<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial &#8211; Odonto Up</title>
	<atom:link href="https://www.odontoup.com.br/category/cirurgia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.odontoup.com.br</link>
	<description>Maior Blog de Resumos de Odontologia do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Jan 2026 16:11:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2020/04/cropped-icon-odonto-up--32x32.jpg</url>
	<title>Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial &#8211; Odonto Up</title>
	<link>https://www.odontoup.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Odontologia Hospitalar, Você sabe o que é?</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/odontologia-hospitalar-voce-sabe-o-que-e/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/odontologia-hospitalar-voce-sabe-o-que-e/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2019 23:11:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[dentista]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[o que é?]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[unidade terapia intensiva]]></category>
		<category><![CDATA[UTI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.odontoup.com.br/?p=8452</guid>

					<description><![CDATA[Você já deve ter se perguntado como a Odontologia Hospitalar funciona, para que serve ou qual seu foco de ação, não é mesmo? A saúde tem evoluído e se integrado cada vez mais, tornando imprescindível a presença do dentista no hospital em cuidados específicos. Esse post vai esclarecer suas dúvidas e quem sabe despertar em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já deve ter se perguntado como a <strong>Odontologia Hospitalar</strong> funciona, para que serve ou qual seu foco de ação, não é mesmo?</p>
<p>A saúde tem evoluído e se integrado cada vez mais, tornando imprescindível a presença do dentista no hospital em cuidados específicos.</p>
<p>Esse post vai esclarecer suas <strong>dúvidas</strong> e quem sabe despertar em você uma paixão na área da <strong>odontologia</strong> que só tem crescido e ganhando mais espaço.</p>
<p>A <strong>odontologia hospitalar</strong> tem como objetivo cuidar das alterações do aparelho<br />
estomatognático dos pacientes internados em ambiente hospitalar. Sabe-se que tais<br />
alterações podem causar problemas sistêmicos ou ainda resultar no uso excessivo de<br />
alguns medicamentos. Ao atuar de forma integrada, além de melhorar a qualidade de<br />
vida do paciente, diminui o tempo de recuperação e de permanência dele no leito, bem<br />
como possibilita disponibilizar maior número de leitos, em especial os de UTI, para a<br />
população e reduzir de maneira significativa os custos hospitalares.<br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="1182056593"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p>Além disso, a odontologia, ao atuar na <strong>equipe multiprofissional,</strong> permite melhor<br />
desempenho do grupo na assistência ao paciente, dividindo a responsabilidade e<br />
aliviando o estresse. Dentre as competências do cirurgião-dentista no âmbito hospitalar<br />
estão:</p>
<ul>
<li>Avaliação e diagnóstico das infecções da cavidade bucal;</li>
<li>Diagnóstico e tratamento das condições bucais que possam colaborar<br />
para a manutenção ou piora de desordens sistêmicas graves;</li>
<li>Higiene bucal com e sem o uso de antissépticos, a fim de reduzir o<br />
número de microorganismos patógenos e prevenir infecções<br />
respiratórias;</li>
<li>Raspagem e alisamento radicular, visando o controle e tratamento de<br />
problemas periodontais;</li>
<li>Exodontias de dentes condenados, para reduzir foco de infecção;</li>
<li>Remoção de fatores de retenção de biofilme, sejam eles cáries extensas,<br />
cálculo dentário, próteses mal higienizadas, aparelhos ortodônticos e etc.</li>
</ul>
<p>A prática odontológica em hospitais teve seu primeiro modelo estruturado em<br />
1901, na Filadélfia (BARROS, 2014). No Brasil, foi instituído pelo Senado Federal o<br />
projeto de lei nº2776/2008, de 29 de maio de 2013 que torna <strong>obrigatória a prestação de </strong><strong>assistência odontológica</strong> a pacientes em regime de internação hospitalar, aos portadores de doença crônica e aos atendimentos em modalidade “home care”. Esta ementa foi aprovada pelo Plenário no dia 20 de abril de 2019 e alcança os hospitais públicos e privados de médio ou grande porte do país.</p>
<p>O tratamento dos pacientes nas <strong>Unidades de Terapia Intensiva (UTI)</strong> é<br />
extremamente desafiador, visto a condição de debilidade principal do paciente,<br />
associado a doenças secundárias que podem influenciar negativamente no tratamento.<br />
Para tanto, oferecer atenção especializada a saúde integral do indivíduo, deve ser uma<br />
prática constante de toda a equipe multidisciplinar envolvida.<br />
<body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Anuncio vertical --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="1352968058"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p>REFERÊNCIAS:</p>
<p>BARROS M. Odontologia Hospitalar: Revisão de literatura, 2014<br />
MORAIS TM; SILVA A. Fundamentos da odontologia em ambiente<br />
hospitalar/UTI. Elsevier Editora Ltda. 2015.<br />
https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/112975<br />
Link da imagem: http://mundoalergico.com.br/2016/08/10/alergia-ao-latex-uma-substancia-util-porem-substituivel/</p>
<p>Autor: Dra. Katheleen Miranda, Cirurgiã Bucomaxilofacial, Universidade Positivo</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/odontologia-hospitalar-voce-sabe-o-que-e/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vídeo da Cirurgia de Bichectomia &#124; Buccal Fat Pad Excision</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/video-da-cirurgia-de-bichectomia-buccal-fat-pad-excision/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/video-da-cirurgia-de-bichectomia-buccal-fat-pad-excision/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2019 19:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[bichectomia]]></category>
		<category><![CDATA[buccal fat pad]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.odontoup.com.br/?p=8393</guid>

					<description><![CDATA[A bichectomia é uma técnica de cirurgia plástica bucal que faz a remoção da gordura da região da bochecha, conhecida também como lipoescultura facial, lipectomia jugal, entre outros nomes mais populares.  Esse post traz uma revisão anatômica da Bola de Bichat e um vídeo com o protocolo cirúrgico feito pela Profa. Dra. Tatiana Deliberador. Já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>bichectomia</strong> é uma técnica de cirurgia plástica bucal que faz a remoção da gordura da região da bochecha, conhecida também como lipoescultura facial, lipectomia jugal, entre outros nomes mais populares. </p>



<p>Esse post traz uma revisão anatômica da <a href="https://www.odontoup.com.br/anatomia-da-maxila/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Bola de Bichat </strong></a>e um vídeo com o protocolo cirúrgico feito pela Profa. Dra. Tatiana Deliberador.</p>



<p>Já preparem o bloco de anotações para essas <strong>dicas</strong> incríveis que vocês terão a oportunidade de ter gratuitamente!</p>



