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	<title>Estomatologia &amp; Patologia &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Estomatologia &amp; Patologia &#8211; Odonto Up</title>
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	<item>
		<title>Sialorreia: Tudo Que Precisa Saber Para Diagnóstico e Tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2022 13:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[excesso]]></category>
		<category><![CDATA[hipersialose]]></category>
		<category><![CDATA[saliva]]></category>
		<category><![CDATA[sialorreia]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção diária de saliva é em torno de 500mL a 2L, e o fluxo salivar de indivíduos normais é variável ao longo do dia, sendo menor pela manhã, aumenta à tarde e quase nulo à noite. A sialorreia ou hipersialose, ocorre quando a produção de saliva excede a habilidade do indivíduo em transportá-la ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção diária de <strong>saliva</strong> é em torno de 500mL a 2L, e o fluxo salivar de indivíduos normais é variável ao longo do dia, sendo menor pela manhã, aumenta à tarde e quase nulo à noite.</p>
<p>A <strong>sialorreia</strong> ou <strong>hipersialose</strong>, ocorre quando a produção de saliva excede a habilidade do indivíduo em transportá-la ao estômago.</p>
<p><em>Sialorreia primária:</em> como resultado de hipersecreção das glândulas salivares, mas esta ocorrência é rara.</p>
<p><em>Sialorreia secundária:</em>  está relacionada a falha neurogênica na coordenação dos músculos da língua, palato e face que atuam na fase oral da deglutição, com a perda do controle da saliva na cavidade oral.</p>
<p>Podem ser anatômicas, como incontinência labial, problemas ortodônticos, língua volumosa, má oclusão dentária, obstrução nasal, predispondo à respiração oral, postura inadequada de cabeça e pescoço, com hiperflexão cervical.</p>
<p>Em doenças neurológicas, sua incidência pode chegar a 80%, afetando a qualidade de vida do paciente.</p>
<h4><strong>Tratamento</strong></h4>
<p>O manejo adequado possui poucas evidências, mas deve ser multidisciplinar:</p>
<ul>
<li>Posicionamento adequado</li>
<li>Suporte fonoaudiólogo</li>
<li>Lembretes para engolir</li>
<li>Reabilitação oral</li>
<li>Toxina botulínica</li>
</ul>
<p>A <strong>toxina botulínica</strong> atua reduzindo a produção de saliva. Ela inibe a liberação de acetilcolina nas junções neuro secretoras pré-sinápticas das glândulas salivares. Tem uma ação mais duradoura e menos efeitos colaterais do que os medicamentos anticolinérgicos. Não tem contraindicações e é um método seguro e eficaz.</p>
<p>Referências</p>
<p><a href="https://www.einstein.br/Pages/Doenca.aspx?eid=200" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia de Doenças e Sintomas Albert Einstein;</a><br />
<a href="https://pebmed.com.br/manejo-da-sialorreia-em-pacientes-neurologicos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PebMed;</a><br />
<a href="https://www.neurologica.com.br/blog/o-que-e-sialorreia-excesso-de-saliva-e-as-opcoes-de-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog Neurológica;</a></p>
<div><span style="color: #808080;">Ellies M, Rohrbach-Volland S, Arglebe C, Wilken B, Laskawi R, Hanefeld F. Successful management of drooling with botulinum toxin A in neurologically disabled children. Neuropediatrics 2002 Dec;33(6):327- 330.</span></div>
<div><span style="color: #808080;">Manrique D. Aplicação de toxina botulínica tipo A. Rev Bras Otorrinolaringol. 2005;71(5):566-9.</span></div>
<div><span style="color: #808080;">Meningaud JP, Arnnop PP, Chikhani L, Bertrand JC. Drooling of saliva: a review of the etiology and management options. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod 2006;101(1):48-57.</span></div>
<div><span style="color: #808080;">Moller E, ,Karlsborg M, Bardow A,Lykkeaa J ,Flemming H. Nissen FH, Bakke M. Treatment of severe drooling with botulinum toxin in amyotrophic lateral sclerosis and Parkinson&#8217;s disease: Efficacy and possible mechanisms. Acta Odontologica Scandinavica 2011; 69: 151-157.</span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Câncer Bucal: Um Guia Com os Sinais e Sintomas de Alerta</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/cancer-bucal-um-guia-com-os-sinais-e-sintomas-de-alerta/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/cancer-bucal-um-guia-com-os-sinais-e-sintomas-de-alerta/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Nov 2021 22:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[alcolismo]]></category>
		<category><![CDATA[biópsia]]></category>
		<category><![CDATA[bucal]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[câncer bucal]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma]]></category>
		<category><![CDATA[eritroplasias]]></category>
		<category><![CDATA[fibrose submucosa]]></category>
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		<category><![CDATA[queilite]]></category>
		<category><![CDATA[queilite actínica]]></category>
		<category><![CDATA[tabagismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Identificar sinais, sintomas e lesões é fundamento para qualquer diagnóstico seguro. Esse guia vai mostrar as lesões e condições cancerizáveis que podem evoluir para câncer bucal. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como aluno, dentista ou médico, tenho certeza que você já leu muito sobre <strong>Câncer Bucal. </strong>Embora muito falado, grande parte dos acadêmicos ou profissionais da saúde encontram dificuldades na hora de diagnosticar uma lesão cancerizável.</p>
<p>É aqui que entra a necessidade desse post. Serão 5min de leitura que mudarão a sua forma de ver e entender o câncer bucal.</p>
<p>Sendo o sexto câncer mais comum entre os humanos, 90% dessas lesões são carcinoma epidermóide e 10% <a href="https://www.odontoup.com.br/neoplasias-mesenquimais-benignas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neoplasias mesenquimais</a> e de glândulas salivares. A região sudoeste do Brasil é a que concentra mais casos no país, com os homens acima de 40 anos, os mais afetados.</p>
<h4><strong>Mas qual a importância desses dados epidemiológicos?</strong></h4>
<p>É importante analisarmos o perfil do paciente além da lesão propriamente dita. Os fatores de risco podem podem ajudar na definição do <strong>diagnóstico.</strong></p>
<p>Nesse post você encontrará:</p>
<ol>
<li><strong>Fatores de risco</strong></li>
<li><strong>Lesões cancerizáveis</strong><br />
&#8211; Leucoplasia;<br />
&#8211; Eritroplasia;<br />
&#8211; Queilite actínica;</li>
<li><strong>Fluxo de diagnóstico clínico e tratamento</strong></li>
<li><strong>Condições cancerizáveis</strong><br />
&#8211; Líquen plano;<br />
&#8211; Fibrose submucosa;</li>
</ol>
<hr />
<h3><strong>Fatores de risco</strong></h3>
<p><strong>TABAGISMO:</strong> com mais de 60 substâncias cancerígenas, o <a href="https://www.odontoup.com.br/cigarro-saude-bucal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tabagismo</a> é um fator carcinogênico complete e de dose dependente. Os riscos aumentam de acordo com o tipo de <a href="https://www.odontoup.com.br/cigarro-saude-bucal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cigarro</a> que está sendo consumindo, sendo:</p>
<p>&#8211; Cigarro industrializado: 6,3%<br />
&#8211; Cachimbo: 13,9%<br />
&#8211; Cigarro de palha: 7%</p>
<p><strong>ALCOOLISMO:</strong> os mecanismos da ação do álcool ainda não estão bem estabelecidos, mas acredita-se que o mesmo pode atuar aumentando a permeabilidade celular da mucosa aos agentes carcinogênicos diversos. Assim como no caso do tabaco, o risco relativo também é<br />
dose-dependente.</p>
<p>Quem bebe ao menos duas doses diárias de destilados aumenta em até 10x o risco de<br />
desenvolver câncer. Quando consumido junto com o fumo, multiplica-se o perigo. Em câncer de laringe, por exemplo, esse risco pode chegar a mais de 100x. Assim, além de o álcool ter seu efeito isolado, ele potencializa muito o efeito do tabaco, afirma o Dr. Vartanian do <em>Hospital ACCamargo</em>.</p>
<p>Dados da <em>Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP)</em> revelam que<br />
o hábito de beber e fumar aumenta em até 20x a chance de uma pessoa<br />
desenvolver algum tipo de câncer de cabeça e pescoço. Tumores nessa região<br />
correspondem a 3% de todos os tipos de câncer. Os de cavidade oral, que incluem<br />
lábios, língua, assoalho de boca, céu da boca, orofaringe como amígdalas, e de laringe<br />
são os tumores mais comuns. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no<br />
