxigenação arterial.</p>
<p><em>Vamos além? </em></p>
<div class="td_text_columns_two_cols">
<p><strong>Como Funciona a Polissonografia? </strong></p>
<p>O tempo de duração deste exame é de uma noite inteira de sono, onde são observados os movimentos oculares, eletrocardiograma, movimentos torácicos e abdominais, eletroencefalograma, fluxo oronasal, saturação da oxi-hemoglobina pela oximetria de pulso. Além disso, são obtidos registros da pressão esofágica, do ronco, temperatura e posição corporal.</p>
</div>
<hr />
<h2><strong>Tratamento</strong></h2>
<p>Todos os graus de casos de SAHOS podem ser tratados após efetivo diagnóstico, com o uso da máscara facial de pressão aérea positiva contínua <strong>(CPAP)</strong> utilizando-se um aparelho que gera e direciona um fluxo de ar contínuo para dentro da cavidade nasal. Porém, em grau leve ou moderado, o tratamento indicado pode ser o uso de <strong>aparelho intraoral de avanço mandibular</strong> confeccionado pelo cirurgião-dentista.</p>
<p>Esses aparelhos posicionam a mandíbula anteriormente durante o sono liberando a passagem de ar e são aceitos pelos pacientes em 85% dos casos devido a sua facilidade na utilização.</p>
<p>O tratamento SAHOS representa mais um campo de trabalho para o cirurgião-dentista, melhorando a qualidade de vida do paciente e prevenindo doenças como hipertensão, insuficiência e arritmias cardíacas, acidentes vasculares e diabetes decorrentes da queda da saturação da oxi-hemoglobina.</p>
<p>Quer saber como é feito o tratamento com Uso de Aparelho Intraoral de Avanço Mandibular Para Ronco e Apneia? Fique ligado que logo postaremos!</p>
<p>Autora: Ana Paula Stachuk</p>
<p>Referências</p>
<ol>
<li>Secundo I. Apneia obstrutiva do sono: como diagnosticar. Revista Brasileira Hipertensão. 2013; 20(1): 18-22.</li>
<li>Duarte RLM. Ronco: diagnóstico, consequências e tratamento. Pulmão RJ. 2010; 19(3-4): 63-67.</li>
<li>Zancanella E. Apneia obstrutiva do sono e ronco primário: diagnóstico. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. 2014; 80(1 supl. 1): S1-S16.</li>
<li>Dekon SFC. Tratamento com aparelho intraoral da síndrome obstrutiva do sono (SAHOS). Revista Odontológica de Araçatuba. 2018; 39(1): 33-38.</li>
<li>Souza FJFB. Influência do aparelho intraoral em pacientes com apneia obstrutiva do sono por meio de avaliação polissonográfica pré e pós instalação do dispositivo oral. Arq. Catarin Med. 2017; 46(4): 72-81.</li>
<li>Campostrini DDA. Síndrome da apneia obstrutiva do sono e doenças cardiovasculares. Revista Neurocience. 2014; 22(1): 102-112.</li>
<li>Zancanella E. Apneia obstrutiva do sono e ronco primário: diagnóstico. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. 2014; 80(1 supl. 1): S17-S28.</li>
<li>Pacheco FYR. Síndrome da apneia/hipopneia obstrutiva do sono: artigo e revisão bibliográfica. Revista UNILUS Ensino e Pesquisa. 2015; 12(29): 2318-2083.</li>
<li>Catão MHCV. Aparelhos orais de protrusão mandibular – IAH eficiência do sono, sono REM e oxigenação de usuários. CEFAC. 2014; 16(1): 2014-2021.</li>
<li>Vinha P. Ronco e apneia do sono: apresentação de novo dispositivo oral e protocolo de tratamento. Revista Gaúcha de Odontologia. 2010; 58(4): 515-520.</li>
<li>Bastos PL. Aparelhos intraorais e sua eficácia no tratamento de pacientes com ronco e com síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono (SAHOS): uma revisão de literatura. RFO. 2017; 22(1): 130-136.</li>
<li>Poluha RL. A odontologia na síndrome da apneia obstrutiva do sono: diagnóstico e tratamento. Revista Brasileira de Odontologia. 2015; 72(1-2): 87-90.</li>
<li>Junior CMC. Consenso brasileiro de ronco e apneia do sono – aspectos de interesse aos ortodontistas. Dental Press. 2011; 16(1): 34.</li>
<li>Balbani APS. Ronco e síndrome da apneia obstrutiva do sono. Revista Associação Médica Brasil. 1999; 43(3): 273-278.</li>
<li>Camacho M. Comprehensive review of surgeries for obstructive sleep apnea syndrome. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. 2013; 79(6): 780-788.</li>
<li>Mancini MC. Apneia do sono em obesos. Arq Bras Endocrinol Metab. 2000; 44(1): 81-90.</li>
<li>Togeiro SMGP. Métodos diagnósticos no distúrbio do sono. Revista Brasileira de Psiquiatria. 2005; 27(1): 8-15.</li>
<li>Trindade MO. Aparelho intraoral de controle lingual para o controle da SAHOS grave. Journal Health. 2016; 18(1): 52-58</li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>ATM, DVO, RC e Articulador Semi-Ajustável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2015 11:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
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		<category><![CDATA[semi-ajustável]]></category>
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					<description><![CDATA[1. Os primeiros pesquisadores que perceberam a importância da anatomia e fisiologia da ATM e dos movimentos mandibulares na oclusão, sentiram a necessidade de criar um aparelho que pudesse simular as ATMs, posicionar os modelos e reproduzir os movimentos mandibulares essenciais a uma oclusão satisfatória. Assim surgiu o articulador, instrumento valioso para o cirurgião dentista [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1.</strong> Os primeiros pesquisadores que perceberam a importância da anatomia e fisiologia da ATM e dos movimentos mandibulares na oclusão, sentiram a necessidade de criar um aparelho que pudesse simular as ATMs, posicionar os modelos e reproduzir os movimentos mandibulares essenciais a uma oclusão satisfatória. Assim surgiu o articulador, instrumento valioso para o cirurgião dentista que está preocupado com a reconstrução de uma boa oclusão. Uma das vantagens dos modelos montados em articulador é a capacidade dos sistemas de articuladores de simular e quantificar a discrepância entre RC e MIC em nível condilar. Sobre RC é incorreto que:</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Em relação cêntrica os côndilos estariam em suas posições mais ântero-superiores nas fossas mandibulares</li>
<li>Na posição de relação central o côndilos ficam apoiados nas vertentes posteriores das eminências articulares, com o disco adequadamente interposto e os dentes em contato.</li>
<li><del></del>Relação Central é a posição mais musculoesqueleticamente estável da mandíbula.</li>
<li>Nos modelos montados em articulador na posição de RC podem ser detectadas situações não observadas nos modelos tradicionais, ou pela manipulação da mandíbula durante o exame clínico.</li>
<li>RC pode coincidir com MI e quando isso ocorre chamamos de Relação de Oclusão Cêntrica.</li>
</ol>
