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	<title>Fisiologia &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Fisiologia &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Transplantes de Órgãos e Tecidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 19:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[órgãos]]></category>
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		<category><![CDATA[transplante]]></category>
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					<description><![CDATA[1. No que se refere à procedência dos enxertos, como eles são classificados? 2. Quando se trata de um aloenxerto, quais são os antígenos mais fortes que podem levar à rejeição do órgão transplantado? 3. O que é a doença do enxerto contra o hospedeiro (reação de enxerto-versus-hospedeiro)? Em que tipo de transplante ela pode [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1.</strong> No que se refere à procedência dos enxertos, como eles são classificados?<br />
<strong>2</strong>. Quando se trata de um aloenxerto, quais são os antígenos mais fortes que podem levar à rejeição do órgão transplantado?<br />
<strong>3.</strong> O que é a doença do enxerto contra o hospedeiro (reação de enxerto-versus-hospedeiro)? Em que tipo de transplante ela pode ocorrer?<br />
<strong>4.</strong> O que significa reconhecimento direto e indireto do MHC do doador?<br />
<strong>5.</strong> Quais são as maneiras de se prevenir a rejeição de um transplante?<br />
<strong>6.</strong> Por que os transplantes de córnea não necessitam de imunossupressão?</p>
<hr />
<p>&nbsp;<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4998" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png" alt="Respostas" width="760" height="100" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas.png 760w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Respostas-300x39.png 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a><br />
&nbsp;<br />
<strong>Questão 1</strong><strong>.</strong><br />
Os enxertos são classificados como homoenxerto ou aloenxerto, auto-enxerto, isoenxerto e xenoenxerto.<br />
<strong>Questão 2.</strong><br />
Juntamente com as citocinas inflamatórias, os mecanismos responsáveis pela rejeição de aloenxertos são mediados por três células: as células Talorreativas CD+4 (MHC II) que levam a produção de citocinas inflamatórias; células Talorreativas TCD8 + ( MHC I) que levam a ativação do linfócito T citotóxico (matam células nucleadas do enxerto) e a produção de citocinas inflamatórias; e por ultimo células B alorreativas que produzem aloanticorpos que reagem com um antígeno externo, não presente nos eritrócitos do paciente.<br />
<strong>Questão 3.</strong><br />
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</script></p>
<p>É uma complicação comum do transplante de medula óssea alogênico, onde as células imunes funcionais da medula óssea transplantada, através de uma fisiopatologia complexa que envolve o reconhecimento de antígenos e ação de linfócitos T atacam as células e tecidos do receptor. Geralmente a doença do enxerto contra o hospedeiro pode ocorrer em transplantes de medula óssea.<br />
<strong>Questão 4.</strong><br />
Indireto: Apresentação comum de peptídeos sendo aqui o MHC alogênico os antígenos estranhos.<br />
Direto: O linfócito T normal reconhece MHC do enxerto com peptídeo MHC doador mais peptídeos do doador conferem semelhanças ao MHC receptor mais peptídeo estranho.<br />
<strong>Questão 5.</strong><br />
No intuito de prevenir a rejeição de um transplante, o mesmo é feito apenas após a confirmação da compatibilidade de antígenos e sangue. Quanto maior a compatibilidade dos antígenos do receptor e do doador, mais altas serão as chances de ter sucesso no procedimento. Na maioria dos casos os pacientes devem utilizar medicamentos imunossupressores permanentes pelo fato de que por mais alta seja a compatibilidade os tecido serão rejeitados. Em transportes autólogos não existe o risco de rejeição já que o código genético do material é o mesmo.<br />
<strong>Questão 6.</strong><br />
Raramente existe uma rejeição em transplantes de córnea, justamente pelo fato de que a córnea não tem suprimento sanguíneo fazendo com que os linfócitos e anticorpos não cheguem até ela, não existindo forma de ocorrer uma rejeição.<br />
<body><br />
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</body></p>
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		<item>
		<title>Neurofisiologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/neurofisiologia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 00:57:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[Neurofisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[neuronio]]></category>
		<category><![CDATA[nocicepção]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[sinapse]]></category>
		<category><![CDATA[somestesia]]></category>
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					<description><![CDATA[Somestesia: modalidade sensorial inerente ao ser humano e qualquer espécie animal e propicia o recebimento de informações de diferentes partes do corpo. Propricepção: percepção que o corpo tem sobre ele mesmo. Componentes: Neurônios; Células da glia. Neurônio  Motores ou eferentes (órgãos efetores);  Sensoriais ou aferentes (meio ambiente);  Interneurônios ou de associação (tipo I ou II de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Somestesia: modalidade sensorial inerente ao ser humano e qualquer espécie animal e propicia o recebimento de informações de diferentes partes do corpo.<br />
Propricepção: percepção que o corpo tem sobre ele mesmo.<br />
Componentes: Neurônios; Células da glia.<br />
<b><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignright wp-image-4368 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1.jpg" alt="neuronio1" width="181" height="181" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1.jpg 400w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1-150x150.jpg 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/neuronio1-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 181px) 100vw, 181px" /></a>Neurônio</b></p>
<ul>
<li> Motores ou eferentes (órgãos efetores);</li>
<li> Sensoriais ou aferentes (meio ambiente);</li>
<li> Interneurônios ou de associação (tipo I ou II de Golgi) &#8211; facilita ou dificulta a interação dos neurônios.</li>
</ul>
<p><b>Sinapses</b></p>
<ul>
<li> Elétricos &#8211; interação entre membranas;</li>
<li> Químicas &#8211; potencial de ação que está no neurônio, chega até os receptores da próxima célula.</li>
<li> Moléculas excitatórias &#8211; facilita;</li>
<li> Moléculas inibitórias &#8211; inibe</li>
<li> Pontência de ação &#8211; corrente elétrica.</li>
</ul>
<p><b>Fisiologia da nocicepção</b><br />
Nociceptores &#8211; terminações nervosas livres que geram potencial de ação.</p>
<ul>
<li>Mecânica</li>
<li>Térmica</li>
<li>Elétrica</li>
<li>Química</li>
</ul>
<p><b>Tipos de fibras</b><br />
Quanto maior a bainha de mielina, mais rápido o estímulo.</p>