Brasil, as estimativas de 2016 apontam a ocorrência de 15.490 novos casos de câncer<br />
bucal, sendo 11.140 em homens e 4.350 em mulheres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote class="td_quote td_quote_left"><p>Para discutir:<strong> Enxaguante bucal pode causar câncer?</strong></p></blockquote>
<p>Mito ou Verdade? Segundo matéria no site AC/Camargo, os <a href="https://www.odontoup.com.br/resultado-do-teste-de-eficacia-dos-anti-septicos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">enxaguantes bucais</a> com álcool podem sim causar câncer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já em matéria nos site da FOUSP, o álcool contido nos enxaguantes bucais é diferente<br />
dos contidos nos destilados e por isso é    incapaz de causar câncer.</p>
<p><strong>RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA:</strong> representa o principal fator de risco para o desenvolvimento do carcinoma nos lábios.</p>
<p>Varia com:</p>
<ul>
<li>intensidade;</li>
<li>tempo de exposição;</li>
<li>quantidade de pigmentação presente na pele do paciente.</li>
</ul>
<p><strong>DEFICIÊNCIAS NUTRICIONAIS:</strong> esses pacientes podem ter o epitélio mais vulnerável e permeável, principalmente às ações de outros agentes de risco como o tabaco e o álcool. Ciclo vicioso entre a deficiência nutricional e o hábito do tabaco e do álcool.</p>
<p><strong>DEFICIÊNCIAS DE HIGIENE:</strong> quando não existe o hábito de higiene regular, há maior predisposição para a entrada de bactérias e/ou vírus que podem vulnerabilizar a mucosa do paciente. Dessa forma, aumenta-se a predisposição para alterações dessa mucosa.</p>
<p><strong>HPV:</strong> nos estudos analisados, o tipo de <a href="https://www.odontoup.com.br/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-papiloma-virus-humano-hpv/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">HPV</a> mais prevalente é o de baixo risco (6 e 54) e o de alto risco (16), sendo encontrado em lesões localizadas na <a href="https://www.odontoup.com.br/lingua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">língua</a> e assoalho de boca em pacientes do sexo masculino, faixa etária acima e 60 anos e não-tabagistas.</p>
<p><em>Conclusões:</em> são necessários estudos que permitam considerar o HPV como agente<br />
causal do carcinoma epidermóide bucal, pois, na literatura, a presença de diversos carcinógenos, atuando concomitantemente, impede conclusões precisas e apontam para uma ação sinérgica do HPV com outros carcinógenos que, de fato, potencializaria o desenvolvimento de uma neoplasia maligna.</p>
<hr />
<h3><strong>Lesões Cancerizáveis </strong></h3>
<p><strong>LEUCOPLASIAS | LESÕES BRANCAS:</strong> podem ser resultado do espessamento da camada de ceratina, hiperplasia epitelial da camada de <em>Malpighi</em>, edema intracelular das células epiteliais ou uma redução da vascularidade do tecido conjuntivo subjacente.</p>
<p>A definição de leucoplasia segundo a <em>Organização Mundial de Saúde (OMS)</em> é uma <a href="https://www.odontoup.com.br/lesoes-brancas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">lesão branca</a> que não pode ser removida por simples raspagem e que, clínica e histologicamente, não se assemelha a nenhuma outra lesão.</p>
<p>A leucoplasia apresenta diferentes aspectos clínicos:</p>
<ul>
<li>placa ou mancha branca;</li>
<li>tamanho variável;</li>
<li>aspecto homogêneo ou heterogêneo;</li>
<li>lisa ou verrucosa;</li>
<li>assintomática.</li>
</ul>
<p>Pode ser chamada de hiperceratose focal ou friccional, segundo <em>Regezi&amp;Sciubba</em>. Se a natureza da lesão for traumática, não é necessária a <a href="https://www.odontoup.com.br/biopsia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">biópsia</a>, apenas acompanhamento e orientação quanto a mudança de hábito.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10012" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE-e1638026875852.jpg" alt="LEUCOPLASIA" width="640" height="320" /></p>
<p><strong>Etiologia das leucoplasias</strong></p>
<p>Desconhecida, porém alguns fatores estão relacionados à sua patogenia, como relacionados anteriormente nesse post:</p>
<ul>
<li>Fumo;</li>
<li>Álcool;</li>
<li>Fatores modificadores irritativos crônicos locais (<a href="https://www.odontoup.com.br/exame-clinico-para-protese-total/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">próteses</a> ou dentes mal posicionados<br />
resultando em trauma);</li>
<li>Radiação ultravioleta;</li>
<li>Microrganismos.</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Sugaya, 2001; Wan der Waal, 1995</em></p>
<p><strong>Características clínicas</strong></p>
<ul>
<li>Manchas ou placas brancas;</li>
<li>Coloração homogênea ou não;</li>
<li>Lisa, rugosa ou ainda verrucosas;</li>
<li>Isoladas, únicas ou múltiplas e de tamanhos variados.</li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-10014 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560.jpg" alt="leucoplasia" width="1920" height="753" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560.jpg 1920w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-300x118.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-1024x402.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-768x301.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-1536x602.jpg 1536w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-696x273.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-1068x419.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE1-e1638054977560-1071x420.jpg 1071w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p><strong>Diagnóstico diferencial<br />
</strong><em><span style="color: #808080;">Kovalski, 2002</span></em><strong><br />
</strong></p>
<ul>
<li>linha alba;<img decoding="async" class=" wp-image-10015 alignright" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274.jpg" alt="" width="325" height="221" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274.jpg 1094w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274-300x204.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274-1024x695.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274-768x522.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274-696x473.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274-1068x725.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LEUCOPLASIA-POST-INSIDE3-e1638055490274-618x420.jpg 618w" sizes="(max-width: 325px) 100vw, 325px" /></li>
<li>mucosa mordiscada;</li>
<li>queratose irritativa;</li>
<li>estomatite nicotínica;</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/candidiase/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">candidose hiperplásica</a>;</li>
<li>líquen plano;</li>
<li>nevo branco esponjoso;</li>
<li>leucoplasia pilosa.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<ul>
<li>Acompanhamento depois de removido o fator causal (se possível);</li>
<li>Remoção cirúrgica completa da lesão.</li>
</ul>
<p><strong>Fluxograma de Diagnóstico Clínico e tratamento de Lesões Brancas </strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10019 size-full" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/FLUXO-DE-DIAGNÓSTICO-E-TRATAMENTO-e1638059756552.png" alt="" width="800" height="700" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/FLUXO-DE-DIAGNÓSTICO-E-TRATAMENTO-e1638059756552.png 800w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/FLUXO-DE-DIAGNÓSTICO-E-TRATAMENTO-e1638059756552-300x263.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/FLUXO-DE-DIAGNÓSTICO-E-TRATAMENTO-e1638059756552-768x672.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/FLUXO-DE-DIAGNÓSTICO-E-TRATAMENTO-e1638059756552-696x609.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/FLUXO-DE-DIAGNÓSTICO-E-TRATAMENTO-e1638059756552-480x420.png 480w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><strong>ERITROPLASIA: </strong>termo clínico utilizado para identificar mancha ou placa vermelha que não pode ser caracterizada clínica ou patologicamente com nenhuma outra condição.</p>
<p style="text-align: right;"><em>WHO, 1978</em></p>
<p>90% dos casos já representam um carcinoma <em>in situ</em> ou micro-invasivo</p>
<p style="text-align: right;"><em>Dib, 2002; Sugaya, 2001</em></p>
<p><strong>Características clínicas<br />