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<p><strong>2. </strong>O passo mais importante na reconstrução de uma prótese total é o registro da correta relação vertical e horizontal da mandíbula com a maxila, para o correto restabelecimento da mastigação da fonética e da aparência. As relações verticais estão correlacionadas com as horizontais e o sucesso ou falha da prótese total depende do registro apropriado de ambas. A respeito das relações mandibulares que devem ser muito bem observadas durante uma reabilitação assinale a alternativa correta:</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Dimensão Vertical de Oclusão é a distância vertical entre dois pontos, sendo um na maxila e um na mandíbula, quando as superfícies oclusais não estão em contato.</li>
<li>Uma DVo aumentada ou diminuída pode trazer danos permanentes ou passiveis de recuperação ao paciente, tanto relacionados com a função mastigatória, muscular, articular e com a fonética e a estética, e sua alteração com relação à diminuição pode estar relacionada principalmente com o desgaste ou ausência de elementos dentários e o seu aumento pela confecção de trabalhos protéticos mal executados.</li>
<li>A DVO é estabelecida com o aparecimento dos primeiros molares decíduos, por volta dos dezesseis meses e, a partir daí, não sofre alterações.</li>
<li>Os danos ocasionados pelas alterações da DVO são diversos e de uma maneira geral estão relacionados com problemas estéticos, fonéticos, dentais e de deglutinação, e não serão relacionados com desordens musculares e articulares.</li>
<li>As alterações relacionadas com o aumento da DVO provocam um espaço funcional livre excessivo e os seguintes danos podem ser observados: desgastes dentais acentuados; oclusão traumáticas com comprometimento periodontal; sobrecarga da articulação têmporo-mandibular; reflexos na audição; envelhecimento precoce devido à perda dos tônus da musculatura da expressão facial; face com aspecto encurtado; apareciemento de queilite angular.</li>
</ol>
<p><strong>3.</strong>  Responda verdadeiro ou falso.<br />
( ) No enceramento diagnostico devemos observar os contatos entre dentes posteriores (pré molares e molares) formando tripodismo (A, B e C), esses contatos são importantes para a estabilização e dissipação de forças da mastigação de maneira que não traga prejuízo ao aparelho estomatognático ou estrutura dental e de suporte.<br />
( ) Para uma reabilitação extensa da oclusão, o encerramento diagnostico dos modelos deve ser realizado com o registro em EFL (espaço funcional livre).<br />
( ) O registro de máxima intercuspidação pode ser realizado quando o paciente apresenta desgaste dos dentes posteriores.<br />
( ) Se as cúspides dos dentes posteriores forem muito altas não respeitando aas curvas de SPEE e WILSON, interferem nos movimentos de lateralidade.</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>V, V, F, V.</li>
<li>V, V, V, F.</li>
<li>V, F, F, V.</li>
<li>F, V, F, F.</li>
<li>V, V, V, F.</li>
</ol>
<p><strong>4.</strong> O articulador semi-ajustável nos permite realizar ajustes para reproduzir os movimentos mandibulares muito próximos dos realizados pelo paciente. Esses ajustes permitem com que o tratamento planejado seja realizado com muito mais precisão, economizando tempo de consulta, tempo do paciente e dinheiro. Se essa precisão é conseguida pela reprodução dos movimentos, quais ajustes devemos calibrar no articulador.</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Ângulo de Wilson, ângulo de Camper e mesa incisal.</li>
<li>Guia côndilar, ângulo de Bennet e pino incisal.</li>
<li>Ângulo do pino incisal, ângulo de Camper e ângulo de Bennet.</li>
<li>Guia côndilar, ângulo de Camper e ângulo gônico.</li>
<li>Ângulo de Fishcer, ângulo de Bennet, ângulo de Camper.</li>
</ol>
<p><strong>5.</strong> O encerramento diagnostico deve seguir um padrão para que não haja interferências. No envelope de POSSELT abaixo, observamos os movimentos bordejantes contactantes e suas etapas. Ordene com números estas etapas:<br />
( ) Deslize em cêntrica.<br />
( ) Topo-a-topo.<br />
( ) Protrução máxima.<br />
( ) Máxima intercuspidação habitual.<br />
( ) Relação cêntrica.<br />
<strong>6.</strong> A estabilização vestíbulo-lingual e mésio-distal de um dente é dada pelos contatos oclusais. O maior número de contatos simultâneos bilaterais se faz necessário para auxiliar na determinação do sentido axial das forças oclusais sobre o dente. De acordo com este critério assinale a alternativa correta:</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>O ligamento periodontal possui orientação das fibras que prioriza a absorção de cargas oclusais no sentido horizontal e obliquo.</li>
<li>O aumento da compressão do dente sobre o ligamento periodontal faz com que o mecanismo hidráulico sobre o osso aumente a permeabilidade vascular e permita maior atividade osteoblástica:</li>
<li>Oclusão mutuamente protegida é aquela na qual os dentes posteriores tem contatos mais efetivos durante o fechamento (MI) e os dentes anteriores são responsáveis pelos movimentos excêntricos.</li>
<li>As curvas de compensação de Spee e Eilson dificultam os movimentos desoclusivos e a manutenção das características da oclusão mutuamente protegida.</li>
<li>A força resultante dos contatos oclusais não deve ser direcionada no longo eixo do dente pois dessa forma haveria possibilidade de fraturas de esmalte conhecidas como abfração.</li>
</ol>
<p><strong>7.</strong> Fatores oclusais podem ser responsáveis por alterações na ATM. No exame clinico oclusal deve-se considerar fatores estáticos e dinâmicos para a visualização de um planejamento reabilitador que estabilize o quadro. Assim, de acordo com as alternativas assinale a correta:</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>A ausência de 5 ou mais elementos posteriores pode aumentar a pressão intra-articular devido à falta de apoio oclusal que acarreta uma alavanca de tensão sobre a ATM.</li>
<li>Trespasse vertical negativo é responsável pela ausência de guia anterior.</li>
<li>Mordida cruzada uni ou bilateral fazem com que a distribuição de forças no longo eixo do dente fique prejudicada.</li>
<li>O hiperbalanceio é caracterizado por interferências oclusais no movimento protrusivo.</li>
</ol>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>V, V, F, V.</li>
<li>V, V, V, F.</li>
<li>F, F, V, F.</li>
<li>V, V, F, V.</li>
<li>V, V, V, V.</li>
</ol>
<hr />
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4998" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" alt="Respostas" width="760" height="100" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas-300x39.png 300w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /><br />
&nbsp;<br />
<body><br />
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</script><br />
</body></p>
<p><strong>Questão 1.</strong><br />
Letra D.<br />
<strong>Questão 2.</strong><br />
Letra B.<br />
<strong>Questão 3.</strong><br />
Letra A.<br />