<ul>
<li> A-Beta &#8211; 30 a 70m/s &#8211; rápida tato, propricepção.</li>
<li> A-Delta &#8211; 3 a 30m/s &#8211; dor rápida</li>
<li> C &#8211; 0,5 a 3m/s &#8211;  dor lenta &#8211; dor crônica, dor odontológica.</li>
</ul>
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</script></p>
<p><b>Sinapses</b><br />
Potencial de ação<br />
Neurônio aferente primário (primeiro neurônio) &#8211; núcleo do trato especial do trigêmio (segundo neurônio) &#8211; tálamo (terceiro neurônio) &#8211; córtex (dor se torna consciente).<br />
1° dor percebida por fibra do tipo A-delta (mielinizada).<br />
Lesão celular &#8211; libera bradicinina (deixa as fibra do tipo C mais excitadas) e prostaglandina.<br />
<b>Sistemas supressores da dor</b><br />
Condições de suprir um estimulo doloroso por conta própria.</p>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li>Periférico &#8211; cicatrização/ farmacoterapia (AINES);</li>
<li>Segmentar &#8211; efeito portão;</li>
<li>Supra-segmentar ou descendente</li>
<li>Sistema hormonal</li>
<li>Cortical</li>
</ol>
<p>Conteúdo baseado e retirado da aula do Prof. Daniel Bonotto<br />
Contribuição: Leonardo M. Sant&#8217;Anna, Biotecnologia<br />
Fonte da imagem: profjh.com</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sistema Nervoso Central e Periférico</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sistema-nervoso-central-e-periferico/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/sistema-nervoso-central-e-periferico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2015 05:31:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[central]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[nervoso]]></category>
		<category><![CDATA[neurônios]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[periférico]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
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					<description><![CDATA[Partes: encéfalo, medula, espinha; N.C – encéfalo/medula; N.P – S.N.P somático/S.N.P autônomo (simpático e parassimpático). Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP)  Tecido nervoso Principal tecido do sistema nervoso; Tipos celulares – neurônios e células da glia; Neurônios – condução de impulsos nervosos; Células da glia – responsáveis pela manutenção dos neurônios; Tipos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Partes: encéfalo, medula, espinha;</li>
<li>N.C – encéfalo/medula;</li>
<li>N.P – S.N.P somático/S.N.P autônomo (simpático e parassimpático).</li>
</ul>
<p><strong>Sistema Nervoso Central (SNC)</strong><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11.png" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3986" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11.png" alt="SNC1" width="395" height="96" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11.png 395w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/SNC11-300x73.png 300w" sizes="(max-width: 395px) 100vw, 395px" /></a><br />
<strong>Sistema Nervoso Periférico (SNP) </strong><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3987" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1.png" alt="snp1" width="365" height="157" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1.png 365w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/snp1-300x129.png 300w" sizes="auto, (max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><strong>Tecido nervoso</strong></p>
<ul>
<li>Principal tecido do sistema nervoso;</li>
<li>Tipos celulares – neurônios e células da glia;</li>
<li>Neurônios – condução de impulsos nervosos;</li>
<li>Células da glia – responsáveis pela manutenção dos neurônios;</li>
<li>Tipos de neurônios – neurônio associativo, sensorial e um final que faz a condução do sentido;</li>
<li>Na repolarização do neurônio é feito por transporte ativo</li>
<li>Tipos de condução – continua e saltatório.</li>
</ul>
<p><strong>Sinapses </strong></p>
<ul>
<li>Ligações entre neurônios (interneurais);</li>
<li>Neuro muscular – neurônio-muscular;</li>
<li>Neuro glandulares – neurônio-célula glandular.</li>
</ul>
<p><strong>Células da Glia</strong></p>
<ul>
<li>Também chamada de neuroglia;</li>
<li>Menores que os neurônios.</li>
</ul>
<p><strong>Funções</strong></p>
<ul>
<li>Sustentação do tecido;</li>
<li>Produção de mielina;</li>
<li>Remoção de excretas;</li>
<li>Fornecimento de substancias nutritivas aos neurônios;</li>
<li>Fagocitose de restos celulares;</li>
<li>Isolamento dos neurônios.</li>
</ul>
<p><strong>SNP – função</strong></p>
<ul>
<li>Ajustar o organismo animal ao ambiente;</li>
<li>Perceber e identificar as condições ambientais externas.</li>
</ul>
<p><strong>SNC – função</strong></p>
<ul>
<li>Processamento e integração das informações.</li>
</ul>
<p><strong>Sistema nervoso autônomo</strong><br />
Via motora autônoma = neurovegetativa</p>
<ul>
<li>Nível subcortical;</li>
<li>Simpático e parassimpático.</li>
<li>Opera por reflexos viscerais;</li>
<li>Sinais sensitivos de parte do corpo enviam impulsos ao centro medular;</li>
<li>O SNA atua no musculo liso, cardíaco e glândulas.</li>
</ul>
<p><strong>Cadeia simpática</strong></p>
<ul>
<li>Descarga simpático adrenal;</li>
<li>Dilatação da pupila;</li>
<li>Taquicardia;</li>
<li>Aumento da pressão arterial;</li>
<li>Vasoconstrição;</li>
<li>Inibição gastrointestinal;</li>
<li>Efeitos metabólicos (energia).</li>
</ul>
<p><strong>SNA simpático – Gastador</strong></p>
<ul>
<li>Emerge a nível medular T1 e L2;</li>
<li>Enerva glândula supra-renal;</li>
<li>Atuação generalizada;</li>
<li>Dispendia (gasto) de energia;</li>
<li></li>
</ul>
<p><strong>Receptores adrenérgicos</strong></p>
<ul>
<li>Vasoconstrição – α;</li>
<li>Vasoconstrição – β;</li>
<li>Aceleração cardíaco – β;</li>
<li>Contração do miocárdio – β;</li>
<li>Bronquiodilatador – β.</li>
</ul>
<p><strong>SNA parassimpático</strong></p>
<ul>
<li>Nervos cranianos III, VII, IX e X;</li>
<li>Não enervo – vasos, glândulas sudoríparas, pelos, baço e supra-renal;</li>
<li>Atuação mais restritiva;</li>
<li>Restauração e conservação de energia.</li>
</ul>
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<p><strong>Integração simpático e parassimpático</strong></p>
<ul>
<li>Órgão com inervação (dupla) simpática exclusivo;</li>
<li>Hipotálamo – função integradora;</li>
<li>Sistema límbico – função modeladora;</li>
<li>Córtex cerebral – função reguladora fina.</li>
</ul>
<p><strong>Quais as respostas complexas do hipotálamo?</strong></p>
<ul>
<li>Comportamento emocional – descarga simpática adrenal;</li>
<li>Controle hormonal –fatores hormonais;</li>
<li>Balanço energético – maior atividade gastrointestinal;</li>
<li>Temperatura – maior temp. parassimpático, menor temp. simpático;</li>
<li>Omularidade plasmática – seleção de respostas somáticas;</li>
<li>Glicemia – regulação balanço hídrico, metabólico e reprodutivo.</li>
</ul>
<p><strong>Ato reflexo</strong></p>
<ul>
<li>Permite a reação rápida do organismo em casos de emergência;</li>
<li>Respostas rápidas sem a participação do encéfalo;</li>
