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	<title>Implantodontia &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Implantodontia &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Design dos Implantes: Uma Terminologia Geral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jun 2023 01:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[cone morse]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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					<description><![CDATA[Os implantes evoluíram muito nos últimos anos, as tecnologias desenvolvidas na área da implantodontia trouxeram várias mudanças no design do implante como um todo. A busca pela eliminação das limitações dos sistemas é constante, já que o sucesso e a longevidade do tratamento estão intimamente ligados à presença e manutenção do tecido ósseo. Nesse post [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os implantes evoluíram muito nos últimos anos, as tecnologias desenvolvidas na área da implantodontia trouxeram várias mudanças no design do implante como um todo. A busca pela eliminação das limitações dos sistemas é constante, já que o sucesso e a longevidade do tratamento estão intimamente ligados à presença e manutenção do tecido ósseo. Nesse post iremos descrever a anatomia do implante osseointegrado de titânio (corpo, plataforma, roscas e mais) de um jeito prático, didático e definitivo.</p>



<p>Existem inúmeros designs diferentes para os implantes. O termo <em>formato radicular</em> é uma descrição global de um implante, cujo corpo utiliza uma <em>coluna óssea vertical</em>.</p>

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<p>Veja o infográfico a seguir com as informações importantes sobre <strong>design do implante</strong>:</p>



<ul class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="642" height="1024" class="wp-image-8378" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-642x1024.png" alt="" data-id="8378" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8378" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-642x1024.png 642w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-188x300.png 188w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-768x1226.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-696x1111.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-1068x1704.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO-263x420.png 263w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DESIGN-IMPLANTE-INFOGRAFICO.png 1410w" sizes="(max-width: 642px) 100vw, 642px" /></figure>
</li>
</ul>



<p>Esse infográfico traz os modelos mais utilizados no tratamento reabilitador com implantes no Brasil. Existem outros dados que não achamos relevantes colocar nesse post*.</p>

