<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Farmacologia &#8211; Odonto Up</title>
	<atom:link href="https://www.odontoup.com.br/category/farmacologia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.odontoup.com.br</link>
	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Jan 2026 16:15:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/cropped-icon-odonto-up--32x32.jpg</url>
	<title>Farmacologia &#8211; Odonto Up</title>
	<link>https://www.odontoup.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Medicamentos Prescritos Pelo Cirurgião Dentista</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/medicamentos-prescritos-pelo-cirurgiao-dentista/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/medicamentos-prescritos-pelo-cirurgiao-dentista/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jun 2023 23:29:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[AINES]]></category>
		<category><![CDATA[anti-inflamatórios]]></category>
		<category><![CDATA[antibióticos]]></category>
		<category><![CDATA[anticonvulsivantes]]></category>
		<category><![CDATA[antidepressivos]]></category>
		<category><![CDATA[antimicrobiano]]></category>
		<category><![CDATA[benzodiazepínicos]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[opióides]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.odontoup.com.br/?p=8195</guid>

					<description><![CDATA[A dor é uma terrível acompanhante dos pacientes de muitas afecções na medicina e odontologia, e quando podemos evitar ou até mesmo controlar essa dor, a mesma é colocada como uma das primeiras prioridades terapêuticas. Mas o que é dor? Quando essa dor é de caráter intenso e contínuo, muitas vezes os pacientes não possuem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>dor</strong> é uma terrível acompanhante dos pacientes de muitas afecções na medicina e odontologia, e quando podemos evitar ou até mesmo controlar essa dor, a mesma é colocada como uma das primeiras prioridades terapêuticas.</p>



<p>Mas o que é dor?</p>



<ul class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" class="wp-image-8206" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-1024x576.jpg" alt="" data-id="8206" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8206" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-1024x576.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-300x169.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-768x432.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-696x392.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-1068x601.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1-747x420.jpg 747w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DOR-1-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</li>
</ul>



<p>Quando essa dor é de caráter intenso e contínuo, muitas vezes os pacientes não possuem respostas para o alívio desse quadro álgico com medicamentos analgésicos convencionais e é justamente nesse momento em que nós profissionais, devemos analisar o melhor medicamento para o alívio da dor do nosso paciente. Não somente para a dor, mas o tratamento com os antimicrobianos também é importante nos tratamentos odontológicos, para evitar processos infecciosos e proliferação de bactérias.</p>

<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-4191050030543415" data-ad-slot="1182056593"></ins> <script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>

<p>Para que o tratamento seja eficaz e para que o medicamento prescrito ao paciente seja eficiente no alívio da sua dor e outras alterações, é importante ressaltar que devemos sempre estar atentos aos medicamentos que esse paciente <strong>já faz uso</strong> (anamnese é fundamental aqui), assim podemos evitar reações indesejáveis e interações medicamentosas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os medicamentos que o cirurgião-dentista pode prescrever?</h2>



<p><strong>Medicamentos Opióides</strong></p>



<p>São medicamentos extraídos do <strong>ópio</strong>, que é um extrato do suco da papoula cuja espécie <em>Papaver Somniferum, </em>e no mesmo extrato contém morfina e outros tipos de alcalóides. Possuem a capacidade de bloquear a transmissão dos estímulos da dor, pois são analgésicos de ação central.</p>



<p>Nessa classe de medicamentos encontramos a <strong>Codeína </strong>(Fosfato de Codeína) que pode ser usado associado ao paracetamol. O <em>Tramadol </em>(Cloridrato de Tramadol) e dextropropoxifeno, ambos são prescritos para dor leve, moderada e intensa.</p>



<p>O Tramadol é muito utilizado nas DTMs (disfunções temporomandibulares), neuralgia do trigêmeo (traumática ou não) ou dores neuropáticas orofaciais de origens diversas.</p>



<p>O tipo de receita para a prescrição é a Receita de Controle Especial C1 em 2 vias. Cor: Branca (no final do post você verá exemplos das receitas especiais).</p>



<p><em>Pode se prescrever na receita de controle especial branca quando a dosagem desses medicamentos não ultrapasse 100mg por dose posológica. Se ultrapassar, a receita a ser usada é a de Notificação A, de cor amarela.</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Validade de 30 dias.</li>
<li>Pode conter no máximo 3 substâncias se for receita branca e apenas 1 substância se for notificação de receita A.</li>
</ul>


<hr class="wp-block-separator" />


<p>&nbsp;</p>



<p><strong>Medicamentos anti-inflamatórios inibidores seletivos da cicloxigenase-2</strong></p>



<p><strong>Celecoxibe</strong> e Etoricoxibe, ambos são substâncias que fazem parte de um grupo de medicamentos denominados <strong>coxibes</strong>, usados para diminuir a dor e a inflamação. Podem ser prescritos para pacientes em pré e pós-operatório em intervenções odontológicas e no tratamento da dor em quadros inflamatórios agudos.</p>



<p>O tipo de receita para a prescrição é a Receita de Controle Especial C1 em 2 vias. Cor: Branca.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Receita com validade de 30 dias.</li>
<li>Pode conter no máximo 3 substâncias.</li>
</ul>


<hr class="wp-block-separator" />


<p>&nbsp;</p>



<p><strong>Medicamentos para dores crônicas na face e na mandíbula</strong></p>



<p>Esses medicamentos da classe dos antidepressivos, são muito usados no casos de neuralgia do trigêmeo, neuropatia pós-traumática, doenças crônicas com disfunção da articulação temporomandibular (ATM), síndrome da ardência bucal e entre outras necessidades dos pacientes, tratamento do bruxismo associada às desordens da ATM.</p>



<p>Os medicamentos que podem ser usados incluem:</p>



<p><strong>Antidepressivos:</strong> Fármacos coadjuvantes utilizados no tratamento e controle da dor crônica como a amitriptilina, nortriptilina, imipramina, desipramina, paroxetina, fluoxetina, venlafaxina, mianserina, dexepina.</p>



<p><strong>Anticonvulsivantes: </strong>Fármacos utilizados nos distúrbios dolorosos orofaciais como a gabapentina, carbamazepina (neuralgia do trigêmeo), pregabalina.</p>



<p>O tipo de receita para a prescrição é a Receita de Controle Especial C1 em 2 vias. Cor: Branca.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Receita com validade de 30 dias</li>
<li>Pode conter no máximo 3 substâncias.</li>
</ul>



<p><strong>Benzodiazepínicos: </strong>Medicamentos que apresentam ação ansiolítica, hipnótica e miorrelaxante, que auxiliam na sedação consciente do paciente, melhorando a intensa ansiedade, fazendo com que esse paciente fique mais calmo e relaxado no momento do tratamento.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os medicamentos podem ser usados são: Alprazolam, bromazepam, diazepam, midazolam, cloxazolam, oxazepam, lorazepam, flunitrazepam.</li>
<li>As dosagens devem ser rigorosamente seguidas, não havendo indicação de tratamento prolongado.</li>
<li>O tipo de receita para a prescrição é a Notificação de Receita B1. Cor: Azul.</li>
<li><strong> </strong>Receita com validade de 30 dias.</li>
<li>Pode conter comente 1 substância.</li>
</ul>


<hr class="wp-block-separator" />


<p>&nbsp;</p>



<p><strong>Antimicrobianos</strong> | <strong>Antibióticos</strong></p>



<p><strong> </strong>Os medicamentos que podem ser usados são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Amoxicilina; Amoxilina + Clavulanato (Paciente sem alergia a Penicilinas):</strong> Antibiótico de amplo espectro indicado para o tratamento de infecções bacterianas tanto de gram positivos, quanto de gram negativos.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cefalosporinas (Cefalexina):</strong> Infecções dentárias causadas por estafilococos e/ou estreptococos sensíveis à cefalexina.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pacientes com alergia a Penicilinas: Macrolídeos (Azitromicina, eritromicina, claritromicina) e Lincosamina (Clindamicina): </strong>Boa alternativa quando não se pode utilizar as penicilinas devido a problemas de sensibilidade do paciente com o medicamento.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ampicilina e Cefazolina:</strong> Antibióticos utilizados quando os pacientes estão impossibilitados de receber VO e recebem via IM.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Clindamicina e Cefazolina: </strong>Antibióticos utilizados quando os pacientes tem alergia a penicilinas e estão impossibilitados de receber VO e recebem IM.</li>
</ul>



<p>A prescrição de antibióticos pode ser realizada, desde que sejam somente para fins odontológicos.</p>



<p>A prescrição de medicamentos antimicrobianos deverá ser realizada em receituário privativo do prescritor ou do estabelecimento de saúde, não havendo modelo de receita específico. Deve ser feito em 2 vias, a primeira via fica retida na farmácia e a segunda via fica com o paciente.</p>



<p>É válida em todo território nacional por 10 dias, contando a partir da sua emissão.  </p>


<hr class="wp-block-separator" />


<p><strong>Medicamentos para controle da dor não opióides</strong></p>



<p>Medicamentos que não precisam de receita e controle especial.</p>



<p>Aceclofenaco, Ácido acetilsalicílico, Ácido mefenâmico (pela forte analgesia, utilizado para o controle de dor crônica, como casos de dor muscular e traumática de origem odontológica), Diclofenaco, Diflunisal, Dipirona, Ibuprofeno, Meloxicam, Naproxeno,Paracetamol e Piroxicam.</p>

<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script></p>
<!-- Publicidade 2 -->
<p><ins class="adsbygoogle" style="display: block;" data-ad-client="ca-pub-4191050030543415" data-ad-slot="9581730292" data-ad-format="auto" data-full-width-responsive="true"></ins> <script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>

<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Antitérmicos Utilizados em Inflamações Odontogênicas:</strong><br />Paracetamol, ibuprofeno, ácido acetilsalicílico e dipirona.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Medicamentos não esteroidais (AINES) usados em processos inflamatórios:</strong><br />Cetoprofeno, Naproxeno, nimesulida<strong>, </strong>meloxicam, ibuprofeno, diclofenaco.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Medicamentos esteroidais (AIES) usados em processos inflamatórios:</strong><br />Cortisona, Dexametasona, Hidrocortisona, Metilpredinisolona, Parametasona, Prednisolona, Prednisona, Triancinolona.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Antifúngicos</strong><br />Anfotericina B, Fluconazol, Itraconazol, Miconazol e Nistatina.</li>
</ul>