<strong>Questão 4.</strong><br />
Letra B.<br />
<strong>Questão 5.</strong><br />
1, 4, 2, 3, 5.<br />
<strong>Questão 6.</strong><br />
Letra E.<br />
<strong>Questão 7.</strong><br />
Letra E.<br />
Contribuição; Leonardo Martins Sant&#8217;Anna, Biotecnologia</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Oclusão, DTM e Componentes da ATM</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/oclusao-dtm-e-componentes-da-atm/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/oclusao-dtm-e-componentes-da-atm/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2015 05:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[articulador]]></category>
		<category><![CDATA[ATM]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[DTM]]></category>
		<category><![CDATA[músculo]]></category>
		<category><![CDATA[oclusão]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[A articulação temporomandibular é uma das articulações mais complexas do nosso corpo. O cirurgião-dentista deve não só conhecer a anatomia, mas também suas alterações, tratamentos frente a injúrias articulares e oclusão. Por sua grande importância, selecionamos algumas questões que ajudarão nos seus estudos. Confira: 1) O conceito de oclusão funcional diz que: “oclusão funcional é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A articulação temporomandibular é uma das articulações mais complexas do nosso corpo. O cirurgião-dentista deve não só conhecer a anatomia, mas também suas alterações, tratamentos frente a injúrias articulares e oclusão. Por sua grande importância, selecionamos algumas questões que ajudarão nos seus estudos. Confira:<br />
<strong>1)</strong> O conceito de oclusão funcional diz que: “oclusão funcional é aquela que apresentaria, em suas relações estáticas e dinâmicas, características de não gerar dano ao sistema estomatognático”. Entretanto, OCLUSÃO IDEAL tem critérios bem definidos que a definem. Cite os critérios para uma oclusão ideal.<br />
<strong>2)</strong> Com relação ao articulador semi-ajustável, responda as seguintes questões:<br />
a) Quais os componentes do arco facial?<br />
b) Qual o objetivo do arco facial?<br />
<strong>3)</strong> Descreva a montagem dos modelos no ASA<br />
<strong>4)</strong> Considerando a importância da neuroanatomia e neurofisiologia da dor bucofacial, temos que ter alguns conceitos definidos, como nocicepção, dor, sofrimento e comportamento doloroso. Defina esses conceitos:<br />
<strong>5)</strong> Para a percepção de uma dor originada na ATM, há um caminho nociceptivo das estruturas periféricas até o sistema nervoso central. Esse processo envolve a transdução, transmissão, modulação e até percepção da dor. Descreva as estruturas e mecanismos que são responsáveis nesse processo.<br />
<strong>6)</strong> Descreva o reflexo miotático ou de estiramento, e sua importância.<br />
<strong>7)</strong> Discorra sobre os fatores etiológicos das Desordens Temporomandibulares:<br />
<strong>8)</strong> Defina dor heterotrópica, dor referida e co-contração protetora:<br />
<strong>9)</strong> Quais são as Desordens Temporomandibulares Musculares e descreva as características de cada:<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4998" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" alt="Respostas" width="760" height="100" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas-300x39.png 300w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a><br />
&nbsp;<br />
<strong>Questão 1: </strong>DVO adequada, axialidade de forças, oclusão mutuamente estável, contatos simultâneos bilaterais, manutenção do plano oclusal.<br />
<strong>Questão 2:<br />
a) </strong>Garfo, relator náseo, arco facial propriamente dito e olivas.<br />
<strong>b)</strong> O arco facial nos proporciona uma visão tridimensional da maxila, ajudando a determinar a sua altura durante a montagem do articulador.<br />
<strong>Questão 3: </strong>Moldagem do paciente para obtenção do modelo, vazar o gesso e cortar o modelo após endurecimento do mesmo, marcação de contatos do arco facial em godiva (posicionando com as olivas e relator náseo), desprogramação com as lâminas de long deixando o paciente em RC e marcação de contatos com a cera rosa número 7 (lembrando de cortar os excessos marginais), montagem do modelo superior do articulador com auxílio da balancinha, montagem do modelo inferior em articulador. Realizar calibragem do ângulo de Bennet e guia condilar.<br />
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<p><strong>Questão 4:<br />
</strong><em>Dor:</em> Experiência sensorial e emocional desagradável, associada a um dano tecidual real ou potencial.<br />
<em>Nocicepção:</em> Estímulo nocivo originado do receptor sensitivo. Esta informação é transportada para o sistema nervoso central.<br />
<em>Sofrimento: </em>Como o ser humano reage a percepção da dor. O sofrimento pode ser proporcional a dor ou nocicepção.<br />
<em>Comportamento Doloroso:</em> São as ações visíveis e auditíveis do indivíduo para comunicar seu sofrimento (como o paciente relata a dor).<br />
<strong>Questão 5:<br />
</strong><em>Transdução:</em> Estímulos nocivos levam à atividade elétrica nos receptores nociceptivos.<br />
<em>Transmissão:</em> Impulsos nociceptivos para o sistema nervoso central: neurônios aferentes à tálamo à córtex à sistema límbico.<br />
<em>Modulação:</em> Controle dos neurotransmissores pelo sistema nervoso central.<br />
<em>Percepção:</em> Impulsos atingem o córtex.<br />
(Neurônio Aferente à SNC à Tronco Encefálico (sinapse) à tálamo àcórtex).<br />
<strong>Questão 6:<br />
</strong>Protege o sistema mastigatório de repentino estiramento de um músculo e mantém a estabilidade do sistema musculo esquelético com o tônus muscular. Com a força da gravidade puxando o músculo para baixo o reflexo miotático mantém em posição de repouso protegendo os músculos do estiramento excessivo. A sua importância é dada através dos fusos que percebem esse estiramento excessivo. Não vai para o córtex.<br />
<strong>Questão 7: </strong>São multifatoriais, podem decorrer por fatores iniciadores, perceptuadores, ou predisponentes. São comuns traumas, estresse excessivo, contatos prematuros, movimentos parafuncionais e hábitos nocivos.<br />
<strong>Questão 8: </strong>Dor Heterotrópica: Local da do sentimento de dor diferente do local de origem da dor (geralmente causado por uma dor já crônica não tratada).<br />
<strong>Questão 9: </strong>Contração protetora, dor muscular localizada, dor muscular tardia, dor miofacial, mioespasmo, miosite.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Artrocentese da ATM</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/artrocentese/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/artrocentese/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 17:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[artrocentese]]></category>