<body>
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<p>Referências</p>



<p>Carl E. Misch, <em>Contemporary Implants Dentistry</em>, 2 edição.<br />Marco Aurélio Bianchini. <em>O passo a passo cirúrgico na implantodontia da instalação à prótese</em>. 1ª edição, 2008. <br /><br />http://www.inpn.com.br/Materia/DiscutindoMerito/1413<br />https://www.neodent.com.br/implantes-e-componentes/<br />https://www.sinimplantsystem.com.br/7-beneficios-em-utilizar-a-linha-de-implantes-unitite/<br />https://www.clinicadentalausin.com/partes-de-los-implantes/<br />https://pt.slideshare.net/drceos/cone-morse-61728952<br />http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-40122016000100021&amp;lng=pt&amp;nrm=iso<br />http://www.clivo.com.br/wpp/wp-content/uploads/morfologia-dos-implantes-dentarios-analise-descritiva-e-morfologica-dos-implantes-dentarios.pdf</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Guia Multifuncional em Implantodontia e Prótese</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/guia-multifuncional-em-implantodontia-e-protese/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 20:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Prótese]]></category>
		<category><![CDATA[guia]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<category><![CDATA[implante imediato]]></category>
		<category><![CDATA[moldagem]]></category>
		<category><![CDATA[multifuncional]]></category>
		<category><![CDATA[prótese]]></category>
		<category><![CDATA[transferência]]></category>
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					<description><![CDATA[A velocidade do tratamento e a diminuição das etapas é o que tem determinado o caminho para as reabilitações de arcos totais, principalmente em mandíbula. Para que se consiga um melhor posicionamento dos implantes e uma maior precisão da moldagem, bem como mais dados para os laboratórios, entra aqui o Guia Multifuncional. A designação do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><script data-ad-client="ca-pub-4191050030543415" async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></script></p>
<p>A velocidade do tratamento e a diminuição das etapas é o que tem determinado o caminho para as <strong>reabilitações</strong> de arcos totais, principalmente em mandíbula. Para que se consiga um melhor posicionamento dos implantes e uma maior precisão da moldagem, bem como mais dados para os laboratórios, entra aqui o <strong>Guia Multifuncional</strong>.</p>
<p>A designação do nome vem das suas funções propriamente ditas:</p>
<p>&#8211; Delimita as inclinações dos implantes durante a instalação;<br />
&#8211; Serve como estrutura para a moldagem de transferência;<br />
&#8211; Registro oclusal;<br />
&#8211; Referência de dimensão vertical.</p>
<p>Mas antes de falarmos mais sobre o guia multifuncional, é importante que a gente entenda como tem se desenvolvido a <strong>reabilitação oral</strong>, principalmente de <strong>arcos totais</strong>.</p>
<p><a href="https://www.odontoup.com.br/design-dos-implantes-uma-terminologia-geral/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #33cccc;">Implantes</span></strong></a> dentais são amplamente usados na reabilitação oral de pacientes e a sua efetividade longitudinal tem sido comprovada através de vários estudos. Porém, o desejo dos pacientes em diminuir o tempo para a reabilitação de regiões edêntulas com próteses totais implanto-suportadas, tem levado os cirurgiões e clínicos a reduzirem os intervalos padrões de cicatrização</p>
<p>Podemos separar em duas linhas de tratamento:</p>
<h3><span style="background-color: #ffffff; color: #333333;">Técnica Convencional</span></h3>
<p>Uma abordagem cirúrgica de dois estágios é usada para minimizar o risco de falha dos implantes, deixando-os submersos e sem carga em um intervalo de 3 a 6 meses.</p>
<p>1º estágio: cirurgia de instalação dos implantes;<br />
2º estágio: cirurgia de reabertura dos implantes + instalação de cicatrizadores e posteriormente mini-pilares.</p>
<p>Durante o período de cicatrização, <a href="https://www.odontoup.com.br/ppr-da-introducao-a-classificacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #33cccc;"><strong>próteses removíveis</strong> </span></a>são usadas para reabilitação temporária. No entanto, muitos pacientes acham esse processo desconfortável, já que a retenção e estabilidade são insuficientes</p>
<p>Essa modalidade/técnica envolve várias etapas clínicas, como <a href="https://www.odontoup.com.br/moldagem-anatomica-e-moldagem-funcional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #33cccc;">moldagem anatômica inicial,</span></strong></a> <a href="https://www.odontoup.com.br/relacao-intermaxilares-em-desdentados-completos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #33cccc;">registro oclusal da relação maxilomandibular</span></strong></a>, prova da barra metálica, prova dos dentes, entrega da prótese e possíveis ajustes oclusais.</p>
<h3><span style="color: #333333;">Técnica de Instalação Imediata </span></h3>
<p>Nessa técnica, a instalação dos implantes permanece inalterada, porém, o processo para a confecção da prótese muda consideravelmente para alcançar uma fabricação rápida.</p>
<p>Mesmo tempo cirúrgico: cirurgia de instalação dos implantes (com torque (N) mínimo indicado pelo fabricante) [<a href="https://www.odontoup.com.br/terminologia-em-implantodontia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #33cccc;">clique aqui</span></strong></a> e entenda mais sobre as terminologias dos implantes]<br />
&#8211; são instalados os mini-pilares imediatamente após a cirurgia;<br />
&#8211; logo em seguida, é feita a união dos transfers e a moldagem de transferência utilizando o <strong>guia multifuncional</strong>, que serviu para a cirurgia e também servirá para esse passo tão importante que é a moldagem de transferência.</p>
<p>A precisão das moldagens de transferência dos implantes é um pré-requisito para o sucesso a longo prazo das próteses sobre implante e implanto-suportadas. Os materiais de impressão e as técnicas de moldagem são dois fatores importantes nesse processo.</p>
<p>A introdução de tecnologias digitais para a área de reabilitação com implantes melhorou a previsibilidade dos procedimentos clínicos e laboratoriais. Os guias multifuncionais confeccionados através de CAD/CAM trazem maior precisão e fidelidade, promovendo também a diminuição de tempo clínico.</p>
<p>O Guia Multifuncional é peça-chave nessa modalidade, uma vez que reduz o tempo de fabricação da prótese implanto-suportada imediata, permitindo a rápida reabilitação em mandíbulas edêntulas, além de promover um arranjo pré-determinado da posição dos dentes para o laboratório.</p>
<h3><strong><span style="color: #808080;">Confecção do Guia Multifuncional</span></strong></h3>
<p>&#8211; Moldagem anatômica;<br />
&#8211; Registro de mordida;<br />
&#8211; Prova do rodete (parcial ou total, dependendo do caso;<br />
