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	<title>Câncer Bucal &#8211; Odonto Up</title>
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	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
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	<title>Câncer Bucal &#8211; Odonto Up</title>
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		<title>Tudo o Que Você Precisa Saber Sobre HPV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 22:47:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer Bucal]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[Imunologia | Microbiologia & Genética]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papiloma Vírus Humano é uma DST (Doença sexualmente transmissível), mais conhecido popularmente como HPV. Sinais e Sitomas do HPV O sinal mais comum dessa doença é o aparecimento de lesões verruciformes nas regiões intimas de coxas, mãos e boca. Mais frequente em língua e palato mole. Porém, qualquer área pode ser afetada, sendo comum o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Papiloma Vírus Humano</strong> é uma <strong>DST</strong> (Doença sexualmente transmissível), mais conhecido popularmente como <strong>HPV</strong>.<br />
<img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6822" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1.png" alt="HPV diagrama" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/08/HPV-diagrama-1-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Sinais e Sitomas do HPV<br />
</strong>O sinal mais comum dessa doença é o aparecimento de <strong>lesões</strong> verruciformes nas regiões intimas de coxas, mãos e boca. Mais frequente em língua e palato mole. Porém, qualquer área pode ser afetada, sendo comum o aparecimento na região de mucosa jugal e lábio. A lesão se apresenta como um nódulo róseo ou pápula, sendo semelhante a uma couve-flor. Apresenta-se indolor a palpação. Caso a pessoa entre em contato com o vírus, pode haver um <strong>período de incubação</strong> de 3 a 12 meses.<br />
<strong>Modo de transmissão<br />
</strong>A transmissão desse vírus pode acontecer pelo ato sexual, sendo o meio mais comum. O contagio também pode acontecer de outras formas:</p>
<ul>
<li>Pelo simples contato com a região infectada, ou seja, é possível se contaminar com uma única exposição ao vírus;</li>
<li>Pode ocorrer a transmissão por meio de objetos contaminados, como toalhas e roupas intimas;</li>
<li>A transmissão também pode acontecer na hora do parto e leite materno.</li>
</ul>
<p><strong> Existe uma classificação para os tipos de HPV entre baixo e médio-alto risco</strong></p>
<ul>
<li>Baixo risco ao desenvolvimento de lesões cancerígenas: tipo 6, 11, 26, 40, 42, 53-55, 57, 59, 66 e 68</li>
<li>Médio-alto risco ao desenvolvimento de câncer: tipo 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56 e 59.</li>
</ul>
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<p><strong>Apresentações do HPV</strong></p>
<ul>
<li><strong>forma clínica</strong>: lesão visível;</li>
<li><strong>subclínica:</strong> não apresenta sinais aparentes de doença;</li>
<li><strong>forma latente:</strong> sem manifestação clinica, “adormecido”.</li>
</ul>
<p>O HPV é uma lesão precursora do câncer, sendo que pessoas portadoras do vírus tem maiores chances de desenvolver câncer (entre eles, o câncer bucal &#8211; carcinoma espinocelular; carcinoma de células escamosas; carcinoma basocelular)<br />
<strong>Modo de prevenção</strong><br />
O HPV, sendo uma das DSTs mais comuns, o modo de prevenção pode ser feito pelo uso de preservativos. Porém, não impede totalmente a pessoa de ser infectada. Não compartilhar as mesmas roupas (roupa íntima) e compartilhamento de objetos pessoais, não fazer o compartilhamento da mesma toalha, tomar a vacina contra o HPV e realizar exames preventivos (exame de Papanicolau) são algumas maneiras no controle e prevenção.<br />
<strong>Formas de tratamento do HPV</strong><br />
O tratamento do HPV pode ser feito por meio de medicamentos e cirúrgico. Sabe-se que por meio do tratamento medicamentoso não é possível eliminar o vírus completamente, mas sim, diminuir a sintomatologia. Já por meio cirúrgico, é realizada a remoção completa da lesão. Em pacientes imuno-deprimidos severos, existe maior chance de recidiva das lesões.<br />
Quer entender como o HPV age no corpo humano? <a href="https://vimeo.com/67874443" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a> e veja esse vídeo (conteúdo em inglês).</p>
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		<title>Protocolo Pré-Radioterapia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Nov 2013 18:22:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer Bucal]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[estomatologia]]></category>