</ul>
<p>Participam o nervo sensorial, medula (nervo associativo e nervo motor)<br />
Conteúdo retirado da aula de Fisiologia Humana da Universidade Positivo<br />
Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna<br />
Imagem em destaque: medicinaemcasa.com</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Fisiologia Cardiovascular</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/fisiologia-do-coracao/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/fisiologia-do-coracao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2015 15:54:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[diástole]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[sístole]]></category>
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					<description><![CDATA[Componentes do sistema Coração; Vasos sanguíneos; Vasos linfáticos; Sangue; Linfa Músculo estriado cardíaco – só para por falta de oxigenação em algum determinado lugar. Pequena circulação – pulmonar Grande circulação – sistêmica 1 – Coronária direita; 2 – Coronária descendente anterior esquerda; 3 – Coronária circunflexo esquerda; 4 – Veia cava superior; 5 – veia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Componentes do sistema</strong></p>
<ul>
<li>Coração;</li>
<li>Vasos sanguíneos;</li>
<li>Vasos linfáticos;</li>
<li>Sangue;</li>
<li>Linfa</li>
</ul>
<p>Músculo estriado cardíaco – só para por falta de oxigenação em algum determinado lugar.<br />
Pequena circulação – pulmonar<br />
Grande circulação – sistêmica<br />
1 – Coronária direita;<br />
2 – Coronária descendente anterior esquerda;<br />
3 – Coronária circunflexo esquerda;<br />
4 – Veia cava superior;<br />
5 – veia cava inferior;<br />
6 – Aorta;<br />
7 – Artéria pulmonar;<br />
8 – Veias pulmonares.<br />
<strong>Função</strong></p>
<ul>
<li>Sístole – contração de câmara cardíaca;</li>
<li>Diástole – relaxamento entre as sístoles.</li>
</ul>
<p>Valvas semilunares: localizam-se à entrada da artéria aorta e à entrada da artéria pulmonar.<br />
<strong>Atividade elétrica no coração “controle intrínseco”</strong></p>
<ul>
<li>Atividade rítmica independente – módulo sinoatrial ou marcapasso, controle da frequência cardíaca.</li>
<li>Sistema de Purkinje (fascículo atrioventricular &#8211; Feixe de His) – sistema especial de condução do impulso.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_3966" aria-describedby="caption-attachment-3966" style="width: 580px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3966 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/fisiologia-coracao-2-.jpg" alt="fisiologia coracao 2" width="580" height="400" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/fisiologia-coracao-2-.jpg 580w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/fisiologia-coracao-2--300x207.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px" /><figcaption id="caption-attachment-3966" class="wp-caption-text">Revista saúde &#8211; uol.com.br</figcaption></figure><br />
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<p><strong>Sistema de Purkinje</strong><br />
1 – Modo sinu-atrial (SA);<br />
2 – Modo átrio-ventriicular (AV);<br />
3 – Feixe AV;</p>
<ul>
<li>Os impulsos originados do modulo SA espalham-se para os átrios e ventrículos, estimulando essas veias e coordenando o ritmo.</li>
</ul>
<p><strong>Pressão sanguínea</strong></p>
<ul>
<li>Força que o sangue exerce contra as paredes do vaso;</li>
<li>Importantes para o movimento sanguíneo;</li>
<li>Pressão arterial pulsátil (PA = débito cardíaco x resistência periférica total);</li>
</ul>
<figure id="attachment_3967" aria-describedby="caption-attachment-3967" style="width: 619px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3967 size-full" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/coração-.jpg" alt="coração" width="619" height="416" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/coração-.jpg 619w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/05/coração--300x202.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 619px) 100vw, 619px" /><figcaption id="caption-attachment-3967" class="wp-caption-text">lucasnicolau.com</figcaption></figure>
<p>Conteúdo retirado da aula de Fisiologia Humana da Universidade Positivo<br />
Contribuição: Leonardo Martins Sant&#8217;Anna, Biotecnologia<br />
Imagem em destaque: interactive-biology.com</p>
<h3></h3>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Sistema Circulatório</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sistema-circulatorio/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/sistema-circulatorio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 18:47:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[aorta]]></category>
		<category><![CDATA[carótida]]></category>
		<category><![CDATA[circulatory system]]></category>
		<category><![CDATA[sistema circulatório]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sistema Circulatório contribui para o funcionamento de outros sistemas corporais, ele carrega substâncias como oxigênio, nutrientes e hormônios e leva embora resíduos não utilizados pelo corpo. O sistema faz esse transporte através de artérias, arteríolas, capilares, veias e vênulas. Coração Revestido por Tecido Muscular Estriado Cardíaco, o coração bombeia o sangue e outras substâncias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Sistema Circulatório</strong> contribui para o funcionamento de outros sistemas corporais, ele carrega substâncias como oxigênio, nutrientes e hormônios e leva embora resíduos não utilizados pelo corpo. O sistema faz esse transporte através de artérias, arteríolas, capilares, veias e vênulas.</p>
<p><strong>Coração</strong><br />
Revestido por Tecido Muscular Estriado Cardíaco, o coração bombeia o sangue e outras substâncias para todas as partes do nosso corpo humano. É dividido em quatro câmaras: Átrio Direito, Átrio Esquerdo, Ventrículo Direito e Ventrículo Esquerdo. Entre o ventrículo direito e o átrio direito, está a valva tricúspide. Entre o ventrículo esquerdo e o átrio esquerdo está a valva bicúspide ou mitral. Entre o ventrículo direito e o tronco pulmonar está a valva do tronco pulmonar. Entre o ventrículo esquerdo e a aorta está a valva da aorta. As valvas são um conjunto de válvulas que servem como porta de passagem, as mesmas abrem e fecham de acordo com a contração do músculo cardíaco (Sístole) e distenção do mesmo (Diástole). É na Diástole que o coração enche-se de sangue.</p>
<p><strong>Sangue</strong><br />
O sangue transportado é composto por células sanguíneas (hemácias, leucócitos e plaquetas) e também por proteínas sanguíneas (fibrinogênio, Protrombina, Tromboplastina). Presente no plasma está o Cálcio, de papel muito importante no corpo humano. Em casos de lesões, plaquetas aglomeram-se e liberam a Tromboplastina. Existem fatores de coagulação extrínsecos e intrínsecos, os mesmos estabilizam as plaquetas.<br />
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<p><strong>Pequena Circulação</strong><br />