&#8211; Prova dos dentes e solicitar duplicação para guia cirúrgico (é importante sempre fazer uma montagem dos dentes para refinar o tratamento;<br />
&#8211; Ajuste do guia cirúrgico e prova;<br />
&#8211; Após utilização na cirurgia, unir os mini-pilares e colocar o guia novamente. Feito isso, inserir material de moldagem (silicone de condensação/ adição ou outro).</p>
<p><span style="color: #808080;"><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-9467 size-medium" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-300x158.png" alt="" width="300" height="158" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-300x158.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-768x404.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-696x366.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica-798x420.png 798w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/guta-panoramica.png 889w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />PLUS: fazer marcações com guta-percha com o guia em posição para simular o posicionamento com implantes e tirar uma radiografia panorâmica, pode ser um diferencial para localizar os implantes. A dificuldade de se fazer isso, é a necessidade de uma aparelho de raio-x panorâmico. </em></span></p>
<p>O Guia Multifuncional, quando abordado para uso cirúrgico e na moldagem de transferência com moldeira aberta, traz benefícios e vantagens muito importantes em reabilitações extensas em mandíbula, visto que proporciona a diminuição de tempo clínico e de tratamento, sendo essa, uma objeção atual dos pacientes que precisam de uma reabilitação de arco total, já que é feito um planejamento reverso.</p>
<p>Além disso, facilita posicionamento tridimensional do implante e fornece dados mais precisos para as referências utilizadas pelo laboratório, tornando a relação implante-prótese mais passiva.</p>
<h3><strong><span style="color: #808080;">Veja como ele é utilizado: </span></strong></h3>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9471" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Moldagem-anatômica-e1619554070437.jpg" alt="" width="800" height="1570" /></p>
<p>Entendeu como funciona?</p>
<p>Deixe um comentário no post caso tenha alguma dúvida ou queira fazer alguma observação sobre o conteúdo.</p>
<p>Até o próximo</p>
<h3><span style="color: #808080;">Referências</span></h3>
<ol>
<li>Ozkomur A, Manfroi F. Multifunctional Guide for Implant Placement, Impressions, and an Occlusal Index for Fixed Complete Dentures. J Prosthodont. 2018 Feb;27(2):197-200.</li>
<li>Junying L, Zhaozhao C, Bo D, HL Wang, H Yu. A digital workflow with computer-assisted implant planning for fabricating an impression splinting framework and custom tray for multiple implants. THE Journal of Prosthetic Dentistry 2020 Sep;124(3):262-269.</li>
<li>M Tabesh, M Alikhasi, H Siadat. A Comparison of implant impression precision: Different materials and techniques. J Clin Exp Dent. 2018;10(2):e151-7.</li>
<li>Michelinakis and Nikolidakis. Using the surgical guide for impression-free digital bite registration in the edentulous maxilla—a technical note. International Journal of Implant Dentistry 2019; 5:19</li>
<li>Mathew T Kattadiyil, Charles JG, Jaime LL, Antoanela G. Digitally Planned and Fabricated Mandibular Fixed Complete Dentures. Part 2. Prosthodontic Phase. Int J Prosthodont 2015;28(2):119-23.</li>
<li>Jaime LL, Antoanela G,Charles JG, Mathew TK. Use of a Digitally Planned and Fabricated Mandibular Complete Denture for Easy Conversion to an Immediately Loaded Provisional Fixed Complete Denture. Part 1. Planning and Surgical Phase. Int J Prosthodont 2014;27(5):417-21.</li>
<li>Hassan B, Gimenez GB, Tahmaseb A, Greven M, Wismeijer D. A digital approach integrating facial scanning in a CAD-CAM workflow for complete-mouth implant-supported rehabilitation of patients with edentulism: A pilot clinical study. J Prosthet Dent. 2017 Apr;117(4):486-492.</li>
<li>Monaco C, Ragazzini N, Scheda L, Evangelisti E. A fully digital approach to replicate functional and aesthetic parameters in implant-supported full-arch rehabilitation. J Prosthodont Res. 2018 Jul;62(3):383-385.</li>
<li>Borges AF, Rego MRM, Correa AM, Torres MF, Telles DM, Santiago LC. Planning and treatment in oral rehabilitation with implant-supported prostheses using cephalometric analysis. RGO, Rev. Gaúch. Odontol 2014;62(2):179-184.</li>
<li>Chochlidakis K, Papaspyridakos P, Tsigarida A, Romeo D, Chen YW, Natto Z, Ercoli C. Digital Versus Conventional Full-Arch Implant Impressions: A Prospective Study on 16 Edentulous Maxillae J Prosthodont. 2020;29(4):281-286.</li>
<li>Vasak C, Kohal .RJ, Lettner S, Rohner D, Zechner W. Clinical and radiological evaluation of a template-guided (NobelGuideTM) treatment concept. Clin Oral Implants Res. 2014 Jan;25(1):116-23.</li>
<li>Koch GK, Gallucci GO, Lee SJ. Accuracy in the digital workflow: From data acquisition to the digitally milled cast. J Prosthet Dent. 2016 Jun; 115(6):749-54.</li>
<li>Behneke A, Burwinkel M, Knierim K, Behneke N. Accuracy assessment of cone beam computed tomography-derived laboratory-based surgical templates on partially edentulous patients. Clin Oral Implants Res. 2012 Feb;23(2):137-143.</li>
<li>Costa AJM, Teixeira Neto AD, Burgoa S, Gutierrez V, Cortes ARG. Fully Digital Workflow with Magnetically Connected Guides for Full-Arch Implant Rehabilitation Following Guided Alveolar Ridge Reduction. J Prosthodont. 2020 Mar;29(3):272-276.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Regeneração Óssea Guiada (ROG) Review + Caso Clínico</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/regeneracao-ossea-guiada-rog-review-caso-clinico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 20:59:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casos Clínicos]]></category>
		<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Enxerto]]></category>
		<category><![CDATA[implanto]]></category>
		<category><![CDATA[implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[membrana]]></category>
		<category><![CDATA[regeneração óssea guiada]]></category>
		<category><![CDATA[rog]]></category>
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					<description><![CDATA[A Regeneração óssea guiada (ROG) é um procedimento cirúrgico que usa materiais enxertados e membranas como barreira para estimular e orientar o crescimento de novo osso em defeitos. Função Usada para restaurar osso em caso de defeitos tipo fenestração ou deiscência ao redor do implante, para compensar deficiências maiores do maxilar ou para evitar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>Regeneração óssea guiada</strong> (ROG) é um procedimento cirúrgico que usa materiais enxertados e membranas como barreira para estimular e orientar o crescimento de novo osso em defeitos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Função</h3>