<p><strong>IMPORTANTE: </strong> As receitas devem ser devidamente preenchidas com os dados do paciente, dados do profissional e ou a instituição, carimbada e assinada de acordo com a Portaria 344/1998 e Resolução 20/2011.</p>


<hr class="wp-block-separator" />


<ul class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img decoding="async" width="940" height="788" class="wp-image-8209" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1.jpg" alt="" data-id="8209" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8209" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1.jpg 940w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1-300x251.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1-768x644.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1-696x583.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1-501x420.jpg 501w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /></figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img decoding="async" width="940" height="788" class="wp-image-8211" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2.jpg" alt="" data-id="8211" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8211" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2.jpg 940w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2-300x251.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2-768x644.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2-696x583.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2-501x420.jpg 501w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /></figure>
</li>
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img loading="lazy" decoding="async" width="940" height="788" class="wp-image-8212" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3.jpg" alt="" data-id="8212" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8212" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3.jpg 940w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3-300x251.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3-768x644.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3-696x583.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3-501x420.jpg 501w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /></figure>
</li>
</ul>



<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8216" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/unnamed-1-714x1024.jpg" alt="" width="120" height="172" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/unnamed-1-714x1024.jpg 714w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/unnamed-1-209x300.jpg 209w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/unnamed-1-696x998.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/unnamed-1-293x420.jpg 293w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/06/unnamed-1.jpg 753w" sizes="auto, (max-width: 120px) 100vw, 120px" /></figure>
</div>



<p>Autora<br />Ana Tavares, Farmacêutica pela Faculdade Pequeno Príncipe. Pós-graduanda em Farmácia Magistral e Homeopática.</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>Fonte <br /><br />CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO PARANÁ. Manual para a Dispensação de Medicamentos Sujeitos a Controle Especial.  Disponível em &lt;<a href="https://crfpr.org.br/uploads/pagina/25664/Manual_Dispensacao_de_Medicamentos_4_Edicao.pdf" target="_blank" rel="noopener">https://crfpr.org.br/uploads/pagina/25664/Manual_Dispensacao_de_Medicamentos_4_Edicao.pdf</a>&gt;</p>



<p>CONSELHO REGIONAL DE ODONTOLOGIA DO ESTADO DO PARANÁ . Parecer sobre a prescrição de medicamentos por cirurgiões-dentistas, lei 5.081/66.</p>



<p>AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Antimicrobianos: Bases teóricas e usos clínicos. Disponível em: &lt;<a href="http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/rede_rm/cursos/rm_controle/opas_web/modulo1/conceitos.htm" target="_blank" rel="noopener">http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/rede_rm/cursos/rm_controle/opas_web/modulo1/conceitos.htm</a> &gt;</p>



<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/medicamentos-prescritos-pelo-cirurgiao-dentista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>5</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As 7 Formas de Absorção dos Fármacos</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/as-7-formas-de-absorcao-dos-farmacos/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/as-7-formas-de-absorcao-dos-farmacos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 16:28:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[Absorção]]></category>
		<category><![CDATA[Farmacocinética]]></category>
		<category><![CDATA[intramuscular]]></category>
		<category><![CDATA[intraperitoneal]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[retal]]></category>
		<category><![CDATA[subcutânea]]></category>
		<category><![CDATA[submucosa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.odontoup.com.br/?p=10157</guid>

					<description><![CDATA[A absorção faz parte farmacocinética, ou seja, é um dos processos que ocorre após a administração de um medicamento. Ela consiste na transferência do fármaco desde seu local de aplicação até a corrente circulatória. É processo que influencia o inicio e a magnitude de efeito dos fármacos, sendo um dos determinantes da escolha de vias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>absorção</strong> faz parte <a href="https://www.odontoup.com.br/farmacocinetica-absorcao-distribuicao-e-destino-das-drogas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">farmacocinética</a>, ou seja, é um dos processos que ocorre após a administração de um <a href="https://www.odontoup.com.br/medicamentos-prescritos-pelo-cirurgiao-dentista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">medicamento</a>.</p>
<p>Ela consiste na transferência do fármaco desde seu local de aplicação até a corrente <a href="https://www.odontoup.com.br/sistema-circulatorio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">circulatória</a>. É processo que influencia o inicio e a magnitude de efeito dos fármacos, sendo um dos determinantes da escolha de vias de administração e doses. Se um fármaco é inadequadamente absorvido, seus efeitos sistêmicos inexistem</p>
<p>Para isso, separamos as 7 formas de absorção de um medicamento:</p>
<h4><strong>1. ABSORÇÃO ORAL</strong></h4>
<p>Suco gástrico → esvaziamento gástrico → duodeno → circulação porta → fígado → circulação sistêmica.</p>
<p>A absorção de fármacos lipossolúveis aumenta com a ingestão de alimentos ricos em gorduras. O aumento do pH do suco gástrico dificulta a absorção de ácidos fracos no estômago. Retardo e aceleração do esvaziamento gástrico, afeta a velocidade de absorção nos primeiros segmentos intestinais.</p>
<h4><strong>2. ABSORÇÃO RETAL</strong></h4>
<p>Pode ser errática ou incompleta, especialmente em pacientes com motilidade intestinal aumentada.</p>
<h4><strong>3. ABSORÇÃO CUTÂNEA</strong></h4>
<p>É muito lenta e ineficaz para a maioria dos fármacos, pois a pele integra funciona como barreira.</p>
<h4><strong>4. ABSORÇÃO POR VIA RESPIRATÓRIA </strong></h4>
<p>A grande área absortiva (que se estende da mucosa nasal ao epitélio alveolar), a vascularização praticamente justaposta às membranas e o rico fluxo sanguíneo justificam o alcance de picos séricos tão precoces como os obtidos com a via intravenosa</p>
<h4><strong>5. ABSORÇÃO INTRAMUSCULAR</strong></h4>
<p>Geralmente rápida, havendo pronto início dos efeitos terapêuticos</p>
<h4><strong>6. ABSORÇÃO SUBCUTÂNEA E SUBMUCOSA </strong></h4>
<p>Rápida, pois o fármaco só necessita ultrapassar as células endoteliais para chegar à corrente circulatória. O fluxo sanguíneo é o maior determinante da velocidade de absorção.</p>
<h4><strong>7. ABSORÇÃO INTRAPERITONEAL </strong></h4>
<p>Rápida, por envolver superfície ampla e ricamente vascularizada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="92509-30"><script src="//ads.themoneytizer.com/s/gen.js?type=30"></script><script src="//ads.themoneytizer.com/s/requestform.js?siteId=92509&#038;formatId=30"></script></div>
<p>Referências</p>
<p>Farmacologia Clínica Para Dentistas, Wannmacher 3a Edição 2007.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/as-7-formas-de-absorcao-dos-farmacos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você Sabe Como Tratar a Dor de Gestantes, Cardiopatas, Hepatopatas e Renais Crônicos?</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/voce-sabe-como-tratar-a-dor-de-gestantes-cardiopatas-hepatopatas-e-renais-cronicos/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/voce-sabe-como-tratar-a-dor-de-gestantes-cardiopatas-hepatopatas-e-renais-cronicos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2020 16:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[analgesia]]></category>
		<category><![CDATA[analgésicos]]></category>
		<category><![CDATA[anti-inflamatórios]]></category>
		<category><![CDATA[cardiopata]]></category>
		<category><![CDATA[dentista]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[hepatopata]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[renal crônico]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.odontoup.com.br/?p=9291</guid>

					<description><![CDATA[Quando uma paciente gestante chega ao seu consultório ou faculdade relatando dor ou precisando de atendimento, você tem 100% de segurança para tratar? Quando um paciente cardiopata, hepatopata ou renal crônico precisa de um medicamento para dor, você sabe o que pode ou não prejudicar ainda mais o quadro de saúde desse paciente? Vou te [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando uma paciente <strong>gestante</strong> chega ao seu consultório ou faculdade relatando dor ou precisando de atendimento, você tem 100% de segurança para tratar?</p>
<p>Quando um paciente cardiopata, hepatopata ou renal crônico precisa de um medicamento para dor, você sabe o que pode ou não prejudicar ainda mais o quadro de saúde desse paciente?</p>
<h3 style="text-align: center;">Vou te contar uma coisa: <strong>56%</strong> <strong>dos dentistas</strong> optam por não atender gestantes ou pacientes do grupo de risco, ou fazem atendimentos apenas preventivos/curativos por não saberem ou não terem a certeza do que usar.</h3>
<p style="text-align: left;">Se você faz parte desse grupo, não se preocupe mais, <strong>nós</strong> <strong>vamos te ajudar.</strong></p>
<p>Desenvolvemos um ebook que mostrará o caminho que você deve seguir para atender esses pacientes com SEGURANÇA E EFETIVIDADE.</p>
<hr />
<h3><strong>Quais as vantagens de ter esse ebook: </strong></h3>
<ul>
<li>Com uma tabela personalizada dos<strong> medicamentos mais utilizados</strong>, quais provocam reações adversas e quais são <strong>contraindicados</strong> para os grupos especiais, a sua vida ficará muito mais fácil.</li>
<li>Você também terá acesso a uma revisão incrível sobre analgésicos e anti-inflamatórios para entender <strong>DEFINITIVAMENTE</strong> o que pode ou não utilizar, como esses medicamentos atuam e quais as reações no organismo.</li>
<li>Além de conteúdos exclusivos para tratar a dor desses pacientes sistemicamente comprometidos.</li>
</ul>
<p>Quer fazer parte do grupo de dentistas que atendem com confiança e segurança? Clique no link abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://pay.hotmart.com/J29812892Y?checkoutMode=10" target="_blank" rel="noopener"><span class="td_btn td_btn_md td_shadow_btn">QUERO EVOLUIR!</span></a></p>
<p>Queremos que você evolua e atenda com segurança os seus pacientes. <strong>Leia, estude, aprenda</strong> mais. Só assim podemos nos tornar dentistas ainda melhores.<br />
<body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Anuncio vertical --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="1352968058"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://pay.hotmart.com/J29812892Y?checkoutMode=10" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9300 size-large" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-1024x576.png" alt="ebook analgesia da dor gestante " width="696" height="392" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-1024x576.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-300x169.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-768x432.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-1536x864.png 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-696x392.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-1068x601.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR-747x420.png 747w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/05/ANALGESIA-DA-DOR.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/voce-sabe-como-tratar-a-dor-de-gestantes-cardiopatas-hepatopatas-e-renais-cronicos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Antibióticos</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/antibioticos-2/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/antibioticos-2/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2016 01:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[antibióticos]]></category>
		<category><![CDATA[candida albicans]]></category>
		<category><![CDATA[clindamicina]]></category>
		<category><![CDATA[eritromicina]]></category>
		<category><![CDATA[espectro]]></category>
		<category><![CDATA[farmaco]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[microrganismos]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[penicilina]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tetraciclina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=5586</guid>