<p>Cientificamente, é conhecido como <em>Remoção do Corpo Adiposo da Bochecha</em> (<em>Buccal Fat Pad</em>) e é um procedimento que pode ser realizado pelo cirurgião-dentista habilitado ou cirurgião plástico. O Conselho Federal de Odontologia liberou a <em>Resolução 198/2019</em> que regulamenta a prática pelos profissionais cirurgiões-dentistas, já que somos responsáveis pelo equilíbrio estético e funcional da face.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Indicação</h2>



<p>A principal <strong>indicação</strong> da técnica é para pacientes que tem mordiscamento da mucosa jugal, independente do tipo do rosto.</p>



<p>A segunda indicação é para pacientes com necessidades estéticas, avaliando tipo de rosto. É fundamental avaliar a simetria facial com fotos iniciais.</p>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" class="wp-image-8397" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-1024x1024.png" alt="" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-1024x1024.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-150x150.png 150w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-300x300.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-768x768.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-696x696.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-1068x1068.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1-420x420.png 420w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/TIPOS-ROSTO-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Dica:</strong> tire fotos de frente, de perfil e queixo-testa (de baixo para cima), com paciente sorrindo e em repouso.</p>



<p>Apalpar a região da bochecha e verificar se, mesmo em intercuspidação, há um aspecto mais maleável do que enrijecido na região da bochecha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Anatomia</h2>



<p>A <strong>Bola de Bichat</strong> fica localizada entre o <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-2-anatomia-de-cabeca-e-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">masseter</a> e o <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-2-anatomia-de-cabeca-e-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">bucinador</a>. É um corpo adiposo que está próximo de estruturas importantes da face, <a href="https://www.odontoup.com.br/resumo-1-de-anatomia-de-cabeca-e-pescoco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nervos</a>, artérias e o ducto da glândula parótida. Tem a sua formação dada em lóbulos de gordura, com a função de proteção anatômica. É envolta por uma película de revestimento que a circunda.</p>



<ul class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img decoding="async" width="1024" height="811" class="wp-image-8399" src="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-1024x811.png" alt="" data-id="8399" data-link="https://www.odontoup.com.br/?attachment_id=8399" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-1024x811.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-300x238.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-768x608.png 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-696x551.png 696w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-1068x846.png 1068w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308-531x420.png 531w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2019/07/anatomia-bola-bichat--e1561993978308.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</li>
</ul>



<p>Revisado a anatomia e indicações da técnica, veja a seguir a sequência operatória realizada pela Profa. Dra. Tatiana Deliberador: (veja pelo youtube)</p>
<p><iframe title="Bichectomia - O Melhor Passo a Passo Cirúrgico Que Você Verá" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/L2xYfrLlQM4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>



<p>IMPORTANTE: é necessário exames laboratoriais pré-operatórios (<em>em breve um ebook de exames pré-operatórios estará disponível no site</em>), além de um <em>Termo de Consentimento </em>assinado pelo paciente.</p>



<p>A medicação deve conter <a href="https://www.odontoup.com.br/antibioticos-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">antibiótico</a>, <a href="https://www.odontoup.com.br/grupos-de-medicamentos-usados-na-odontologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">anti-inflamatórios</a> e <a href="https://www.odontoup.com.br/grupos-de-medicamentos-usados-na-odontologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">analgésicos</a>. Recomenda-se <em>Dexametasona</em> 4mg, <em>amoxicilina</em> e<em> clorexidina</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pós-operatório</h2>



<p>Os cuidados pós-operatórios devem ser enfatizados. É normal o inchaço, edemas e hematomas na região da face, por isso indica-se bandagem (no sentido queixo-orelha) e drenagem linfática, além das restrições físicas de exercícios por 2 semanas.</p>



<p>Acompanhamento pós-operatório de 30, 60 e 180 dias com fotos.</p>



<p>É necessário o <strong>máximo de cautela</strong> durante o procedimento de <strong>bichectomia</strong>, mesmo parecendo um procedimento de fácil execução. Manipulamos tecidos próximos a estruturas anatômicas importantes que exigem cuidados e conhecimento da técnica. Lembre-se, executar sempre com segurança!</p>



<p>Gostou do conteúdo? Siga a gente no Instagram <strong><a href="https://www.instagram.com/siteodontoup/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">clicando AQUI</a></strong>.</p>



<p>Referências</p>



<p>Ali Hassani et. al. Applications of the Buccal Fat Pad in Oral and Maxillofacial Surgery, A Textbook of Advanced Oral and Maxillofacial Surgery Volume 3, 2016 DOI: 10.5772/63133. </p>
<p>Fonte imagem destacada: https://surgeryreference.aofoundation.org/cmf/sequela/midface/maxilla-alveolar-defects/buccal-fat-pad</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/video-da-cirurgia-de-bichectomia-buccal-fat-pad-excision/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PRF: Fibrina Rica em Plaquetas</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/prf-fibrina-rica-em-plaquetas/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/prf-fibrina-rica-em-plaquetas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 14:11:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[centrífuga]]></category>
		<category><![CDATA[fibrin]]></category>
		<category><![CDATA[Fibrina]]></category>
		<category><![CDATA[PFR]]></category>
		<category><![CDATA[Plaqueta]]></category>
		<category><![CDATA[Plasma]]></category>
		<category><![CDATA[Platelet]]></category>
		<category><![CDATA[PRP]]></category>
		<category><![CDATA[rich]]></category>
		<category><![CDATA[sangue]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=7509</guid>