É nomeado de pequena circulação, o trajeto realizado pelo sangue entre coração e pulmão, tendo início no Ventrículo Direito, passando pela valva tronco pulmonar e atingindo o tronco pulmonar. A artéria tronco pulmonar subdivide-se em Artéria Pulmonar Esquerda e Artéria Pulmonar Direita, chegando assim, até os pulmões. Nos pulmões ocorre a Hematose, onde o sangue desoxigenado recebe oxigênio. O sangue oxigenado retorna ao coração pelas veias pulmonares. A veia pulmonar, como a artéria, subdivide –se em direita e esquerda mas também em superior e inferior, ou seja, subdivide-se em quatro. O sangue chega ao átrio esquerdo do coração.</p>
<p><strong>Grande Circulação</strong><br />
É o trajeto percorrido pelo sangue desde o Ventrículo Esquerdo até os órgãos e células. O mesmo retorna ao coração chegando no átrio esquerdo. O grande vaso que conduz o sangue é a Artéria Aorta. Do arco da aorta para o lado direito surge o Tronco Branquiocefálico que origina a Artéria Carótida direita. Já para o lado esquerdo, os vasos originam-se no Arco da Aorta sem a presença do Tronco Branquiocefálico. Pela Aorta Descendente, o sangue oxigenado é conduzido para os membros inferiores. O sangue retorna ao coração, na grande circulação, no Átrio Direito.</p>
<p>Em casos de Hipotensão Ortostática (elevação do paciente muito rápido causando desmaio), o ato certeiro é virá-lo para o lado esquerdo, uma vez que isso resultará numa melhor circulação na veia cava inferior.</p>
<p>Agora vamos mais afundo:</p>
<p><strong><a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-arterial-e-venoso-da-cabeca-e-do-pescoco/">Sistema Arterial e Venoso de Cabeça e pescoço;</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-linfatico-parte-1/">Sistema Linfático (Parte 1);</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-linfatico-parte-2/">Sistema Linfático (Parte 2);</a></strong></p>
<p>Fonte da Imagem em destaque: http://www.3dscience.com/upgrades/<br />
<span data-reactid=".8f.$mid=11415212674717=2655c209456bcae5359.2:0.0.0.0.0.0.$end:0:$0:0">Autor: Tangreyse de Luca Moraes, 18 anos. A</span><span data-reactid=".8f.$mid=11415212674717=2655c209456bcae5359.2:0.0.0.0.0.0.$end:0:$2:0">cadêmica do curso de Odontologia da Universidade Positivo, Curitiba &#8211; PR</span></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/sistema-circulatorio/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Sistema Respiratório (Parte 2)</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sistema-respiratorio-parte-2/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/sistema-respiratorio-parte-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 15:28:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[pulmão]]></category>
		<category><![CDATA[seios]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Respiratório]]></category>
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					<description><![CDATA[Seios ParanasaisHistologia: Revestido por mucosa respiratória Células caliciformes + células epiteliais Mucoperiósteo &#8211; mucosa aderida ao osso&#8211; continuidade com mucosa nasalDivide-se em dois grupos: Grupo Anterior: Seio maxilar; Seio frontal; Células etmoidais anteriores;   MEATO MÉDIOGrupo Posterior: Seio esfenoidal; Células etmoidais posteriores;   MEATO SUPERIORSeio maxilar:Anterior: Fossa canina;Posterior: fossa infra-temporal, fossa pterigomaxilar;Maior volume e forma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Seios Paranasais<br /></strong><br /><strong>Histologia:</strong></p>
<ul>
<li>Revestido por mucosa respiratória</li>
<li>Células caliciformes + células epiteliais</li>
<li>Mucoperiósteo</li>
</ul>
<p>&#8211; mucosa aderida ao osso<br />&#8211; continuidade com mucosa nasal<br />Divide-se em dois grupos:</p>
<p><strong>Grupo Anterior: </strong></p>
<ul>
<li>Seio maxilar;</li>
<li>Seio frontal;</li>
<li>Células etmoidais anteriores;</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>MEATO MÉDIO</strong><br /><strong>Grupo Posterior:</strong></p>
<ul>
<li>Seio esfenoidal;</li>
<li>Células etmoidais posteriores;</li>
</ul>
<p> </p>
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</body>

<p><strong>MEATO SUPERIOR</strong><br /><strong>Seio maxilar:</strong><br />Anterior: Fossa canina;<br />Posterior: fossa infra-temporal, fossa pterigomaxilar;<br />Maior volume e forma piramidal<br /><strong><br />Limites</strong></p>
<ul>
<li><strong>Teto: </strong>Superfície orbital da maxila</li>
</ul>
<p>&#8211; nervo infraorbitário;<br />&#8211; inervação sensitiva do terço médio da face</p>
<ul>
<li><strong>Assoalho:</strong> Processo alveolar e palatino da maxila</li>
</ul>
<p>&#8211; pré-molares, 1º e 2º molares;<br />&#8211; fístulas;<br />&#8211; adulto – 1 cm abaixo do nível do assoalho nasal</p>
<ul>
<li><strong>Lateral:</strong> Processo zigomático da maxila e osso zigomático</li>
<li><strong>Medial:</strong> Porção medial do osso maxilar, processo maxilar da concha inferior, porção descendente do osso lacrimal.</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Seio Etmóide:</strong><br />Cavidades ósseas pneumatizadas<br />Dois grupos de células etmoidais</p>
<ul>
<li><strong>Anterior:</strong> drenagem do hiato semilunar;</li>
<li><strong>Posterior:</strong> drenagem do meato superior;</li>
</ul>
<p><strong><br />Limites</strong></p>
<ul>
<li><strong>Anterior</strong>: processo frontal da maxila;</li>
<li><strong>Posterior:</strong> seio esfenoidal;</li>
<li><strong>Medial:</strong> placa vertical do osso etmoidal;</li>
<li><strong>Lateral:</strong> lâmina papirácea;</li>
<li><strong>Superior:</strong> fóvea etmoidalis, fossa cerebral anterior, osso frontal – seio frontal;</li>
<li><strong>Inferior:</strong> cavidade nasal, seio maxilar.</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Seio Frontal:</strong><br />Célula supra-orbitária</p>
<ul>
<li>Último seio a se desenvolver</li>
<li>Duplo e assimétrico</li>
<li>Forma piramidal de base inferior</li>
<li>5% apresentam agenesia de um dos seios</li>
</ul>
<p>&#8211; Diagnóstico incorreto de sinusite<br /><strong><br />Limites</strong></p>
<ul>
<li><strong>Anterior:</strong> tábua externa do frontal &#8211; osso diplóico;</li>
<li><strong>Posterior:</strong> fossa cerebral anterior &#8211; osso compacto;</li>
<li><strong>Inferior:</strong> assoalho o separa da órbita e cavidade nasal;</li>
<li><strong>Medial:</strong> abre-se o ducto naso-frontal.</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Seio Esfenóide</strong><br />Cavidades assimétricas<br /><strong>Limites</strong></p>
<ul>
<li><strong>Anterior:</strong> cavidade nasal, células etmoidais posteriores;</li>
<li><strong>Posterior:</strong> fossa cerebral posterior – ponte;</li>
<li><strong>Inferior:</strong> teto da nasofaringe, tonsilas faríngeas;</li>
<li><strong>Póstero-superior:</strong> glândula hipófise, abordagem transesfenoidal;</li>
<li><strong>Ântero-superior:</strong> fossa cerebral anterior, trato olfatório.</li>
<li><strong>Lateral: </strong>forame óptico, porção medial da fissura.</li>
</ul>