					<description><![CDATA[São substâncias químicas específicas, produzidas por organismos vivos, bem como seus análogos estruturais obtidos por síntese, capazes de inibir, em concentrações baixas, processos vitais de uma ou mais espécies de microrganismos com efeito mínimo ou nenhum efeito sobre seu receptor (Korolkovas e cols, 95). Os antibióticos (ATB) são medicamentos muito receitados (30% dos pacientes hospitalizados, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">São substâncias químicas específicas, produzidas por organismos vivos, bem como seus análogos estruturais obtidos por síntese, capazes de inibir, em concentrações baixas, processos vitais de uma ou mais espécies de microrganismos com efeito mínimo ou nenhum efeito sobre seu receptor (Korolkovas e cols, 95).</p>
<p style="text-align: justify;">Os antibióticos (ATB) são medicamentos muito receitados (30% dos pacientes hospitalizados, por exemplo) e com grande ação curativa. Tem uma importância ainda maior em países em desenvolvimento (doenças infecciosas) e é comum serem usados de modo incorreto, causando o aparecimento de patógenos mais resistentes, necessitando por sua vez, do desenvolvimento de novos fármacos.</p>
<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="1182056593"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p><strong>Histórico </strong><br />
<strong>1929:</strong>  Fleming: descoberta da penicilina;<br />
<strong>1930-1935:</strong> <em>Domagk</em> &#8211; efeito terapêutico do Prontosil;<br />
<strong>1938:</strong> Sulfapiridina &#8211; 1ª sulfa a ser comercializada;<br />
<strong>1939:</strong> <em>Chain e Florey </em>&#8211; obtenção da penicilina;<br />
<strong>1941:</strong> Uso clínico da penicilina.<br />
<strong>Atualmente:</strong> desenvolvimento de antibióticos semi-sintéticos com propriedades mais desejáveis ou diferentes espectros  de atividade<br />
<strong>Características dos Antibióticos </strong></p>
<ul>
<li>Produzidos por microorganismos: bactérias, fungos, actinomicetos;</li>
<li>Função bactericida (mata os microrganismos) e bacteriostática (inibem o crescimento);</li>
<li>O uso comum estende o termo para incluir agentes antimicrobianos sintéticos (sulfas, quinolonas).</li>
</ul>
<p>O antibiótico bactericida destrói a integridade celular de bactérias em reprodução. Já o bacteriostático, impede a sua reprodução.<br />
<strong>Sempre que possível, o uso de antibióticos bactericidas é indicado pelas seguintes razões:</strong></p>
<ol>
<li>O antibiótico não elimina os microrganismos, e sim reduz o seu número e o sistema imunológico se responsabiliza pelo restante;</li>
<li>O bactericida tem ação mais rápida quando comparados aos bacteriostáticos;</li>
<li>Os efeitos do bactericida não necessitam de concentração constante, já que causam lesão irreversível na célula;</li>
<li>Caso o sistema imunológico esteja afetado, o bactericida tem ação mais abrangente que o bacteriostático.</li>
</ol>
<p><strong>Critérios para seleção </strong></p>
<ol>
<li>Determinados por antibiograma;</li>
<li>Identificar o quadro clínico;</li>
<li>Afinidade por tecidos ou órgãos;</li>
<li>Intolerância medicamentosa do paciente;</li>
<li>Gestantes ou lactantes;</li>
<li>Condições de saúde sistêmica /grupo etário;</li>
<li>Custo</li>
</ol>
<p><strong>Classificações</strong><br />
Classificação de acordo com a<strong> estrutura química:</strong></p>
<ul>
<li>Sulfonamidas e drogas relacionadas: sulfametoxazol, dapsona (DDS, sulfona);</li>
<li>Quinolonas: norfloxacino, ciprofloxacino;</li>
<li>Antibióticos β-lactâmicos: penicilinas, cefalosporinas, carbapenemas, monobactâmicos;</li>
<li>Tetraciclinas: doxiciclina;</li>
<li>Derivados do nitrobenzeno: cloranfenicol;</li>
<li>Aminoglicosídeos: gentamicina, neomicina;</li>
<li>Macrolídeos: eritromicina, roxitromicina, Azitromicina;</li>
<li>Polipeptídicos: polimixina B, bacitracina;</li>
<li>Glicopeptídicos: vancomicina, teicoplanina;</li>
<li>Poliênicos: anfotericina B, nistatina.</li>
</ul>
<p>Classificação de acordo com o <strong>mecanismo de ação:</strong></p>
<ul>
<li>Inibição da síntese da parede celular: penicilinas, cefalosporinas, vancomicina, bacitracina;</li>
<li>Alteração da permeabilidade da membrana celular: anfotericina B, nistatina, polimixina;</li>
<li>Inibição reversível da síntese proteica: ATB bacteriostáticos: tetraciclinas, cloranfenicol, eritromicina, Clindamicina;</li>
<li>Alteração da síntese de proteínas levando à morte celular: aminoglicosídeos;</li>
<li>Alteração do metabolismo bacteriano dos ácidos nucléicos: rifampicina (inibição da RNApolimerase), quinolonas (inibição das topoisomerases);</li>
<li>Antimetabólitos: trimetoprima e sulfonamidas (bloqueiam enzimas essenciais no metabolismo do folato).</li>
</ul>
<p>Classificação de acordo com o <strong>espectro de atividade</strong>:<br />
Espectro estreito:</p>
<ul>
<li>Penicilina G;</li>
<li>Estreptomicina;</li>
<li>Eritromicina</li>
</ul>
<p>Espectro amplo:</p>
<ul>
<li>Tetraciclinas;</li>
<li>Cloranfenicol</li>
</ul>
<p>Classificação de acordo com o <strong>tipo de ação:</strong><br />
Ação bacteriostática:</p>
<ul>
<li>Sulfonamidas;</li>
<li>Tetraciclinas;</li>
<li>Cloranfenicol;</li>
<li>Eritromicina.</li>
</ul>
<p>Ação bactericida:</p>
<ul>
<li>Penicilinas;</li>
<li>Cefalosporinas;</li>
<li>Vancomicina;</li>
<li>Aminoglicosídeos;</li>
<li>Polipeptídicos;</li>
<li>Quinolonas;</li>
<li>Polipeptídicos.</li>
</ul>
<p><body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p><strong>Origem dos antibióticos </strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="189"><strong>Fungos</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="189"><strong>Bactérias</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="189"><strong>Actinomicetos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="189">Penicilina<br />
Cefalosporina<br />
Griseolfuvina</td>
<td style="text-align: center;" width="189">Polimixina B<br />
Colistina<br />
Bacitracina<br />
Tirotricina</td>
<td style="text-align: center;" width="189">Aminoglicosídeos<br />
Macrolídeos<br />
Tetraciclinas<br />
Cloranfenicol</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Antibióticos e suas vias de administração</strong></p>
<ul>
<li>Via oral (uso interno);</li>
<li>Via parenteral (uso externo);</li>
<li>Uso de superfície (uso tópico).</li>
</ul>
<p><strong>Antibióticos e seus tipos de doses</strong></p>
<ul>
<li>Dose de ataque</li>
<li>Dose de manutenção</li>
<li>Dose de seguimento (relevante)</li>
</ul>
<p><strong>Dosagem</strong></p>
<ul>
<li>Condições de saúde sistêmica/ grupo etário;</li>
<li>Extensão do quadro inflamatório séptico;</li>
<li>Concentração do antibiótico no produto farmacêutico;</li>
<li>Toxicidade do antibiótico.</li>
</ul>
<p><strong>Outros aspectos para o sucesso</strong></p>
<ul>
<li>Homeostasia do paciente;</li>
<li>Reações à corpo estranho (por ex. fio de sutura, sequestros ósseos, enxertos);</li>
<li>A drenagem é sempre melhor;</li>
<li>Doenças debilitantes, antagonismo entre os antibióticos</li>
</ul>
<p><strong>Grupos de antibióticos </strong></p>
<ol>
<li>Penicilinas;</li>
<li>Cefalosporinas;</li>
<li>Beta-lactâmicos não clássico;</li>
<li>Anfenicóis;</li>
<li>Tetraciclinas;</li>
<li>Polipeptídeo;</li>
<li>Macrolídeos;</li>
<li>Aminociclitóis;</li>
<li>Lincosamidas;</li>
<li>Rifamicinas;</li>
<li>Poliênicos;</li>
<li>Antracinas.</li>
</ol>
<p><strong>Problemas com o uso dos antibióticos</strong><br />
<strong>Problemas de Toxicidade: </strong><br />
<em><strong>Irritação local – </strong></em></p>
<ul>
<li>Irritação gástrica;</li>
<li>Dor e formação de abcessos (VIM);</li>
<li>Tromboflebites (VIV).</li>
</ul>
<p>Antibióticos irritantes: eritromicina, tetraciclinas, cloranfenicol, certas cefalosporinas.<br />
<em><strong>Irritação sistêmica –</strong></em><br />
Fármacos com <strong>alto</strong> índice toxicológico: penicilinas, algumas cefalosporinas, eritromicina.<br />
Fármacos com <strong>baixo</strong> índice toxicológico:</p>
<ul>
<li>AMG: oto e nefrotoxicidade;</li>
<li>Tetraciclinas: lesão hepática e renal;</li>
<li>Cloranfenicol: depressão da MO.</li>
</ul>
<p>Fármacos com índice toxicológico<strong> muito baixo</strong>:</p>
<ul>
<li>Polimixina B: toxicidades renal e neurológica;</li>
<li>Vancomicina: perda da audição e lesão renal;</li>
<li>Anfotericina B: toxicidades renal, medular e neurológica.</li>
</ul>
<p><strong>Problemas com Reações de hipersensibilidade mais comuns em:</strong></p>
<ul>
<li>Penicilinas;</li>
<li>Cefalosporinas;</li>
<li>Sulfonamidas</li>
</ul>
<p><strong>Problemas de Resistências às drogas:</strong><br />
Resistência natural: O microrganismo carece do processo metabólico ou do sítio-alvo afetado pela droga</p>
<ul>
<li>Resistência dos bacilos gram-negativos à penicilina G;</li>
<li>Resistência do M. tuberculosis às tetraciclinas.</li>
</ul>
<p>Resistência adquirida: Desenvolvimento de resistência por um microrganismo (anteriormente sensível), devido ao uso de um ATB durante certo período de tempo. A resistência adquirida pode se dar através de:</p>
<ul>
<li>Mutação;</li>
<li>Transferência gênica (constitui um problema clínico significativo).</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5587" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-e1459986877127.png" alt="resistencia a drogas mutacao" width="1024" height="660" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-e1459986877127.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-e1459986877127-300x193.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-e1459986877127-768x495.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-e1459986877127.png" target="_blank" rel="noopener"><br />
</a><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5589" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-2-e1459986972198.png" alt="Resistencia as drogas transferencia genica" width="1024" height="698" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-2-e1459986972198.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-2-e1459986972198-300x204.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Resistência-às-drogas-2-e1459986972198-768x524.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
Resistência cruzada:<br />
É mais comum entre fármacos relacionados quimicamente ou através do seu mecanismo de ação</p>
<ul>
<li>Sulfonamidas;</li>
<li>Tetraciclinas;</li>
<li>É parcial nos aminoglicosídeos.</li>
</ul>
<p><strong>Existem três categorias gerais de resistência às drogas:</strong></p>
<ol>
<li>O fármaco <strong>não atinge o seu alvo</strong>:</li>
</ol>
<ul>
<li>Ausência, mutação ou perda de porinas: “impermeabilidade do germe ao ATB”<br />
Ex: resistência de gram-negativos aos aminoglicosídeos e às tetraciclinas;</li>
<li>Bombas de efluxo<br />
Ex: resistência às tetraciclinas, eritromicina e fluorquinolonas.</li>
</ul>
<ol start="2">
<li>O fármaco é <strong>inativado:</strong></li>
</ol>
<p>Produção de enzimas inativantes</p>
<ul>
<li>β-lactamases: produzidas por <em>estafilococos, gonococos e Haemophilus</em>: inativam penicilina G</li>
<li>Acetiltransferases, fosfotransferases e adeniltransferases: inativam os aminoglicosídeos produzidas por <em>coli</em>;</li>
<li>CAT &#8211; acetila o cloranfenicol: produzida por <em>coli, H. influenzae e S.typhi</em>;</li>
</ul>
<ol start="3">
<li>O <strong>alvo é alterado</strong>:</li>
</ol>
<ul>
<li>Alteração das proteínas fixadoras de penicilinas: PRP (pneumocococos resistentes à penicilina);</li>
<li>Mutação do alvo natural: resistência às fluorquinolonas;</li>
<li>Alteração da RNA-polimerase: resistência à rifampicina;</li>
<li>Alteração da diidrofolatoredutase: resistência à trimetoprima.</li>
</ul>
<p><strong>Prevenção</strong> da resistência a antibióticos:</p>
<ul>
<li>Não usar de modo indiscriminado e inadequado;</li>
<li>Utilizar por período de tempo adequado;</li>
<li>Preferir o uso de ATB de ação rápida e seletivos (espectro estreito);</li>
<li>Utilizar associação de fármacos quando houver necessidade de tratamento prolongado. Ex: TBC;</li>
<li>As infecções por microorganismos notáveis pelo desenvolvimento de resistência (<em>aureus, E.coli, M. tuberculosis, Proteus</em>) devem ser tratadas intensivamente.</li>
</ul>
<p><strong>Problemas de superinfecção:</strong><br />
É o surgimento de uma nova infecção em função da terapia antimicrobiana. Está comumente associada ao uso de ATB de amplo espectro (penicilinas de amplo espectro, cefalosporinas, tetraciclinas, cloranfenicol)<br />
Os locais afetados são: orofaringe, intestino, TR, TGU, pele.<br />
É <strong>mais comum</strong> quando as defesas do hospedeiro estão <strong>comprometidas</strong>, como em casos de:</p>
<ul>
<li>Terapia com corticoides;</li>
<li>Leucemias e outras neoplasias (particularmente quando tratadas com agentes antineoplásicos);</li>
<li>Síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS);</li>
<li>Agranulocitose;</li>
<li>Diabetes, Lúpus eritematoso disseminado.</li>
</ul>
<p>Microrganismos causadores e o tratamento:</p>
<ul>
<li><strong><em>Candida albicans:</em></strong> diarréia, vulvovaginite, “sapinho”<br />
Tratamento: nistatina, clotrimazol;</li>
<li><strong><em>Estafilococos:</em></strong> enterite<br />
Tratamento: cloxacilina ou congêneres;</li>
<li><strong><em>Clostridium difficile:</em></strong> enterocolite pseudomembranosa<br />
Tratamento: vancomicina e metronidazol;</li>
<li><strong><em>Proteus:</em></strong> UTI, enterite<br />
Tratamento: cefalosporina, gentamicina;</li>
<li><strong><em>Pseudomonas:</em></strong> UTI, enterite<br />
Tratamento: carbenicilina, piperacilina, gentamicina.</li>
</ul>
<p>Medidas para <strong>minimizar </strong>as superinfecções:</p>
<ul>
<li>Utilizar um antimicrobiano específico (espectro estreito) sempre que possível;</li>
<li>Não utilizar antimicrobianos para o tratamento desnecessariamente (ex: infecções virais);</li>
<li>Não prolongar desnecessariamente a terapia antimicrobiana.</li>
</ul>
<p><strong>Prevenção da resistência a antibióticos</strong></p>
<ul>
<li>Não usar de modo indiscriminado e inadequado;</li>
<li>Utilizar por período de tempo adequado;</li>
<li>Preferir o uso de ATB de ação rápida e seletivos (espectro estreito);</li>
<li>Utilizar associação de fármacos quando houver necessidade de tratamento prolongado. Ex: TBC;</li>
<li>As infecções por microorganismos notáveis pelo desenvolvimento de resistência (<em>aureus, E.coli, M. tuberculosis, Proteus</em>) devem ser tratadas intensivamente.</li>
</ul>
<p><strong>Problemas de deficiências nutricionais: </strong><br />
O uso prolongado de ATB pode resultar em deficiências de:</p>
<ul>
<li>Vitaminas do complexo B;</li>
<li>Vitamina K.</li>
</ul>
<p>O uso prolongado de Neomicina, por exemplo, pode levar a anormalidades morfológicas da mucosa intestinal, podendo se desenvolver em Esteatorréia e Síndrome de má absorção.<br />
Escolher primeiro as <strong>Penicilinas</strong>, em caso de sensibilidade, substituir por <strong>Eritromicina</strong>, ou por <strong>Lincomicina</strong> ou por <strong>Clindamicina</strong>.<br />
<strong>Situações na Odontologia onde há indicação de antibióticos:</strong><br />
No tratamento de infecção já instalada:</p>
<ul>
<li>Abscesso endodôntico;</li>
<li>Abscesso periodontal;</li>
<li>Periodontite;</li>
<li>Pericoronarite.</li>
</ul>
<p>Infecção pós-cirúrgica<br />
<strong>Profilaxia antibiótica</strong><br />
Uso profilático de antimicrobiano para prevenir infecção em situações de risco</p>
<ul>
<li>Pacientes portadores de doenças;</li>
<li>Procedimento que favorecem o surgimento de infecções.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/antibioticos-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anestésicos Locais</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/anestesicos-locais/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/anestesicos-locais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 22:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anestesiologia e Terapêutica]]></category>
		<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[local]]></category>
		<category><![CDATA[mecanismo]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[vasoconstritores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=4727</guid>