		<category><![CDATA[pré-radioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[protocolo]]></category>
		<category><![CDATA[radioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[O avanço tecnológico nos tratamentos radioterápicos tem aumentado a sobrevida dos pacientes portadores de tumores. A radioterapia está sendo largamente difundida como tratamento para pacientes portadores de tumores de cabeça e pescoço, aumentando a responsabilidade do cirurgião dentista frente a esses pacientes. Porém, a radioterapia provoca sintomatologia dolorosa em região de cabeça e pescoço, podendo também causar: xerostomia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço tecnológico nos tratamentos radioterápicos tem aumentado a sobrevida dos pacientes portadores de tumores. A radioterapia está sendo largamente difundida como tratamento para pacientes portadores de tumores de cabeça e pescoço, aumentando a responsabilidade do cirurgião dentista frente a esses pacientes.</p>
<p>Porém, a radioterapia provoca sintomatologia dolorosa em região de cabeça e pescoço, podendo também causar: xerostomia (diminuição acentuada do fluxo salivar), mucosite (processo inflamatório e ulcerativo em mucosa bucal), fibroses e trismos, dermatite de radiação, cárie de radiação, candidose, osteorradionecrose, disgeusia (diminuição do senso do paladar) entre outras.</p>
<p>Sendo assim, verificou-se a necessidade de instituir um protocolo de atendimento aos pacientes com indicação de tratamento radioterápico na região de cabeça e pescoço.<br />
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<p>Previamente os pacientes devem ser submetidos a consultas odontológicas para a instrução a respeito dos efeitos da radiação ionizante sobre as estruturas bucais.</p>
<p><strong>A sequência do tratamento é:</strong></p>
<p><strong>1</strong>. Avaliação da condição clínica;</p>
<p><strong>2.</strong> Realização dos procedimentos necessários: exodontias, endodontias, restaurações, periodontia, próteses fixas. Deve ser realizada exodontia nos dentes presentes na área irradiada (acima de 4000cGy) nos pacientes adultos, com rigoroso fechamento do sítio com a sutura da mucosa. Nos paciente pediátricos em fase de dentição mista, deve-se fazer exodontia dos dentes em esfoliação, restaurações, orientações de rigorosa higiene bucal, bochecho com flúor e com Clorexidina 0,12%.<br />
Pacientes com mucosite leve e moderada podem fazer bochecho com hidróxido de alumínio, chá de camomila, chá de malva e aplicação de gelo local. Pode ser realizada também a laserterapia de baixa intensidade.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>3. </strong>Aguardam-se oito dias para início da radioterapia;</p>
<p><strong>4.</strong> Suspender o uso de prótese total ou prótese parcial removível;</p>
<p><strong>5.</strong> Bochecho com solução de fluoreto de sódio 1% por 3 minutos, uma vez ao dia durante o tratamento (se o paciente for dentado);</p>
<p><strong>6. </strong>Realizar 10 bochechos diários com solução salina 0,9%; (água morna com sal) durante aplicação de radioterapia;</p>
<p><strong>7</strong>. Três bochechos ao dia com solução de Clorexidina 0,12% por 1 minuto;</p>
<p><strong>8.</strong> Evitar o álcool e o tabaco;</p>
<p><strong>9.</strong> Evitar alimentos muito quentes ou muito condimentados;</p>
<p><strong>10.</strong> Em caso de candidose, pode ser usada Nistatina suspensão oral (Nistatina solução 500.000 a 1.000.000U V.O. 3 a 5 vezes ao dia por 5 a 7 dias);</p>
<p><strong>11.</strong> Uso de saliva artificial ou lubrificantes no pós-radioterapia como Glicerina 2/8 de água com 3 bochechos diários;</p>
<p><strong>12. </strong>Acompanhamento do paciente por um profissional da odontologia durante e após todo o tratamento.</p>
<p>A utilização desse protocolo visa diminuir ao máximo a ocorrência e a gravidade das complicações da radioterapia. Observa-se também a indispensável participação do cirurgião dentista na equipe multidisciplinar para tratamento do paciente oncológico com indicação de tratamento radioterápico de cabeça e pescoço.</p>
<p><strong>Referência</strong> Sassi LM, Machado RA. <i>Head and neck pré-radiotherapy protocol</i> – Artigo de Revisão<br />
Imagem: <a href="http://www.lip.pt/~luis/investigacao/ct_beam.gif" target="_blank" rel="noopener">http://www.lip.pt/~luis/investigacao/ct_beam.gif</a></p>
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		<title>Quimioluminescência</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/quimioluminescencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2013 19:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer Bucal]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[luminol]]></category>
		<category><![CDATA[quimioluminescência]]></category>