		<category><![CDATA[ATM]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[DTM]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[As disfunções temporomandibulares (DTM), representam uma ampla gama de alterações funcionais e condições patológicas que afetam tanto a própria articulação, músculos da mastigação e em ultima instância, todos os outros componentes do sistema bucomaxilofacial. Nos últimos anos, as DTMs tornaram-se uma causa cada vez mais frequente e o numero de pacientes está crescendo, provavelmente devido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As disfunções temporomandibulares (DTM), representam uma ampla gama de alterações funcionais e condições patológicas que afetam tanto a própria articulação, músculos da mastigação e em ultima instância, todos os outros componentes do sistema bucomaxilofacial. Nos últimos anos, as DTMs tornaram-se uma causa cada vez mais frequente e o numero de pacientes está crescendo, provavelmente devido à tensão psicológica na nossa sociedade. Desordens temporomandibulares tem multifatores etiológicos e um quadro clinico variado. De acordo com os conceitos psicofisiológicos aceitos, problemas oclusais e emocionais são os mais graves fatores. Em muitos casos os pacientes apresentam quadro assintomático, não os estimulando a procurarem tratamento, deixando assim, mais susceptíveis ao desenvolvimento de alterações morfológicas e funcionais irreversíveis.<br />
Sintomas característicos das DTMs, são alterações na mobilidade (hipomobilidade ou hipermobilidade), além da existência de ruídos e estalidos.<br />
<strong>Existem essencialmente dois tipos de tratamentos</strong></p>
<ol>
<li><strong>Conservadores:</strong><em> U</em>tilização de dispositivos oclusais, exercícios de reabilitação, exercícios isométricos, massagem dos músculos da mastigação, farmacoterapia (AINE, corticosteroides, ansiolíticos, antidepressivos tricíclicos sem vasoconstritor, anestésicos locais), terapia de relaxamento, alongamento passivo e assistido, entre outros.</li>
<li><strong>Cirúrgico:<em><br />
</em></strong>Invasivo: aberta (existe também a artroplastia, aberto mas não tão invasivo)<br />
Minimamente invasivo: artrocentese, por exemplo.</li>
</ol>
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<p><strong>Histórico</strong><br />
A artrocentese da ATM foi descrita por D.W. Nitzan em 1991, como a mais simples forma de terapia cirúrgica, com o objetivo de lavagem dos mediadores inflamatórios, liberando o disco articular e evitando aderências entre o disco articular e a fossa articular por pressão hidráulica.</p>
<p><strong>O que é artrocentese da ATM</strong><br />
É um método de tratamento minimamente invasivo no limite entre a terapia conservadora e tratamento cirúrgico, que possibilita a aplicação de substâncias terapêuticas. Pode ser realizado tanto em regime ambulatorial com anestesia local, quanto em ambiente hospitalar com anestesia geral, que tem a vantagem de não ter interferência muscular e estresse.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4785" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/atm6.jpg" alt="atm6" width="518" height="420" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/atm6.jpg 617w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/atm6-300x243.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 518px) 100vw, 518px" /><br />
A mobilidade do disco é mais importante que a sua posição, pois a articulação sem travamento tem boa capacidade de movimentação, preservando a lubrificação da ATM e evitando processos degenerativos. Tem também como objetivo a manipulação do côndilo sob irrigação continua e introdução de medicamentos. É um procedimento simples e com número mínimo de complicações, que pode ser realizado mais de uma vez. Por esta razão tornou-se muito difundido no tratamento das DTM. A resolução dos sintomas é devido à remoção dos mediadores químicos da inflamação e alterações na pressão intra-articular.<br />
<strong>Indicações</strong></p>
<ul>
<li>Deslocamento anterior do disco sem redução</li>
<li>Aderência do disco</li>
<li>Dor relacionada com artrite traumática</li>
<li>Travamento devido ao deslocamento do disco articular</li>
<li>Dor relacionada com artrite degenerativa da ATM</li>
</ul>
<p><strong>Vantagens</strong></p>
<ul>
<li>Procedimento pouco invasivo</li>
<li>De baixo risco</li>
<li>De fácil execução</li>
</ul>
<p><strong>Porque a artrocentese é bem sucedida?</strong></p>
<ul>
<li>Porque aumenta a mobilidade do disco articular</li>
<li>Elimina aderências</li>
<li>Elimina produtos inflamatórios na ATM e dispersos no liquido sinovial.</li>
</ul>
<p><strong>Descrição do Procedimento</strong><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/artrocentese-e1438192531950.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-4702" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/artrocentese-e1438192531950.jpg" alt="artrocentese" width="156" height="187" /></a>A técnica inicia-se pela marcação de 2 pontos na pele, sobre a articulação afetada, que indicam a fossa e a eminência articulares da ATM. Primeiro desenha-se uma linha do centro do tragus ao canto externo do olho (linha de Holmlund). O ponto de inserção posterior é localizado ao longo desta linha traçada, dita canto-tragal, 10mm a frente do meio do tragus, e 2mm abaixo da linha, e corresponde aproximadamente à área de maior concavidade da fossa glenóide. A distancia da pele para o centro do espaço articular fica entorno de 25mm. O ponto mais anterior é localizado 10mm à frente do ponto posterior (ou a 20mm do centro do tragus), seguindo a linha canto-tragal ou a 10mm abaixo dela.<br />
Paciente é colocado em uma posição de 45° com a cabeça virada para o lado não afetado para facilitar o acesso a articulação. Após a antissepsia e tricotomia, é realizado o bloqueio do nervo auriculotemporal (sob anestesia local). Insere-se a primeira agulha e são injetados de 2ml a 3ml de solução de Ringer lactato para distender o espaço articular. Outra agulha é introduzida na área correspondente à eminência articular, para permitir um fluxo livre da solução através do compartimento superior. A solução é conectada a uma das agulhas e o frasco com a solução RL é elevado a 1m do nível da articulação (pressão), com fluxo livre de 200ml, durante 15 a 20 minutos. Durante o procedimento, são realizadas diversas tentativas de abertura de boca, até o restabelecimento da abertura máxima. Ao término do procedimento, injeta-se 1ml de Celestone® no espaço articular e em seguida remoção das agulhas.<br />