</strong><span style="color: #999999;">Eritroplasia</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-10023 alignright" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433.jpg" alt="" width="380" height="335" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433.jpg 1080w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433-300x264.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433-1024x901.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433-768x676.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433-696x612.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433-1068x939.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ERITROPLASIA-POST-INSIDE-e1638103630433-477x420.jpg 477w" sizes="auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px" /></p>
<ul>
<li>Manchas ou placas avermelhadas</li>
<li>Sem sinais de <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-de-farmacologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">inflamação</a></li>
<li>Assintomática ou sintomática (ardência/queimação)</li>
<li>Bem demarcada</li>
<li>Tamanho variado</li>
<li>Textura aveludada e macia</li>
</ul>
<p><strong>Diagnóstico diferencial<br />
</strong><span style="color: #999999;">Eritroplasia</span><strong><br />
</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/mucosite/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mucosites</a> inespecíficas</li>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/candidiase/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Candidíase</a> eritematosa</li>
<li>Lesões vasculares</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento<br />
</strong><span style="color: #999999;">Eritroplasia</span><strong><br />
</strong></p>
<ul>
<li>Eliminar fatores irritativos locais;</li>
<li>Cirurgia, com ressecção completa da lesão, realizando margem de segurança adequada.</li>
</ul>
<p><strong>QUEILITE ACTÍNICA: </strong>Lesão cancerizável por consequência da exposição prolongada e contínua à radiação solar, especificamente à radiação ultravioleta, afeta preferencialmente o lábio inferior, porém, o fumo também é um fator relacionado à sua etiopatogenia.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Markopoulos, 2004; Rojas, 2004</em></p>
<ul>
<li>Homens brancos;</li>
<li>Intensa exposição solar;</li>
<li>A transformação maligna da queilite actínica pode chegar a 17% dos casos.</li>
</ul>
<p><strong>Características clínicas</strong><strong><br />
</strong><span style="color: #999999;">Queilite Actínica</span></p>
<ul>
<li>Manchas, placas vermelhas ou brancas;</li>
<li>Presença ou não de áreas ulceradas ou descamativas;</li>
<li>Ressecamento, atrofia no vermelhão do lábio inferior;</li>
<li>Áreas eritematosas irregulares ou hiperqueratóticas;</li>
<li>Podem evoluir para erosões, ulcerações, fissuras ou ainda vesículas.</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Dib, 2002; Scully 1992</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10024" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151.jpg" alt="" width="398" height="186" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151.jpg 1214w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151-300x140.jpg 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151-1024x477.jpg 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151-768x358.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151-696x324.jpg 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151-1068x498.jpg 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/QUEILITE-ACTINICA-POST-INSIDE-e1638106704151-901x420.jpg 901w" sizes="auto, (max-width: 398px) 100vw, 398px" /></p>
<p><strong>Microscopicamente<br />
</strong><span style="color: #999999;">Queilite Actínica</span><strong><br />
</strong></p>
<ul>
<li>Atrofia epitelial;</li>
<li>Hiperqueratose em estágios iniciais, até displasias que podem ser classificadas como<br />
leve, moderada ou severa;</li>
<li>Degeneração hialina (elastose solar);</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento</strong><br />
<span style="color: #999999;">Queilite Actínica</span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.odontoup.com.br/biopsia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Biópsia</a>;</li>
<li>Uso de pomadas, fotoprotetores e corticosteróides;</li>
<li>Cirurgia: vermelhectomia.</li>
</ul>
<hr />
<h3><strong>Condições Cancerizáveis </strong></h3>
<p><strong>LÍQUEN PLANO: </strong>Condição inflamatória crônica, mucocutânea benigna, de etiologia associada às alterações imunológicas, acometendo preferencialmente adultos, cuja relação parece associar-se a distúrbios de ordem emocional. As mulheres acima de 30 anos são as mais acometidas.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Dib, 2002; Einsenberg, 1992.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10026" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2021/11/LIQUEN-PLANO-POST-INSIDE-e1638109099530.jpg" alt="" width="659" height="284" /></p>
<p><strong>Características clínicas</strong><br />
<span style="color: #999999;">Líquen Plano</span></p>
<ul>
<li>Expressas de maneira polimorfa podendo ser bolhosa, em placa, papular;</li>
<li>Atrófica e erosiva/ulcerativa;</li>
<li>Reticular, em placa ou papular são mais comuns e geralmente assintomáticas;</li>
<li>Erosivo, causa sintomatologia dolorosa, ardor e queimação;</li>
<li>Localização mais frequente: mucosa jugal, gengiva e <a href="https://www.odontoup.com.br/lingua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">língua</a>.</li>
</ul>
<p><strong>Diagnóstico</strong><br />
<span style="color: #999999;">Líquen Plano</span></p>
<p>Através de biópsia.</p>
<p><strong>FIBROSE SUBMUCOSA: </strong>Doença crônica da <a href="https://www.odontoup.com.br/mucosa-bucal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">mucosa bucal</a> caracterizada por uma inflamação e fibrose progressiva da lâmina própria e dos tecidos conjuntivos mais<br />
profundos, seguido de enrijecimento da mucosa. Conhecida também como <em>Noz de Areca e Noz de Betel.</em></p>
<p><strong>Características clínicas</strong><br />
<span style="color: #999999;">Fibrose submucosa</span></p>
<ul>
<li>Sintomas como queimação bucal, sialorréia, pigmentação;</li>
<li>Dificuldade de abertura da boca;</li>
<li>Mucosa com aspecto enrugado, pálido, superfície atrófica;</li>
<li>Em região de mucosa jugal, retromolar e palato mole (mais afetados)</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento </strong><br />
<span style="color: #999999;">Fibrose submucosa</span></p>
<ul>
<li>Colagenase, corticosteróides;</li>
<li>Cirurgia para remoção;</li>
<li>Interferon gama</li>
</ul>
<p>Pronto, esse material vai te ajudar no diagnóstico de lesões e será um grande aliado nas provas e trabalhos acadêmicos.</p>
<p>Não se esqueça de referenciar, viu?</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Referências:</strong></span></p>
<p>MartinsRB, GiovaniEM, VillalbaH. Lesõescancerizáveisna cavidadebucal.Rev  Inst CiêncSaúde.2008;26(4):467-76.<br />
www.unasus.unifesp.br/biblioteca_virtual/pab<br />
www.accamargo.org.br/sobre-o-cancer<br />
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23139/tde-19022015-114144/<br />
http://revodonto.bvsalud.org/pdf/rctbmf/v14n2/a15v14n2.pdf<br />
Sugaya, 2001; Wan der Waal, 1995<br />
Markopoulos, 2004; Rojas, 2004<br />
Dib, 2002; Einsenberg, 1992.<br />
Kovalski, 2002</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/cancer-bucal-um-guia-com-os-sinais-e-sintomas-de-alerta/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Osteomielites</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/osteomielites/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/osteomielites/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 20:36:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[Semiologia]]></category>
		<category><![CDATA[estomatoliga]]></category>
		<category><![CDATA[osteomielites]]></category>
		<category><![CDATA[patologia]]></category>
		<category><![CDATA[semiologia]]></category>
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					<description><![CDATA[É um processo inflamatório progressivo, agudo, subagudo ou crônico que envolve o osso. Inicia-se pela medula óssea, dissemina-se e se estende até os tecidos moles adjacentes. Já foi considerada uma doença frequente e grave, entretanto, hoje é menos comum, graças aos cuidados higiênicos da população e ao uso corrente de antibióticos. Pode ser o resultado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É um <strong>processo inflamatório</strong> progressivo, agudo, subagudo ou crônico que envolve o osso. Inicia-se pela medula óssea, dissemina-se e se estende até os tecidos moles adjacentes. Já foi considerada uma doença frequente e grave, entretanto, hoje é menos comum, graças aos cuidados higiênicos da população e ao uso corrente de antibióticos.</p>