					<description><![CDATA[O PRF possui grandes vantagens quando associados a outros tratamentos. sua versatilidade e aplicabilidade o torna um grande aliado na prática clínica. Saiba tudo o sobre PRF aqui!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span class="dropcap">O</span>s concentrados plaquetários são utilizados para o tratamento em seres humanos há algumas décadas. Com o aumento dos estudos e pesquisas, esses concentrados plaquetários se tornaram cada vez mais específicos e bem documentados com relação ao sucesso clínico alcançado através das técnicas.</p>
<p style="text-align: left;">O conceito da utilização desses concentrados se dá pela centrifugação do sangue do paciente com o objetivo de coletar o máximo de plaquetas do sangue colhido e injetá-las na ferida para otimizar o processo de cura.</p>
<p style="text-align: left;">O <strong>PRF</strong> (Fibrina Rica em Plaquetas) faz parte da segunda geração de concentrados plaquetários e possui grande vantagem sobre o <strong>PRP </strong>(Plasma Rico em Plaquetas), que é a facilidade para sua obtenção sem que haja necessidade da utilização de produtos bioquímicos. Estes concentrados plaquetários propõem uma aceleração na cicatrização de tecidos moles e duros através do aumento da concentração de <em>fatores de crescimento.</em></p>
<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-4191050030543415" data-ad-slot="1182056593"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual a diferença entre PRP e PRF?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O PRP contém glóbulos brancos, plaquetas e fibrina que ajudam na cicatrização de feridas e nos processos de formação do colágeno. Já o PRF tem alta concentração de glóbulos brancos e fibrina. Usado para tratar as mesmas situações do PRP, o PRF atua na liberação de fatores de crescimento ao longo do tempo, proporcionando benefícios mais duradouros. Além de também estimular a cicatrização mais rápida que o PRP.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entenda como o PRF funciona: </strong></p>
<p style="text-align: justify;">As células sanguíneas e as plaquetas produzem grandes quantidades de fatores de crescimento importantes no reparo tecidual, o PRF aumenta a concentração desses fatores,  tais como: Fator de Crescimento Derivado de Plaquetas (PDGF), o Fator de Crescimento Vascular Endotelial (VEGF) e o Fator de Crescimento de Fibroblastos (FGF), fatores que auxiliam na aceleração da neovascularização e na diferenciação celular.  Através do efeito acelerador na cicatrização de feridas, por promover a neovascularização e a formação de novos tecidos, encontram-se indicados para o tratamento de defeitos ósseos, recobrimento de lesões em mucosa oral, comunicação bucosinusal, enxerto ósseo, além de otimizar na regeneração de tecidos periodontais.</p>
<p style="text-align: justify;">O PRF atua em quatro fases fundamentais no processo de reparação: angiogênese, controle imunológico, liberação de fatores de crescimento e recrutamento de células mensequimais indiferenciadas, além de servir como cobertura e arcabouço para migração epitelial. Os resultados clínicos mostram que o PRF realmente favorece os processos de reparação e sinalização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tipos de PRF</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="text-align: justify;">L-PRF (Fibrina Rica em Plaquetas e Leucócitos);<br />
Forma de membrana e <em>plug</em>, é rico em leucócitos e é o mais comum nos consultórios.</li>
<li style="text-align: justify;">i-PRF (injectable PRF); facilita o manejo do dentista e além disso, reveste as partículas do enxerto com material autógeno o que cria um microambiente favorável a regeneração.<br />
<em>Stick bone</em> &#8211; associado ao material de enxertia</li>
<li style="text-align: justify;">A-PRF (advanced PRF).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Benefícios do PRF </strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Diminuição do quadro álgico (dor) pós-operatório;</li>
<li style="text-align: justify;">Acelera e melhora o processo de osseointegração;</li>
<li style="text-align: justify;">Maior taxa de sucesso em técnicas com enxerto ósseo;</li>
<li style="text-align: justify;">Aumento do suprimento sanguíneo imediato no alvéolo pós-exodontia;</li>
<li style="text-align: justify;">Diminue a chance de alveolite e patologias ósseas, entre outros.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Produto obtido:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entenda como funciona o processo para a obtenção do <strong>PRF</strong>:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="text-align: justify;">Punção venosa</li>
<li style="text-align: justify;">Coleta do sangue em frascos de 10ml, sem a adição de anticoagulantes</li>
<li style="text-align: justify;">Centrifugação em centrífuga de bancada</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><em>Choukroun, França 2001 </em></p>
<p style="text-align: justify;">Por não haver anticoagulante no tubo, o sangue coletado irá coagular ao entrar em contato com o vidro do tubo. Dessa maneira, é importantíssima a centrifugação imediata, antes do início da <strong>cascata de coagulação</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser autógeno, o PRF acaba sendo uma ótima opção de terapia regenerativa. Possui um baixo custo*, obtenção de material rápida, sem contra-indicações e favorece na neoformação óssea e reparo tecidual devido as suas propriedades bioquímicas discutidas nesse post.</p>
<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle" style="display: block;" data-ad-client="ca-pub-4191050030543415" data-ad-slot="9581730292" data-ad-format="auto" data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p style="text-align: justify;">REFERÊNCIAS</p>
<p>Carlos Fernando de Almeida Barros Mourão <em>et al.</em> <em>Obtenção da fibrina rica em plaquetas injetável (i-PRF) e sua polimerização com enxerto ósseo: nota técnica. </em>Rev. Col. Bras. Cir. vol.42 no.6 Rio de Janeiro Nov./Dec. 2015. ISSN 1809-4546.</p>
<p>http://fibrina.com.br/fibrina/category/artigos/</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="L2iEFFhJha"><p><a href="https://jhs.med.br/prf/" target="_blank" rel="noopener">ARTIGO: PRF: Uma nova abordagem para regeneração tecidual.</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ARTIGO: PRF: Uma nova abordagem para regeneração tecidual.&#8221; &#8212; JHS Biomateriais" src="https://jhs.med.br/prf/embed/#?secret=L2iEFFhJha" data-secret="L2iEFFhJha" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/prf-fibrina-rica-em-plaquetas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAVM)</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/pneumonia-associada-a-ventilacao-mecanica-pavm/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/pneumonia-associada-a-ventilacao-mecanica-pavm/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2017 14:56:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[PAVM]]></category>
		<category><![CDATA[pneumonia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=6977</guid>