					<description><![CDATA[Anestesia local é a perda de sensação em uma parte do corpo sem a perda da consciência ou prejuízo do controle central das funções vitais (perturbações fisiológicas associadas a uma anestesia geral). Quando aplicados localmente no tecido nervoso em concentrações adequadas, os anestésicos locais bloqueiam, reversivelmente, os potenciais de ação responsáveis pela condução nervosa. Eles [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Anestesia local é a perda de sensação em uma parte do corpo sem a perda da consciência ou prejuízo do controle central das funções vitais (perturbações fisiológicas associadas a uma anestesia geral). Quando aplicados localmente no tecido nervoso em concentrações adequadas, os anestésicos locais bloqueiam, reversivelmente, os potenciais de ação responsáveis pela condução nervosa. Eles agem em qualquer parte do sistema nervoso e em qualquer tipo de fibra nervosa, podendo causar paralisia tanto motora quanto sensorial na área inervada.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4764" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Vantagem-e1439833456929.png" alt="Vantagem" width="1024" height="670" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Vantagem-e1439833456929.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Vantagem-e1439833456929-300x196.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Vantagem-e1439833456929-768x503.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
Sigmund Freud estudou a fisiologia da cocaína no século XIX e Karl Koller (1884) a introduziu na prática clínica como anestésico local em cirurgias oftálmicas. Foram as primeiras observações do uso de anestésicos locais. Por seus problemas relacionados à dependência e toxicidade, logo começou a procura por substitutos sintéticos para a cocaína, que resultou na síntese de procaína (1902), a qual foi o protótipo de anestésicos locais por meio século.<br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="5982478201"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p><strong>Composição </strong><br />
Consiste de uma porção hidrofóbica separada de uma porção hidrofílica por uma ligação amida ou éster. O grupo hidrofílico é, geralmente, uma amina secundária ou terciária e a parte hidrofóbica deve ser aromática. A lipossolubilidade aumenta tanto a potência quanto a duração de ação dos anestésicos locais. Isto acontece porque a lipossolubilidade aumenta o transporte do fármaco a seus locais de ação e diminui seu metabolismo por esterases plasmáticas e enzimas hepáticas.<br />
Os <a href="http://superdental.com.br/anestesicos-medicamentos" target="_blank" rel="noopener noreferrer">anestésicos locais</a> amídicos são quimicamente estáveis e são os que mais fornecem dados de farmacocinética. Os ésteres são rapidamente hidrolisados pela butirilcolinesterase plasmática e seus estudos são mais limitados.<br />
<strong>Mecanismo de Ação </strong><br />
Os <a href="http://superdental.com.br/anestesicos-medicamentos" target="_blank" rel="noopener noreferrer">anestésicos locais</a> bloqueiam reversivelmente o início e a propagação dos potenciais de ação da condução nervosa, impedindo o aumento na condutância ao sódio dependente de voltagem. Sua principal ação consiste em bloquear os canais de sódio, o que fazem bloqueando fisicamente o poro transmembranar, interagindo com radicais da hélice transmembrana S6.<br />
A atividade anestésica local é dependente do pH, sendo aumentada em pH alcalino (quando as moléculas estão pouco ionizadas). Isso se deve à necessidade de a substância penetrar a bainha do nervo e a membrana do axônio para alcançar a extremidade interna do canal (onde residem seus sítios ligantes).<br />
<strong>Diferenças na sensibilidade de fibras nervosas a <a href="http://superdental.com.br/anestesicos-medicamentos" target="_blank" rel="noopener noreferrer">anestésicos locais</a></strong></p>
<ul>
<li><strong>Fibras A. </strong>Correspondem aos grandes nervos somáticos mielinizados e de rápida transmissão, cujo grupo mais fino, o delta (d), também transmite dor aguda e bem localizada.</li>
<li><strong>Fibras B. </strong>Nervos simpáticos pré-ganglionares finamente mielinizados.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Fibras C. </strong>Correspondem aos nervos não mielinizados de transmissão lenta que transmitem a dor difusa e profunda .</li>
</ul>
<p>Os anestésicos locais bloqueiam a condução na seguinte ordem: B→C →A<br />
<strong>Ação dos vasoconstritores </strong><br />
A duração de ação de um <a href="http://superdental.com.br/anestesicos-medicamentos" target="_blank" rel="noopener noreferrer">anestésico local</a> é proporcional ao tempo em que ele está em contato com o nervo. Portanto, manobras que mantêm o fármaco junto ao nervo, prolongam a anestesia. A cocaína, por inibir o transporte da noradrenalina de volta ao neurônio, causa vasoconstrição pois potencializa a ação da norepinefrina. Desta forma, previne sua própria absorção. Em condições clínicas, preparações de anestésicos locais, freqüentemente, contêm um vasoconstritor, geralmente adrenalina. O vasoconstritor, ao diminuir a velocidade de reabsorção, restringe o anestésico ao local desejado e reduz sua toxicidade sistêmica. Alguns dos agentes vasoconstritores podem ser absorvidos ocasionando reações secundárias indesejáveis e também podem causar atraso na cicatrização de feridas, edema tecidual e, mesmo, necrose. Assim, seu uso é contra-indicado em locais com circulação colateral limitada.<br />
<strong>Metabolismo </strong><br />
A velocidade de absorção pode ser muito reduzida pela incorporação de um vasoconstritor. Visto que a toxicidade é relacionada à concentração do fármaco livre, a ligação do anestésico a proteínas no plasma e tecidos reduz a toxicidade do fármaco. Alguns dos anestésicos comuns (p. ex., tetracaína, procaína, benzocaína, cocaína) são ésteres. Eles são hidrolisados e inativados pela butirilcolinesterase plasmática, enquanto a ligação amídica é resistente à hidrólise. Devido a isso, a procaína, por exemplo, possui uma meia-vida plasmática de menos de um minuto.<br />
<strong>Hipersensibilidade</strong><br />
Pode se manifestar como uma dermatite alérgica ou um ataque típico de asma. Parecem estar limitadas a anestésicos do tipo éster, e não aos do tipo amida.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/anestesicos-locais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Analgesia da Dor em Pacientes Comprometidos Sistemicamente</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/analgesia-da-dor-em-pacientes-comprometidos-sistemicamente/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/analgesia-da-dor-em-pacientes-comprometidos-sistemicamente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:46:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[AINE]]></category>
		<category><![CDATA[analgesia]]></category>
		<category><![CDATA[analgésico]]></category>
		<category><![CDATA[anestesia]]></category>
		<category><![CDATA[anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[hepatopata]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=4718</guid>