<p><strong><br />Fatores Básicos</strong><br />Mucosa intacta;<br />Produção normal de muco;<br />Função ciliar normal;<br />Óstio livre<br /><strong><br />Função mucociliar:</strong></p>
<ul>
<li>Muco: bactericida, pH neutro;</li>
<li>Cílios: movimentos coordenados, atividades normal entre 18 e 33°C;</li>
<li>Sentido: fluxo unidirecional.</li>
</ul>
<p><strong><br />Fisiopatologia:</strong></p>
<ul>
<li>Óstio permeável;</li>
<li>Função ciliar preservada;</li>
<li>Secreção glandular normal;</li>
</ul>
<p><strong><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/11/pulmão-3.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-485" title="pulmão 3" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/11/pulmão-3.jpg" alt="" width="337" height="506" /></a><br />Pulmão:</strong><br />É o principal órgão do sistema respiratório onde ocorre hematose.<br />Localizado dentro do tórax, é envolvido por uma camada de tecido denominada<br />pleura.<br /><br />Pleura parietal;<br />Pleura visceral;<br />Espaço pleural – liquido pleural</p>
<div><strong>Dados do pulmão:</strong><br />Órgão esponjoso;<br />Forma cônica;<br />Pulmão direito: 3 lobos<br />Pulmão esquerdo: 2 lobos (espaço do terceiro lobo ocupado pelo coração);<br />Hilo pulmonar.</div>
<p><strong><br />Porção respiratória:</strong></p>
<div>Bronquíolos respiratórios;<br />Ductos alveolares;<br />Sacos alveolares;<br />Alvéolos pulmonares.</div>
<p> </p>
<p><strong>Aparelho de bombeamento:</strong></p>
<div>Sacos pleurais;<br />Caixa torácica;<br />Diafragma.</div>
<p><strong>Doenças respiratórias</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="290">
<p align="center"><strong>Alergias<br />Respiratórias</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="290">
<p align="center"><strong>Afecções<br />do Pulmão</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="290"><strong>Rinite:</strong> é um processo irritativo das vias nasais</td>
<td valign="top" width="290"><strong>Tuberculose Pulmonar:</strong> causado<br />por um microrganismo – Bacilo de Koch</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="290"><strong>Asma ou Bronquite: </strong>obstrução, dificultando a passagem de ar pelas vias respiratórias</td>
<td valign="top" width="290"><strong>Enfisema Pulmonar: </strong>em fumantes – destruição gradual dos tecidos pulmonares (alvéolos)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> <br />Outras doenças respiratórias</p>
<ul>
<li><strong>Pneumonia:</strong> processo inflamatório dos pulmões que pode ser causada por vários tipos de microrganismos</li>
</ul>
<p><em><br />SINTOMAS:</em> falta de ar, fraqueza, febre alta (pneumonia por microrganismo) e diminuição da capacidade para realizar atividades físicas.</p>
<ul>
<li><strong>Atelectasia:</strong> é o colapso de parte ou de todo o pulmão. As causas são:</li>
</ul>
<p>&#8211; acumulo de secreções nos brônquios podem bloquear a passagem de ar;<br />&#8211; obstrução por algum objeto;<br />&#8211; tumores pulmonares;<br />&#8211; anestesia geral – muito tempo acamado (cirurgia extensa).</p>
<ul>
<li><strong>Câncer de Pulmão:</strong> uma das doenças que mais mata em todo o mundo. Na maioria dos casos ocorre em fumantes.</li>
</ul>
<p><em>Entre outras doenças. </em></p>
<p><strong>Mecânica da Ventilação</strong><br /><strong><br />Inspiração: </strong>o diafragma traciona a superfície inferior do pulmão para baixo, além da elevação<br />da caixa torácica com arquear do gradil costal, aumentando o diâmetro anteroposterior<br />Músculos que elevam a caixa torácica<strong>:<br />Esternocleidomastóideo, denteados anteriores escalenos e intercostais externos.<br /></strong><br /><strong>Expiração:</strong> relaxamento do diafragma, além do relaxamento dos músculos intercostais associado a contratura<br />da musculatura abdominal (retos abdominais abaixam as ultimas costelas e<br />comprimem o conteúdo infra-abdominal).</p>
<p><strong>Pressões Respiratórias</strong><br />Pressão infra-alveolar:</p>
<p><strong>Inspiração</strong><br /><strong>→</strong> pressão torna-se ligeiramente negativa em relação a pressão atmosférica, fazendo com que o ar<br />entre nos pulmões<br />Pressão: -1 mmHg</p>
<p><strong>Expiração</strong><br /><strong> →</strong> pressão infra-alveolar se eleva, fazendo com que o ar saia do pulmão<br />Pressão: +1 mmHg</p>
<p><strong>Pressão Intrapleural</strong><br />É a quantidade de pressão negativa necessária nos espaços intrapleurais<br />para evitar o colapso pulmonar, está em torno de -4 mmHg, mantendo assim, os<br />pulmões expandidos. No final da inspiração profunda essa pressão é tão grande<br />que pode chegar de -12 mmHg a -18 mmHg.</p>


<p>Sistema Respiratório<a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-respiratorio-parte-1/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" PARTE 1 AQUI (abre numa nova aba)"> PARTE 1 AQUI</a></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Sistema Respiratório (Parte 1)</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sistema-respiratorio-parte-1/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/sistema-respiratorio-parte-1/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 13:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Respiratório]]></category>
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					<description><![CDATA[Tudo o que você precisa saber sobre Sistema Respiratório está aqui! “O ar chega e sai dos pulmões através de um sistema de órgãos que apresentam funções diversas.” Devido a um conjunto de órgãos tubulares e músculos que expande a cavidade torácica e com ela os próprios pulmões, cria-se uma pressão negativa que faz o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="right">Tudo o que você precisa saber sobre Sistema Respiratório está aqui!</p>
<p style="text-align: left;" align="right">“O ar chega e sai dos pulmões através de um sistema de órgãos que apresentam funções diversas.”</p>
<p>Devido a um conjunto de órgãos tubulares e músculos que expande a cavidade torácica e com ela os próprios pulmões, cria-se uma pressão negativa que faz o ar entrar (inspiração). Esses órgãos são: nariz, cavidade nasal, faringe, laringe, traqueia e brônquios.</p>
<p><strong>Função: </strong>trocar gases CO<sub>2 </sub>e O<sub>2</sub>, que estão envolvidos na respiração celular num processo de entrada e saída de ar.<br />
<body><br />
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</body></p>
<p><strong>Mecanismo respiratório: </strong>As células do corpo necessitam de um suprimento constante de oxigênio e uma maneira eficiente de remover o dióxido de carbono. Essa troca se chama hematose – que ocorre nos alvéolos.  O centro respiratório é o bulbo, associado ao nervo frênico.</p>
<p><strong>Processos da respiração</strong></p>
<ol>
<li><strong>Ventilação: </strong>troca de ar atmosférico por oxigênio nos alvéolos pulmonares;</li>
<li><strong>Inspiração: </strong>entrada de ar (a pressão interna é menor que a pressão externa)<br />