<p>Usada para restaurar osso em caso de defeitos tipo <strong>fenestração</strong> ou <strong>deiscência</strong> ao redor do implante, para compensar deficiências maiores do maxilar ou para evitar a <strong>reabsorção óssea </strong>após a extração de dente em alvéolos deficientes.</p>




<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="415" height="277" class="wp-image-9071" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/exposicao-rog.jpg" alt="" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/exposicao-rog.jpg 415w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/exposicao-rog-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 415px) 100vw, 415px" />
<figcaption>FIG 1. Exposição do implante</figcaption>
</figure>



<p>Na <em>figura 1</em> há exposição das roscas do implante, sendo um caso com indicação de técnica de regeneração óssea guiada.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="415" height="277" class="wp-image-9070" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/adaptacao-rog.jpg" alt="" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/adaptacao-rog.jpg 415w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/adaptacao-rog-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 415px) 100vw, 415px" />
<figcaption>FIG 2. Adaptação do osso particulado</figcaption>
</figure>



<p>Nesse momento acontece a adaptação do osso articulado na região do defeito ósseo, cobrindo toda a região necessária. Deve-se selecionar a quantidade (gramas) e o tamanho das partículas (<em>small</em> ou <em>large</em>)</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="414" height="276" class="wp-image-9072" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/membrana-rog.jpg" alt="" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/membrana-rog.jpg 414w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/membrana-rog-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 414px) 100vw, 414px" />
<figcaption>FIG 3. Adaptação da membrana</figcaption>
</figure>



<p>Após compactar o osso na região do defeito, é importante que selecionar o tamanho da membrana que será utilizada na loja cirúrgica. A membrana se faz necessária por aumentar a previsibilidade cirúrgica.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="414" height="276" class="wp-image-9074" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pos-adaptacao-rog.jpg" alt="" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pos-adaptacao-rog.jpg 414w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pos-adaptacao-rog-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 414px) 100vw, 414px" />
<figcaption>FIG 4. Pós-operatório imediato</figcaption>
</figure>



<p>Certificado o correto posicionamento da membrana sobre o osso particulado, executar sutura minuciosa na região do sítio cirúrgico.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="414" height="276" class="wp-image-9073" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/novo-osso-rog.jpg" alt="" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/novo-osso-rog.jpg 414w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/novo-osso-rog-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 414px) 100vw, 414px" />
<figcaption>FIG 5. Formação de nosso osso</figcaption>
</figure>



<p>Há uma nova formação óssea na região do implante, proporcionando mais volume e estabilidade. Ganhos estéticos e funcionais são vistos em casos anteriores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Relato de Caso Case Report | <em>Case Report </em></h3>



<p style="text-align: left;">Caso: Implante + ROG</p>

<body>
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</body>


<p><strong>Anamnese:</strong><br />Paciente sexo feminino, 65 anos; <br />Sem problemas sistêmicos;</p>



<p><strong>Queixa:</strong> falta dos dentes posteriores, dor durante a mastigação de alimentos sólidos e densos. </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="472" height="148" class="wp-image-9079" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/tomo-rog.jpg" alt="" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/tomo-rog.jpg 472w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/tomo-rog-300x94.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 472px) 100vw, 472px" />
<figcaption>Ausência dos dentes 15, 14, 12, 24, 25 <br /><strong>LADO D</strong><br />Indicação de ortodontia + implantes<br />Indicação de exodontia do dente 13, com união das coroas<br /><strong>LADO E</strong><br />Indicação de implantes na região do 24 e 25</figcaption>
</figure>



<ul class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img loading="lazy" decoding="async" width="871" height="578" class="wp-image-9080" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-anestesia-incisao.jpg" alt="" data-id="9080" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=9080" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-anestesia-incisao.jpg 871w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-anestesia-incisao-300x199.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-anestesia-incisao-768x510.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-anestesia-incisao-696x462.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-anestesia-incisao-633x420.jpg 633w" sizes="auto, (max-width: 871px) 100vw, 871px" />
<figcaption>Fig 1. Anestesia e incisão</figcaption>
</figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img loading="lazy" decoding="async" width="871" height="578" class="wp-image-9082" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-espaco.jpg" alt="" data-id="9082" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=9082" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-espaco.jpg 871w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-espaco-300x199.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-espaco-768x510.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-espaco-696x462.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-espaco-633x420.jpg 633w" sizes="auto, (max-width: 871px) 100vw, 871px" />
<figcaption>Fig 2. Determinação do espaço</figcaption>
</figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img loading="lazy" decoding="async" width="839" height="566" class="wp-image-9083" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-expansao-maxila.jpg" alt="" data-id="9083" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=9083" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-expansao-maxila.jpg 839w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-expansao-maxila-300x202.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-expansao-maxila-768x518.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-expansao-maxila-696x470.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-expansao-maxila-623x420.jpg 623w" sizes="auto, (max-width: 839px) 100vw, 839px" />
<figcaption>Fig 3. Expansão da maxila</figcaption>
</figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img loading="lazy" decoding="async" width="839" height="566" class="wp-image-9090" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-trans-cirurgico-paralelizador.jpg" alt="" data-id="9090" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=9090" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-trans-cirurgico-paralelizador.jpg 839w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-trans-cirurgico-paralelizador-300x202.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-trans-cirurgico-paralelizador-768x518.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-trans-cirurgico-paralelizador-696x470.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-trans-cirurgico-paralelizador-623x420.jpg 623w" sizes="auto, (max-width: 839px) 100vw, 839px" />
<figcaption>Fig 4. Após fresagens iniciais e paralelizadores</figcaption>
</figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img loading="lazy" decoding="async" width="839" height="563" class="wp-image-9084" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-fratura-cortical.jpg" alt="" data-id="9084" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=9084" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-fratura-cortical.jpg 839w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-fratura-cortical-300x201.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-fratura-cortical-768x515.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-fratura-cortical-696x467.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-fratura-cortical-626x420.jpg 626w" sizes="auto, (max-width: 839px) 100vw, 839px" />
<figcaption>Fig 5. Fratura da cortical óssea</figcaption>
</figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img loading="lazy" decoding="async" width="537" height="248" class="wp-image-9086" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-sistema-utilizado.jpg" alt="" data-id="9086" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=9086" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-sistema-utilizado.jpg 537w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-sistema-utilizado-300x139.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-sistema-utilizado-534x248.jpg 534w" sizes="auto, (max-width: 537px) 100vw, 537px" />
<figcaption>Fig 6. Sistema de implante utilizado</figcaption>
</figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img loading="lazy" decoding="async" width="839" height="568" class="wp-image-9085" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-instalacao-implante.jpg" alt="" data-id="9085" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=9085" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-instalacao-implante.jpg 839w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-instalacao-implante-300x203.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-instalacao-implante-768x520.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-instalacao-implante-696x471.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-instalacao-implante-620x420.jpg 620w" sizes="auto, (max-width: 839px) 100vw, 839px" />
<figcaption>Fig 7. Adaptação do dos implantes</figcaption>
</figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img loading="lazy" decoding="async" width="841" height="568" class="wp-image-9081" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-enxerto.jpg" alt="" data-id="9081" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=9081" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-enxerto.jpg 841w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-enxerto-300x203.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-enxerto-768x519.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-enxerto-696x470.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-enxerto-622x420.jpg 622w" sizes="auto, (max-width: 841px) 100vw, 841px" />
<figcaption>Fig 8. Enxerto ósseo + membrana (ROG)</figcaption>
</figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img loading="lazy" decoding="async" width="841" height="566" class="wp-image-9087" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-sutura.jpg" alt="" data-id="9087" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=9087" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-sutura.jpg 841w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-sutura-300x202.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-sutura-768x517.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-sutura-696x468.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/03/rog-sutura-624x420.jpg 624w" sizes="auto, (max-width: 841px) 100vw, 841px" />
<figcaption>Fig 9. Sutura do sítio cirúrgico</figcaption>
</figure>
</li>
</ul>