Em suma, a artrocentese da ATM é um procedimento minimamente invasivo que possibilita a lavagem e remoção dos mediadores inflamatórios liberando o disco articular. Levantando a questão se será absolutamente necessário à reposição do disco na sua posição original, uma vez que a dor e a limitação de abertura bucal foram resolvidos na maioria dos casos.<br />
<body><br />
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</body></p>
<p><strong>Referências </strong><br />
Nitzan DW, Dolwick F, Martinez GA. Temporomandibular Joint Arthrocentesis: A Simplified Treatment for Severe, Limited, Mouth Opening. J Oral Maxillofac Surg. 1991.<br />
Nitzan DW. Arthrocentesis – Incentives for Using This Minimally Invasive Approach for Temporomandibular Disorders. Oral Maxillofac Surg Clin North Am. 2006.<br />
Gonçalves PP. Utilização da Artrocentese em Pacientes Portadores de Desarranjos Internos Sintomáticos da Articulação Temporomandibular – Análise dos Resultados Clínicos, UNIGRANRIO Duque de Caxias. 2012</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Dor Orofacial Neuropática</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/dor-orofacial-neuropatica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/dor-orofacial-neuropatica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 17:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[características]]></category>
		<category><![CDATA[clínicas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[Glossofaríngeo]]></category>
		<category><![CDATA[neuralgia]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[Trigêmio]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é dor neuropática? Gerada no SNC e SNP Alteração na via de condução do estímulo; Dor mesmo com ausência de estímulo. Características clínicas  Choque elétrico;  Queimação;  Hiperalgesia &#8211;  sensibilidade aumentada;  Anestesia;  Paroxismo (manifestação brusca). Neuroplasticidade Neurônio de 2° ordem fica hiper-excitado; Ocorre por excesso de estímulo nociceptivo, perda de informação aferente ou de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>O que é dor neuropática?</b></p>
<ul>
<li>Gerada no SNC e SNP</li>
<li>Alteração na via de condução do estímulo;</li>
<li>Dor mesmo com ausência de estímulo.</li>
</ul>
<p><b>Características clínicas</b></p>
<ul>
<li> Choque elétrico;</li>
<li> Queimação;</li>
<li> Hiperalgesia &#8211;  sensibilidade aumentada;</li>
<li> Anestesia;</li>
<li> Paroxismo (manifestação brusca).</li>
</ul>
<p><b>Neuroplasticidade</b></p>
<ul>
<li>Neurônio de 2° ordem fica hiper-excitado;</li>
<li>Ocorre por excesso de estímulo nociceptivo, perda de informação aferente ou de forma idiopática.</li>
<li>*Um impulso aferente não nociceptivo passa a produzir dor.</li>
</ul>
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<p><b>Quais as dores neuropáticas que precisamos conhecer?</b></p>
<ol>
<li>Neuralgia do trigêmio;</li>
<li>Neuralgia do glossofaríngeo;</li>
<li>Neuralgia do intermédio.</li>
</ol>
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<p><b>Neuralgia do trigêmio</b></p>
<ul>
<li> Dor em coque elétrico;</li>
<li> Intensidade severa;</li>
<li> Curta duração;</li>
<li> Unilateral;</li>
<li> Geralmente afeta apenas um ramo;</li>
<li> Dor correspondente ao trajeto do nervo;</li>
<li> Desencadeada por estímulo leve;</li>
<li> Áreas de gatilho;</li>
<li> Remissão espontânea.</li>
<li> Maior incidência acima dos 70.</li>
</ul>
<p><b>Neuralgia x odonto</b></p>
<ul>
<li> A percussão de um dente pode desencadear dor;</li>
<li> Exodontia ou anestesia pode interromper o paroxismo por dias ou semanas.</li>
</ul>
<p><b>Sintomas pré-neuralgicos</b></p>
<ul>
<li> Odontalgia;</li>
<li> Pontadas;</li>
<li> Desconforto/parestesia.</li>
</ul>
<p><b>Tipos de neuralgia do trigêmio</b></p>
<ul>
<li> Neuralgia idiópatica;</li>
<li> Neuralgia do V associada à alterações sistêmicas;</li>
<li> Neuralgia do V secundário a tumor intra-craniano.</li>
</ul>
<p><b>Tratamento</b><br />
1.  Carbonazepina 600 a 1600ng/dia;</p>
<ul>
<li> Discrasia sanguínea;</li>
<li> Sedação;</li>
<li> Hepatotoxicidade;</li>
</ul>
<p>2. Gabapentina 300 a 900ng/dia; (Neurotrin®)</p>
<ul>
<li> Doses crescentes;</li>
<li> Menos efeitos colaterais;</li>
<li> Curta elevado;</li>
</ul>
<p><b>Neuralgia do Glossofaríngeo</b></p>
<ul>
<li> Dor em choque elétrico;</li>
<li> Região de amídalas e ouvido;</li>
<li> Diagnóstico diferencial:<br />
Neuralgia do V;<br />
DTM muscular e articular;<br />
Sindrome de Eagle (sem disco articular).</li>
</ul>
<p><b>Neurite</b></p>
<ul>
<li> Alteração nas fibras aferentes (1°neurônio)</li>
<li> Causas traumáticas infecções tóxicas;</li>
<li> Dor com características de queimação, ferroadas;</li>
<li> Geralmente constante, exacerbada quando estimulada;</li>
<li>Parestesia, hiperestesia.</li>
</ul>
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<p>Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Protocolo de Controle da DTM</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/protocolo-de-controle-da-dtm/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/protocolo-de-controle-da-dtm/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2015 03:14:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[As Disfunções Temporomandibulares (DTM) são alterações funcionais, que comprometem a função mastigatória, a deglutição e a fala e que podem se apresentar na forma de varias alterações. Exemplo: você tem dor durante a abertura e fechamento da boca; você tem dificuldades na mastigação de determinados alimentos; você escuta barulhos de estalar na hora de abrir a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Disfunções Temporomandibulares (DTM) são alterações funcionais, que comprometem a função mastigatória, a deglutição e a fala e que podem se apresentar na forma de varias alterações. Exemplo: você tem dor durante a abertura e fechamento da boca; você tem dificuldades na mastigação de determinados alimentos; você escuta barulhos de estalar na hora de abrir a boca. Essas alterações da função mandibular podem estar associadas a presença de dor. A dor durante a mastigação é um sintoma clássico de DTM, bem como a limitação de abertura da boca.<br />
A DTM, que é multifatorial, pode ter etiologia emocional, traumática, por hiperatividade muscular, maloclusão, e estar associada a inúmeras outras causas. Tendo isso, as inúmeras terapias para a redução dos sintomas dessas disfunções são apresentadas e devem ser embasadas na etiologia previamente encontrada.<br />
<span style="color: #278c7b;"><b>Terapia para tensões emocionais</b></span></p>
<ul>
<li>Conscientização do paciente;</li>
<li>Terapia voluntária;</li>
<li>Terapia de relaxamento.</li>
</ul>
<p><span style="color: #278c7b;"><strong>Conscientização do paciente</strong></span></p>
<ul>
<li> Por que dói?</li>
<li> Por que estala?</li>
<li> O que é um hábito?</li>