&#8211; Músculos envolvidos: Diafragma e intercostais → aumento do diâmetro ântero-posterior do tórax e aumento do volume pulmonar. PROCESSO ATIVO.</li>
<li><strong>Expiração:</strong> saída de ar (a pressão interna é menor que a pressão externa).<br />
&#8211; Recuo elástico dos tecidos sem ação muscular.<br />
PROCESSO PASSIVO.</li>
</ol>
<p><strong>Porção condutora</strong><br />
Nariz → Cavidade Nasal → Faringe → Laringe → Traquéia → Brônquios → Bronquíolos → Alvéolos</p>
<p><strong>Nariz e cavidade nasal:</strong></p>
<ul>
<li>Aquecer o ar inspirado</li>
<li>Umedecimento</li>
<li>Filtração</li>
<li>Sensibilidade – nervo olfatório</li>
</ul>
<p>O nariz e suas cavidades possuem uma mucosa de epitélio-estratificado ciliado, essa<br />
mucosa aquece o ar inalado através de um extensivo suprimento sanguíneo.<br />
A cavidade nasal é dividida em duas câmaras pelo septo nasal.<br />
→ posteriormente: parte nasal da faringe;<br />
→ porção lateral: três projeções revestidas por mucosas denominadas conchas<br />
nasais das quais, delimitam três espaços denominados meatos.<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cavidade-nasal-21.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-450" title="cavidade nasal 2" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cavidade-nasal-21.png" alt="" width="563" height="456" /></a><br />
<strong>Faringe: </strong><br />
Função respiratória e digestiva: O ar que passa pela faringe vai<br />
para a laringe e o alimento que passa pela faringe vai paro o esôfago. Dividida<br />
em três partes:</p>
<ol>
<li><strong>Nasofaringe:</strong> localiza-se atrás da cavidade nasal;</li>
<li><strong>Orofaringe:</strong> situa-se atrás da cavidade bucal;</li>
<li><strong>Laringofaringe:</strong> localizada atrás da laringe.</li>
</ol>
<p><strong>Laringe: </strong><br />
Função: passagem de ar, conexão entre faringe e traquéia e<br />
fonação. A<strong> epiglote</strong> tem a função de desviar qualquer coisa que não seja ar para<br />
a laringe.<br />
<strong><br />
</strong>É formada por:</p>
<ul>
<li>Cartilagem tireóide (Pomo de Adão);</li>
<li>Cartilagem ericóide, em forma de anel.</li>
</ul>
<p><strong>Traqueia:</strong><br />
Função: Destinada unicamente a <strong>passagem de ar.</strong><br />
Estende-se desde a C6 até o nível da<br />
quinta vértebra torácica – T5, onde ela se divide em brônquios principais<br />
direito e esquerdo.<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/11/traqueia.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-455" title="traqueia" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/11/traqueia.jpg" alt="" width="465" height="485" /></a><br />
<strong>Brônquios: </strong><br />
Dividido em brônquios principais direito e esquerdo.<br />
Cada brônquio principal se divide em ramos ainda menores, brônquios lobares, um para cada pulmão. Estes se dividem<br />
em muitos brônquios segmentares, que continuam se dividindo repetidamente até<br />
formar os bronquíolos.</p>
<p><strong>Bronquíolos e Alvéolos:</strong><br />
Os bronquíolos dividem-se muitas vezes<br />
formando os bronquíolos terminais, cada um dos quais dá origem a diversos<br />
bronquíolos respiratórios.<br />
Surfactante produzido pelos pneumócitos tipo II:</p>
<ul>
<li>Diminuir as tensões superficiais, melhorando a complacência pulmonar contribuindo para inspiração;</li>
<li>Previne o colapso pulmonar;</li>
<li>Fosfolipídios, proteínas, entre outros.</li>
</ul>
<p>Nos alvéolos ocorre a hematose (troca gasosa) entre o dióxido de carbono e o oxigênio.</p>
<p>Continuação <a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-respiratorio-parte-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PARTE 2 AQUI.</a></p>
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		<title>Sistema Linfático (Parte 2)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 20:24:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[baço]]></category>
		<category><![CDATA[gânglios]]></category>
		<category><![CDATA[leucócitos]]></category>
		<category><![CDATA[linfa]]></category>
		<category><![CDATA[linfonodos]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Linfático]]></category>
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					<description><![CDATA[Como já visto no Sistema Linfático Parte 1, é o principal sistema de defesa do organismo. Constituído pelos nódulos linfáticos (linfonodos), ou seja, uma rede complexa de vasos, é responsável por transportar a linfa dos tecidos para o sistema circulatório. Linfonodos São extensões nodulares de forma ovalada nas quais vasos linfáticos penetram trazendo linfa e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como já visto no <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-linfatico-parte-1/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sistema Linfático Parte 1</a></strong>, é o principal sistema de defesa do organismo. Constituído pelos nódulos linfáticos (linfonodos), ou seja, uma rede complexa de vasos, é responsável por transportar a linfa dos tecidos para o sistema circulatório.</p>
<p><strong>Linfonodos</strong></p>
<ul>
<li>São extensões nodulares de forma ovalada nas quais vasos linfáticos penetram trazendo linfa e os seus componentes</li>
<li>Consistem de tecido linfático, coberto por uma capsula de tecido conjuntivo fibroso. Temos de 400 a 600 linfonodos em cadeia em nosso corpo.</li>
<li>As principais cadeias e linfonodos são: cervical, axilar, fossa-olicraniana, ducto torácico, pre-aortico (ampola), inguinal e losango poplíteo.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8534 size-large" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-1024x576.png" alt="" width="696" height="392" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-1024x576.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-300x169.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-768x432.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-696x392.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-1068x601.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico-747x420.png 747w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ganglio-linfatico.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<ul>
<li>A linfa penetra nos linfonodos através de vasos linfáticos aferentes, onde é lentamente filtrada por estruturas denominadas seios. Apos filtrada, a linfa deixa os linfonodos através dos vasos linfáticos eferentes.</li>
<li>Os microrganismos e partículas estranhas (bactérias) que são retidos nos  linfonodos através da filtragem da linfa são prontamente destruídos pelas células fagociticas (os macrófagos).</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" title="l1" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/l1.jpg?w=290&amp;h=550" alt="" width="290" height="550" /></p>
<p><strong>Grupo de Linfonodos</strong>:</p>
<ol>
<li>Nível I: Submentoniano e Submandibular</li>
<li>Nível II: Jugulo Digastrico ou Jugulo-Carotidiano Alto</li>
<li>Nível III: Jugulo- Carotidiano Medio</li>
<li>Nível IV: Jugulo- Carotidiano Baixo</li>
<li>Nível V: Triangulo – Posterior</li>