<p>Estava planejado fazer a cirurgia bilateral, mas por conta das complicações cirúrgicas, resolvemos fazer em outro momento. A adaptação da membrana não foi fotografada.</p>



<p><em>Imagens autorizadas pela paciente. </em><br />Cirurgia realizada no centro cirúrgico da Universidade Positivo, na Especialização de Implantodontia.</p>



<p><br />Cirurgiões: Jefferson Oliveira; Caroline Telles Pazetto; Maria Pittner</p>



<p>Fonte das imagens: Geistlich</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Exames Pré-Operatórios no Tratamento com Implantes</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/exames-pre-operatorios-no-tratamento-com-implantes/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/exames-pre-operatorios-no-tratamento-com-implantes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 22:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[anamnese]]></category>
		<category><![CDATA[implantes]]></category>
		<category><![CDATA[modelo]]></category>
		<category><![CDATA[pre-operatórios]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O tratamento com implantes exige uma série de exames prévios afim de eliminar a chance de insucesso. Organizar uma sequência ideal de exames e utilizar como protocolo, é uma forma criteriosa para minimizar esses riscos. A seguir, você irá conferir quais exames devem estar presentes no seu protocolo prévio. Anamnese Para coletar informações relevantes do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O tratamento com implantes exige uma série de exames prévios afim de eliminar a chance de insucesso. Organizar uma sequência ideal de exames e utilizar como protocolo, é uma forma criteriosa para minimizar esses riscos.</p>



<p>A seguir, você irá conferir quais exames devem estar presentes no seu protocolo prévio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Anamnese</h2>



<p>Para coletar informações relevantes do paciente, o profissional deve realizar um questionário de saúde direcionado e assim poder avaliar as condições favoráveis e desfavoráveis à realização do procedimento proposto.</p>



<p>A <strong>anamnese</strong> aborda detalhes de condições sistêmicas individuais do paciente e deve ser global, ou seja, situação bucal e sistêmica.</p>



<p>As perguntas devem ser objetivas e direcionadas à identificação de qualquer aspecto que venha a comprometer o sucesso do tratamento. Cabe ao cirurgião avaliar e detectar alguma contra-indicação nesse grupo de informações. Há aqui uma situação importante a ser avaliada: quadro sistêmico comprometido &#8211; uma vez que o paciente apresente alguma alteração que comprometa o tratamento com implantes, o cirurgião-dentista pode lançar mão de indicação médica e trabalho interdisciplinar.</p>



<p>Vale ressaltar que para chegar nesse estágio de anamnese e coleta de informações, o cirurgião já teve um primeiro contato com o paciente para estabelecer um vínculo, pois a anamnese corresponde à um grupo de perguntas técnicas. Anseios, expectativas e desejos já devem estar bem claros nesse momento. Outro ponto a ser analisado após esse exame, é o <strong>consentimento pré-operatório</strong>, um passo muito importante que nem todo profissional adota. Mas falaremos sobre esse assunto em outro post.</p>

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<h2 class="wp-block-heading">Exames Laboratoriais</h2>



<p>Obter dados sobre o quadro sistêmico do paciente pode não só nos diferenciar como profissionais com visão global sobre o estado de saúde do paciente, mas também nos dar informações imprescindíveis.</p>



<p>Os<strong> exames laboratoriais </strong>são um conjunto de exames e testes realizados em laboratórios de análises clínicas, auxiliando no diagnóstico ou confirmação de uma patologia, além de corroborar com o tratamento proposto.</p>



<p>Partindo do princípio que você já tem informações colhidas anamnese, a solicitação de exames específicos fica mais clara. Existem vários tipos de exames que podem nos ajudar, e os mais solicitados são aqueles feitos à partir da coleta do sangue.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8170" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES--e1559749061895-1024x747.png" alt="" width="631" height="460" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES--e1559749061895-1024x747.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES--e1559749061895-300x219.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES--e1559749061895-768x560.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES--e1559749061895-324x235.png 324w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES--e1559749061895-696x508.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES--e1559749061895-1068x779.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES--e1559749061895-576x420.png 576w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES--e1559749061895.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 631px) 100vw, 631px" />
<figcaption>Exames mais requisitados no planejamento de implantes</figcaption>
</figure>



<p>A detecção de desordens sistêmicas conduz o paciente ao tratamento destas ou traz a possibilidade de um preparo para minimizar os riscos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Exames Radiográficos e de Imagem</h2>



<p>Todos os tipos de exames imagiológicos auxiliam na tomada de decisões, desde o planejamento até o controle pós-operatório. Dimensões de altura, espessura, proximidade com estruturas nobres e inervações são algumas das funcionalidades de se ter exames radiográficos (<strong>periapicais</strong> | <strong>panorâmica</strong>) e de imagem (<strong>tomografia</strong>).</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8172" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-1024x1024.png" alt="" width="688" height="688" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-1024x1024.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-150x150.png 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-300x300.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-768x768.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-696x696.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-1068x1068.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1-420x420.png 420w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-1.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 688px) 100vw, 688px" />
<figcaption>Exames radiográficos mais utilizados no tratamento com implantes</figcaption>
</figure>