<li> Como ele ficou assim?</li>
<li> O que pode ser feito?</li>
<li> Tem cura?</li>
<li> Como pode ser feito?</li>
<li> Como o paciente pode colaborar?</li>
<li> Quanto custa?</li>
</ul>
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</script></p>
<p><span style="color: #278c7b;"><b>Terapia voluntária</b></span><br />
O paciente já orientado deverá procurar evitar o que possa levá-lo a ter aumentado sua tensão emocional.<br />
<span style="color: #278c7b;"><b>Terapia de relaxamento</b></span><br />
Substantivo &#8211; o paciente é motivado a substituir a TE por mais lazer, exercícios, etc.<br />
Ativo &#8211; o paciente é orientado e treinado a relaxar o músculo afetado.<br />
<span style="color: #278c7b;"><b>Considerações importantes</b></span></p>
<ul>
<li>Dificuldade de mediar o nível de TE;</li>
<li>Na certeza, fazer encaminhamento;</li>
<li>Reação positiva do paciente.</li>
</ul>
<p><span style="color: #278c7b;"><b>Terapia de suporte</b></span></p>
<ul>
<li>São utilizados para diminuir ou eliminar os sintomas;</li>
<li>Não se relacionam e nem tem efeito sobre a causa;</li>
<li>Não tem indicação como formas de tratamento a longo prazo.</li>
</ul>
<p><span style="color: #278c7b;"><b>Terapia farmacológica</b></span></p>
<ul>
<li> Prescrever drogas para uso se necessário;</li>
<li> Lembrar que certas drogas causam dependência;</li>
<li> Entender o mecanismo da ação &#8220;rebote&#8221; de certas drogas.</li>
</ul>
<p><span style="color: #278c7b;"><b>Medicamentos mais usados</b></span></p>
<ul>
<li> Analgésicos;</li>
<li> AINES/anti-inflamatórios;</li>
<li> Corticosteróides;</li>
<li> Relaxantes musculares;</li>
<li> Antidepressivos tricíclicos (sem vasoconstritor);</li>
<li> Anestésicos locais.</li>
</ul>
<p><span style="color: #278c7b;"><b>Terapias</b></span><br />
<span style="color: #278c7b;"><strong>1. Termoterapia &#8211; emprego do calor.</strong></span><br />
De 15 a 20&#8242; min de calor úmido sobre a área sistomática;<br />
<span style="color: #278c7b;"><strong>2. Terapia de esfriamento &#8211; emprego do frio.</strong></span></p>
<ul>
<li>Gelo no local por 5 a 7&#8242; sobre a área sintomática;</li>
<li>Spray de cloreto de etila aplicada no sentido das fibras musculares sintomáticas por 5&#8221;.</li>
</ul>
<p><span style="color: #278c7b;"><strong>3. Excitação elétrica transcutânea &#8211; emprego do IENS.</strong></span><br />
Até 30&#8242; de aplicação sobre a área sintomática.<br />
<span style="color: #278c7b;"><strong>4. Terapia por microcorrente.</strong></span><br />
Até 45&#8242; de aplicação sobre a área sistomática.<br />
<span style="color: #278c7b;"><strong>5. Acupuntura.</strong></span><br />
Aplicação de agulhas em pontos específicos.<br />
<span style="color: #278c7b;"><b>Técnicas manuais</b></span><br />
<span style="color: #278c7b;"><strong>1. Mobilização suave de tecido</strong></span></p>
<ul>
<li> Massagem superficial;</li>
<li> Massagem profunda.</li>
</ul>
<p><span style="color: #278c7b;"><strong>2. Condicionamento muscular.</strong></span></p>
<ul>
<li> Restrição do uso;</li>
<li> Terapia de relaxamento;</li>
<li> Alongamento passivo;</li>
<li> Alongamento assistido;</li>
<li> Exercícios de resistência;</li>
<li> Exercícios de apertamento;</li>
<li> Exercícios posturais.</li>
</ul>
<p><span style="color: #278c7b;"><strong>3. Distração passiva.</strong></span><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Protocolo-Basico.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4689" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Protocolo-Basico.jpg" alt="Protocolo Basico" width="505" height="285" /></a><br />
&nbsp;<br />
Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Classificação das Dores Orofaciais</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/classificacao-das-dores-orofaciais/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/classificacao-das-dores-orofaciais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 02:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[somática]]></category>
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					<description><![CDATA[Critérios básicos para diagnóstico em dor conhecimento anatômico da região envolvida; entendimento das características clínicas demonstradas pelas diferentes categorias de dor. Dor temporomandibular Função Aspectos psicosocioemocionais da dor Dor somática (do corpo)  Função protetora;  Respostas e estímulos de receptores nociceptivos;  Há proporcionalidade na relação estímulo x resposta;  Pode ser superficial, profunda e visceral; Ex.: odontotologia, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Critérios básicos para diagnóstico em dor</b></p>
<ol>
<li>conhecimento anatômico da região envolvida;</li>
<li>entendimento das características clínicas demonstradas pelas diferentes categorias de dor.</li>
</ol>
<p><b>Dor temporomandibular</b></p>
<ul>
<li>Função</li>
<li>Aspectos psicosocioemocionais da dor</li>
</ul>
<p><b>Dor somática (do corpo)</b></p>
<ul>
<li> Função protetora;</li>
<li> Respostas e estímulos de receptores nociceptivos;</li>
<li> Há proporcionalidade na relação estímulo x resposta;</li>
<li> Pode ser superficial, profunda e visceral;</li>
</ul>
<p>Ex.: odontotologia, DTM, sinusite.<br />
<b>Dor neuropática</b></p>
<ul>
<li> Dor é a enfermidade;</li>
<li> Anormalidade nas vias de condução do estímulo doloroso;</li>
<li> Respostas desproporcional do estímulo;</li>
<li> Podem ser episódio ou contínuo;</li>
</ul>
<p>Ex.: neuralgia do trigêmio.<br />
<b>Dor aguda</b></p>
<ul>
<li> Sofre um dano tecidual;</li>
<li> Função biológica de alerta;</li>
<li> Desaparece com a resolução do dano tecidual que a gerou;</li>
<li> Curta duração &#8211; menor que 3 meses;</li>
<li> Taquicardia, sudorese, agitação, ansiedade.</li>
</ul>
<p><b>Dor crônica</b></p>
<ul>
<li> Muitas vezes não se relaciona com a lesão;</li>
<li> Sem função de alerta;</li>
<li> Persiste após a resolução do dano que a gerou;</li>
<li> Desenvolvimento lento.</li>
</ul>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4386 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372.png" alt="Image354" width="478" height="297" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372.png 792w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372-300x186.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Image354-e1437014259372-768x476.png 768w" sizes="auto, (max-width: 478px) 100vw, 478px" /></a><br />
<b>Dor somática Superficial</b></p>
<ul>
<li> Tem origem nos tecidos cutâneos ou mucogengivais (lesão);</li>
<li> Resposta proporcional ao estímulo nociceptivo;</li>
<li> Dor viva, estimulante, precisa localização;</li>
<li> Local e origem da dor são os mesmos;</li>
<li> Se resolve com resolução da lesão.</li>
</ul>
<p><b>Dor somática profunda</b><br />