<li>Nível VI:  Compartimento Anterior (avaliação de linfonodos, da glândula tireoide e da laringe – mobilidade e anatomia)</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" title="Vasos-linfaticos-da-cabeca-e-pescoco" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/vasos-linfaticos-da-cabeca-e-pescoco1.jpg?w=584&amp;h=584" alt="" width="584" height="584" /><br />
<strong>Leucócitos</strong><br />
São formados nos ossos e nos órgãos linfáticos. Podem ser divididos nas seguintes classes:<br />
Leucócitos Granulares</p>
<ul>
<li>Neutrófilos:<br />
Fazem 65% da população total dos leucócitos que provem da medula óssea;</li>
<li>Eosinófilos:<br />
3%, sua concentração aumenta nas reações alérgicas;</li>
<li>Basófilos:<br />
11% das células brancas, funções desconhecidas;</li>
</ul>
<p><a href="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/leucc3b3citos2.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" title="leucócitos" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/leucc3b3citos2.png?w=451&amp;h=278" alt="" width="451" height="278" /></a></p>
<p>Leucócitos<br />
Leucócitos Não-Granulares</p>
<ul>
<li>Linfócitos: 30% dos leucócitos. Originam-se dos tecidos linfáticos e da medula óssea</li>
<li>Monócitos/macrófagos: são os maiores leucócitos, tem ação fagocitária.</li>
</ul>
<p><strong>Anticorpos</strong><br />
Facilitam a destruição dos agentes nocivos. São formados por proteínas como globulina. Constituem o resultado final da proliferação de linfócitos “B”. Linfócitos B  que atuam de maneira eficaz nas infecções agudas e o T que são eficientes nas crônicas.<br />
Linfócitos</p>
<p><strong>Febre</strong><br />
É um sintoma que acompanha numerosos estados patológicos. Consiste no aumento da temperatura corporal acima de 37°, podendo atingir até 41° a 42°C. É um mecanismo para combater com mais eficácia a presença de germes invasores, tendo em vista da impossibilidade destes suportar temperatura próxima dos 40°C. Há dois mecanismos de produção da febre: microrganismos – toxinas bacterianas e via sistema imunológico – corpo estranho, linfócito. Os dois mecanismos terminam da mesma forma.</p>
<p><strong>Tonsilas</strong><br />
Função: todas atuam como defesa adicional contra agentes infecciosos provenientes da boca e do nariz. Exercem esta função de defesa dando o alarme, formando<br />
linfócitos através do seu tecido linfóide e produzindo anticorpos.</p>
<ul>
<li><strong>Tonsilas Faríngeas</strong> – Localizadas na faringe nasal (adenoides). Monitorar as fossas nasais;</li>
<li><strong>Tonsilas Palatinas &#8211;</strong> Mais conhecidas por amigdalas, situadas na retro boca. Monitora o que passa;</li>
<li><strong>Tonsila Lingual – </strong>Situada no dorso da porção da língua, das papilas valadas ate a epiglote. Mesma função da anterior.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" title="linfatico" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/linfatico1.gif?w=344&amp;h=687" alt="" width="344" height="687" /><br />
<strong>Timo</strong><br />
Função: Instruir os linfócitos T e torná-los imunocompetentes</p>
<p><strong>Baço</strong><br />
Função: Formação de linfócitos e destruição de hemácias</p>
<p><strong>Apêndice </strong></p>
<ul>
<li><strong> </strong>Pequena porção do intestino, de formato vermiforme, cilíndrico e flexível, inserido  no ceco, abaixo da válvula ileocecal. Possui tecido linfático.</li>
</ul>
<p><strong>Função: </strong>Produz alguns leucócitos que contribuem na defesa da região onde se encontra.</p>
<p><strong>Gânglios Linfáticos </strong><br />
São os lugares onde se iniciam as respostas imunológicas adaptativas frente aos<br />
antígenos proteicos transportados pela linfa.</p>
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		<title>Sistema Linfático (Parte 1)</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sistema-linfatico-parte-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 20:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfático]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
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					<description><![CDATA[O sistema linfático é o responsável pela limpeza e defesa do nosso organismo, por isso tem um papel fundamental quando o assunto é imunologia. Veja nesse material que separamos em 2 partes como funciona, quais os componentes e muito mais! “O sistema imunológico é a força de defesa do organismo”. A partir disso, conseguimos entender [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>sistema linfático</strong> é o responsável pela limpeza e defesa do nosso organismo, por isso tem um papel fundamental quando o assunto é imunologia. Veja nesse material que separamos em 2 partes como funciona, quais os componentes e muito mais!</p>
<p><em>“O sistema imunológico é a força de defesa do organismo”.</em></p>
<p>A partir disso, conseguimos entender a real importância desse sistema para o nosso corpo. <strong>Linfa</strong> significa &#8220;água nascente/pura&#8221;.</p>
<p>É um sistema paralelo ao <strong>sistema circulatório</strong> constituído por uma rede de vasos espalhados por todo o corpo.</p>
<p><strong>Função do Sistema Linfático:</strong> <strong>Limpeza e Defesa</strong></p>
<ul>
<li>Atua na defesa do organismo: produz linfócitos (neutrófilos/macrófagos) e produz<br />
anticorpos.</li>
<li>Destruição de bactérias e remoção de partículas estranhas: remoção através dos fagócitos, principalmente os macrófagos (linfonodos);</li>
<li>Resposta imune especifica: produção de anticorpos que promovem a destruição do antígeno;</li>
<li>Retorno do líquido extracelular a corrente sanguínea: proteínas deixadas pelos capilares sanguíneos no liquido extracelular são devolvidos ao sangue através do sistema linfático. Pois se permanecer nos espaços extracelulares a pressão osmótica aumentaria.</li>
</ul>
<p><strong>Componentes do Sistema Linfático</strong></p>
<p><strong>Linfa, vasos e órgãos linfáticos</strong></p>
<p>&#8211; Rede de capilares e amplos vasos coletores (vasos linfáticos) que recebem líquido tecidual do corpo e transportam para o sistema cardiovascular;<br />
&#8211; Linfonodos que servem como filtros do liquido coletado pelos vasos;<br />
&#8211; Órgãos linfóides, que incluem linfonodos, tonsilas, o baço e o timo.</p>
<p>Os capilares linfáticos estão presentes em <em>quase todos os tecidos do corpo</em>. Os mais finos vão se unindo aos vasos linfáticos maiores que terminam em dois grandes canais principais:<br />
<strong><br />
Canal torácico –</strong> recebe a linfa da parte inferior do corpo, do lado<br />
esquerdo da cabeça, do braço esquerdo e das partes do tórax<br />
<strong><br />
Canal Linfático Direito –</strong> recebe a linfa procedente do lado direito da cabeça, do<br />
braço direito e da parte do tórax, que desembocam em veias próximas ao coração.<br />
<strong><br />
Órgãos Linfáticos</strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="" title="sistema_linfatico" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/sistema_linfatico1.jpg?w=516&amp;h=733" alt="" width="473" height="672" /></p>