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					<description><![CDATA[Consiste na produção de luz a partir de uma reação química. Dois produtos químicos reagem para formar um intermediário excitado ( de alta energia, que se decompõe liberando parte de sua energia como fotões de luz. Como funciona É quando os elétrons de um átomo recebem energia, saltam para camadas mais externas e depois voltam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Consiste na produção de luz a partir de uma reação química.</li>
<li>Dois produtos químicos reagem para formar um intermediário excitado ( de alta energia, que se decompõe liberando parte de sua energia como fotões de luz.</li>
</ul>
<p><b>Como funciona</b></p>
<ul>
<li>É quando os elétrons de um átomo recebem energia, saltam para camadas mais externas e depois voltam para as mesmas camadas mais internas.</li>
<li>Quando eles voltam, liberam energia na forma de luz, como os fogos de artifício. Ou quando se joga sal no fogo, por exemplo. O fogo fica amarelo alaranjado</li>
</ul>
<p><b>Vantagens:</b></p>
<ul>
<li>Exame basicamente automatizado e rápido</li>
<li>Várias amostras podem ser analisadas e distintas moléculas podem ser quantificadas de uma só vez.</li>
<li>Opção de ensaio com elevada sensibilidade</li>
</ul>
<p><b>&nbsp;</b><br />
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</script></p>
<p><b>Compostos quimioluminescentes usados</b></p>
<ul>
<li><b>Derivados do luminol</b></li>
<li>*Necessita de um catalisador</li>
<li>*Reação lenta e gradual</li>
<li>*Depende de PH</li>
</ul>
<figure id="attachment_2710" aria-describedby="caption-attachment-2710" style="width: 207px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2710 " src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2013/10/luminol.png" alt="luminol" width="207" height="224"><figcaption id="caption-attachment-2710" class="wp-caption-text">fonte: www.neurosoup.info</figcaption></figure>
<ul>
<li><b><span style="text-decoration: underline;">Ésteres de acridina</span></b></li>
<li>Similar ao luminol</li>
<li>&nbsp;&nbsp;Possui características luminescentes</li>
<li>Tempo de reação rápida</li>
<li>Alta sensibilidade</li>
</ul>
<p><b>Eosina</b><br />
É usada como “corante microscópio”, colorindo um grupo de leucócitos existentes no sangue, os eosinófilos<br />
<b></b></p>
<p><b>Eritrosina</b></p>
<ul>
<li>Tem amplo uso na coloração de alimentos e em dentifrícios indicadores de placa bacteriana</li>
</ul>
<p>Interessante&nbsp;<strong>Luminol nas ciências forenses:</strong> Muito utilizado pelos peritos para detecção de sangue no local do crime, pois a reação do luminol necessita de um catalisador para acelerar a reação de oxidação- redução. Para isso, qualquer metal de transição poderia ser utilizado, mas, no caso de ser um teste para detectar a presença de sangue, o catalisador é o ferro presente na hemoglobina.</p>
<p>Referência Conteúdo resumido&nbsp;do trabalho apresentado&nbsp;no Projeto de Extensão em Prevenção ao Câncer Bucal, coordenado pela Profª Ana Paula Ribeiro Braosi.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mucosite</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/mucosite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2013 20:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer Bucal]]></category>
		<category><![CDATA[bucal]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos]]></category>
		<category><![CDATA[estomatologia]]></category>
		<category><![CDATA[mucosite]]></category>
		<category><![CDATA[patologia]]></category>
		<category><![CDATA[quimioteapia]]></category>
		<category><![CDATA[radioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[A radioterapia é um dos tratamentos de eleição para pacientes portadores de neoplasias de cabeça e pescoço, porém verificamos que o aparecimento de sequelas é praticamente inevitável. As alterações inflamatórias ou infecciosas da cavidade oral são denominadas mucosites. As alterações nas mucosas podem provocar um desconforto e disfagia, levando muitas vezes, a um comprometimento nutricional. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">A radioterapia é um dos tratamentos de eleição para pacientes portadores de neoplasias de cabeça e pescoço, porém verificamos que o aparecimento de sequelas é praticamente inevitável. As alterações inflamatórias ou infecciosas da cavidade oral são denominadas <strong>mucosites. </strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center">As alterações nas mucosas podem provocar um desconforto e disfagia, levando muitas vezes, a um comprometimento nutricional. A mucosite normalmente é transitória e os pacientes recuperam-se, espontaneamente, no primeiro mês após encerramento do tratamento radioterápico.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">A associação da radioterapia com quimioterápicos produz um efeito sinérgico potencializando a severidade das alterações inflamatórias da mucosa oral.</p>