					<description><![CDATA[O Conselho Federal de Odontologia (CFO), por meio da Resolução CFO 162/2015 reconheceu o exercício da Odontologia Hospitalar pelo cirurgião-dentista. Estudos e experiências em hospitais têm mostrado que a inserção do Cirurgião-Dentista na equipe multiprofissional de atendimento ao paciente sob internação pode contribuir para diminuir o risco de infecção, o tempo de internação, a quantidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Federal de Odontologia (CFO), por meio da Resolução CFO 162/2015 reconheceu o exercício da <strong>Odontologia Hospitalar</strong> pelo cirurgião-dentista. Estudos e experiências em hospitais têm mostrado que a inserção do <strong>Cirurgião-Dentista</strong> na equipe multiprofissional de atendimento ao paciente sob internação pode contribuir para diminuir o risco de infecção, o tempo de internação, a quantidade de prescrição de medicamentos e a indicação de nutrição parenteral periférica, além de melhorar a qualidade de vida e promover um atendimento completo ao paciente.</p>
<p><strong>A pneumonia associada à ventilação mecânica</strong> (PAVM) é uma das infecções hospitalares mais prevalentes nas unidades de terapia intensiva (<strong>UTI</strong>), ela se desenvolve 48-72 horas a partir do início da ventilação mecânica (VM), sendo considerada até 48 horas após a extubação. O diagnóstico de <strong>PAVM</strong> baseia-se na combinação de critérios radiológicos, clínicos e laboratoriais.<br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="1182056593"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p><strong>C</strong><strong>lassificação</strong></p>
<ul>
<li><strong>Precoce</strong>: ocorre até o quarto dia de intubação e início da VM.</li>
<li><strong>Tardia</strong>: Se inicia após o quinto dia da intubação e VM.</li>
</ul>
<p><strong>Principais Fatores de Risco</strong></p>
<ul>
<li>Idade acima de 70 anos e desnutrição;</li>
<li>Suporte nutricional enteral;</li>
<li>Depressão do nível de consciência</li>
<li>Doenças pulmonares e cardíacas;</li>
<li>Uso de sondas ou de cânula nasogástrica;</li>
<li>Presença do tubo orotraqueal;</li>
<li>Traqueostomia;</li>
<li>Posição do paciente e a elevação insuficiente da cabeceira.</li>
</ul>
<p><strong>Fatores Adicionais</strong></p>
<ul>
<li>Precariedade de higiene bucal;</li>
<li>Diminuição da limpeza natural da boca promovida pela mastigação dos alimentos duros, movimento da língua e bochechas durante a fala.</li>
<li>Redução do fluxo salivar por uso de alguns medicamentos.</li>
</ul>
<p>A <strong>cavidade bucal</strong> sofre colonização contínua, e a placa bacteriana serve de reservatório permanente de microrganismos. Existem vários relatos e evidências que associam a colonização microbiana da orofaringe e da placa dental à PAVM. Estudos mostram que há alta colonização de patógenos respiratórios no biofilme bucal de pacientes institucionalizados em UTI, onde 70% dos microrganismos pesquisados foram encontrados no biofilme bucal e 63,33%, na língua.</p>
<p>Com isso fica claro a importância de Cirurgiões Dentista em ambiente hospitalar para conscientização da equipe da enfermagem quanto ao protocolo de higiene bucal. Além de acertos no método de higiene bucal, incluiu a substituição da solução utilizada (cloreto de cetilpiridino a 0,05%) pela solução aquosa de clorexidina a 0,12%. O uso de clorexidina na higiene bucal de pacientes sob ventilação mecânica diminuiu a colonização da cavidade bucal, reduzir a incidência da PAVM, infecções bacterianas, fungicas e virais.<br />
<body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p><strong>Recomendações para prevenção da Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAVM)</strong><br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/tabela-OH.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6978" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/tabela-OH.png" alt="tabela OH" width="846" height="416" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/tabela-OH.png 846w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/tabela-OH-300x148.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/tabela-OH-768x378.png 768w" sizes="auto, (max-width: 846px) 100vw, 846px" /></a><br />
<strong>Referências </strong><br />
Resolução CFO 162/2015<br />
Morais, Teresa &#8211; Silva, Antônio. Livro: <em>Fundamentos da Odontologia em Ambiente Hospitalar/UTI 2015. </em><br />
AMIB, <em>Protocolo de higiene bucal em adultos em UTI.</em><br />
Souza, F.A &#8211; Guimarães, C.A &#8211; Ferreira, F.E. <em>Artigo: evaluation of the implementation of new protocol of oral hygiene in an intensive care center for prevention of pneumonia associated with mechanical ventilation 2012.</em><br />
<strong>Autor: </strong>Jiane Gilliet Beira. Cirurgiã-dentista graduada em Odontologia na Universidade Positivo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/pneumonia-associada-a-ventilacao-mecanica-pavm/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Artroscopia de ATM</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/artroscopia-de-atm/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/artroscopia-de-atm/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 21:18:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[artroscopia]]></category>
		<category><![CDATA[ATM]]></category>
		<category><![CDATA[bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[DTM]]></category>
		<category><![CDATA[indicação]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[procedimento]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[traumatologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=6963</guid>

					<description><![CDATA[A cirurgia artroscópica tornou se um dos mais populares e eficazes métodos de diagnóstico e tratamento dos transtornos da ATM. Em 1975, Ohnishi foi o primeiro a utilizar um artroscópio na ATM, estudando seus movimentos e a anatomia artroscópica. É um procedimento realizado sob anestesia geral, é mais invasivo do que a artrocentese e menos agressiva [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>cirurgia artroscópica</strong> tornou se um dos mais populares e eficazes métodos de diagnóstico e tratamento dos transtornos da <strong>ATM</strong>. Em 1975, <em>Ohnishi</em> foi o primeiro a utilizar um artroscópio na ATM, estudando seus movimentos e a anatomia artroscópica. É um procedimento realizado sob anestesia geral, é mais invasivo do que a artrocentese e menos agressiva e iatrogênica do que a artrotomia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6973" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ARTROSCOPIA1-3.png" alt="ARTROSCOPIA1-3" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ARTROSCOPIA1-3.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ARTROSCOPIA1-3-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ARTROSCOPIA1-3-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
<strong>Contra-indicações</strong></p>
<ul>
<li>Infecções cutâneas ou articulares e otites</li>
<li>Tumores</li>
<li>Dores de origem psiquiátricas</li>
</ul>
<p><strong><br />
Procedimento</strong><br />
O artroscópio consiste em um cilindro rígido composto por um sistema de lentes de maneira a projetar a imagem do alvo até o olho humano. Essa técnica envolve a colocação de uma pequena cânula no espaço articular superior, seguido da inserção do artroscópio para permitir a visualização direta de todos os aspectos da fossa glenóide, espaço articular superior e o aspecto superior do disco. A instrumentação utilizada através da cânula de trabalho inclui pinça, tesoura, suturas, agulhas de medicação, sondas de cauterização e instrumentação motorizadas, tais como brocas e raspadores.<br />
<strong></p>
<p>Vantagens</strong></p>
<ul>
<li>Técnica segura (baixa taxa de complicação);</li>
<li>Pós-operatório confortável;</li>
<li>Retorno precoce da função;</li>
<li>Inexistência de cicatriz/ou pouco evidente;</li>
<li>Ótima visualização do campo operatório comparado com a Artrocentese;</li>
</ul>
<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="1182056593"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p><strong><br />
Complicações</strong></p>
<ul>
<li>Perfuração da capsula;</li>
<li>Extravasamento do fluido auricular;</li>
<li>Danos aos tecidos moles e cartilaginosos causado pelo cirurgião;</li>
<li>Fraturas de instrumentos;</li>
<li>Necessidade de conversão da cirurgia artroscópica para cirurgia aberta.</li>
</ul>
<p><body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p><strong><br />
Referências</strong><br />
<em>Livro: Peterson</em><em>, James r. Hupp. </em><a href="https://www.amazon.com.br/s/ref=dp_byline_sr_book_2?ie=UTF8&amp;field-author=Edward+Ellis&amp;search-alias=books" target="_blank" rel="noopener"><em>Edward Ellis</em></a><em> e </em><a href="https://www.amazon.com.br/s/ref=dp_byline_sr_book_3?ie=UTF8&amp;field-author=Myron+R.+Tucker&amp;search-alias=books" target="_blank" rel="noopener"><em>Myron R. Tucker</em></a><em> em: <strong>Cirurgia Oral e MaxiloFacial, (capitulo 30) 6º Edição</strong>.</em><br />
<em>Artigo- Orientador: SHIBLI e Autores: Jamil Awad, Cozzolino e Fabio Augusto em: <strong>Avaliação da artroscopia cirúrgica da articulação Temporomandibular em indivíduos com disfunções intra-articulares. </strong></em><br />
<strong><em> </em></strong><em>Artigo SCIELO- Autores: Eduardo Grossmann e Thiago Kreutz em: <strong>Temporomandibular Joint Surgery</strong> <strong>(2011).</strong></em><br />
Autor: <strong>Dra. Jiane Gilliet Beira, Cirurgiã Dentista graduada na Universidade Positivo.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/artroscopia-de-atm/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aprenda Montar Uma Mesa Cirúrgica</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/aprenda-a-montar-uma-mesa-cirurgica-2/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/aprenda-a-montar-uma-mesa-cirurgica-2/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 22:36:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[cirúrgica]]></category>
		<category><![CDATA[disposição]]></category>
		<category><![CDATA[mesa]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=6506</guid>