<p>Pode ser o resultado de infecções locais (periapicais, pericoronais, alveolites, fraturas) ou sistêmicas (hematogênica). Uma grande variedade de microrganismos pode ser responsável pelo processo: <em>estafilococos</em>, algumas cepas de <em>estreptococos</em>, <em>actinomicetos</em> e outras bactérias anaeróbias (bactérias que não precisam de oxigênio).</p>

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<p>&nbsp;</p>

<p>Os desencadeantes locais mais frequentes são: má-circulação, fibrose de radiação, vasculopatias de pequenos vasos e displasias cemento-ósseas.</p>



<p>As condições que alteram a vascularização óssea e afetam a extensão e a rapidez da disseminação da doença por via sistêmica são: diabetes, má-nutrição, anemia, imunopatias, neoplasias malignas, osteopetrose, osteoporose, doença de <em>Paget</em>, displasias ósseas, alcoolismo crônico e artrite reumatoide, entre outras.</p>



<p><strong>Características radiográficas </strong></p>



<p>As doenças ósseas inflamatórias, agudas ou subagudas, caracterizam-se por produzir imagens radiográficas de aspecto difuso e infiltrativo, fazendo diagnóstico diferencial com neoplasias ósseas malignas e outros processos mais agressivos.</p>



<p><strong>Diagnóstico</strong></p>



<p>O quadro clínico envolvido, a identificação da porta de entrada da infecção, a presença de supuração, febre e dor são aspectos importantes na indicação do diagnóstico. As formas crônicas, que exibem focos radiopacos de tamanho e formas variáveis. indolores e circunscritos sugerem processos benignos, fazendo diagnóstico diferencial com lesões fibro-ósseas e neoplasias benignas calcificantes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Osteomielite Aguda</h3>



<p>Deve-se principalmente à disseminação do processo infeccioso através dos espaço medulares, com consequente necrose de quantidade variável de osso. Observa-se aumento de temperatura local e sistêmica, dor intensa e profunda, mobilidade e sensibilidade dos dentes envolvidos, parestesia ou linfadenopatia regional</p>



<p>O diagnóstico é clínico e, eventualmente, histopatológico. Radiograficamente verifica-se, após 2 ou 3 semanas, a formação de sequestros, reabsorção e neoformação óssea.</p>



<p>Já o tratamento se faz através de antibioticoterapia (penicilina, clindamicina, cefalexina, gentamicina e outros). Drenagem da coleção purulenta, irrigação cm anti-sépticos ou antibióticos tópicos controle sintomático da dor e febre.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Osteomielite Crônica Supurativa</h3>



<p>Pode ser resultante de uma infecção de baixa virulência ou cronificação da forma aguda. De outro lado, podem ocorrer exacerbações agudas de um processo crônico. Tumefação pode estar presente ou não. Há formação de fístulas que podem se estender por muitos meses ou anos. Pode haver reabsorção óssea, perda de dente e até fraturas patológicas.</p>



<p>Radiolucências com limites irregulares apresentando um ou mais focos de radiopacidade densa, é o quadro radiográfico mais frequente.</p>



<p>O diagnóstico pode ser clínico e histopatológico. Já o tratamento é feito com antibioticoterapia, associada a intervencao cirurgica para a remocao de eventuais sequestros osseos e dentes com mobilidade severa.</p>

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<h3 class="wp-block-heading">Osteomielite Cronica Esclerosante (Osteíte Condensante)</h3>



<p>Ocorre em casos de resistência tecidual elevadas e nas infecções causadas com microrganismos de baixa virulência. Afeta jovens menores de 20 anos, com maior frequência em região apical de pre-molares inferiores com caries profundas ou comprometimento periodontal. Raramente tem dor associada.</p>



<p>Radiograficamente se apresenta como lesao circunscrita, de osso esclerótico, que pode envolver o apice de uma ou mais raizes. A lesao focal é geralmente delimitada, de formato irregular, aspecto radiografico misto ou radiopaco homogeneo, com halo ou borda perilesional</p>



<p>O diagnóstico é normalmente firmado em bases clínicas e radiográficas. Podem compor o diagnóstico diferencial osteoma, o cementoblastoma, o odontoma e a hipercementose. Removido o agente causal, por tratamento endodôntico ou exodontia, a lesão regride, mas, às vezes, deixa área residual persistente, que é normalmente conhecida como <em>osteoesclerose</em>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Osteomielite de Garré (Periostite Proliferativa Crônica)</h3>



<p>É uma reação periostal em presença de inflamação. A estimulação do periósteo acontece quando a virulência do microrganismo é baixa e a resistência do hospedeiro é alta. O uso do antibiótico em doses baixa e/ou inadequada atenua a virulência e pode propiciar a formação desse processo.</p>



<p>O periósteo afetado multiplica-se, depositando lamelas paralelas e expandindo o osso afetado. Acomete indivíduos jovens com idade inferior a 20 anos (alta atividade osteoblástica), especialmente aqueles na fase da dentição mista. Observa-se tumefação local, frequentemente com presença de eritema na pele. Dor pode estar presente e desencadeia-se no início do processo inflamatório devido a cárie, periodontite ou exodontia prévia. Os gânglios linfáticos satélites geralmente estão aumentados com características inflamatórias.</p>



<p>O aspecto radiográfico clássico dessa periostite é denominado de &#8220;casca de cebola&#8221;, observado em tomadas oclusais, determinado pela deposiçao de novas camadas osseas pela hiperplasia do periósteo. Em radiografias periapicais, a imagem é normalmente mista, com margens difusas e graus variados de condensação óssea, compatível com quadros de osteomielites crônicas.</p>



<p>O tratamento visa à eliminação do estímulo infeccioso, obtendo-se recuperação lenta da normalidade estrutural local, após tratamento endodôntico, exodontia ou tratamento cirúrgico da área afetada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Osteorradionecrose (Osteorradiomielite)</h3>



<p>É uma forma de osteomielite que pode ocorrer após radiação terapêutica de neoplasias malignas na região de cabeça e pescoço.</p>



<p>Manifesta-se por dor intensa, exposição óssea e febre alta. A irradiação em altas doses causa redução do conteúdo celular e vascular do tecido ósseo, proporcionando necrose tecidual e baixa resistência infecção. A mandíbula é mais acometida do que a maxila.</p>



<p>O tecido ósseo se expõe muitas vezes em grande extensão, havendo supuração. sequestros e necrose. O tecido assume coloração cinza-amarelado, desenvolvendo-se fístulas extrabucais e até fraturas patológicas.</p>



<p>Radiograficamente observam-se zonas radiolúcidas de dimensões variáveis entremeadas por zonas radiopacas e contorno irregular.</p>



<p>O tratamento é conservador sintomático, e medidas preventivas são altamente recomendáveis. Indicam-se extrações de dentes comprometidos antes da irradiação e cuidado redobrados com a higiene bucal e proteção aos dentes remanescentes. Uma vez instalada a osteorradionecrose, pode-se recomendar bochechos com anti-sépticos, anestésicos tópicos e antibioticoterapia. A penicilina é a droga de eleição, indicando-se exames de cultura e antibiograma para serem ministrados os antibióticos mais eficazes. Em casos avançados, há necessidade de remoção de sequestros. Terapia com oxigênio hiperbárico, conjuntamente com a sequestrectomia e a irrigação semanal com anti-sépticos locais, parece ser bastante efetiva. Dieta líquida e pastosa rica em proteínas e vitaminas, faz parte da terapia de suporte. A dor deve ser controlada por analgésicos e narcóticos.</p>



<p><strong>Referência</strong></p>



<p><em>Fundamentos da Odontologia &#8211; Estomatologia</em>, Gilberto Marcucci e Oswaldo Crivello Junior. 2005 &#8211; Editora Guanabara.</p>