Musculoesquelética/visceral + neurovasculares;</p>
<ul>
<li> Tem origem nos tecidos profundos do organismo;</li>
<li> Localização geralmente difusa e imprecisa;</li>
<li> Dor tem características monótonas e depressiva;</li>
<li> Geralmente a área que a dor é sentida é maior que a origem;</li>
<li> Nem sempre o local da dor coincide com a origem;</li>
<li> Tendem a induzir sensibilização central;</li>
</ul>
<p>Ex:. DTM, dor periodontal;<br />
Toda dor profunda pode induzir <em>sensibilização central</em>.</p>
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<p><b>Dor somática profunda visceral</b></p>
<ul>
<li> Mantém características da dor somática profunda;</li>
<li> Envolve receptores de alto limiar interceptivos;</li>
<li> Dor não é desencadeada até que limiar seja atingida;</li>
<li> Não tem respostas proporcionais ao estimulo;</li>
<li> Difícil localização;</li>
</ul>
<p>Ex:. dor pulpar, dor ocular, dor articular, dor neurovascular.<br />
<b>Disfunções temporos-mandibulares</b><br />
&#8220;As DTM são um termo coletivo que abrangem as alterações funcionais da ATM e/ou os músculos da mastigação&#8221;.</p>
<p style="text-align: right;">OLIVEIRA, W. 2002</p>
<ul>
<li>Sinais Cardinais</li>
<li> Dor na face;</li>
<li> Ruídos na articulação;</li>
<li> Limitações funcionais.</li>
</ul>
<p>Conteúdo baseado na aula do Prof. Daniel Bonotto<br />
Contribuição: Leonardo M. Sant&#8217;Anna<br />
Fonte da imagem: southwestoralsurgeryutah.com</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Neurofisiologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/neurofisiologia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 00:57:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[Neurofisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[neuronio]]></category>
		<category><![CDATA[nocicepção]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[sinapse]]></category>
		<category><![CDATA[somestesia]]></category>
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					<description><![CDATA[Somestesia: modalidade sensorial inerente ao ser humano e qualquer espécie animal e propicia o recebimento de informações de diferentes partes do corpo. Propricepção: percepção que o corpo tem sobre ele mesmo. Componentes: Neurônios; Células da glia. Neurônio  Motores ou eferentes (órgãos efetores);  Sensoriais ou aferentes (meio ambiente);  Interneurônios ou de associação (tipo I ou II de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Somestesia: modalidade sensorial inerente ao ser humano e qualquer espécie animal e propicia o recebimento de informações de diferentes partes do corpo.<br />
Propricepção: percepção que o corpo tem sobre ele mesmo.<br />
Componentes: Neurônios; Células da glia.<br />
<b><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-4368 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1.jpg" alt="neuronio1" width="181" height="181" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1.jpg 400w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1-150x150.jpg 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1-300x300.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 181px) 100vw, 181px" /></a>Neurônio</b></p>
<ul>
<li> Motores ou eferentes (órgãos efetores);</li>
<li> Sensoriais ou aferentes (meio ambiente);</li>
<li> Interneurônios ou de associação (tipo I ou II de Golgi) &#8211; facilita ou dificulta a interação dos neurônios.</li>
</ul>
<p><b>Sinapses</b></p>
<ul>
<li> Elétricos &#8211; interação entre membranas;</li>
<li> Químicas &#8211; potencial de ação que está no neurônio, chega até os receptores da próxima célula.</li>
<li> Moléculas excitatórias &#8211; facilita;</li>
<li> Moléculas inibitórias &#8211; inibe</li>
<li> Pontência de ação &#8211; corrente elétrica.</li>
</ul>
<p><b>Fisiologia da nocicepção</b><br />
Nociceptores &#8211; terminações nervosas livres que geram potencial de ação.</p>
<ul>
<li>Mecânica</li>
<li>Térmica</li>
<li>Elétrica</li>
<li>Química</li>
</ul>
<p><b>Tipos de fibras</b><br />
Quanto maior a bainha de mielina, mais rápido o estímulo.</p>
<ul>
<li> A-Beta &#8211; 30 a 70m/s &#8211; rápida tato, propricepção.</li>
<li> A-Delta &#8211; 3 a 30m/s &#8211; dor rápida</li>
<li> C &#8211; 0,5 a 3m/s &#8211;  dor lenta &#8211; dor crônica, dor odontológica.</li>
</ul>
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</script></p>
<p><b>Sinapses</b><br />
Potencial de ação<br />
Neurônio aferente primário (primeiro neurônio) &#8211; núcleo do trato especial do trigêmio (segundo neurônio) &#8211; tálamo (terceiro neurônio) &#8211; córtex (dor se torna consciente).<br />
1° dor percebida por fibra do tipo A-delta (mielinizada).<br />
Lesão celular &#8211; libera bradicinina (deixa as fibra do tipo C mais excitadas) e prostaglandina.<br />
<b>Sistemas supressores da dor</b><br />
Condições de suprir um estimulo doloroso por conta própria.</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Periférico &#8211; cicatrização/ farmacoterapia (AINES);</li>
<li>Segmentar &#8211; efeito portão;</li>
<li>Supra-segmentar ou descendente</li>
<li>Sistema hormonal</li>
<li>Cortical</li>
</ol>
<p>Conteúdo baseado e retirado da aula do Prof. Daniel Bonotto<br />
Contribuição: Leonardo M. Sant&#8217;Anna, Biotecnologia<br />
Fonte da imagem: profjh.com</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Cefaléias e DTM</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/2261/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/2261/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2013 02:12:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[arterite]]></category>
		<category><![CDATA[cefaléias]]></category>
		<category><![CDATA[hemicraniana paroxística]]></category>
		<category><![CDATA[migrânea]]></category>
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					<description><![CDATA[1. O que são cefaléias primária e secundária? Cefaléia primária &#8211; É uma dor de origem neurovascular, proveniente ou não de estruturas lesadas, não sendo secundária a outra condição dolorosa. Possuem fisiopatologias próprias frequentemente associadas com sinais autonômicos. Ex: migrânea, hemicrânia paroxística crônica e cefaléia tensional. Cefaléia secundária – Sendo do tipo secundária, a maioria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>1. <b>O que são cefaléias primária e secundária?</b><br />
<b></b></p>
<p><strong>Cefaléia primária &#8211;</strong> É uma dor de origem neurovascular, proveniente ou não de estruturas lesadas, não sendo secundária a outra condição dolorosa. Possuem fisiopatologias próprias frequentemente associadas com sinais autonômicos. Ex: migrânea, hemicrânia paroxística crônica e cefaléia tensional.<br />