					<description><![CDATA[Você sabe como se monta uma mesa cirúrgica? Claro, não existe uma regra e cada cirurgião posiciona os instrumentais da maneira que lhe é mais viável e funcional, mas isso pode facilitar e muito a sua vida durante os procedimentos cirúrgicos. Veja uma sugestão de disposição funcional de uma mesa cirúrgica: O que você achou? Essa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe como se monta uma <strong>mesa cirúrgica</strong>? Claro, não existe uma regra e cada cirurgião posiciona os instrumentais da maneira que lhe é mais viável e funcional, mas isso pode <strong>facilitar</strong> e muito a sua vida durante os procedimentos cirúrgicos.</p>
<p>Veja uma sugestão de disposição funcional de uma mesa cirúrgica:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6501" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Disposição-Mesa-Cirúrgica.png" alt="Disposicao Mesa Cirurgica" width="1024" height="768" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Disposição-Mesa-Cirúrgica.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Disposição-Mesa-Cirúrgica-300x225.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Disposição-Mesa-Cirúrgica-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><br />
O que você achou? Essa disposição pode ser muito prática e melhorar o seu desempenho na<strong> cirurgia</strong>. Não custa tentar, não é mesmo?<br />
<body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p>Quer dominar a área cirúrgica e se destacar? <strong><a href="http://odontoup.com.br/category/cirurgia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a> </strong>e explore o mundo da cirurgia na odontologia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/aprenda-a-montar-uma-mesa-cirurgica-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cirurgia Ortognática: Entenda o que é em 3 minutos.</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/cirurgia-ortognatica-entenda-o-que-e-em-3-minutos/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/cirurgia-ortognatica-entenda-o-que-e-em-3-minutos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 18:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[classificação]]></category>
		<category><![CDATA[deformidades]]></category>
		<category><![CDATA[dentofaciais]]></category>
		<category><![CDATA[mandíbula]]></category>
		<category><![CDATA[maxila]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ortognática]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[traumatologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=6083</guid>

					<description><![CDATA[A cirurgia ortognática é uma modalidade de tratamento bem estabelecida para corrigir as deformidades dentofaciais moderadas e severas, de modo a facilitar a terapia ortodôntica de má-oclusão. A conduta de tratamento visa atender a cinco princípios: As deformidades dentofaciais podem, frequentemente, ser tratadas por procedimentos isolados na maxila ou mandíbula. Em razão das anormalidades poderem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>cirurgia ortognática</strong> é uma modalidade de tratamento bem estabelecida para corrigir as <strong>deformidades dentofaciais</strong> moderadas e severas, de modo a facilitar a terapia ortodôntica de má-oclusão.</p>
<p>A conduta de tratamento visa atender a cinco princípios:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6482" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308.png" alt="ortognatica" width="1024" height="565" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308.png 1024w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308-300x166.png 300w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ortognatica-2-e1468262906308-768x424.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>As deformidades dentofaciais podem, frequentemente, ser tratadas por procedimentos isolados na maxila ou mandíbula. Em razão das anormalidades poderem ocorrer em ambos os ossos, maxila e mandíbula, a correção geralmente requer a combinação de procedimentos cirúrgicos.</p>
<p>As <strong>deformidades dentofaciais</strong> podem ser classificadas, de acordo com a alteração óssea, em:</p>
<ul>
<li>Deficiência ou excesso vertical de maxila</li>
<li>Deficiência transversal de maxila</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de maxila</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de mandíbula</li>
<li>Assimetria mandibular</li>
<li>Deficiência ou excesso ântero-posterior de mento</li>
<li>Mordida aberta anterior</li>
<li>Combinação dessas deformidades</li>
</ul>
<p>As principais <strong>técnicas cirúrgicas</strong> para correção de deformidades dento-faciais são:</p>
<ul>
<li>Osteotomia da maxila tipo LeFort I</li>
<li>Osteotomia sagital do ramo mandibular</li>
<li>Mentoplastia</li>
<li>Expansão rápida de maxila</li>
</ul>
<p>A preparação do paciente inclui o tratamento ortodôntico, controle de problemas sistêmicos, avaliação laboratorial (exames pré-operatórios), e, muitas vezes, preparação psicológica – levando em conta a mudança estética que o procedimento proporciona.<br />
O pós-operatório – como todo procedimento cirúrgico – exige cuidados especiais:</p>
<ul>
<li>Alimentação completamente líquida e fria nos primeiros dias</li>
<li>Gelo nas primeiras 48 horas</li>
<li>Compressa morna (após as primeiras 48 horas)</li>
<li>Manter a cabeceira da cama elevada em 45º</li>
<li>Retornos periódicos ao Cirurgião responsável</li>
</ul>
<p><body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p>Em breve um post com as definições das técnicas e suas particularidades. Não deixe de seguir o Odonto Up nas redes sociais:<strong><span style="color: #33cccc;"> <a style="color: #33cccc;" href="https://www.facebook.com/odonto.up/?pnref=lhc" target="_blank" rel="noopener noreferrer">facebook</a></span></strong>, <strong><span style="color: #33cccc;"><a style="color: #33cccc;" href="https://www.instagram.com/siteodontoup/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">instagram</a></span></strong> e<strong><span style="color: #33cccc;"> <a style="color: #33cccc;" href="https://twitter.com/odontoup" target="_blank" rel="noopener noreferrer">twitter</a></span></strong>!</p>
<p>Autor: Katheleen Miranda dos Santos</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>Araújo A. Cirurgia Ortognática. 1 ed. São Paulo: Santos; 1999, 113-130.</li>
<li>Araújo I, Scariot R, Rebellato N, <em>et al</em>., Cirurgia ortognática combinada maxilomandibular para correção de deformidade dentofacial – Relato de Caso. Revista. Dens., v. 15, n. 2, p. 121-6, 2007.</li>
<li>Ellis III, E.; Zide M. Acessos Cirúrgicos ao Esqueleto Facial. 2ª ed., São Paulo:Ed. Santos, 2006.</li>
<li>Miloro, M. et al. Principles of oral maxillofacial surgery. Second ediction. Canadá Bc Decker, 2004.</li>
<li>Peterson LJ, Ellis E, Hupp E, Hupp JR, Tucker MR. Cirurgia oral e maxillofacial contemporânea. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.</li>
<li>Proffit WR, Turvey TA, PhIllips C. The hierarchy of stability and predictability in orthognathic surgery with rigid fixation: an update and extension. Head Face Med 2007; 3: 21-22.</li>
<li>Quinn P. D. Color Atlas of Temporal Mandibular Joint Surgery. 1<sup>ª</sup>  , Mosby. 1997.</li>
<li>Scariot R, Oliveira IA, Costa DJ, Rebellato NLB, Muller PR. Fratura inadequada em cirurgia ortognática de avanço mandibular: Relato de caso. Rev bras cir traumatol buco-maxilo-fac 2007; 4:294-9</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/cirurgia-ortognatica-entenda-o-que-e-em-3-minutos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Suturas em Odontologia</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/suturas/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/suturas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2016 22:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[fio]]></category>
		<category><![CDATA[nó]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ponto]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[sutura]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=6037</guid>