					<description><![CDATA[O uso de medicamentos com a finalidade de analgesia da dor tem que ser bem avaliado pelo cirurgião-dentista. Existem alguns grupos de pacientes (sistemicamente comprometidos e/ou que fazem uso de antidepressivos) que devemos estar atentos, visto que alguns analgésicos ou AINES tem suas metabolização e excreção em regiões específicas que podem comprometer ainda mais o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de medicamentos com a finalidade de analgesia da dor tem que ser bem avaliado pelo cirurgião-dentista. Existem alguns grupos de pacientes (sistemicamente comprometidos e/ou que fazem uso de antidepressivos) que devemos estar atentos, visto que alguns analgésicos ou AINES tem suas metabolização e excreção em regiões específicas que podem comprometer ainda mais o quadro determinados pacientes.<br />
<strong>Cardiopatas</strong><br />
Devem ser levados em consideração que anestésicos locais, com vasoconstritores (adrenalina, por exemplo), pode aumentar a frequência cardíaca em doses elevadas. Alguns estudos também mostram que em pequenas quantidades a adrenalina age no organismo produzindo uma vasodilatação periférica. Porém, existe outra questão a par da injeção de anestésicos locais, que é o medo que algumas pessoas sentem ao irem ao dentista – o medo faz com que o organismo libere também adrenalina, aumentando a FC. Ou seja, devemos nos ater aos cuidados antes mesmo da aplicação no paciente. Diminuem atividade do marca-passo cardíaco (importante como antiarrítmicos). Ações resultantes da ação sobre miocárdio, vasculatura periférica e SNC. A taquicardia (cardiopatas) pode agravar o quadro de intoxicação, pois promove mais ciclos cardíacos e fornece mais canais inativos para a impregnação do anestésico local.<br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="5982478201"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p>É indicado que cardiopatas tragam uma recomendação de um cardiologista responsável de que o tratamento indicado seja realizado sob anestesia local sem o uso de vasopressores (adrenalina e noradrenalina) para evitar hemorragias abundantes e analgesia menos profunda e menos duradoura.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4935" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/a-seminar-about-caring-and-conserving-our.png" alt="anestesicos cardiopatas " width="1024" height="768" />Os anestésicos locais, através da inibição da corrente de sódio no músculo cardíaco, diminuem os estoques intracelulares de cálcio e a força de contração, levando a uma diminuição da excitabilidade, velocidade de condução e a força de contração do miocárdio.. Também causam dilatação arterial, em parte por um efeito direto no músculo liso vascular e, em parte, por inibição do sistema simpático. Os efeitos cardíacos e vasculares levam a uma queda na pressão arterial que pode ser súbita e potencialmente fatal, por isso a importância de uma boa anamnese e da atenção para com o paciente. Os benefícios de uma boa anestesia superam em muito os riscos causados pela anestesia sem vasoconstritor, onde a absorção da base anestésica é rápida e nem sempre se consegue um perfeito bloqueio nervoso.<br />
Em cardiopatas é contraindicado o uso de analgésicos opióides (ex.: morfina &#8211; com <em>pressão arterial baixa</em>). Pode causar também euforia, ansiedade (SNC), taquicardia, braquicardia, hipotensão, palpitação, sensação de colapso cardiovascular (SCV).<br />
O uso de analgésicos de ação periférica não é contra indicado nesses casos, pois não encontraram alterações significativas da pressão arterial e pulso radial com o uso desses medicamentos.<br />
<strong>Gestantes</strong><br />
No caso de analgésicos não-opióides, é indicado respeitando as condições de cada paciente e utilizado em situações de dores leves e moderadas já instaladas.<br />
Em relação aos analgésicos opióides: O consumo de analgésicos opióides, como codeína, oxicodona ou hidrocodona, pouco antes do início da gestação ou no seu começo, aumenta em duas vezes o risco de que o bebê nasça com algum tipo de malformação congênita. Para a mulher grávida, são indicadas apenas em casos de dor extrema, como uma crise de pedra nos rins, por exemplo, onde os benefícios superam os riscos.<br />
Anestésicos locais são considerados para uso durante toda a gravidez. O emprego de baixas doses em odontologia privilegia esse uso. Alguns aspectos devem ser observados quando da utilização de anestésicos locais em gestantes, dentre eles: técnica anestésica, quantidade da droga administrada, ausência/ presença de vasoconstritor e os efeitos citotóxicos. O uso de lidocaína é o mais indicado para mulheres gestantes.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4942" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/EXHIBITION-5.png" alt="EXHIBITION-5" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/EXHIBITION-5.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/EXHIBITION-5-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/EXHIBITION-5-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />O uso de anti-inflamatórios durante a gestação não é recomendado. Anti-inflamatórios esteroides e não esteroides, segundo a classificação da FDA, pertencem à categoria B. sendo bloqueadores das sínteses de prostaglandinas, podem constringir o ducto arterioso intra-útero, causar hipertensão pulmonar sustentada no recém-nascido e prolongar a gestação e o trabalho de parto. Devem ser usados nas menores doses eficazes e retirados 8 semanas antes do parto previsto. Os corticosteroides preferenciais na gestação são: prednisona e prednisolona, por atravessarem com mais dificuldade a placenta. Em pacientes de risco para surgimento de doença péptica, tem sido recomendado o uso concomitante de AINE e misoprostol, análogo sintético das prostaglandinas. No entanto, esse não é recomendado para as gestantes por estimular as contrações uterinas e causar sangramento vaginal e abortamento. Tem sido associado a síndrome de Möbius (paralisia congênita em recém-nascidos). Esses fármacos não estão contraindicados durante a lactação, pois passam ou se encontram em quantidades insignificantes no leite.<br />
Embora a maioria dos antimicrobianos atravesse com facilidade a placenta, poucos são considerados teratogênicos. Penicilinas e cefalosporinas são os agentes preferentemente usados durante toda a gestação (classe B). eritromicina não causa problemas fetais (classe B). azitromicina e claritromicina não estão liberados para uso em gestantes. Clindomicina pertence a categoria B pela FDA. Tetraciclinas são responsabilizadas por deficiência na formação do esmalte dentário, coloração anormal dos dentes e retardo no crescimento ósseo (classe D), além de serem particularmente tóxicas para a gestante (necrose gordurosa aguda do fígado de evolução letal, pancreatite, dano renal associado). Metronidazol, usado como anaeromicida, não induz malformações (classe B), embora haja conflitante evidência de teratogenicidade em animais.<br />
A seguir, um quadro mostrando os fármacos empregados em odontologia e de uso restrito em gestantes:</p>
<table style="height: 793px;" border="1" width="444">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216"><strong>Fármaco</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="216"><strong>Categoria de risco – FDA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Codeína</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Betametasona, dexametasona, hidrocortisona</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Carbamazepina</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Ácido volpróico</td>
<td style="text-align: center;" width="216">D</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Ácido acetilsalicílico</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Aciclovir</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Diazepam</td>
<td style="text-align: center;" width="216">D</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Epinefrina</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Ibuprofeno</td>
<td style="text-align: center;" width="216">D</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Miconazol</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Tetraciclina</td>
<td style="text-align: center;" width="216">D</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="216">Tiopental</td>
<td style="text-align: center;" width="216">C</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;<br />
<body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p><strong>Hepatopatas</strong><br />
<strong> </strong>A epinefrina tem ação oposta à da insulina. Por determinar estimulação da neoglicogênese e glicogenólise hepática, é considerado hormônio hiperglicemiante. A probabilidade de ocorrerem alterações metabólicas após a administração de epinefrina, nas concentrações usadas em odontologia, é muito baixa. O risco é maior em diabéticos não-controlados e nos que recebem insulina. Em pacientes com doença estável, controlados por dieta ou hipoglicemiantes orais, o uso de vasoconstritores adrenérgicos é seguro. Diabéticos dependentes de insulina e estáveis podem-se beneficiar de pequenas doses de vasoconstritor.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4962" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hepatopata12-e1442039098594.png" alt="hepatopata12" width="855" height="639" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hepatopata12-e1442039098594.png 855w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hepatopata12-e1442039098594-300x224.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hepatopata12-e1442039098594-768x574.png 768w" sizes="auto, (max-width: 855px) 100vw, 855px" /><br />
Alguns Opióides podem atenuar também Insuficiência hepática, como é o caso do Sulfato de Morfina. A Dipirona é um analgésico não-opióide que é contraindicado para pacientes hepatopatas (porfiria hepática, por exemplo). O uso do Ácido Acetil Salicílico pode atenuar disfunções hepáticas. Assim como o Paracetamol que tem apresenta algumas reações adversas (hepatotoxidade, Icterícia, hepatite).<br />
Em situações de hipovolemia, cirrose com ascite, nefrite lúpica, síndrome nefrótica e insuficiência cardíaca, os AINE podem intensificar a redução da filtração glomerular, provocando manifestações clinicas importantes, tais como insuficiência renal aguda. Reações hepáticas abrangem desde alterações transitórias (aumento de aminotransferases séricas) até quadros fatais. Devem-se a hipersensibilidade ou hepatotoxicidade direta. A fenilbutazona tem sido associada a necrose hepática e hepatite granulomatosa. Descreveu-se hepatite colestática após uso de sulindaco, indometacina, ibuprofeno e naproxeno.<br />
<strong> </strong><strong>Renal Crônico</strong><br />
Para proceder com anestésicos locais, deve verificar se a pressão arterial esta controlada antes de qualquer procedimento cirúrgico e deve ser monitorada durante o procedimento. Usar anestesia local sem vasoconstritor, uma vez que a maioria dos pacientes renais crônicos é hipertensa. Evitar prescrição de drogas nefrotóxicas: anti-inflamatório não hormonal, aminoglicosídeos.<br />
A administração de opióides em pacientes renais crônicos deve ser feita sob cautela. A morfina é contra indicada em caso de insuficiência renal. Não há relação de toxicidade renal com o uso de opióides agonistas.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4964" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/DONT-QUIT-2.png" alt="DON'T QUIT-2" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/DONT-QUIT-2.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/DONT-QUIT-2-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/DONT-QUIT-2-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />O Ácido Acetil Salicílico, por exemplo, assim como nos hepatopatas, deve ser manejado cuidadosamente em pessoas com disfunções renais (competição pelo transporte renal de ácidos). É contraindicado aos pacientes alérgicos ao Acetil Salicílico o uso do Paracetamol, pois pode desenvolver algumas reações adversas como: insuficiência renal aguda e necrose renal tubular.<br />
As penicilinas são os antimicrobianos mais utilizados na odontologia. Contudo, a penicilina é excretada pelo rim, logo, seu esquema deve ser ajustado de acordo com o quadro do paciente em presença de insuficiência renal.<br />
<strong>Pacientes que fazem uso de antidepressivos</strong><br />
A interação medicamentosa ocorre quando dois ou mais medicamentos administrados ao paciente interferem entre si. Isso causa potencialização ou abolição do efeito terapêutico de um ou mais dos medicamentos ingeridos pelo indivíduo, resultando na maioria em efeitos adversos, que podem ser de grau leve, moderado ou grave, ou ainda levar a óbito. Os analgésicos opióides têm interações com os antidepressivos, o que pode causar uma hipotensão (pressão baixa), portanto é contra indicado em casos de pacientes que fazem uso de antidepressivos. Quando o anestésico local com vaso do grupo das catecolaminas é administrado em grande quantidade ou no caso de uma injeção intravascular acidental, é possível ocorrer elevação na concentração das catecolaminas plasmáticas, que pode resultar em efeitos colaterais potencializados em pacientes que fazem uso de certos antidepressivos atuantes no aumento dos níveis extracelulares de catecolaminas Em usuários de tricíclicos, os efeitos colaterais sobre o sistema cardiovascular, como elevação da pressão arterial  e arritmias cardíacas, são possivelmente potencializados pela administração em altas doses ou por injeção intravascular acidental de vasoconstritores como AD, NA ou fenilefrina.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4965" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/ON-NOW-3.png" alt="ON NOW-3" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/ON-NOW-3.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/ON-NOW-3-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/ON-NOW-3-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Em relação aos opióides em pacientes que fazem uso de antidepressivo – a Codeína e a Morfina, por exemplo, tem interação medicamentosa com antidepressivos tricíclicos. Por isso, a realização de uma anamnese adequada e uma conversa com o paciente é fundamental para o sucesso do procedimento.<br />
Antidepressivos tricíclicos (amitriptilina, nortriptilina, imipramina, desipramina. Clomipramina, doxepina, maprotilina) são fármacos usados no tratamento de dor crônica e em quadros de depressão. Administração de vasoconstritores adrenérgicos a pacientes de uso de antidepressivos tricíclicos pode desencadear hipertensão marcada e arritmias cardíacas. Recomenda-se dose inferiores a 0,05mg de epinefrina (aproximadamente 3 tubetes de solução 1: 100.000), em unjeção lenta. Antidepressivos atípicos, como mianserina, bupropiona e fluoxetina, não estão incluídos entre aqueles fármacos em que contraindicam o uso de vasoconstritores adrenérgicos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/analgesia-da-dor-em-pacientes-comprometidos-sistemicamente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Controle da Ansiedade e Sedação em Pacientes com Necessidades Especiais em Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/controle-da-ansiedade-e-sedacao-em-pacientes-com-necessidades-especiais/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/controle-da-ansiedade-e-sedacao-em-pacientes-com-necessidades-especiais/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 19:21:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[Odontologia Social e Preventiva e Cariologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[Diazepam]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[midazolam]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[sedação]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=4705</guid>