<p>A <strong>mucosite oral</strong> é uma das complicações mais frequentes em pacientes portadores de câncer de cabeça e pescoço, sendo consequência de um processo inflamatório local, e os tratamentos antineoplásicos, radioterapia e quimioterapia desses tumores são importantes causas dessa afecção.<br />
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<p><strong>A fisiopatologia da mucosite é dividida em 4 fases:</strong></p>
<p><strong>1. Fase Inflamatória:</strong> tecido epitelial libera interleucina 1 (IL-1), interleucina 6 (IL-6) e fator de necrose tumoral-alfa (TNF-alfa) causando aumento da vascularização local.</p>
<p><strong>2. Fase Epitelial:</strong> ocorre a redução da renovação das células em função da radioterapia e da quimioterapia, ocasionando ulceração do epitélio.</p>
<p><strong>3. Fase Ulcerativa:</strong> quando ocorre a colonização por microorganismos e intensificação das lesões</p>
<p><strong>4. Fase Curativa:</strong> corresponde à renovação celular e posterior cicatrização da mucosite.</p>
<p><strong>Sintomatologia:</strong><br />
A sintomatologia da mucosite oral traz graves consequências para a qualidade de vida dos pacientes. Os principais sinais e sintomas são ulceração da mucosa com dor intensa, dificuldade de alimentação, dificuldade para falar e fazer a higiene oral e presença de infecções oportunistas.</p>
<p><strong>Tratamento:</strong><br />
Dentre os vários fatores implicados na gênese das alterações da mucosa, induzidas por radiação, encontra-se a modificação de flora oral bacteriana com desenvolvimento de quadros infecciosos. Desta maneira um medicamento antisséptico poderia auxiliar na prevenção destas modificações e diminuir a intensidade dos quadros de mucosite.</p>
<p>A medicação escolhida foi o gluconato de clorexidina a 0,12% uma droga amplamente utilizada na área da odontologia<sup>6, 7</sup>.</p>
<p>A mucosite apresenta como consequência a formação de ulcerações em alguns casos, e quando isto ocorre, abre-se a possibilidade para infecções secundárias e oportunistas, principalmente por&nbsp;<i>Candida albicans</i><sup>14</sup>. Por este motivo a droga escolhida deve apresentar uma ação antimicrobiana fato bastante conhecido na ação da clorexidina<br />
Nem sempre a interrupção do tratamento é o efeito deletério mais importante da mucosite pós–radioterapia.</p>
<p>Em alguns pacientes a mucosa torna-se intensamente dolorosa, dificultando a deglutição do paciente, fato que pode comprometer o quadro nutricional<sup>11</sup>&nbsp;já deteriorado pela doença de base.</p>
<p>A mucosite oral grave também pode exigir interrupção parcial ou completa de tratamento antineoplásico, como radioterapia, antes do regime planejado ser completado, aumentando o risco de proliferação das células tumorais e dificultando o controle do câncer<sup>6</sup>. Nos pacientes em quimioterapia, a mucosite geralmente ocorre nas mucosas não queratinizadas do ventre de língua, do assoalho de boca, do palato mole e também na mucosa jugal.</p>
<p>Nos pacientes em tratamento com radioterapia em região de cabeça e pescoço, a inflamação pode acometer tanto a mucosa queratinizada quanto a não queratinizada. O uso do álcool e do tabaco, a quimioterapia, as infecções fúngicas e a má higienização bucal podem aumentar a incidência ou agravar a mucosite<sup>6</sup></p>
<p>O<strong> tratamento</strong> da mucosite deve ser conservador, para evitar uma acentuação das irritações teciduais e prejuízos às células remanescentes do epitélio acompanhado de um controle de placa bacteriana com manutenção da higiene oral.<br />
A utilização de bochechos com o chá de camomila, apesar do seu efeito não comprovado, parece conferir importante redução no grau e no alívio das principais queixas da mucosite, fato que pode estar associado à ação anti-inflamatória dessa erva<sup>13</sup>.</p>
<p>Condutas utilizadas no tratamento da mucosite oral incluem o uso de analgésicos sistêmicos, anestésicos ou analgésicos tópicos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Neoplasias malignas frequentemente associadas</strong></p>
<p>A leucemia e o linfoma são exemplos de neoplasias malignas que causam supressão da medula óssea e tendem a estar associadas a complicações bucais com maior frequência</p>
<p><strong>Conclusão:</strong><br />
A mucosite oral é intercorrência muito comum nos pacientes em tratamento oncológico, advinda de uma alteração celular, podendo se desenvolver em processos ulcerativos importantes e levando a uma redução na qualidade de vida desses pacientes durante e após o tratamento radio e quimioterápico.</p>
<p>Referência das Imagens:<br />
MUCOSITE ORAL RADIOINDUZIDA &#8211; Patrícia Nogueira Montenegro de ALMEIDA; Ernesto ROESLER; Ana Paula Veras SOBRAL<br />
Trabalho apresentado no Projeto de Extensão em Prevenção ao Câncer de Boca.</p>
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