<p>A determinação exata das dimensões da espessura e altura óssea é o que busca o cirurgião-dentista implantodontista, as <strong>tomografias computadorizadas</strong> dão um suporte de segurança ao profissional. Os programas especializados nesse tipo de exame promovem uma sequência de cortes laterais e a precisão tomográfica é de quase 100% de fidelidade. A <strong>Tomografia Computadorizada Cone Beam</strong> (CBCT) é um tipo de tomografia especifica para a área dento-maxilo-facial, o que fornece uma riqueza maior de detalhes.</p>



<p><em>Nota:</em> a relação entre o cirurgião implantodontista e o radiologista deve existir para que os planejamentos apresentem uma menor margem de erros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Modelos de Estudo</h2>



<p>Obter um modelo de estudo é um ótimo recurso para o planejamento em reabilitação oral. A vantagem de se ter em mãos a relação inter-maxilares e uma macrovisão da situação de oclusão do paciente é indiscutível. Algumas situações clínicas dispensam a obtenção de modelos, ficando a critério do cirurgião. Já em outras mais complexas, certamente se faz necessário o uso desse recurso.</p>



<p>Situações que exigem a confecção de modelo de estudo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desdentados totais</li>
<li>Desdentados parciais extensos (+3 elementos)</li>
<li>Desordens no posicionamento dental (apinhamentos, inclinações, diastemas)</li>
<li>Alterações de dimensão vertical</li>
<li>invasão do espaço funcional livre</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="706" class="wp-image-8175" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-e1559772425997-1024x706.png" alt="" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-e1559772425997-1024x706.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-e1559772425997-300x207.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-e1559772425997-768x530.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-e1559772425997-100x70.png 100w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-e1559772425997-218x150.png 218w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-e1559772425997-696x480.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-e1559772425997-1068x737.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-e1559772425997-609x420.png 609w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/EXAMES-1-e1559772425997.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>

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</body>


<p>Todos os exames citados nesse artigo, quando utilizados de maneira correta, proporcionam uma visão global do quadro do paciente que precisa de tratamento com implante. No entanto, realizar todos esses exames preliminares não garante um resultado final satisfatório, visto que as razões são multifatoriais e cada caso detém uma indicação específica.</p>



<p>Referências</p>



<p>Marco Aurélio Bianchini. <em>O passo a passo cirúrgico na implantodontia da instalação à prótese</em>. 1ª edição, 2008. <br />Carl E. Misch, <em>Contemporary Implants Dentistry</em>, 2 edição.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Osseointegração</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/osseointegracao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 01:23:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[estabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[fatores]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<category><![CDATA[implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[osseointegração]]></category>
		<category><![CDATA[osteoblastos]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Branemark, osseointegração é a união anatômica e funcional de um implante no tecido ósseo, sem interposição de tecido mole e de forma que esse implante possa suportar carga funcional, ou seja, carga com mastigação efetiva. O processo de osseointegração é dinâmico e envolve vários mecanismos biológicos, o entendimento desses mecanismos e do papel da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segundo Branemark, <strong>osseointegração</strong> é a união anatômica e funcional de um implante no tecido ósseo, sem interposição de tecido mole e de forma que esse <strong>implante </strong>possa suportar carga funcional, ou seja, carga com mastigação efetiva. O processo de osseointegração é dinâmico e envolve vários mecanismos biológicos, o entendimento desses mecanismos e do papel da superfície dos implantes nesse processo, auxiliará o clínico de diversas maneiras.</p>



<p>Como os implantes são inseridos no tecido ósseo, uma das abordagens para explicar o fenômeno da osseointegração considera esse processo como sendo parte do mecanismo relacionado à reparação de injúrias ósseas.</p>

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<p>Tanto osseointegração como manutenção do implante exigem o recrutamento de células precursoras de osteoblastos. Nesse sentido, ancoragem, fixação, adesão,<br />espalhamento, proliferação e diferenciação de osteoblastos secretores produzem uma<br />matriz calcificada na superfície do implante.</p>



<p>Fases da osseointegração:<br /><br />1. Fase do modelamento;<br />2. Fase do remodelamento;<br />3. Fase de adaptação do tecido ósseo para receber carga.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fatores importantes a serem controlados para osseointegração dos implantes</h2>



<p>Desde a escolha do implante ideal para o caso, o cirurgião deve levar em consideração todas as informações abaixo para atingir a osseointegração.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="499" class="wp-image-8154" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-1024x499.png" alt="" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-1024x499.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-300x146.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-768x374.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-533x261.png 533w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-696x339.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-1068x520.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419-862x420.png 862w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/fatores-osseointegracao-e1559693367419.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />
<figcaption>Fatores a serem observados</figcaption>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">Estabilidade primária</h2>



<p>A <strong>estabilidade primária</strong> pode ser definida como sendo a fixação primária obtida no momento de inserção do implante no leito ósseo. A estabilidade primária adequada de um implante é importante para o sucesso da osseointegração e determinação de protocolos de carregamento protético. A qualidade, densidade e volume ósseo são alguns dos fatores que influenciam. O design do implante favorece nesse quesito.</p>



<p>Por outro lado, a estabilidade secundária é caracterizada pela fixação obtida durante o processo de cicatrização e remodelação óssea na interface osso-implante devido ao processo de regeneração sofrido e que se encontra também na dependência da estabilidade primária. O tratamento de superfície é importante nessa situação.</p>



<p>É consenso o papel essencial da estabilidade primária na osseointegração e no trabalho do implante em função. O grau de estabilidade primária pode também servir como orientação para tomada de decisão quanto à escolha do protocolo de tratamento em relação à carga imediata, carga precoce ou carga tardia. Assim, os torques de inserção do implante devem estar contidos numa faixa que garantam a estabilidade primária e por outro lado não causem dano ao osso cortical que poderá afetar a estabilidade do implante em função.</p>



<p>O índice de sucesso em implantes, com uma adequada estabilidade inicial, é consideravelmente maior do que implantes sem estabilidade inicial. Vale ressaltar que a estabilidade inicial é essencialmente um fator de influência no processo de osseointegração.</p>