<p>Imagem em destaque removida do acervo do KenHub e editada pela equipe do Odonto Up.</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/osteomielites/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Você Sabe Como Tratar Mucosite? Novo Conceito no Tratamento</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/voce-sabe-como-tratar-mucosite-novo-conceito-no-tratamento/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/voce-sabe-como-tratar-mucosite-novo-conceito-no-tratamento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2019 19:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[crioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[estomato]]></category>
		<category><![CDATA[fisiopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[laserterapia]]></category>
		<category><![CDATA[mucosite]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[ulcera]]></category>
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					<description><![CDATA[Se um paciente oncológico vai até o seu consultório/clínica apresentando um grau de mucosite, relatando dor e incomodo, você saberia como resolver sem questionar se está fazendo certo ou não? Esse artigo vai ajudar você a definir um tratamento e orientar seu paciente quando o assunto for mucosite. Veja o que esse conteúdo tem e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se um paciente oncológico vai até o seu consultório/clínica apresentando um grau de <strong>mucosite</strong>, relatando dor e incomodo, você saberia como resolver sem questionar se está fazendo certo ou não?</p>
<p>Esse artigo vai <strong>ajudar</strong> você a definir um tratamento e orientar seu paciente quando o assunto for mucosite. Veja o que esse conteúdo tem e se prepare para ser um profissional de destaque. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8464 size-large" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-1024x1024.png" alt="" width="696" height="696" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-1024x1024.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-150x150.png 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-300x300.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-768x768.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-696x696.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-1068x1068.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2-420x420.png 420w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/08/O-QUE-VOCE-VAI-ENCONTRAR-NESSE-POST-2.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<p>Vamos lá?</p>
<p>A mucosite é uma reação tóxica inflamatória que pode ocorrer por exposição a<br />
agentes quimioterápicos (quimioterapia) ou radiação ionizante (radioterapia). Na cavidade oral, esta toxicidade sobre as células epiteliais leva à descamação em função do atrito presente na boca. Como a reposição celular está comprometida devido ao tratamento oncológico, ocorre exposição do tecido conjuntivo subjacente onde se localizam vasos sanguíneos, vasos linfáticos e feixes nervosos; desencadeando dor intensa, ulcerações,<br />
dificuldade de alimentação e fala.<br />
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<p>A mucosite normalmente é transitória e os pacientes recuperam-se espontaneamente no primeiro mês após encerramento do tratamento. Entre as manifestações da mucosite, a <strong>ulceração</strong> é a mais importante, constituindo-se em uma verdadeira porta de entrada para infecções bacterianas e determinando em alguns casos, a suspensão do tratamento radioterápico. A associação da radioterapia com quimioterápicos produz um efeito sinérgico, potencializando a severidade das alterações inflamatórias da mucosa oral.</p>
<p>Outro fator agravante para a mucosite oral é a susceptibilidade à infecção por microrganismos normalmente presentes na cavidade bucal que são oportunistas e invadem os tecidos lesados, como as leveduras do gênero <em>Cândida</em> que aumentam sua colonização durante a radioterapia.</p>
<p><strong>Fisiopatologia da mucosite<br />
</strong>O modelo biológico do desenvolvimento da mucosite é descrito em cinco fases:</p>
<ol>
<li>Fase de Iniciação: é a fase assintomática em que ocorre lesão direta no DNA das células basais do epitélio e o aparecimento de radicais oxidativos.</li>
<li>Fase de Sinalização: às enzimas podem ser ativadas diretamente pela radioterapia e quimioterapia, ou indiretamente pelos radicais oxidativos formados na fase anterior, induzindo a apoptose (morte celular programada).</li>
<li>Fase de Amplificação: ocorre uma série de ciclos retroalimentados, aumentando ainda mais a injúria celular em virtude da produção exacerbada de citocinas inflamatórias.</li>
<li>Fase ulcerativa: caracterizada pela perda da integridade da mucosa, promovendo porta de entrada para bactérias, fungos e vírus, acompanhada de sintomatologia dolorosa.</li>
<li>Fase de cicatrização: observa-se proliferação, diferenciação e migração das células epiteliais, além da restauração da integridade da mucosa.</li>
</ol>
<p>Quando se entende o desenvolvimento da mucosite e seus aspectos histológicos, você naturalmente entenderá sua classificação clínica e o grau que aquela lesão se encontra, veja só:</p>
<p><strong>Classificação Clínica da Mucosite</strong></p>
<p><strong>Grau 1:</strong> Áreas Eritematosas (paciente consegue comer alimentos sólidos);<br />
<strong>Grau 2:</strong> Áreas Ulceradas com pseudomembranosa (alimentos pastosos);<br />
<strong>Grau 3:</strong> Extensas áreas pseudomembranosas (somente alimentos líquidos);<br />
<strong>Grau 4:</strong> Áreas ulceradas com crostas hemorrágicas (não consegue comer).</p>
<p><strong>Recomendações para o Tratamento da Mucosite<br />
</strong>Há vários estudos que mostram tratamentos efetivos e paliativos, veja os que listamos:</p>
<p><strong>Laserterapia de baixa intensidade 660nm</strong><br />
Analgesia: que tem efeito direto nas terminações nervosas, assim reduzindo a velocidade da condução e liberação de neurotransmissores.<br />
Inflamatória: aumento de mastócitos, leucócitos e inibição da bradicinina  inibição da expressão da ciclo-oxigenase (cox 2).<br />
Reparo tecidual: Proliferação de queratinócitos, fibroblastos, Aumento da velocidade de reepitelização, angiogênese e secreção de colágeno.<br />
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</body></p>
<p><strong>Crioterapia</strong><br />
A aplicação do gelo na mucosa ou bochecho com agua gelada durante a administração dos fármacos (quimioterapia), promove um arrefecimento da temperatura que conduz a vasoconstrição e consequentemente a diminuição da circulação do fármaco na mucosa oral. Desta forma, impede que o agente quimioterápico chegue aos tecidos bucais em grandes quantidades, reduzindo a toxidade local e gravidade do dano a mucosa.</p>
<ul>
<li>Bochecho com Morfina 2% e Chá de camomila (efeito anti-inflamatório): serve como tratamento de suporte e alivia sintomatologia dolorosa.</li>
<li>Fluconazol: antifúngico da família dos triazólicos e pode ser usado quando tem candidíase associada a mucosite. Esse fármaco é bem aceito pelos pacientes pelo gosto agradável.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento Subjetivo:</strong><br />
Os anestésicos tópicos podem minimizar a dor temporariamente em casos de mucosite de pouca gravidade (graus 1 e 2). A anestesia tópica é uma escolha óbvia para uma ação paliativa da dor pela mucosite e com mínimas consequências sistêmicas. Os agentes mais utilizados são a lidocaína e a benzocaína. Porém, possuem curto tempo de duração (aproximadamente 30 minutos), interfere no paladar, reduz os estímulos salivares e facilita a aspiração de alimento ocorrendo afogamento.</p>
<p><strong>Tratamento não recomendado:</strong><br />
Bochechos com Digluconato de Clorexidina já foi muito utilizado em tratamento para mucosite, hoje os estudos mais recentes <strong>não</strong> indicam clorexidina por provocar ardência oral e digeusia (diminuição ou distorção do paladar). Além disso, temos outros métodos mais eficazes para o tratamento da mucosite, como falamos acima.</p>
<p>Com esse material você já se sente preparado para diagnosticar, tratar e orientar seus pacientes? Mesmo que não sejam casos frequentes no dia a dia clínico, saber o que fazer quando se deparar com um, te diferencia dos demais profissionais.</p>
<p>Fique sabendo de novos conteúdos e materiais exclusivos seguindo a gente no <a href="https://www.instagram.com/siteodontoup/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e no <a href="https://www.facebook.com/odonto.up/?__tn__=kC-R&amp;eid=ARAxvjH95nbsxMvCKgmOW6ntKdasL0IwemCfgNqAZDZXWjXgadp6X8RKNI6TsjAUOUzBib31CdvfGEmE&amp;hc_ref=ARRoU7yIycay3YuxGSv20uE95hAdHaiIsQX6RlUphWmKr8_EE7HPqP4N0IpkApbf6sk&amp;fref=nf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>.</p>
<p>REFERÊNCIAS<br />
BVS-Santos, Paulo Sérgio da Silva; Messagi, Ana Cristina; Mantesso,<br />
Andrea; Magalhães, Marina Helena Cury Gallotini- Oral Mucositis:<br />
Recent Perspectives On Prevention and Treatment (RGO).</p>
<p>Morais, Teresa &#8211; Silva, Antônio. Livro: Fundamentos da Odontologia<br />
em Ambiente Hospitalar/UTI 2015.<br />
Scielo- Prevenção e Tratamento da Mucosite em Ambulatório de<br />
Oncologia: uma construção coletiva 2016.</p>
<p>Referência da imagem: http://falandosobrecancer.com.br/mucosite-pos-quimioterapia/</p>