<ul>
<li><strong>Primários</strong></li>
</ul>
<p>Timo e Medula óssea<br />
<em>&#8211; Amadurecimento de linfócitos e tolerância </em></p>
<ul>
<li><strong>Secundários</strong></li>
</ul>
<p>Tonsilas, Timo, Baço, Placas<br />
Payer, Tecidos associados à mucosa e Linfonodos.<br />
<em>&#8211; Resposta Imune </em></p>
<p><strong>Baço:</strong>  As funções do baço incluem produção de anticorpos, fagocitose de glóbulos vermelhos velhos e partículas estranhas ao corpo. O baço atua como um filtro para a corrente sanguínea, muito mais que os linfonodos para a corrente linfática. O baço serve também, como um reservatório de sangue (embora com capacidade limitada – 200 ml).<br />
<strong><br />
Timo:</strong> O órgão mais desenvolvido no período pré-natal evolui desde o nascimento até a puberdade. O timo é uma massa bilobada de tecido linfóide localizada abaixo do esterno, na região do mediastino anterior. Ele aumenta de tamanho durante a infância, quando então começa a atrofiar-se lentamente. O timo confere a determinados linfócitos a capacidade de se diferenciarem e maturarem em células que podem efetuar o processo de imunidade mediada por células. Há evidências de que o timo também produz um hormônio que pode continuar a influenciar os linfócitos após eles terem deixado a glândula.</p>
<p><strong>SISTEMA LINFÁTICO DIFUSO</strong></p>
<p><strong>Nódulos linfáticos</strong><br />
Órgãos linfáticos mais numerosos do organismo com o objetivo de filtrar a linfa e eliminar corpos estranhos que ela possa conter como vírus e bactérias.</p>
<p><strong>As tonsilas se dividem em</strong><br />
&#8211; tonsilas faríngeas (inflamam = adenóide)<br />
&#8211; tonsilas palatinas<br />
&#8211; tonsilas linguais</p>
<p><em>Aglomerados de tecido linfóide com cápsula incompleta.</em></p>
<p><strong>Tecido linfóide associado ao brônquio</strong></p>
<p><strong>Tecido linfóide associado ao tubo digestivo</strong><br />
Nódulos linfáticos isolados  – Placas de Payer.</p>
<p><strong>Linfa:</strong> é o liquido que encontramos nos vasos linfáticos. A composição da linfa é praticamente a mesma do sangue, não havendo a existência de glóbulos vermelhos, o que faz a linfa ser de coloração transparente. Por ela circulam proteínas, hormônios, glóbulos brancos, e ocasionalmente, dos intestinos ao fígado – nutrientes (moléculas de gordura).</p>
<p><strong>Vasos Linfáticos: </strong>dividem-se em capilares, vasos e ductos. A linfa que nele percorre, é movida por seis mecanismos:</p>
<ol>
<li>Formação de nova linfa que impulsiona a já existente;</li>
<li>Massagem dos músculos sobre os vasos;</li>
<li>Os vasos, por se encontrarem próximos das artérias, sofrem a influencia dos batimentos cardíacos;</li>
<li>A linfa da região abdominal é sugada para o coração pelo vácuo formado na caixa torácica<br />
pelos movimentos respiratórios;</li>
<li>Os vasos linfáticos possuem movimentos de contração. As válvulas neles existentes impedem o refluxo possibilitando o transporte da linfa em uma única direção;</li>
<li>As linfas das regiões acima do coração sofrem a atração da força da gravidade.</li>
</ol>
<p>Parte 1 concluída com sucesso!</p>
<p>Agora <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-linfatico-parte-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui</a></strong> e descubra mais sobre Sistema Linfático.</p>
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		<title>Neurofisiologia da Dor</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/neurofisiologia-da-dor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 21:35:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Oclusão | DTM & Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurofisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[pain]]></category>
		<category><![CDATA[percepção]]></category>
		<category><![CDATA[transdução]]></category>
		<category><![CDATA[transmissão]]></category>
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					<description><![CDATA[Entender o que é dor e como ela se desenvolve no organismo é fundamental para poder agir da melhor maneira. Conceitos e definições se fazem necessário. Pensando nisso, o Odonto Up preparou esse conteúdo que define o que é dor e quais processos ocorrem. Vamos lá? Dor É a resposta do organismo à uma agressão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entender o que é dor e como ela se desenvolve no organismo é fundamental para poder agir da melhor maneira. Conceitos e definições se fazem necessário.</p>
<p>Pensando nisso, o Odonto Up preparou esse conteúdo que define o que é dor e quais processos ocorrem.</p>
<p>Vamos lá?</p>
<p><strong>Dor</strong></p>
<p>É a resposta do organismo à uma agressão ou trauma que, se incontrolada, pode reduzir a qualidade de vida.</p>
<p><strong>Processo funcional da do</strong></p>
<p><strong>1. </strong><strong>Transdução</strong><br />
Origem do estimulo doloroso em um potencial de ação, normalmente são 4 neurônios envolvidos.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-35 size-full" title="transdução" src="http://odontoup.files.wordpress.com/2011/10/transduc3a7c3a3o.png" alt="dor transducao sinapse neuronio " width="584" height="375" /></p>
<p>O objetivo do anestésico é <strong>bloquear</strong> a membrana, não permitindo a passagem do sódio (Na<sup>+</sup>) que promove a despolarização do<strong> neurônio.</strong></p>
<p>&#8211; A transdução ocorre nos nociceptores.</p>
<p><strong>2. Transmissão</strong><br />
É a condução do estimulo até o córtex cerebral</p>
<p>→ neurônio aferente primário ou de 1ª ordem (pode ser bloqueado por anestésico local);<br />
→ neurônio de 2ª ordem (parte do tronco encefálico até o tálamo);<br />
→ neurônio de 3ª ordem (parte do tálamo até o córtex cerebral);<br />
→ neurônio de 4ª ordem (integra parte ou regiões do córtex cerebral).</p>
<p><em>Fibra A (<strong>mielinizadas</strong>)</em> = dor rápida<br />
<em>Fibra C (<strong>amielinizadas</strong>)</em> = dor lenta</p>
<p><strong>3. </strong><strong>Modulação</strong><br />
Os impulsos nervosos podem ser alterados em sua vida aos centros superiores</p>
<ul>
<li>Facilitação: aumento dos impulsos acentuando a dor.</li>
<li>Inibição: diminuição dos impulsos
<ul>
<li>TENS</li>
<li>Acupuntura</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong>4. </strong><strong>Percepção</strong><br />
Os impulsos chegam ao córtex cerebral.</p>
<p>Pronto! Agora você já sabe como funciona a dor e seu comportamento fisiológico. Que tal se aprofundar mais e descobrir Os tipos de dores e a sua classificação? <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/classificacao-das-dores-orofaciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui </a></strong></p>
<p>Você também pode gostar de saber <strong><a href="https://www.odontoup.com.br/dor-orofacial-neuropatica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Que É Dor Orofacial Neuropática</a>. </strong></p>
<p>Fonte da imagem: taringa.net</p>
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