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</script>
</body>



<p>Referências</p>



<p>Carl E. Misch, <em>Contemporary Implants Dentistry</em>, 2 edição.</p>



<p>http://revodonto.bvsalud.org/pdf/apcd/v70n2/a11v70n2.pdf<br />http://www.ilapeo.com.br/biblioteca/monografias/60/a-influencia-do-tabagismo-na-osseointegracao-estudo-retrospectivo-de-274-pacientes-tratados-com-implantes-osseointegrados/<br />http://www.ilapeo.com.br/img/materiaismd/pt/Fabricio_Bovo.pdf<br />http://apcdaracatuba.com.br/revista/v32n12011/TRABALHO4.pdf<br />https://peclab.com.br/wp-content/uploads/2017/03/FIQSABENDESTABILIDADE1%C2%AAPDF-1.pdf<br />https://openrit.grupotiradentes.com/xmlui/bitstream/handle/set/<br />https://peclab.com.br/wp-content/uploads/2017/03/FIQSABENDESTABILIDADE1%C2%AAPDF-1.pdf</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Técnica cirúrgica para instalação de implante</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/tecnica-cirurgica-para-instalacao-de-implante/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2014 18:52:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[cirúrgico]]></category>
		<category><![CDATA[guia]]></category>
		<category><![CDATA[implant]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<category><![CDATA[instalação]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento reverso]]></category>
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					<description><![CDATA[O implante não deve ser visto como um fim em si, mas sim como um meio para se obter uma prótese com melhores qualidades funcionais e retentivas (Daniel Telles) Planejamento reverso Planejamento protético e estético feito em modelos de diagnóstico previamente ao momento cirúrgico (FRANCISCHONE, 1998);  O posicionamento final da coroa protética determina o posicionamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 2">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column"><span style="color: #000000;">O implante não deve ser visto como um fim em si, mas sim como um meio para se obter uma prótese com melhores qualidades funcionais e retentivas (</span><span style="text-align: right;">Daniel Telles)</span></div>
<div class="column">
<p style="text-align: left;"><strong>Planejamento reverso</strong></p>
<ul>
<li>Planejamento protético e estético feito em modelos de diagnóstico previamente ao momento cirúrgico (FRANCISCHONE, 1998);</li>
<li> O posicionamento final da coroa protética determina o posicionamento do implante (VASCONCELOS, 2005)</li>
</ul>
<p><strong>Enceramento Diagnóstico</strong></p>
<ul>
<li>Número de dentes</li>
<li>Largura e comprimento</li>
<li>Relação com o antagonista</li>
<li>Quantidade de implantes (raio-x)</li>
<li>Posição dos implantes</li>
</ul>
<p><strong>Guia cirúrgico</strong></p>
<ul>
<li>Auxiliar durante a instalação do implante, para que esta seja realizada conforme o planejamento</li>
<li>Facilitar o paralelismo e correta distribuição dos implantes</li>
<li>Permitir visualizar outras alternativas de instalação, caso não seja possível seguir o planejamento</li>
</ul>
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<p><strong>Requisitos do guia cirúrgico:</strong></p>
<ul>
<li>Deve ser estável e rígido</li>
<li>Permitir posicionamento ideal do implante</li>
<li>Permitir visualizar o ângulo ideal de inserção do implante durante a cirurgia</li>
<li>Menos volumoso possível e fácil manipulação</li>
<li>Permitir que a fresagem seja bem refrigerada</li>
</ul>
<p><strong>Sequência do guia multifuncional </strong></p>
<ul>
<li>Incisão</li>
<li>Descolamento do retalho</li>
<li>Fresagem</li>
<li>Posicionador ou paralelisador</li>
<li>Instalação do implante</li>
<li>Instalação do mini-implante</li>
<li>Transferentes de moldagem</li>
<li>Cerclagem</li>
<li>União com guia multifuncional</li>
<li>Registro intermaxilar</li>
<li>Moldagem</li>
<li>Prótese</li>
</ul>
<p>Os espaços a serem determinados no planejamento reverso devem ser avaliados em <span style="color: #ff0000;"><strong>múltiplos de 7 </strong></span></p>
</div>
<div class="column"></div>
<div class="column"><strong>Regras:</strong></div>
<div class="column">
<ul>
<li>Deixar 1,5mm de distância entre dente e implante;</li>
<li>Deixar 3mm de distância entre implante e implante.</li>
</ul>
</div>
<div class="column">
<p style="text-align: left;"><strong>Uma pergunta frequente é: Utilizamos da técnica de prótese unida ou individualizada?&#8221;. Para responder essa questão, devemos levar em consideração os seguintes fatores: </strong></p>
<ul>
<li>densidade óssea</li>
<li>comprimento e diâmetro do implante</li>
</ul>
<p>Conteúdo baseado na aula da Professora Viviane crivellaro</p>
</div>
<div class="column"></div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Terminologia em Implantodontia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/terminologia-em-implantodontia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/terminologia-em-implantodontia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2014 04:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[carga]]></category>
		<category><![CDATA[carga imediata]]></category>
		<category><![CDATA[Enxerto]]></category>
		<category><![CDATA[gap]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<category><![CDATA[implante imediato]]></category>
		<category><![CDATA[saucerização]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[tempo cirúrgico]]></category>
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					<description><![CDATA[A implantodontia é a área da odontologia que se destina às reabilitações protéticas suportadas ou retidas por implantes dentários. Um dos objetivos da implantodontia é a implantação, na mandíbula e na maxila, de materiais específicos destinados a suportar próteses unitárias, parciais ou removíveis, além de próteses totais. Parte Cirúrgica dividida em 3 fases fase de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A implantodontia é a área da odontologia que se destina às reabilitações protéticas suportadas ou retidas por implantes dentários. Um dos objetivos da implantodontia é a implantação, na mandíbula e na maxila, de materiais específicos destinados a suportar próteses unitárias, parciais ou removíveis, além de próteses totais.</p>
<p><strong>Parte Cirúrgica dividida em 3 fases</strong></p>
<ol>
<li>fase de enxertia de tecido mole e/ou duro</li>
<li>fase cirúrgica</li>
<li>fase protética</li>
</ol>
<p><strong>Planejamento reverso</strong></p>
<ol>
<li>planejar a prótese</li>
<li>planejar a instalação do implante dentário</li>
<li>planejar a necessidade ou não de enxerto de tecido mole e/ou duro</li>
</ol>
<hr />
<p><strong>Enxertia</strong></p>
<p><strong>Enxertia de tecido duro &#8211; </strong><em><strong>maxila atróficas<br />
</strong></em><br />
<strong style="line-height: 1.5em;">&#8211; Técnicas:</strong></p>
<ul>
<li>enxerto ósseo em bloco</li>
<li>enxerto ósseo particulado</li>
</ul>
<p><strong><span style="line-height: 1.5em;">Os enxertos podem ser:</span></strong></p>
<ul>
<li>enxerto ósseo autógeno (mesma pessoa)</li>
<li>enxerto ósseo alógeno (mesma espécia &#8211; muda o indivíduo)</li>
<li>enxerto ósseo com biomateriais sintéticos</li>
<li>enxerto ósseo xenógenos (outra espécie)</li>
</ul>
<p><strong style="line-height: 1.5em;">Enxertia de tecido mole</strong><br />
<span style="line-height: 1.5em;">Enxerto Gengival Livre (EGL) &#8211; objetivos:</span></p>
<ul>
<li>aprofundamento de vestíbilo</li>
<li>aumento da faixa de gengiva inserida</li>
</ul>
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<p>Enxerto Tecido Conjuntivo (ETC) &#8211; objetivos:</p>
<ul>
<li>aumento da faixa de gengiva inserida</li>
<li>aumento da espessura do tecido periodontal</li>
<li>recobrir roscas expostas dos implantes dentários previamente instalados</li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: left;"><strong>Fase da instalação dos implantes</strong></p>
<p><strong>Tempo Cirúrgico</strong></p>
<ul>
<li><em>1 tempo cirúrgico: </em>instalação do implante e cicatrizador no mesmo momento (para não ter nenhuma carga sobre o implante &#8211; torque insuficiente | baixa densidade óssea)</li>
<li><em>2 tempos cirúrgicos: </em>instala-se o implante e aguarda o período de osseointegração, logo em seguida instala-se o cicatrizador.</li>
</ul>
<p><strong>Implante imediato:</strong> quando se faz a exodontia do dente condenado e a instalação do implante dentário no mesmo momento.</p>
<p><strong>Diasteses/ Gap:</strong> espaço existe entre a parede do alvéolo e o implante dentário instalado (geralmente na área vestibular onde a cortical é menos espessa)<br />
<em>obs:</em> pode ser preenchido com biomaterial.</p>
<p><strong>Implante Mediato:</strong> aguarda-se 2 a 3 meses após a exodontia para instalação do implante dentário</p>
<p><strong>Estética Imediata:</strong> instalação do implante e instalação de uma prótese provisória sem função/oclusão imediatamente após a instalação do implante.</p>
<p><strong>Cirurgia &#8220;Flapless&#8221;:</strong> instalação de implante sem abrir um retalho gengival</p>
<ul>
<li>cirurgia guiada com prototipagem</li>
<li>instalação do implante sem abrir um retalho gengival com um guia cirúrgico fabricado especificamente para esse fim.</li>
</ul>
<p><strong>C</strong><strong>arga Imediata ou Função Imediata:</strong> instalação dos implantes e instalação da prótese em até 48h. A prótese tem que estar em função/oclusão em até 48h</p>
<ul>
<li>necessário um torque de no mínimo 35N durante a instalação do implante</li>
</ul>
<p><strong>Guia Cirúrgico:</strong> placa de acrílico confeccionada para guiar a instalação dos implantes na posição e angulação correta</p>
<p><strong>Saucerização dos Implantes Osteointegráveis:</strong> reabsorção óssea de mais ou menos 1 a 2mm no primeiro ano e 0,1mm nos anos subsequentes.<br />
Conteúdo retirado da aula da Professora Tatiana Deliberador, Universidade Positivo<br />
Imagem: www.dentalsalut.com.br</p>
<h3></h3>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Implantodontia: Uma Visão Geral</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/implantodontia-uma-visao-geral/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/implantodontia-uma-visao-geral/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 02:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[cone morse]]></category>
		<category><![CDATA[hexágono externo]]></category>
		<category><![CDATA[hexágono interno]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=1909</guid>