<strong>Cefaléia secundária</strong> – Sendo do tipo secundária, a maioria de tais cefaléias não são uma preocupação pela dor em si e sim como fontes primárias de dor somática profunda que as iniciam.</p>
<p>2. <b>Descreva as características clinicas da migrânea</b><br />
O surgimento da dor é em geral gradual, vai a um máximo e depois começa a reduzir. O episódio doloroso geralmente dura de 4 a 72 horas em adultos e de 2 a 4 horas em crianças. A dor pode variar muito desde leve até muito intensa. Quando leve a dor pode ser constante, descrita como uma faixa apertada na cabeça. Quando severa a dor é relatada como pulsátil que pode se mover de um lado para outro da cabeça e até mesmo se irradiar para baixo pelo pescoço e ombro.<br />
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</script></p>
<p>3. <b>Descreva as características clínicas da hemicrania paroxística</b><br />
Semelhante às da cefaléia em salva. Caracterizada por dor unilateral, severa com frequência, temos rinorréia e obstrução nasal ipsilateral, juntamente com lacrimejamento e eritema da conjuntiva. Uma transpiração da fronte pode também estar associada a dor severa. Uma aura é raramente presente tanto na hemicrania quanto na cefaleia em salva que é mais comum em mulheres e sua duração é curta. Localizada em geral na têmpora, na fronte, nos olhos e nas áreas peri auricular e ocasionalmente na região occipital. A dor pode ser muito severa e descrita como uma dor perfurante, incomoda e semelhante a unhadas. Na fase inicial a dor é pulsante.</p>
<p>4. <b>O que é arterite temporal?</b><br />
O termo arterite craniana sugere que é uma artéria na região craniana que se inflama. A artéria mais comumente envolvida é a artéria temporal, a qual é, portanto denominada arterite temporal ou arterite das células gigantes ou ainda polimialgia reumática. A dor é frequentemente latejante e moderada, ela pode ser sentida superficialmente como dor em queimação com característica lancinante sobreposta.</p>
<p>5. <b>O que é carotidinea?</b><br />
A carotidinia é uma condição dolorosa que surge da artéria carótida cervical, resultando em dor cervical unilateral que com frequência irradia-se para região ipsilateral da face e ouvido e algumas vezes para a cabeça. A dor originada da artéria carótida é frequentemente referida para o olho, à porção profunda da região malar, e disseminada para trás em direção à orelha. A pressão sobre a artéria carótida dolorida frequentemente elevara este padrão doloroso referido.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Revisão de DTM</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/revisao-dtm/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/revisao-dtm/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2013 01:11:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[dor pulpar]]></category>
		<category><![CDATA[DTM]]></category>
		<category><![CDATA[neuralgia do trigêmio]]></category>
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					<description><![CDATA[1) Quais são os requisitos oclusais de uma placa de estabilização? Posição de trabalho em RC ou MIH Guia anterior/ guia canina contatos bilaterais placa rígida DVO em torno de 2 a 3 mm 2) Em uma situação clínica em que se mostra necessário avaliar o posicionamento do disco articular, qual o exame complementar de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1) Quais são os requisitos oclusais de uma placa de estabilização?</strong></p>
<ul>
<li>Posição de trabalho em RC ou MIH</li>
<li>Guia anterior/ guia canina</li>
<li>contatos bilaterais</li>
<li>placa rígida</li>
<li>DVO em torno de 2 a 3 mm</li>
</ul>
<p><strong>2) Em uma situação clínica em que se mostra necessário avaliar o posicionamento do disco articular, qual o exame complementar de escolha?</strong><br />
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<p>Ressonância magnética, pois mostra os tecidos moles.</p>
<p><strong>3) Cite 3 características clínicas que podem diferenciar uma dor pulpar de uma dor por DTM</strong></p>
<table border="1" width="621" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="192">
<p style="text-align: center;"> &#8212;</p>
</td>
<td valign="top" width="222"><b>Dor Pulpar </b></td>
<td valign="top" width="208"><b>Dor por DTM</b></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Característica</b></td>
<td valign="top" width="222">Dor pulsátil, pontada</td>
<td valign="top" width="208">Pressão, queimação, pontada</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Agravada </b></td>
<td valign="top" width="222">Doces, percussão, ação térmica</td>
<td valign="top" width="208">Função</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Localização </b></td>
<td valign="top" width="222">Precisa</td>
<td valign="top" width="208">Local, difusa</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Duração </b></td>
<td valign="top" width="222">Intermitente, episódica</td>
<td valign="top" width="208">Contínua</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>4</strong><strong>)Cite 4 características clínicas que podem diferencias uma dor pulpar de uma neuralgia do trigêmeo.</strong></p>
<table border="1" width="621" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="192">
<p style="text-align: center;"> &#8212;</p>
</td>
<td valign="top" width="222"><b>Dor Pulpar </b></td>
<td valign="top" width="208"><b>Neuralgia do Trigêmeo </b></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Característica</b></td>
<td valign="top" width="222">Dor pulsátil, pontada</td>
<td valign="top" width="208">Choque</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Agravada </b></td>
<td valign="top" width="222">Doces, percussão, ação térmica</td>
<td valign="top" width="208">Estímulo leve (toque)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Localização </b></td>
<td valign="top" width="222">Precisa</td>
<td valign="top" width="208">Ramo do V par afetado</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="192"><b>Duração </b></td>
<td valign="top" width="222">Intermitente, episódica</td>
<td valign="top" width="208">Segundos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>5) De que forma as DTM’s podem estar relacionadas as cefaleias primárias?</strong></p>
<p>Um quadro de cefaleias pode agravar um quadro de DTM e uma crise de DTM pode servir de gatilho para cefaleia neuromuscular.</p>
<p><strong>6) Após um bloqueio anestésico do nervo alveolar inferior direito, o paciente relatou nenhum alívio de sua queixa de dor contínua no elemento 46. Que medidas podem ser tomadas para confirmar esta hipótese?</strong></p>
<p>A dor não passou pois a origem não é no dente 46,o correto é procurar a origem da dor realizando palpação e se necessário bloqueio anestésico no músculo.</p>
]]></content:encoded>
					
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