					<description><![CDATA[O termo sutura é usado para designar todo material utilizado para ligar (amarrar) vasos sanguíneos ou aproximar tecidos. Na Odontologia, o objetivo principal da sutura é posicionar e manter firme o retalho cirúrgico a fim de promover cura. Se os retalhos não forem aproximados, consequentemente, uma hemostasia inadequada ocorrerá. Para realizar uma sutura, alguns materiais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo<strong> sutura</strong> é usado para designar todo material utilizado para ligar (amarrar) vasos sanguíneos ou aproximar tecidos. Na Odontologia, o objetivo principal da sutura é posicionar e manter firme o retalho cirúrgico a fim de promover cura. Se os retalhos não forem aproximados, consequentemente, uma hemostasia inadequada ocorrerá.<br />
Para realizar uma sutura, alguns materiais são essenciais, como a agulha, o fio e o porta-agulhas.</p>
<p><strong>Agulha e Fio</strong><br />
A agulha tem como finalidade levar o material de síntese através dos tecidos, causando mínima lesão tecidual. A seleção da agulha é determinada pela acessibilidade do tecido a ser suturado; pelo diâmetro do fio de sutura e pelo tipo de tecido. As agulhas podem ter diferentes dimensões, calibre e forma.<br />
É importante levar em consideração quando na escolha do fio, suas características de comportamento físico e biológico em relação ao processo de cicatrização do tecido a ser suturado.</p>
<p>Deve ser lembrado que dentro da classificação dos fios de sutura, o número de zeros que vem escrito na embalagem informa o calibre do fio e também sua força tênsil. Assim, quanto maior o número de zeros na classificação dos fios, menos calibroso ele será e terá menor força tênsil, porém será mais delicado. O contrário também é verdadeiro.</p>
<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle" style="display: block;" data-ad-client="ca-pub-4191050030543415" data-ad-slot="9581730292" data-ad-format="auto" data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p>Os fios podem ser classificados em não-absorvíveis e absorvíveis:</p>
<p><strong>1. </strong><b>Não-absorvíveis</b></p>
<ul>
<li><u>Seda</u>: Filamento proteico obtido do bicho-de-seda.<br />
Vantagens: Não irritante, barato, fácil de manusear, nó firme.<br />
Desvantagem: Acumula placa (indicado para pacientes com boa higiene)</li>
<li><u>Nylon</u>: Não absorvível, porém biodegradável<br />
Vantagens: Maior resistência, flexível, não irritante, menor reação tecidual<br />
Desvantagens: Difícil de manusear, perde resistência, não produz nó firme.</li>
<li><u>Poliéster: </u>Sintético, multifilamentado, resistente e com uma durabilidade grande. Os fios de poliéster requerem um mínimo de cinco nós para uma fixação estável e segura..</li>
<li><u>Algodão</u>: Multifilamentar, fio maleável e agradável ao tato, o que propicia um nó forte. Os fios de algodão requerem um mínimo de três nós para uma fixação segura.</li>
</ul>
<p><strong>2. Absorvíveis</strong></p>
<p><u>Categute:</u> Biológico. Do intestino delgado de ovelhas ou serosa de bovinos. Pode ser:<br />
Simples: absorção mais rápida – 5 a 10 dias<br />
Cromado: absorção mais lenta – 20 dias</p>
<p><u>Ácido Poligalático (Vicryl):</u> Sintético. Absorvido em 60 dias. Indicado para pontos intra-dérmicos e cirurgias maiores.</p>
<p><strong>Tipos de Suturas</strong></p>
<ul>
<li>Ponto simples: melhor coaptação da papila interdental. Indicada para suturas interdentais, enxertos, biópsias, exodontias a retalho, cunhas distal.</li>
<li>Ponto em X externo: Bastante indicada para espaços edêntulos.</li>
<li>Ponto em X interno</li>
<li>Ponto em U horizontal</li>
<li>Ponto em U vertical</li>
<li>Ponto contínuo simples</li>
<li>Ponto contínuo festonado</li>
</ul>
<p><strong>Nó de Sutura</strong></p>
<ul>
<li>O nó completado deve ser firme</li>
<li>Deve ser o menor possível</li>
<li>Tensão excessiva deve ser evitada</li>
<li>Evitar o afrouxamento após o primeiro nó.</li>
</ul>
<p><strong>Nó Cirúrgico X Ponto Cirúrgico x Sutura Cirúrgica</strong></p>
<p>Nó cirúrgico: o entrelaçamento ordenado feito com as extremidades   livres do fio cirúrgico. É composto por três semi-nós:</p>
<ol>
<li>Contenção</li>
<li>Fixação</li>
<li>Segurança</li>
</ol>
<p><strong>Ponto cirúrgico:</strong> segmento de fio cirúrgico compreendido entre uma ou duas passagens deste no tecido. É a unidade da síntese.</p>
<p><strong>Sutura cirúrgica:</strong> é o conjunto de pontos aplicados nos tecidos com o objetivo de união, fixação e sustentação.</p>
<p>Em breve, um post completo sobre os <strong>tipos de sutura.</strong> Fique atento e acompanhe o Odontoup.com.br na <span style="color: #008080;"><span style="color: #000000;">nossa página no Facebook,</span> <span style="color: #33cccc;"><strong><a style="color: #33cccc;" href="https://www.facebook.com/odonto.up/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clicando aqui</a>,</strong></span><span style="color: #000000;"> ou siga a gente no Instagram</span> <span style="color: #33cccc;"><strong><a style="color: #33cccc;" href="https://www.instagram.com/siteodontoup/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@siteodontoup</a>. </strong></span></span></p>
<p><a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-6017 alignleft" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" alt="ODO_5840" width="59" height="88" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg 1728w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-200x300.jpg 200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-768x1152.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-683x1024.jpg 683w" sizes="auto, (max-width: 59px) 100vw, 59px" /></a>Autor: Katheleen Miranda dos Santos<br />
Graduação em Odontologia pela Universidade Positivo.<br />
Aluna da Pós-Graduação em Cirurgia e Traumatologia<br />
Buco-Maxilo-Facial da Universidade Positivo.<br />
<strong>Referências</strong><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-4191050030543415" data-ad-slot="1182056593"></ins></p>
<p>Resumo baseado na aula da Professora Melissa Rodrigues de Araújo &#8211;  Universidade Positivo.<br />
Lee H.S. Princípios de Sutura em Odontologia – Guia completo para fechamento cirúrgico. Livraria Santos Editora Ltda., 2003.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/suturas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cisto Do Ducto Nasopalatino</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/cisto-do-ducto-nasopalatino/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/cisto-do-ducto-nasopalatino/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2016 13:32:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[canal]]></category>
		<category><![CDATA[característica]]></category>
		<category><![CDATA[cisto]]></category>
		<category><![CDATA[clínicas]]></category>
		<category><![CDATA[ducto]]></category>
		<category><![CDATA[histopatológicas]]></category>
		<category><![CDATA[nasopalatino]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[prognóstico]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=6015</guid>