					<description><![CDATA[O desenvolvimento de um quadro de ansiedade ou comportamento fóbico (sensação de medo) durante um tratamento odontológico não é raro em situações clínicas. Essa alteração de estado está ligada aos cinco medos universais do homem: medo da dor, medo do desconhecido, medo do desamparo ou e da dependência, medo da mudança, da mutilação do corpo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desenvolvimento de um quadro de ansiedade ou comportamento fóbico (sensação de medo) durante um tratamento odontológico não é raro em situações clínicas. Essa alteração de estado está ligada aos cinco medos universais do homem: medo da dor, medo do desconhecido, medo do desamparo ou e da dependência, medo da mudança, da mutilação do corpo e da morte. Todo esse sentimento difícil de administrar acaba afastando pessoas ansiosas do tratamento odontológico.<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4770 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/recite-n4bmij-e1439834682658.png" alt="recite-n4bmij" width="366" height="385" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/recite-n4bmij-e1439834682658.png 591w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/07/recite-n4bmij-e1439834682658-286x300.png 286w" sizes="auto, (max-width: 366px) 100vw, 366px" />Com os pacientes que possuem necessidades especiais, o uso de medicamentos orais para a sedação e controle de ansiedade se tornou uma aliada na vida clínica. Os ansiolíticos (BDZ), que são fármacos com variados princípios ativos &#8211; passando do Diazepam ao Midazolam, tem seu mecanismo de ação dado como uma ligação específica de BDZ no SNC: córtex, sistema límbico, cerebelo e mesencéfalo. Proporciona o aumento mútuo da ligação entre GABA e BDZ aos receptores GABA<sub>A</sub>, aumentando a condutância da interação alostérica. Os efeitos colaterais desses fármacos variam de toxicidade aguda à dependência do medicamento, por isso, conhecer a curva dose-resposta desses hipnosedativos é fundamental. Com indicações corretas, baseadas no quadro geral e psicológico do paciente, lançar mão de um BDZ pode ser uma alternativa válida e consistente no controle da ansiedade. Exemplos:<br />
<strong>Anti-histamínico de ação sedativa: </strong>Diazepam<br />
<em>Diazepam (Valium<sup>®</sup>): </em>Concentração de 5mg a 10mg. Posologia de 5mg a 20mg/dia e não deve exceder de 2 a 3 meses (sob receita especial)</p>
<ul>
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="5982478201"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<li>Forma de atuação: Dependendo da dose, o diazepam varia da sedação à hipnose, podendo chegar ao estupor, sem, no entanto, produzir efeitos anestésicos. Porém, com doses pré-anestésicas, é possível que ocorra amnésia anterógrada, podendo, com isso, criar a ilusão de anestesia prévia.</li>
<li>Tempo de ação: pode ter uma meia-vida de até 24h</li>
<li>Efeitos colaterais: cansaço, sonolência e relaxamento muscular; em geral, estão relacionados com a dose administrada.</li>
<li>Contra-indicações: deve ser administrado a pacientes com hipersensibilidade aos benzodiazepínicos, insuficiência respiratória grave, insuficiência hepática grave, síndrome da apneia do sono, Miastenia Gravis, ou dependentes de depressores do SNC inclusive o álcool, exceto, neste último caso, quando utilizado para o tratamento de sintomas agudos de abstinência.</li>
<li>Interações medicamentosas: Existe interação potencialmente relevante entre diazepam e os compostos que inibem certas enzimas hepáticas (particularmente citocromo P-450 3A). Estudos indicam que estes compostos influenciam a farmacocinética do diazepam e podem aumentar e prolongar a sedação. Esta reação ocorre com cimetidina, cetoconazol, fluvoxamina, fluoxetina e omeprazol. Existem relatos de que a eliminação metabólica de fenitoína é afetada pelo diazepam.Cisaprida pode levar ao aumento temporário de efeito sedativo dos benzodiazepínicos administrados via oral devido à absorção mais rápida.<br />
Tem sido descrito que a administração concomitante de cimetidina (mas não ranitidina) retarda o clearance do diazepam. Por outro lado, não existem interferências com os antidiabéticos, anticoagulantes e diuréticos comumente utilizados.</li>
</ul>
<p>Em crianças: Diazepam &#8211; Pré-medicação (crianças: 0,1 &#8211; 0,2mg/kg), uma hora antes da indução anestésica.</p>
<hr />
<p><strong>Benzodiazepínico: </strong>Midazolam<br />
<em>Midazolam (Dormonid<sup>®</sup>): </em>7,5mg e 15mg. Posologia de curta duração ou antecedendo procedimentos cirúrgicos ou diagnósticos (sob receita especial)</p>
<ul>
<li>Possui propriedades anticonvulsivante, ansiolítica, miorrelaxante, ação pré-anestésica.</li>
<li>Tempo de ação: meia-vida de aproximadamente 6,5 horas.</li>
<li>Efeitos colaterais: Sonolência diurna, embotamento emocional (diminuição na habilidade de expressar-se emocionalmente), redução da atenção, confusão mental, fadiga, dor de cabeça, tontura, fraqueza muscular, falta de coordenação dos movimentos ou visão dupla.</li>
<li>Contra-indicações: não deve ser utilizado por crianças ou por qualquer pessoa comalergia conhecida a benzodiazepínicos ou a qualquer dos componentes da fórmula do produto.<br />
Não se deve administrar <strong>em </strong>pacientes com miastenia gravis, doença grave no fígado,insuficiência respiratória grave ou apneia do sono (suspensão da respiração durante o sono).</li>
<li>Interações medicamentosas: interação relevante entre midazolam e compostos que inibem certas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P-450 III A). Dados evidenciaram que esta enzima influencia a farmacocinética do midazolam e pode acarretar um prolongamento e/ou aumento da sedação. Até o momento conhecemos a interação com a cimetidina, ranitidina, eritromicina, diltiazem, verapamil, cetoconazol e itraconazol. Pacientes que estejam recebendo estas medicações quando possível deve-se evitar esta associação ou a dose deve ser reduzida de 50 a 75 % da dose usual e o paciente deve ser mantido sob vigilância.</li>
</ul>
<p>Em crianças: não está indicado o uso em crianças.<br />
<strong>Drogas e equipamentos o dentista deve ter em seu consultório para sedar um paciente:</strong></p>
<ul>
<li>Diazepam</li>
<li>Midazolam</li>
<li>Lorazepam</li>
<li>Clonazepam,</li>
</ul>
<p>Os cirurgiões-dentistas devem ter cilindros de oxigênio, ambu e monitor cardíaco.<br />
<body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/controle-da-ansiedade-e-sedacao-em-pacientes-com-necessidades-especiais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>5</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ansiolíticos em Pacientes Pediátricos</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/ansioliticos-em-pacientes-pediatricos/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/ansioliticos-em-pacientes-pediatricos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2015 21:28:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[ansiolítico]]></category>
		<category><![CDATA[benzodiazepínicos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[midazolam]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=4199</guid>