<p>Autor: Dra. Jiane Gilliet Beira, Cirurgiã-Dentista, Universidade Positivo.</p>
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		<title>Defeito Ósseo de Stafne</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2016 13:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[defeito]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
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		<category><![CDATA[patologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
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					<description><![CDATA[O defeito de Stafne pode ser chamado também de Cisto ósseo de Stafne, Depressão mandibular da glândula salivar, Cisto ósseo latente, Cisto ósseo estático, Defeito ósseo estático ou Defeito da cortical lingual da mandíbula. Foi no ano de 1942, que Edward Stafne relatou lesões que acometiam regiões localizadas próximas do ângulo da mandíbula. Esse defeito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap">O</span> <strong>defeito de Stafne</strong> pode ser chamado também de Cisto ósseo de Stafne, Depressão mandibular da glândula salivar, Cisto ósseo latente, Cisto ósseo estático, Defeito ósseo estático ou Defeito da cortical lingual da mandíbula. Foi no ano de 1942, que Edward Stafne relatou <strong>lesões</strong> que acometiam regiões localizadas próximas do ângulo da<strong> mandíbula</strong>. Esse defeito ósseo apresenta-se como uma região radiolúcida, assintomática, com aspecto arredondado, bordas radiopacas com diâmetro de variando de 1 a 3 mm, localizada na região posterior da mandíbula, na região de molares e ângulo da mandíbula abaixo do canal mandibular e próximo a base da mandíbula. É de fácil visualização essas alterações em radiografias panorâmicas, porém, não é possível realizar o diagnóstico só por esse meio de exame complementar. Esse tipo de anomalia apresenta maior incidência em homens.</p>
<p>É mais comum o aparecimento desse <strong>defeito ósseo</strong> em regiões posteriores de mandíbula unilaterais – já foram relatados achados bilaterais &#8211; mas existem casos relatados que foram encontrados na região anterior de mandíbula. Atualmente, acredita-se que esse defeito ósseo é uma <strong>alteração de desenvolvimento</strong> e que não esta ligado a formação fetal. Segundo alguns autores, descrevem que essa lesão é decorrente de um processo osteoclástico, que age de forma lenta e gradativa, ocasionada pela glândula submandibular que exerce uma pressão na superfície óssea causando essa deformidade. Ou somente uma variação anatômica.<br />
Quando realizado biopsia, são achados comuns tecido glandular, existem poucos relatos que não continham nenhum conteúdo ou continham tecido conjuntivo fibroso, tecido muscular, gordura, vasos sanguíneos ou tecido linfoide.<br />
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<p>Para que sejam evitados procedimentos desnecessários, é imprescindível que seja solicitado <strong>exames complementares</strong> para que o correto <strong>diagnóstico</strong>, sendo assim a maneira mais apropriada. Podem ser solicitados exames complementares como tomografia computadorizada (TC), imagem por ressonância magnética (IRM) ou sialografia (realizado por meio de contraste, é mais invasivo), mas a maioria dos casos somente a TC e/ou IRM são suficientes. Com a evolução dos métodos de <strong>diagnóstico por imagem,</strong> o método cirúrgico foi abolido por alguns cirurgiões, sendo que os exames complementares são suficientes para realizar o diagnóstico com precisão, trazendo também benefícios para o paciente que não precisou ser submetido a uma intervenção cirúrgica.</p>
<p>Por se apresentar uma lesão assintomática, não é necessário tratamento imediato, porém, deve ser realizado acompanhamento radiográfico.<br />
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		<title>Tudo o Que Você Precisa Saber Sobre HPV</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-papiloma-virus-humano-hpv/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 22:47:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer Bucal]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[Imunologia | Microbiologia & Genética]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[DST]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[papilomavírus]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papiloma Vírus Humano é uma DST (Doença sexualmente transmissível), mais conhecido popularmente como HPV. Sinais e Sitomas do HPV O sinal mais comum dessa doença é o aparecimento de lesões verruciformes nas regiões intimas de coxas, mãos e boca. Mais frequente em língua e palato mole. Porém, qualquer área pode ser afetada, sendo comum o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Papiloma Vírus Humano</strong> é uma <strong>DST</strong> (Doença sexualmente transmissível), mais conhecido popularmente como <strong>HPV</strong>.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6822" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1.png" alt="HPV diagrama" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Sinais e Sitomas do HPV<br />
</strong>O sinal mais comum dessa doença é o aparecimento de <strong>lesões</strong> verruciformes nas regiões intimas de coxas, mãos e boca. Mais frequente em língua e palato mole. Porém, qualquer área pode ser afetada, sendo comum o aparecimento na região de mucosa jugal e lábio. A lesão se apresenta como um nódulo róseo ou pápula, sendo semelhante a uma couve-flor. Apresenta-se indolor a palpação. Caso a pessoa entre em contato com o vírus, pode haver um <strong>período de incubação</strong> de 3 a 12 meses.<br />
<strong>Modo de transmissão<br />
</strong>A transmissão desse vírus pode acontecer pelo ato sexual, sendo o meio mais comum. O contagio também pode acontecer de outras formas:</p>
<ul>
<li>Pelo simples contato com a região infectada, ou seja, é possível se contaminar com uma única exposição ao vírus;</li>
<li>Pode ocorrer a transmissão por meio de objetos contaminados, como toalhas e roupas intimas;</li>
<li>A transmissão também pode acontecer na hora do parto e leite materno.</li>
</ul>
<p><strong> Existe uma classificação para os tipos de HPV entre baixo e médio-alto risco</strong></p>
<ul>
<li>Baixo risco ao desenvolvimento de lesões cancerígenas: tipo 6, 11, 26, 40, 42, 53-55, 57, 59, 66 e 68</li>
<li>Médio-alto risco ao desenvolvimento de câncer: tipo 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56 e 59.</li>
</ul>
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</script></p>
<p><strong>Apresentações do HPV</strong></p>
<ul>
<li><strong>forma clínica</strong>: lesão visível;</li>
<li><strong>subclínica:</strong> não apresenta sinais aparentes de doença;</li>
<li><strong>forma latente:</strong> sem manifestação clinica, “adormecido”.</li>
</ul>
<p>O HPV é uma lesão precursora do câncer, sendo que pessoas portadoras do vírus tem maiores chances de desenvolver câncer (entre eles, o câncer bucal &#8211; carcinoma espinocelular; carcinoma de células escamosas; carcinoma basocelular)<br />
<strong>Modo de prevenção</strong><br />
O HPV, sendo uma das DSTs mais comuns, o modo de prevenção pode ser feito pelo uso de preservativos. Porém, não impede totalmente a pessoa de ser infectada. Não compartilhar as mesmas roupas (roupa íntima) e compartilhamento de objetos pessoais, não fazer o compartilhamento da mesma toalha, tomar a vacina contra o HPV e realizar exames preventivos (exame de Papanicolau) são algumas maneiras no controle e prevenção.<br />
<strong>Formas de tratamento do HPV</strong><br />
O tratamento do HPV pode ser feito por meio de medicamentos e cirúrgico. Sabe-se que por meio do tratamento medicamentoso não é possível eliminar o vírus completamente, mas sim, diminuir a sintomatologia. Já por meio cirúrgico, é realizada a remoção completa da lesão. Em pacientes imuno-deprimidos severos, existe maior chance de recidiva das lesões.<br />
Quer entender como o HPV age no corpo humano? <a href="https://vimeo.com/67874443" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a> e veja esse vídeo (conteúdo em inglês).</p>
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		<title>Síndrome de Eagle</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/sindrome-de-eagle/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jun 2016 21:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia de Cabeça e Pescoço]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[crânio]]></category>
		<category><![CDATA[eagle]]></category>
		<category><![CDATA[estiloide]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[sindrome]]></category>