					<description><![CDATA[O cisto do ducto nasopalatino é o cisto não odontogênico mais comum da cavidade oral, ocorrendo em cerca de 1% da população. Acredita-se que se origina da proliferação dos remanescentes epiteliais do ducto nasopalatino. Outros fatores etiológicos são: trauma, infecção do ducto e retenção de muco das glândulas salivares menores adjacentes. Manifestações Clínicas Os sinais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cisto do ducto nasopalatino é o cisto não odontogênico mais comum da cavidade oral, ocorrendo em cerca de 1% da população. Acredita-se que se origina da proliferação dos remanescentes epiteliais do ducto nasopalatino. Outros fatores etiológicos são: trauma, infecção do ducto e retenção de muco das glândulas salivares menores adjacentes.<br />
<strong>Manifestações Clínicas</strong><br />
Os sinais e sintomas mais comuns incluem tumefação da região anterior do palato, drenagem e dor. Contudo, muitas lesões são assintomáticas, sendo identificadas em radiografias de rotina.<br />
<strong>Manifestações Radiográficas</strong><br />
Radiograficamente observa-se uma lesão radiolúcida bem circunscrita, próxima ou na linha média da região anterior da maxila, entre os ápices dos incisivos centrais. Em alguns casos, pode exibir o formato clássico de coração, como resultado da sobreposição da espinha nasal.<br />
<strong>Características Histopatológicas</strong><br />
O epitélio de revestimento do cisto do ducto nasopalatino é variável. Pode ser constituído de:</p>
<ul>
<li>Epitélio escamoso estratificado</li>
<li>Epitélio colunar pseudoestratificado</li>
<li>Epitélio colunar simples</li>
<li>Epitélio cúbico simples</li>
</ul>
<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="1182056593"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p>Frequentemente, mais de um tipo de epitélio é encontrado na mesma lesão. Acredita-se que o tipo de epitélio está relacionado com a posição vertical do cisto dentro do canal incisivo.<br />
<strong>Tratamento e Prognóstico</strong><br />
A enucleação cirúrgica é o tratamento melhor aceito na literatura. A biópsia incisional é recomendada, para excluir hipóteses diagnósticas diferentes do cisto do ducto nasopalatino. A recidiva é rara e o prognóstico é favorável.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6017" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" alt="ODO_5840" width="61" height="90" />Autor: Katheleen Miranda dos Santos<br />
Graduação em Odontologia pela Universidade Positivo.<br />
Aluna da Pós-Graduação em Cirurgia e Traumatologia<br />
Buco-Maxilo-Facial da Universidade Positivo.</p>
<div class="yj6qo ajU">
<div id=":pt" class="ajR" tabindex="0" data-tooltip="Mostrar conteúdo cortado"><img decoding="async" class="ajT" src="https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.gif" alt="" /></div>
</div>
<p><body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>BICALHO AA, SANTOS CRR, SOARES JA. Cisto do ducto nasopalatino: relato de caso clínico. 2009. Rev Odontol UNESP, Araraquara, v. 38, n. 6, p. 371-74, nov./dez.</li>
<li>DEEPIKA G, AJAY T, LAHARI A. TELANG K, LOGANATHAN B. Nasopalatine Duct Cyst Associated with a Mesiodens: Misdiagnosis or Missed Diagnosis? 2015. Journal of Clinical and Diagnostic Research. May, Vol-9(5): ZD21-ZD22</li>
<li>MARTINS MD, RUSSO MP, BUSSADORI SK, FRNANDES KPS, MISSAWA GTM, MARTINS MAT. Nasopalatine duct cyst: report of case and literature review. 2007. Rev Inst Ciênc Saúde. jul-set; 25(2):193-7.</li>
<li>NEVILLE, B. W. et al. <em>Patologia oral e maxilofacial</em>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/cisto-do-ducto-nasopalatino/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Miosite Ossificante Traumática</title>
		<link>https://www.odontoup.com.br/miosite-ossificante-traumatica/</link>
					<comments>https://www.odontoup.com.br/miosite-ossificante-traumatica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 23:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Estomatologia & Patologia]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[etiologia]]></category>
		<category><![CDATA[manifestações]]></category>
		<category><![CDATA[miosite]]></category>
		<category><![CDATA[odonto]]></category>
		<category><![CDATA[odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ossificante]]></category>
		<category><![CDATA[radiográfico]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[traumática]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://odontoup.com.br/?p=5612</guid>