					<description><![CDATA[A principal indicação para o uso desses medicamentos em pacientes pediátricos é a presença de ansiedade, medo ou fobia intensa que prejudique a realização dos procedimentos odontológicos. Os mais utilizados são do grupo dos Benzodiazepínicos em paciente infantil. → utilizados como sedativos, hipnóticos, relaxantes musculares, para amnésia anterógrada e atividade anticonvulsionante. Podem ser empregados em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A principal indicação para o uso desses medicamentos em pacientes pediátricos é a presença de ansiedade, medo ou fobia intensa que prejudique a realização dos procedimentos odontológicos. Os mais utilizados são do grupo dos Benzodiazepínicos em paciente infantil.<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Benzodiazepínicos1-e1434057223299.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4201 aligncenter" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Benzodiazepínicos1-e1434057223299.png" alt="Benzodiazepínicos" width="344" height="84" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Benzodiazepínicos1-e1434057223299.png 890w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Benzodiazepínicos1-e1434057223299-300x73.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Benzodiazepínicos1-e1434057223299-768x188.png 768w" sizes="auto, (max-width: 344px) 100vw, 344px" /></a>→ utilizados como sedativos, hipnóticos, relaxantes musculares, para amnésia anterógrada e atividade anticonvulsionante.</p>
<div class="page" title="Page 5">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
Podem ser empregados em crianças e não devem ser usados com outros depressores do sistema nervoso central (SNC), como analgésicos opioides e anti-histamínicos.6 Estes últimos, mesmo quando administrados em pequenas quantidades, como em remédios para resfriados, podem exacerbar o efeito depressor do SNC dos agentes ansiolíticos.<br />
<strong><span style="color: #008080;">Efeitos colaterais:</span> </strong>incoordenação, confusão, apatia, fraqueza, tontura e sonolência.</p>
<div class="page" title="Page 5">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="5982478201"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p>Na clínica infantil, um benzodiazepínico indicado, para procedimentos de curta duração, é o <span style="color: #008080;">midazolam</span> (0,3 a 0,5 mg.kg–1 de peso corporal, via oral), devendo ser administrada de 30 a 45 minutos antes do procedimento odontológico.</p>
<div class="page" title="Page 5">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<hr />
<p>O hidrato de cloral é um sedativo-hipnótico popular na Odontologia pediátrica, devido à sua ampla margem de segurança, com poucos efeitos adversos. Contudo, pode deprimir a respiração, não devendo ser administrado em pacientes cuja respiração já esteja comprometida.<br />
<span style="color: #008080;"><strong>Efeitos indesejáveis</strong> </span>do hidrato cloral são: confusão, sonolência e comprometimento psicomotor.<br />
É comumente utilizado em combinação com o óxido nitroso. Desde o final da década de 50, houve um aumento do interesse no uso do óxido nitroso na Odontologia para o alívio da ansiedade na forma de sedação consciente.<br />
Referência; Carmo ED, Amadei SU, Pereira AC, Silveira VAS, Rosa LEB, Rocha RF. Drugs prescription in pediatric dentistry. Rev Odontol UNESP. 2009; 38(4): 256-62.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/ansioliticos-em-pacientes-pediatricos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Grupos de Medicamentos Usados na Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/grupos-de-medicamentos-usados-na-odontologia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/grupos-de-medicamentos-usados-na-odontologia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2015 12:58:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=3448</guid>