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					<description><![CDATA[A Síndrome de Eagle tem como característica principal a calcificação do processo estiloide, estrutura que se localiza na região petrosa do osso temporal, onde tem a origem do musculo estilo hioideo, estilo glosso, estilo faríngeo, ligamento estilomandibular e estilo hioideo. O processo estiloide é uma projeção óssea fina e alongada, essa estrutura lembra um “espinho” [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Síndrome de Eagle</strong> tem como característica principal a calcificação do processo estiloide, estrutura que se localiza na região petrosa do osso temporal, onde tem a origem do musculo estilo hioideo, estilo glosso, estilo faríngeo, ligamento estilomandibular e estilo hioideo. O processo estiloide é uma projeção óssea fina e alongada, essa estrutura lembra um “espinho” ou uma “agulha”, e nas faces proximais dessa estrutura se localizam a artéria carótida interna, medial ao processo estiloide e a artéria carótida externa, lateral ao processo estiloide, essa calcificação pode causar a compressão de nervos e vasos sanguíneos vizinhos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6425" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172.png" alt="processo estiloide" width="1406" height="1237" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172.png 1406w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172-300x264.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172-768x676.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Proceso-4-e1466372212172-1024x901.png 1024w" sizes="auto, (max-width: 1406px) 100vw, 1406px" /></p>
<p>Segundo estudos realizados em cadáveres, o <strong>processo estiloide</strong> tem tamanhos variáveis, sendo que um valor considerado normal é de 2,5 cm.</p>
<p>Essa síndrome é bem comum entre a população, mesmo tendo um numero grande de pessoas que apresentam calcificação do processo estiloide, poucas delas apresentam os sinais e sintomas dessa síndrome. Normalmente, essa síndrome pode ser facilmente diagnosticada pelo cirurgião-dentista, sendo que para o diagnóstico é necessário uma radiografia panorâmica, sendo de fácil identificação das estruturas na região cinco da panorâmica, geralmente a calcificação dos processos pode ser bilateral ou somente em um dos lados.<br />
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<p>Os <strong>sinais</strong> e <strong>sintomas</strong> dessa síndrome são variáveis, sendo que o paciente pode sentir desconforto quando mexe o pescoço, quando realiza a abertura bucal, pode ter disfagia (dificuldade de deglutir), otalgia (dores nos ouvidos), disfonia (dificuldade de fonação ou alteração da voz), tontura e cefaléia.</p>
<p>Os exames táteis também podem ser uma opção, realizar palpação na fossa amigdaliana e em região cervical, mais precisamente na região do plexo dois da cadeia linfática. Porém, em todos os casos, para fechar o diagnóstico é imprescindível fazer a solicitação de exames complementares.<br />
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</body></p>
<p>Fonte para a produção da imagem: Kenhub</p>
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		<item>
		<title>Candidíase</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/candidiase/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2016 01:25:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[candidíase]]></category>
		<category><![CDATA[candidose]]></category>
		<category><![CDATA[Fungos]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A candidíase ou candidose é uma infecção fúngica originada pelo fungo denominado de Candida Albicans. Esse tipo de lesão fúngica é muito comum em bebes e idosos, geralmente o aparecimento dessa lesão é acometida posteriormente de uma queda de imunidade do hospedeiro, sendo comuns em pacientes imunodeprimidos – portadores do vírus HIV (Vírus da Imunodeficiência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>candidíase</strong> ou <strong>candidose</strong> é uma infecção fúngica originada pelo fungo denominado de <em>Candida Albicans</em>. Esse tipo de lesão fúngica é muito comum em bebes e idosos, geralmente o aparecimento dessa lesão é acometida posteriormente de uma queda de imunidade do hospedeiro, sendo comuns em pacientes imunodeprimidos – portadores do vírus HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) e pacientes que sofreram algum tipo de transplantes, outros fatores que são relacionados ao aparecimento dessa lesão são extremos de idade, gravidez, doenças sistêmicas, carências nutricionais, medicação e fatores locais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6396" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/candidiase-e1465866714706.png" alt="candidiase" width="1024" height="555" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/candidiase-e1465866714706.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/candidiase-e1465866714706-300x163.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/06/candidiase-e1465866714706-768x416.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Os fungos em geral são mais complexos do que as bactérias, sua parede celular é constituída por um polímero solido (quitina) que resiste aos agentes antibióticos, por isso as lesões fúngicas são tratadas com antifúngicos e não com antibióticos. Segundo pesquisas a <em>Cândida Albicans</em> está presente em 80% da população porem nem todos tem os pré-requisitos para desenvolver essa lesão.<br />
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</script></p>
<p>Em pacientes que possuem prótese total, mais conhecida popularmente como dentadura tem chances maiores para desenvolverem essa lesão sendo que se não realizar a devida higiene tanto da prótese quando a higiene da própria cavidade oral irá criar um maio desequilibrando sendo assim, favorável para o desenvolvimento da lesão, existem protocolos bem estabelecidos de como deve ser realizado a higiene da prótese e que deve-se retira-la durante o período noturno e deixar em um recipiente com água contendo 3 gotas de hipoclorito de sódio, a escovação da prótese deve ser realizada com escovas macias até mesmo para não provocar um desgaste prematuro da peça, existem escovas especiais já desenvolvidas para esse fim e pastas/cremes dentais para realizar a limpeza da prótese.</p>
<p>A candidíase pode se apresentar de <strong>diferentes formas</strong>, iremos tabular as formas mais comuns de apresentação no meio bucal. A lesão tem estágios gradativos sendo que a forma pseudomembranosa e eritematosa são características de lesões agudas, e as lesões hiperplásicas e eritematosas são caracterizadas por lesões crônicas.</p>
<p>Forma: <strong>Eritematosa </strong><br />
Manifestação clínica: Eritema de mucosa e atrofia de papilas na região de dorso da língua</p>
<p>Forma: <strong>Hiperplásica</strong><br />
Manifestação clínica: Placas brancas que com abrasão leve são facilmente removíveis</p>
<p>Forma: <strong>Pseudomembranosa</strong><br />
Manifestação clínica: Placas brancas aveludadas que recobrem regiões de mucosa eritematosa</p>
<p>Forma: <strong>Estomatite</strong><br />
Manifestação clínica: Manchas eritematosas (avermelhadas), pruriginosas e sangrantes.<br />
Um dos acometimentos mais comuns em pacientes que perderam DVO (dimensão vertical de oclusão) é o aparecimento de queilite angular, com a perda da DVO a musculatura da face fica mais flácida e consequentemente a rima bucal e as comissuras labiais ficam com aspecto côncavo e sendo assim o paciente fica com o sorriso invertido – termino técnico quando ocorre a perda de DVO, e fica mais propicio para o aparecimento da lesão.</p>
<p>Os fármacos mais utilizados para o<strong> tratamento</strong> de lesões fúngicas são<em> Fluconazol, Cetoconazol, Miconazol</em> e <em>Nistatina,</em> sendo que cada um tem sua posologia especifica e indicação.</p>
<ul>
<li><em>Nistatina Suspensão Oral 100.000 UL</em> &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 1 frasco</li>
</ul>
<p>Fazer bochechos com 10 ml de solução (1 colher de sopa) a cada 6 (seis) horas, por 15 (quinze) dias.</p>
<ul>
<li><em>Nitrato de Miconazol Creme</em> &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- 1 tubo</li>
</ul>
<p>Aplicar 2 (duas) vezes ao dia, na área indicada, por 15 (quinze) dias.</p>
<ul>
<li><em>Daktarin Gel Oral</em> &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- 1 tubo</li>
</ul>
<p>Aplicar ¹/² colher de chá, na área afetada 4 (quatro) vezes ao dia por (15) quinze dias.</p>
<ul>
<li><em>Cetoconazol Creme</em> &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- 1 tubo</li>
</ul>
<p>Aplicar 2 (duas) vezes ao dia, na área indicada por 15 (quinze) dias.</p>
<ul>
<li><em>Fluconazol 150ml</em> &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; 4 cápsulas</li>
</ul>
<p>Tomar 1 (uma) cápsula por semana, por 4 (quatro) semanas.</p>
<ul>
<li><em>Oncilom AM Creme</em>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;– 1 tubo</li>
</ul>
<p>Aplicar 2 (duas) vezes ao dia, no lábio por 15 (quinze) dias.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cisto Do Ducto Nasopalatino</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/cisto-do-ducto-nasopalatino/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/cisto-do-ducto-nasopalatino/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2016 13:32:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[canal]]></category>
		<category><![CDATA[característica]]></category>
		<category><![CDATA[cisto]]></category>
		<category><![CDATA[clínicas]]></category>
		<category><![CDATA[ducto]]></category>
		<category><![CDATA[histopatológicas]]></category>