					<description><![CDATA[Miosite Ossificante Traumática (MOT) é uma lesão não-neoplásica rara, caracterizada pela proliferação de tecido fibroso e formação de grande quantidade de osso dentro de um músculo (AOKI et al., 2002). Na região de cabeça e pescoço acomete os músculos da mastigação, com predileção pelo sexo masculino e sem predileção por idade (ACKERMAN, 1958). Etiologia A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Miosite Ossificante Traumática (MOT) é uma lesão não-neoplásica rara, caracterizada pela proliferação de tecido fibroso e formação de grande quantidade de osso dentro de um músculo (AOKI <em>et al.,</em> 2002). Na região de cabeça e pescoço acomete os músculos da mastigação, com predileção pelo sexo masculino e sem predileção por idade (ACKERMAN, 1958).<br />
<strong>Etiologia</strong><br />
A patogênese não está totalmente explicada, mas tem o trauma como fator etiológico principal. Na região de cabeça e pescoço o músculo masséter é o mais acometido, uma vez que se localiza na porção lateral da mandíbula, sendo o mais suscetível a receber forças diretas (AOKI <em>et al.,</em> 2002).<br />
<strong>Manifestações clínicas e radiográficas</strong><br />
Sua apresentação clínica mais comum é o trismo. Também podem vir associados a dor, alteração de sensibilidade, limitação de movimento do músculo afetado e presença de edema localizado (WIGGINS <em>et al.,</em> 2008).<br />
Radiograficamente, apresenta-se como uma massa calcificada bem delimitada dentro de um músculo. Exames como radiografia panorâmica, tomografia computadorizada e ultrassonografia são bastante utilizados para o correto diagnóstico (GODHI <em>et al.,</em> 2011).<br />
<strong>Diagnóstico diferencial</strong><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block; text-align:center;"
     data-ad-layout="in-article"
     data-ad-format="fluid"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="1182056593"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script></p>
<p>A MOT pode ser uma das causas da anquilose da articulação têmporo-mandibular e de doenças que tenham como característica a limitação de abertura bucal, como deslocamento anterior de disco sem redução, alargamento do processo coronóide e reação de corpo estranho (SPINZIA <em>et al.,</em> 2014). Também pode ser diagnóstico diferencial de doenças malignas, como o osteossarcoma (THANGAVELU<em> et al.,</em> 2011).<br />
<strong>Tratamento</strong><br />
A modalidade de tratamento aceita universalmente é a excisão completa da massa ossificada (GODHI <em>et al.,</em> 2011). No entanto, alternativas de tratamento já foram propostas na literatura. Entre elas, o tratamento conservador, que consiste no uso de AINES, bifosfonatos e radiação de baixa potência (WIEDER, 1992; STEIDL <em>et al.,</em> 1991).<br />
A fisioterapia intensiva deve ser indicada como parte dos cuidados pós-operatórios, para recuperação da função mastigatória e diminuição significativa das taxas de recidiva da doença (JAYADE <em>et al</em>., 2013).<br />
<a href="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6017" src="http://odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg" alt="ODO_5840" width="55" height="83" srcset="https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840.jpg 1728w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-200x300.jpg 200w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-768x1152.jpg 768w, https://www.odontoup.com.br/wp-content/uploads/2016/04/ODO_5840-683x1024.jpg 683w" sizes="auto, (max-width: 55px) 100vw, 55px" /></a>Autor: Katheleen Miranda dos Santos<br />
Graduação em Odontologia pela Universidade Positivo.<br />
Aluna da Pós-Graduação em Cirurgia e Traumatologia<br />
Buco-Maxilo-Facial da Universidade Positivo.</p>
<div class="yj6qo ajU"></div>
<p><body><br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br />
<!-- Publicidade 2 --><br />
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-client="ca-pub-4191050030543415"
     data-ad-slot="9581730292"
     data-ad-format="auto"
     data-full-width-responsive="true"></ins><br />
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script><br />
</body></p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>ACKERMAN LV, Extra-osseous localized non-neoplastic bone and cartilage formation (so-called myositis ossificants). J Bone Joint Surg Am 1958;49:279-98.</li>
<li>AOKI T, NAITO H, OTA Y, SHIKII K. Myositis ossificans traumática of the masticatory muscles: review of the literature and report of a case. J Oral Maxillofacial Surgery 2002;60:1083-8.</li>
<li>GODHI SS, SINGH A, KUKREJA P, SINGH V. Myositis ossificans circumscripta involving bilateral masticatory muscles. The <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22134307" target="_blank" rel="noopener">Journal of Craniofacial Surgery.</a>2011 Nov;22(6):e11-3.</li>
<li>JAYADE B, ADIRAJAIAH S, VADERA H, KUNDALASWAMY G, SATTUR AP and KALKUR C. Myositis ossificans in medial, lateral pterygoid, and contralateral temporalis muscles: a rare case report. 116 No. 4 October 2013.</li>
<li>SPINZIA A, MOSCATO G, BROCCARDO E, CASTELLETTI L, MAGLITTO F, DELL1AVERSANA G PIOMBINO P. 2014. A rare isolated unilateral myositis ossificans traumatica of the lateral pterygoid muscle: a case report. Journal of Medical Case Reports. 8:230.</li>
<li>STEIDL L, DITMAR R. Treatment of soft tissue calcifications with magnesium. Acta Univ Palacki Olomuc Fac Med 1991;130:273-87.</li>
<li>THANGAVELU A, VAIDHYANATHAN A, NARENDAR R. Myositis ossificans traumatica of the medial pterygoid. Int J Oral Maxillofac Surg 2011; 40:545-58.</li>
<li>WIEDER DL. Treatment of myositis ossificans with acetic acid iontophoresis. Phys Ther 1992; 72:133-7.</li>
<li>WIGGINS RL, THURBER D, ABRAMOVITCH K, BOUQUOTt J VIGNESWARAN N. Myositis ossificans circumscripta of the buccinators muscle: first report of a rare complication of mandibular third molar extraction. J Oral Maxillofac Surg 2008;66: 1959-63.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.odontoup.com.br/miosite-ossificante-traumatica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