					<description><![CDATA[Para um resultado satisfatório na implantodontia, é necessário planejamento. Você deve primeiro pensar em que tipo de prótese irá instalar futuramente, verificar sua viabilidade e a expectativa do paciente, para em seguida, planejar a parte cirúrgica. Isso se chama planejamento reverso. Todo implante necessita de osseointegração, que seja capaz de receber cargas funcionais. Por definição, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para um resultado satisfatório na implantodontia, é necessário planejamento. Você deve primeiro pensar em que tipo de prótese irá instalar futuramente, verificar sua viabilidade e a expectativa do paciente, para em seguida, planejar a parte cirúrgica. Isso se chama <strong><span style="text-decoration: underline;">planejamento reverso</span></strong>.</p>
<p>Todo implante necessita de osseointegração, que seja capaz de receber cargas funcionais. Por definição, a osseointegração <em>é a</em> <em>união anatômica e funcional direta entre o osso vivo remodelado e a superfície do implante, sem a interposição de tecido mole</em>.</p>
<p>Para confirmar a osseointegração, devem ser analisados o toque, a radiografia periapical, a percussão e a sintomatologia do paciente (implante osseointegrado não causa dor).<br />
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</script></p>
<p>Os implantes são compostos por uma plataforma e um corpo:</p>
<p><strong>As plataformas podem ser:</strong></p>
<ul>
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1910 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/implante-HE.png" alt="implante HE" width="162" height="126" />Hexágono externo: </strong> tem como facilidade, a possibilidade de intermediários que podem corrigir pequenas inclinações por posicionamento desfavorável do implante. Como desvantagem, um problema que pode ocorrer caso a peça protética não esteja com a adaptação adequada. Sem a correta adaptação, as forças mastigatórias são direcionadas para o parafuso, podendo causar fraturado mesmo</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>H<img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1931 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/implante-HI3.png" alt="implante HI" width="161" height="128" />exágono interno:</strong>  tem como vantagem, a boa distribuição das forças mastigatórias pelo hexágono e pelas paredes do implante, maior estabilidade e resistência. A maior desvantagem é que necessita de maior remanescente ósseo, pois seu diâmetro é maior.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1912 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/06/implante-cone-morse.png" alt="implante cone morse" width="168" height="126" />Cone Morse:</strong>  tem baixo potencial para perda óssea. Deve ficar 2 mm abaixo da crista óssea. tem redução de GAP’S. Como desvantagem, tem o custo mais elevado.</li>
</ul>
<p>Os implantes sofrem <em>saucerização</em>, que é uma perda óssea ao redor da parte exposta do implante.<br />
É necessário que haja pelo menos 1 mm de osso ao redor de todo o implante para uma efetiva osseointegração. Se o implante for colocado ao lado de um dente, é necessária a distância de no mínimo 1,5 mm entre o implante e a raiz do dente. Já no caso de ser colocado mais de um implante, é necessária a distância maior que 3 mm entre as plataformas dos implantes.</p>
<p><strong>Sequência de fresas utilizadas no preparo cirúrgico:</strong></p>
<ul>
<li>Fresa lança – perfurar a cortical óssea e delimitar o local das futuras perfurações.</li>
<li>Fresa 2.0 – estabelece a profundidade e direcionamento do sítio cirúrgico.</li>
<li>Fresa 2/3 – transição entre a fresa 2 e a 3. Aumenta o diâmetro na cortical para facilitar a perfuração da fresa 3.</li>
<li>Fresa 3 – alarga o sítio até o diâmetro planejado.</li>
<li>Fresa countersink – alarga a cortical para adaptação da plataforma (implante hexágono externo)</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Hemostasia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/hemostasia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2012 05:46:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[hemostasia]]></category>
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					<description><![CDATA[O sangue circulante é normalmente fluido, graças à ação de anticoagulantes, como a heparina, presentes em sua composição. Entretanto, em casos em que ruptura do vaso sanguíneo e extravasamento do conteúdo, o sangue torna-se viscoso, por ação dos fatores de coagulação. Em procedimentos cirúrgicos, é necessário que se tenha a correta hemostasia (envolvendo tanto a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sangue circulante é normalmente fluido, graças à ação de anticoagulantes, como a heparina, presentes em sua composição. Entretanto, em casos em que ruptura do vaso sanguíneo e extravasamento do conteúdo, o sangue torna-se viscoso, por ação dos fatores de coagulação. Em procedimentos cirúrgicos, é necessário que se tenha a correta <strong>hemostasia</strong> (envolvendo tanto a formação do coágulo como a remoção deste e formação do tecido cicatricial).</p>
<p><strong>Esta é dividida em três mecanismos:</strong></p>
<p><strong>1) Resposta Tecidual</strong><br />
Quando o tecido é atingido, as células endoteliais liberam fatores que determinaram a vasoconstrição, diminuindo o fluxo sanguíneo e, conseqüentemente, sua perda.  Estes fatores são a serotonina e a histamina. Ressalta-se que estes mediadores têm duas ações: uma local, causando vasoconstrição imediata e uma sistêmica, que causa vasodilatação, diminuindo a pressão arterial, e a perfusão sanguínea. Além disso, os vasos sofrem constrição por uma ação nervosa da musculatura lisa, acionada em resposta a estímulos de dor.<br />
<body><br />
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</body></p>
<p><strong>2) Atividade Plaquetária</strong><br />
As plaquetas presentes no plasma sanguíneo imediatamente se aderem às bordas do tecido endotelial lesado, formando um tampão plaquetário. Este tampão serve como fator retentivo para mais plaquetas, as quais, ao se agrupar, formam pseudópodes e liberam fatores de ativação de mais agregação. O grumo plaquetário tem efeito paliativo, pois o que vai evitar quadros hemorrágicos é a formação do coágulo.</p>
<p><strong>3) Formação do coágulo</strong><br />
O coágulo é formado em decorrência à cascata de coagulação, formada por reações teciduais e enzimáticas, interligadas.</p>
<p>Resumidamente o que acontece é:</p>
<ul>
<li>Trauma</li>
<li>Formação de trombina</li>
<li>Ação das plaquetas</li>
<li>Liberação da tromplastinogenese</li>
<li>Formação do tromboplastinogenio</li>
<li>Conversão do fator VIII em tromboplastina</li>
<li>Ação do cálcio e do fator V para a formação de protrombina</li>
<li>Trombina</li>
<li>Fibrinogênio</li>
</ul>
<p align="right">
<p style="text-align: left;" align="right"><strong>Fibrina:</strong> a rede de fibrina formada permita maior agregação plaquetária, de hemácias e plasma, produzindo um efeito de tamponamento.</p>
<p>As cascatas de coagulação, apesar de ter um caminho e resultado semelhantes, podem ser diferenciadas em via intrínseca e via extrínseca, dependendo da forma de sua ativação. A via extrínseca, a mais comum e rápida, é decorrente de um estímulo tissular, vindo da lesão do endotélio.</p>
<p>Já a via intrínseca decorre da ativação do fator II (Hageman) que é o fator do contato, o qual desencadeia a cascata sempre que entra em contato com uma superfície que não seja endotélio (por isso, em tubos de ensaio a via que acontece é a intrínseca).</p>
<p>A regulação dos trombos se dá pelos anticoagulantes presentes no sangue e pelo fato de que o sangue remove os pró-coagulantes em excesso.</p>
<ul>
<li>Warfarin diminui a coagulação.</li>
<li>Coágulo, no final da sua formação, se retrai, ajudando a colabar as bordas</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Microbiologia Peri-Implantar</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/microbiologia-peri-implantar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 13:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Implantodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Imunologia | Microbiologia & Genética]]></category>
		<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<category><![CDATA[Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Peri-implantar]]></category>
		<category><![CDATA[peridontite]]></category>
		<category><![CDATA[periimplantite]]></category>
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					<description><![CDATA[A região que circunda o implante é conhecida como região peri-implantar. Tal como o dente, o implante também está sujeito a processos microbiológicos que podem levar a sua perda. Dessa maneira, é fundamental conhecer as características dessa região e a microbiota existente. A perda de dente dente pode acontecer pelos seguintes fatores Causas: Cárie; Problema periodontal; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A região que circunda o implante é conhecida como região peri-implantar. Tal como o dente, o implante também está sujeito a processos microbiológicos que podem levar a sua perda. Dessa maneira, é fundamental conhecer as características dessa região e a microbiota existente.</p>
<p><strong>A perda de dente dente pode acontecer pelos seguintes fatores</strong></p>
<p>Causas:</p>
<ul>
<li>Cárie;</li>
<li>Problema periodontal;</li>
<li>Por acidentes;</li>
<li>Por alterações genéticas;</li>
<li>Por infecções pulpares.</li>
</ul>
<p><strong>Peri-implantites</strong><br />
Afeta: 10 – 12%  até 5 anos;<br />
Perda da osseointegração e falha do implante<br />
A osseointegração se define como a conexão direta entre o osso vivo e um implante endóseo em função.</p>
<p><strong>Fatores bacterianos</strong><br />
Enzimas:</p>
<ul>
<li>Colagenase</li>
<li>Hialuronidase</li>
<li>Fosfolipase</li>
</ul>
<p><strong>Peri-implantite</strong></p>
<p align="center">“Porque algumas superfícies são doentes e outras não?”</p>
<p align="center">↓</p>
<p align="center"><em>Ecologia</em></p>
<p align="center">Hemostasia Microbiana</p>
<p align="center">Patogenecidade = capacidade de causar doenças</p>
<p align="center"><strong>P= N .V<br />
R</strong></p>
<p><strong>Migração apical do epitélio juncional*</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p align="center"><strong>DENTE</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="288">
<p align="center"><strong>IMPLANTE</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p align="center">Gengivite</p>
<p align="center">↓</p>
<p align="center">Periodontite</p>
</td>
<td valign="top" width="288">
<p align="center">Mucosite</p>
<p align="center">↓</p>
<p align="center">Peri-implantite</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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</body></p>
<p><strong>Sinais e Sintomas</strong></p>
<ul>
<li>Vermelhidão da mucosa perimplantar</li>
<li>Supuração purulenta (ocasional)</li>
<li>Sangramento à sondagem</li>
<li>Aumento da profundidade da bolsa perimplantar</li>
<li>Dor a percussão e ao apertar os dentes</li>
<li>Perda óssea radiográfica do osso perimplantar</li>
<li>Mobilidade progressiva do implante (caso avançado)</li>
</ul>
<p><strong>Mucosite<br />
</strong></p>
<ul>
<li>Deve-se eliminar a placa bacteriana e o cálculo</li>
<li>Realizar um controle químico  da placa com clorexidina tópica</li>
<li>Orientar o paciente e instruir uma melhor higiene bucal</li>
<li>Comprovar se o desenho da prótese esta adequado</li>
<li>Controlar periodicamente o paciente</li>
</ul>
<div></div>
<div><strong>Peri-implantite Incipiente</strong></div>
<div>Se a perda óssea é incipiente, o tratamento é idêntico ao da mucosite, mas inclui a descontaminação dos pilares protéticos e a prescrição de antibioticoterapia.</div>
<div></div>
<p><strong>Peri-implantite Avançada<br />
</strong>Se a perda óssea é avançada ou persistente ao tratamento inicial, será necessário recorrer ao tratamento cirúrgico.</p>
]]></content:encoded>
					
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