					<description><![CDATA[Na odontologia, a utilização de medicamentos é muito frequente. Os grupos de medicamentos mais utilizados e indicados pelo profissionais são os anti-inflamatórios esteroídais ou não, antibióticos, antifúngicos e outros. Esse post vai falar de uma forma resumida e didática sobre eles. Corticoides O mais potente anti-inflamatório Metabolizados pelo fígado e excretados pela bile, fezes e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na odontologia, a utilização de medicamentos é muito frequente. Os <strong>grupos de medicamentos</strong> mais utilizados e indicados pelo profissionais são os anti-inflamatórios esteroídais ou não, antibióticos, antifúngicos e outros.</p>
<p>Esse post vai falar de uma forma resumida e didática sobre eles.</p>
<hr />
<p><strong>Corticoides</strong><br />
<em>O mais potente anti-inflamatório</em></p>
<p>Metabolizados pelo fígado e excretados pela bile, fezes e rins. Tem o seu mecanismo de ação associado a regulação da transcrição gênica, <strong>estimulando </strong>a produção de LIPOCORTINA1, que por sua vez inibe a FOSFOLIPASE A2. Além de inibir a produção de citocinas pro-inflamatórias, inibe a produção e derivados do ÁCIDO ARACDÔNICO e da síntese de PROSTAGLANDINAS e LEUCOTRIENOS.</p>
<p><strong>Interações</strong><br />
<span style="color: #000000;">Paracetamol: favorece a formação de um metabólito hepatotóxico.</span><br />
<span style="color: #000000;">AINES: podem aumentar o risco de úlcera.</span><br />
<span style="color: #000000;">Anticoagulantes:</span> tem efeito diminuído.<br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="5982478201"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p><strong>Efeitos colaterais</strong></p>
<ul>
<li>Aumento da glicemia</li>
<li>Aumento dos ácidos graxos livres</li>
<li>Aumento do peso corporal</li>
<li>Inibem a síntese e o catabolismo proteico</li>
</ul>
<p><strong>Aplicações clínicas importantes para Corticoterapia</strong></p>
<ul>
<li>Prescrever apenas quando necessário</li>
<li>Manter dose e tempo de uso mínimo</li>
<li>Considerar terapia em dias alternados</li>
<li>Investigar diabetes e orientar</li>
<li>Informar efeitos colaterais</li>
</ul>
<hr />
<p><strong>Anti-inflamatórios Esteroidais</strong><br />
Cortisol; Betametasona; Dexametason; Prednisona entre outros.</p>
<p><strong>Anti-inflamatórios AINES (Não Esteroidais) </strong><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Ações como:</strong> </span>antipirético, analgésico, anti-inflamatório e antiplaquetário.<br />
*Os efeitos colaterais gastrointestinais e de agregação plaquetária dos AINES são os mais evidenciados, entre eles estão: despepsia, anemia, bloqueia da agregação plaquetária, sangramento gastrointestinal entre outros.</p>
<p><strong>Farmacocinética</strong><br />
Absorção rápida e completa depois de adm oral. Sua metabolização é principalmente pelo fígado e convertidos em metabólitos inativos. Já sua excreção é predominantemente pela urina.</p>
<p><strong>Classificação atual dos AINES:</strong></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Inibidores seletivos da COX1:</strong> Aspirina (em baixas doses)</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Inibidores não seletivos da COX1:</strong> Aspirina (em altas doses), Salicilatos (AAS), Piroxicam, Diclofenaco, Ibuprofeno entre outros. Maiores efeitos colaterais sobre a mucosa gástrica e agregação plaquetária.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Inibidores seletivos da COX2:</strong> Meloxicam, Nimesulida. Menos efeitos colaterais.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Inibidores altamente seletivos da COX2:</strong> </span>Celecoxibe, Paracoxibe, Valdecoxibe.<br />
Os inibidores não seletivos, por inibirem geralmente a COX1 (enzima constitutiva) atuam sobre mucosa gástrica e agregação plaquetária, já que essa enzima é responsável por substâncias fisiológicas protetoras.</p>
<p>Os inibidores seletivos da COX2 tem menos efeitos colaterais sobre mucosa gástrica e agregação plaquetária, devido agir em substâncias relacionadas à inflamação. Porém, os AINES inibidores seletivos da COX2 retardam o processo de cicatrização de úlceras além de alterações cardiovasculares em pacientes susceptíveis.</p>
<p><span style="color: #000000;">*Obs: revisar os grupos de AINES – Salicilatos (ex:AAS), Derivados do Paraminofenol (ex: Paracetamol), Derivados do Ácido Fenilacético (ex:Diclofenaco de Sódio), Pirazolônicos (ex:Dipirona), Propiônicos (ex:Ibuprofeno), Ácidos Enólicos (ex: Piroxicam) e Sulfonamida (ex:Nimesulida).</span></p>
<p><strong>Interações com AINES</strong></p>
<ul>
<li>Anticoagulantes</li>
<li>Anti-hipertensivos</li>
<li>Anticonvulsivante</li>
<li>Lítio</li>
</ul>
<hr />
<p><strong>Antibióticos</strong><br />
Substâncias produzidas por microrganismos (m.o), suprimem o crescimento ou matam outros m.o. Os antibióticos podem ser produzidos também por agentes antimicrobianos sintéticos (Sulfas e Quinolonas)</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Finalidade:</strong> </span>Inibir/matar os m.o infecciosos e ter o mínimo efeito sobre o hospedeiro.</p>
<p><strong>Mecanismo de ação dos Antibióticos</strong></p>
<ul>
<li>Inibição da síntese da parede celular (Penicilinas, Cefalosporinas, Vancomicinas)</li>
<li>Alteração da permeabilidade da membrana celular (Anfotericina B e Nistatina)</li>
<li>Inibição reversível da síntese proteica (Tetraciclinas, Cloranfenicol, Eritromicina)</li>
<li>Alteração da síntese de proteínas levando a morte celular (Aminoglicosídeos)</li>
<li>Alterações do metabolismo bacteriano dos ácidos nucleicos (Quinolonas, Rifampicina)</li>
<li>Antimetabólitos (Sulfonamidas &gt; bloqueiam enzimas essenciais no metabolismo)</li>
</ul>
<p><strong>Espectro de atividade</strong></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Espectro curto: Penicilina; Eritromicina</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Espectro amplo: Tetraciclina; Cloranfenicol</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Tipo de Ação:<br />
</span>&#8211; Bactericida: Penicilinas, Cefalosporina, Vancomicina, Aminoglicosídeos, Quinolonas&#8230;;<br />
&#8211; Bacteriostático: Sulfonamidas, Tetraciclinas, Cloranfenicol, Eritromicina</li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Antibióticos Irritantes</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Eritromicina, Tetraciclinas, Cloranfenicol e certas Cefalosporinas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Tipos de Doses</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Dose de ataque; dose de manutenção; dose de segmento (relevante)</span><br />
<span style="color: #000000;">*Penicilinas: Amoxicilina, Benzilpenicilina procaína, Ampicilina entre outros.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Reações de Hipersensibilidade mais comuns com:</strong> Penicilinas, Cefalosporinas e Sulfonaminas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Prevenção da Resistência à Antibióticos</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Não usar inadequada e indiscriminadamente</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Período de tempo adequado</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Preferir uso de ATB de ação rápida e seletivos (espectro curto)</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Associação de fármacos quando houver necessidade de tratamento prolongado</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Infecções por m.o notáveis devem ser tratadas intensivamente</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;">Obs.: Escolher primeiro as penicilinas, em caso de sensibilidade, substituir  por eritromicina ou por lincomicina ou por clindamicina.</span></span></p>
<hr />
<p><strong>Antivirais</strong><br />
<span style="color: #ff0000;">*</span>Consultar a classificação e os mecanismos de ação.</p>
<p><strong>Profilaxia de Infecção por HIV após Acidente de Trabalho</strong></p>
<ul>
<li>Realizada de 2hrs à 2 semanas após o acidente</li>
<li>Associação de fármacos</li>
<li>Duração do tratamento: 6 semanas</li>
</ul>
<hr />
<p><body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p><strong>Antifúngicos</strong></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Anfotericina B:</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Mecanismo de ação:</strong> liga-se a membrana celular formando poros, altera a permeabilidade e função de transporte.</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Efeitos indesejáveis: Nefro, Hepato e Neurotoxicidade.</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Nistatina:</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Mecanismo de ação:</strong> mesmo da anfotericina B &#8211; liga-se a membrana celular formando poros, altera a permeabilidade e função de transporte.</span></p>
<ul>
<li>Baixa incidência de efeitos colaterais</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/grupos-de-medicamentos-usados-na-odontologia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>4</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Princípios da Inflamação</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/resumo-de-farmacologia/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/resumo-de-farmacologia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jun 2012 07:24:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[COX]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[mecanismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=1588</guid>

					<description><![CDATA[Inflamação: é uma reação do tecido vascularizado, frente a uma agressão que é caracterizada pelo extravasamento de líquido e células do sangue para o interstício. É importante antagonizar a inflamação? Se não houvesse o processo inflamatório, os microorganismos poderiam circular livremente, penetrando nossas mucosas e não existiria cicatrização. Porém, quando há uma resposta inflamatória exacerbada, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #000000;">Inflamação:</span></strong> é uma reação do tecido vascularizado, frente a uma agressão que é caracterizada pelo extravasamento de líquido e células do sangue para o interstício.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>É importante antagonizar a inflamação?</strong></span><br />
Se não houvesse o <strong>processo inflamatório</strong>, os microorganismos poderiam circular livremente, penetrando nossas mucosas e não existiria cicatrização. Porém, quando há uma resposta inflamatória exacerbada, o órgão acometido pode vir a perder a função e essa lesão acaba sendo maior que a lesão base.</p>
<p><strong>Principais Efeitos:</strong></p>
<ul>
<li>Vasodilatação</li>
<li>Acúmulo de plasma no tecido</li>
<li>Aumento do fluxo sanguíneo</li>
<li>Aumento da permeabilidade vascular</li>
<li>Migração de leucócitos</li>
</ul>
<p><strong>Sinais Cardinais:</strong></p>
<ul>
<li>Rubor (vermelhidão)</li>
<li>Calor</li>
<li>Edema</li>
<li>Dor</li>
<li>Perda da função</li>
</ul>
<p><body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p><strong>Mediadores inflamatórios:</strong><br />
<span style="color: #000000;">Histamina e Bradicinina: aumentam a permeabilidade capilar</span><br />
<span style="color: #000000;">Prostaglandinas: vasodilatadoras, sensibilizam nociceptores (hiperalgesia), estimulam centros hipotalâmicos e de termo regulação.</span><br />
<span style="color: #000000;">Leucotrienos: </span>aumenta a permeabilidade vascular, migração de leucócitos para o sítio da lesão.</p>
<p><strong>Mecanismo da Ação Inflamatória:</strong></p>
<ul>
<li>Bloqueio da formação de PGs por inibição da COX</li>
<li>Inibição da liberação de histamina</li>
<li>Diminuição da migração de PMN e monócitos</li>
</ul>
<p><strong>Mecanismo de Ação Analgésica:</strong></p>
<ul>
<li>Bloqueio da formação de PGs por inibição da COX</li>
</ul>
<p><strong>Mecanismo de Ação Antitérmica:</strong></p>
<ul>
<li>Bloqueio da formação de PGs por inibição da COX</li>
</ul>
<p><strong>Resumindo:</strong></p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;">Lipo-oxigenases: substâncias ligadas à inflamação e processos alérgicos (LEUCOTRIENOS)</span></li>
<li><span style="color: #000000;">COX 1: Substâncias fisiológicas protetoras (GÁSTRICAS E RENAIS)</span></li>
<li><span style="color: #000000;">COX 2:</span> Substâncias ligadas à inflamação (PROSTAGLANDINAS, PROSTACICLINAS E TROMBOXANES)</li>
</ol>
<p>Fonte da imagem destacada: biofabris.com.br</p>
<h3></h3>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/resumo-de-farmacologia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