		<category><![CDATA[nasopalatino]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[prognóstico]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O cisto do ducto nasopalatino é o cisto não odontogênico mais comum da cavidade oral, ocorrendo em cerca de 1% da população. Acredita-se que se origina da proliferação dos remanescentes epiteliais do ducto nasopalatino. Outros fatores etiológicos são: trauma, infecção do ducto e retenção de muco das glândulas salivares menores adjacentes. Manifestações Clínicas Os sinais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cisto do ducto nasopalatino é o cisto não odontogênico mais comum da cavidade oral, ocorrendo em cerca de 1% da população. Acredita-se que se origina da proliferação dos remanescentes epiteliais do ducto nasopalatino. Outros fatores etiológicos são: trauma, infecção do ducto e retenção de muco das glândulas salivares menores adjacentes.<br />
<strong>Manifestações Clínicas</strong><br />
Os sinais e sintomas mais comuns incluem tumefação da região anterior do palato, drenagem e dor. Contudo, muitas lesões são assintomáticas, sendo identificadas em radiografias de rotina.<br />
<strong>Manifestações Radiográficas</strong><br />
Radiograficamente observa-se uma lesão radiolúcida bem circunscrita, próxima ou na linha média da região anterior da maxila, entre os ápices dos incisivos centrais. Em alguns casos, pode exibir o formato clássico de coração, como resultado da sobreposição da espinha nasal.<br />
<strong>Características Histopatológicas</strong><br />
O epitélio de revestimento do cisto do ducto nasopalatino é variável. Pode ser constituído de:</p>
<ul>
<li>Epitélio escamoso estratificado</li>
<li>Epitélio colunar pseudoestratificado</li>
<li>Epitélio colunar simples</li>
<li>Epitélio cúbico simples</li>
</ul>
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<p>Frequentemente, mais de um tipo de epitélio é encontrado na mesma lesão. Acredita-se que o tipo de epitélio está relacionado com a posição vertical do cisto dentro do canal incisivo.<br />
<strong>Tratamento e Prognóstico</strong><br />
A enucleação cirúrgica é o tratamento melhor aceito na literatura. A biópsia incisional é recomendada, para excluir hipóteses diagnósticas diferentes do cisto do ducto nasopalatino. A recidiva é rara e o prognóstico é favorável.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6017" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" alt="ODO_5840" width="61" height="90" />Autor: Katheleen Miranda dos Santos<br />
Graduação em Odontologia pela Universidade Positivo.<br />
Aluna da Pós-Graduação em Cirurgia e Traumatologia<br />
Buco-Maxilo-Facial da Universidade Positivo.</p>
<div class="yj6qo ajU">
<div id=":pt" class="ajR" tabindex="0" data-tooltip="Mostrar conteúdo cortado"><img decoding="async" class="ajT" src="https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.gif" alt="" /></div>
</div>
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</body></p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>BICALHO AA, SANTOS CRR, SOARES JA. Cisto do ducto nasopalatino: relato de caso clínico. 2009. Rev Odontol UNESP, Araraquara, v. 38, n. 6, p. 371-74, nov./dez.</li>
<li>DEEPIKA G, AJAY T, LAHARI A. TELANG K, LOGANATHAN B. Nasopalatine Duct Cyst Associated with a Mesiodens: Misdiagnosis or Missed Diagnosis? 2015. Journal of Clinical and Diagnostic Research. May, Vol-9(5): ZD21-ZD22</li>
<li>MARTINS MD, RUSSO MP, BUSSADORI SK, FRNANDES KPS, MISSAWA GTM, MARTINS MAT. Nasopalatine duct cyst: report of case and literature review. 2007. Rev Inst Ciênc Saúde. jul-set; 25(2):193-7.</li>
<li>NEVILLE, B. W. et al. <em>Patologia oral e maxilofacial</em>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.</li>
</ol>
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		<title>Miosite Ossificante Traumática</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/miosite-ossificante-traumatica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 23:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[etiologia]]></category>
		<category><![CDATA[manifestações]]></category>
		<category><![CDATA[miosite]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ossificante]]></category>
		<category><![CDATA[radiográfico]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[traumática]]></category>
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					<description><![CDATA[Miosite Ossificante Traumática (MOT) é uma lesão não-neoplásica rara, caracterizada pela proliferação de tecido fibroso e formação de grande quantidade de osso dentro de um músculo (AOKI et al., 2002). Na região de cabeça e pescoço acomete os músculos da mastigação, com predileção pelo sexo masculino e sem predileção por idade (ACKERMAN, 1958). Etiologia A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Miosite Ossificante Traumática (MOT) é uma lesão não-neoplásica rara, caracterizada pela proliferação de tecido fibroso e formação de grande quantidade de osso dentro de um músculo (AOKI <em>et al.,</em> 2002). Na região de cabeça e pescoço acomete os músculos da mastigação, com predileção pelo sexo masculino e sem predileção por idade (ACKERMAN, 1958).<br />
<strong>Etiologia</strong><br />
A patogênese não está totalmente explicada, mas tem o trauma como fator etiológico principal. Na região de cabeça e pescoço o músculo masséter é o mais acometido, uma vez que se localiza na porção lateral da mandíbula, sendo o mais suscetível a receber forças diretas (AOKI <em>et al.,</em> 2002).<br />
<strong>Manifestações clínicas e radiográficas</strong><br />
Sua apresentação clínica mais comum é o trismo. Também podem vir associados a dor, alteração de sensibilidade, limitação de movimento do músculo afetado e presença de edema localizado (WIGGINS <em>et al.,</em> 2008).<br />
Radiograficamente, apresenta-se como uma massa calcificada bem delimitada dentro de um músculo. Exames como radiografia panorâmica, tomografia computadorizada e ultrassonografia são bastante utilizados para o correto diagnóstico (GODHI <em>et al.,</em> 2011).<br />
<strong>Diagnóstico diferencial</strong><br />
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<p>A MOT pode ser uma das causas da anquilose da articulação têmporo-mandibular e de doenças que tenham como característica a limitação de abertura bucal, como deslocamento anterior de disco sem redução, alargamento do processo coronóide e reação de corpo estranho (SPINZIA <em>et al.,</em> 2014). Também pode ser diagnóstico diferencial de doenças malignas, como o osteossarcoma (THANGAVELU<em> et al.,</em> 2011).<br />
<strong>Tratamento</strong><br />
A modalidade de tratamento aceita universalmente é a excisão completa da massa ossificada (GODHI <em>et al.,</em> 2011). No entanto, alternativas de tratamento já foram propostas na literatura. Entre elas, o tratamento conservador, que consiste no uso de AINES, bifosfonatos e radiação de baixa potência (WIEDER, 1992; STEIDL <em>et al.,</em> 1991).<br />
A fisioterapia intensiva deve ser indicada como parte dos cuidados pós-operatórios, para recuperação da função mastigatória e diminuição significativa das taxas de recidiva da doença (JAYADE <em>et al</em>., 2013).<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6017" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" alt="ODO_5840" width="55" height="83" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg 1728w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-200x300.jpg 200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-768x1152.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-683x1024.jpg 683w" sizes="auto, (max-width: 55px) 100vw, 55px" /></a>Autor: Katheleen Miranda dos Santos<br />
Graduação em Odontologia pela Universidade Positivo.<br />
Aluna da Pós-Graduação em Cirurgia e Traumatologia<br />
Buco-Maxilo-Facial da Universidade Positivo.</p>
<div class="yj6qo ajU"></div>
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</body></p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>ACKERMAN LV, Extra-osseous localized non-neoplastic bone and cartilage formation (so-called myositis ossificants). J Bone Joint Surg Am 1958;49:279-98.</li>
<li>AOKI T, NAITO H, OTA Y, SHIKII K. Myositis ossificans traumática of the masticatory muscles: review of the literature and report of a case. J Oral Maxillofacial Surgery 2002;60:1083-8.</li>
<li>GODHI SS, SINGH A, KUKREJA P, SINGH V. Myositis ossificans circumscripta involving bilateral masticatory muscles. The <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22134307" target="_blank" rel="noopener">Journal of Craniofacial Surgery.</a>2011 Nov;22(6):e11-3.</li>
<li>JAYADE B, ADIRAJAIAH S, VADERA H, KUNDALASWAMY G, SATTUR AP and KALKUR C. Myositis ossificans in medial, lateral pterygoid, and contralateral temporalis muscles: a rare case report. 116 No. 4 October 2013.</li>
<li>SPINZIA A, MOSCATO G, BROCCARDO E, CASTELLETTI L, MAGLITTO F, DELL1AVERSANA G PIOMBINO P. 2014. A rare isolated unilateral myositis ossificans traumatica of the lateral pterygoid muscle: a case report. Journal of Medical Case Reports. 8:230.</li>
<li>STEIDL L, DITMAR R. Treatment of soft tissue calcifications with magnesium. Acta Univ Palacki Olomuc Fac Med 1991;130:273-87.</li>
<li>THANGAVELU A, VAIDHYANATHAN A, NARENDAR R. Myositis ossificans traumatica of the medial pterygoid. Int J Oral Maxillofac Surg 2011; 40:545-58.</li>
<li>WIEDER DL. Treatment of myositis ossificans with acetic acid iontophoresis. Phys Ther 1992; 72:133-7.</li>
<li>WIGGINS RL, THURBER D, ABRAMOVITCH K, BOUQUOTt J VIGNESWARAN N. Myositis ossificans circumscripta of the buccinators muscle: first report of a rare complication of mandibular third molar extraction. J Oral Maxillofac Surg 2008;66: 1959-63.</li>
</ol>
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